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sábado, 10 de janeiro de 2015
O QUE ACONTECERIA SE TODOS OS VULCÕES ENTRASSEM EM ERUPÇÃO?
E se todos os vulcões entrassem em erupção? O que aconteceria à Terra? Será que a vida seria extinta? Conseguiríamos sobreviver?
Seja lava brilhando e serpenteando para o mar ou explosões em nuvens de cinzas, a visão de um vulcão em erupção inspira respeito e admiração.
Agora imagine 1.500 a entrar em erupção ao mesmo tempo. Esse é o total de vulcões ativos espalhados pela Terra, além de um número desconhecido deles escondidos sob o oceano.
Todos os dias, entre 10 e 20 vulcões entram em erupção em algum lugar na Terra, mas os cientistas dizem que a chance de todos os vulcões do planeta entrarem em erupção ao mesmo tempo é tão pequena que é impossível. Mas e se isso acontecesse?
Provavelmente a Terra como a conhecemos não sobreviveria, diz Parv Sethi, geólogo da Universidade de Radford, nos EUA. Os efeitos iriam desencadear uma cadeia de dominó ambiental muitas vezes mais poderoso do que um inverno nuclear.
Os dois grandes perigos de um cataclismo vulcânico no mundo são as cinzas e gases vulcânicos. Enquanto as emanações de lava seriam mortais para as pessoas que vivem por perto, o número de mortes seria pálido em comparação com as causadas pela mudança climática que se seguisse.
sábado, 15 de novembro de 2014
O QUE ACONTECERÁ QUANDO TODAS AS ESTRELAS MORREREM?
Você com certeza já ouviu falar que nós somos feitos de poeira estelar. Quando o famoso astrônomo Carl Sagan disse isso pela primeira vez, apesar de usar um tom poético, estava falando sobre algo que é literalmente verdadeiro: somos formados de pó de estrela.
Esse não é um conceito novo, mas é muitas vezes difícil de entender exatamente como acabamos com partículas de estrelas velhas dentro de nós.
A astrônoma da NASA, Dra. Michelle Thaller, resolveu explicar habilmente como cada átomo em nosso corpo (e na tabela periódica) foi processado dentro de uma estrela no momento anterior à sua morte violenta.
O universo começou somente com o átomo mais simples que existe, o hidrogênio. A única coisa que pode aumentar um átomo é uma estrela.
Uma estrela é uma nuvem de poeira que está colapsando sob a força da gravidade. Quando gás é comprimido junto, aquece. A certa temperatura quente o suficiente, ocorre uma reação de fusão nuclear. Essa fusão é o que “suporta” a estrela e não a deixa colidir.
No caso de uma estrela muito massiva, a reação usa mais e mais hidrogênio, e a força da gravidade continua atuando sobre ela, de maneira que ela esquenta e cria coisas como carbono, oxigênio, nitrogênio, até chegar ao elemento ferro.
Nesse ponto, ao invés de liberar a energia, a estrela a absorve. Chega uma hora que o objeto não aguenta e colapsa, criando o incrível evento que representa a “morte” da estrela, conhecido como supernova.
Essa explosão cria todos os elementos (além do ferro), como ouro, prata, chumbo e urânio. Uma única estrela, no momento de sua morte, brilha tanto quanto uma galáxia inteira, com centenas de bilhões de estrelas.
O nosso corpo é isso – esse instante de morte das estrelas. Tudo que o forma, incluindo o ferro que corre em nosso sangue, veio das estrelas, uma vez que se tornaram supernovas.
Ou seja, cada átomo de seu corpo foi produzido no espaço há milhões de anos. O hidrogênio data do Big Bang, nos primórdios do universo, 13,7 bilhões de anos atrás, e todo o resto – como os já citados carbono, oxigênio, nitrogênio etc – nasceu da fundição de estrelas há mais de 4,5 bilhões de anos.
Essa história de “somos todos pó de estrela” é muita inspiradora, mas também um pouco preocupante. Por quê?
Porque estrelas não são eternas. Um dia, elas vão se queimar completamente. Lembra do hidrogênio e de como ele é essencial para criar aquela nuvem que forma as estrelas? Bem, esse “combustível” não é perpétuo, já está acabando e, eventualmente, todas as estrelas que conhecemos vão morrer.
Tudo bem, isso ainda vai demorar alguns trilhões de anos, mas essa hora vai chegar. E o que vai acontecer? Bom, o universo vai ficar escuro pelo resto da eternidade (seja lá o que isso significa).
Doideira, não? Quando paramos para pensar sobre isso, temos que reconhecer que estamos realmente vivendo no Éden agora. Esse paraíso regado ao calor do sol, água líquida e estrelas formando coisas é só um minúsculo capítulo do enorme livro que é o mundo, e somos muito, mas muito mesmo, sortudos de estar aqui agora.
FONTE: sciencealert.com.au/features/20141505-25521.html
domingo, 1 de junho de 2014
O QUE ACONTECERIA SE SATURNO ENTRASSE NA ROTA DA TERRA?
No filme Melancolia, do diretor dinamarquês Lars Von Trier, a humanidade vive a angústia de ter um planeta errante em rota de colisão com a Terra. Mas e se isso acontecesse de verdade? E se o planeta em questão fosse Saturno? O pessoal do canal Yeti Dynamics preparou um vídeo com uma simulação desse cenário.
Saturno teria que frear em sua órbita, e “cair” em direção ao centro do Sistema Solar. Ao passar por Marte, ele já seria o objeto mais brilhante em nosso céu, mais que a Lua cheia. Isso porque o gigante gasoso reflete 47% de toda a luz recebida, contra apenas 12% da Lua.
Suas formas e anéis apareceriam nitidamente, com um tamanho similar ao da Lua, por conta de seu tamanho gigantesco. Nessa mesma posição, Marte parece apenas um ponto de luz no céu.
Meses depois, quando o planeta estivesse a uma distância de 1,5 milhão de quilômetros, o satélite Titã já estaria passando pela Terra, já que sua órbita em relação a Saturno é de 1,2 milhão de quilômetros. Um pouco mais próximo, a 1 milhão de quilômetros, detalhes da superfície do planeta seriam observados claramente.
Claro que uma evento desse tipo seria desastroso para a humanidade, mesmo que Saturno não se chocasse contra a Terra. O efeito gravitacional da passagem seria suficiente para alterar definitivamente a órbita do nosso planeta, com consequências imprevisíveis.
Além de interessante e informativo, o vídeo traz algumas cenas bem bonitas de como seria a passagem...ASSISTA: http://www.youtube.com/watch?v=nY2jv4GWUhQ
FONTE:Info
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM AS PIRÂMIDES?
As pirâmides são uma das construções mais enigmáticas no nosso planeta. Ninguém discute que o sentido desses edifícios de culto vai além de túmulos comuns. E eis uma nova notícia polêmica: os cientistas registraram radiações de luz intensa que emanam a partir exatamente do topo das pirâmides na direção do Espaço. Além disso, esse fenômeno ocorre em toda a parte. A que está ligada essa inesperada "ativação"?
A resposta a essa pergunta não é simples, pois nós, até agora, pouco sabemos sobre a verdadeira natureza das pirâmides. Muitos cientistas convergem na ideia de que essas construções são os mais antigos receptores e transmissores de informação. E, nos últimos tempos, essas hipóteses parecem confirmar-se...
Mas o que poderá existir de comum entre a pirâmide de Kukulcán, situada na península de Iucatã, no México, as pirâmides do Vale de Xianyang na China e as pirâmides da cultura Norte Chico nos Andes? Trata-se de templos edificados mais ou menos ao mesmo tempo que as pirâmides egípcias de Gize, que, recentemente, começaram a revelar uma atividade nunca vista.
Muitas pessoas tornaram-se testemunhas de como essas pirâmides lançam uma potente coluna de luz para o céu. Há também fotos e vídeos que confirmam esse fenômeno anormal (deve assinalar-se que os materiais fornecidos aos cientistas não foram montados e que não há dúvidas de que não se trata de uma falsificação). O astrofísico Anton Ermolenko está convencido de que os acontecimentos ocorridos devem ser sujeitos a um estudo atento:
“A comunidade científica mundial deve indubitavelmente prestar mais atenção ao que se passa com as pirâmides. O fato de elas começarem a acordar do sono milenar é, por si só, um fenômeno único. Considero que não devemos ignorar fatos evidentes, mas tentar definir por que é que ocorrem anualmente. Pois não se trata de um caso único, mas de um fenômeno de massas que se observa da Ásia até à América do Sul.”
O principal aspeto que interessa tanto os cientistas, como as pessoas comuns, consiste em saber qual a causa dessas radiações de luz e para onde são dirigidas. Pois é evidente que é difícil considerar uma coincidência banal tudo o que acontece e, por isso, é preciso tempo e dinheiro para investigar este fenômeno. Quem sabe se não estamos a poucos passos da descoberta dos grandes mistérios das pirâmides.
FONTE: AVOZDARUSSIA
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
AS 6 MANEIRAS DO APOCALIPSE REALMENTE ACONTECER
Um Buraco Negro Engolir a Terra
Submerso com a Elevação dos Mares
Meteoro Atingir a Terra
O Sol se Transformar em um Gigante Vermelho
Um Raio Gama Explodir/Cozinhar a Terra
Um Asteroide Gigante
FONTE:resistnsurvive
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O QUE ACONTECERIA SE ERRADICÁSSEMOS TODAS AS DOENÇAS INFECCIOSAS?
Você talvez já tenha ouvido que a raça humana parou de evoluir, e que a civilização está deixando a nossa raça mais fraca, por que os indivíduos que seriam eliminados pela seleção natural continuam vivos e passam adiante seu DNA.
Já sabemos que a evolução continua agindo na raça humana. Mas, e sobre o enfraquecimento da raça? Será que as vacinas e remédios que temos estão deixando nossa espécie mais fraca, ou degenerando?
A seleção natural ainda está entre nós?
Você já pensou em um mundo sem doenças infecciosas? Nenhum vírus ou bactéria que matasse pessoas, fossem jovens ou velhos, e que todo mundo gozasse de boa saúde, no que tange a este aspecto da nossa vida? Nem HIV, nem gripe suína, nem HPV, nem tuberculose, nem nenhuma destas doenças que tem ceifado vidas desde sempre.
Segundo o epidemiologista matemático de Universidade Princeton (EUA), Nim Arinaminpathy, a eliminação de todas as doenças infecciosas talvez não fosse uma coisa completamente positiva, mas também não seria o fim do Homo sapiens.
O professor de microbiologia e imunologia da Universidade de Columbia (EUA), Vincent Racaniello, afirma que durante milhões de anos as doenças têm eliminado os membros mais fracos, mas no ocidente, pelo menos, o ser humano já é um tipo de animal “artificial“, já que existem muitas maneiras de interferir quando alguém fica doente. Caso contrário, veríamos as pessoas morrerem, enquanto a seleção natural favoreceria quem tivesse um sistema imune mais robusto. Só que a imunidade natural não é uma coisa essencial, segundo ele.
Não só isto: muitas doenças poderiam ser erradicadas sem que houvesse perda de robustez evolucionária. Por exemplo, não há nenhuma indicação que a influenza tenha algum papel na evolução humana, por que as pessoas que falecem de influenza geralmente são velhas, e para uma doença ter impacto evolucionário, ela tem que ceifar a vida dos mais geneticamente ‘fracos’ antes que eles tenham a chance de passar seu DNA adiante.
Por outro lado, a malária atinge os mais jovens, matando crianças com sistemas imunes fracos, mas esta sobrevivência do mais apto não é desejável – existem lugares na África onde a malária é tão séria que há crianças que estão quase que constantemente doentes, saindo de uma infecção para outra, em um ciclo contínuo. São crianças que não conseguem estudar ou mesmo aprender, e não conseguem ter uma vida produtiva. Erradicar a malária aumentaria os níveis de educação nos países onde ela é endêmica, e a produtividade das pessoas. O mesmo pode ser dito da AIDS.
Em outras palavras, as doenças resultam em pobreza. E mesmo que a erradicação de doenças como malária, tuberculose, AIDS e outras pragas tropicais implique em um aumento de população em áreas onde as taxas de natalidade já são altas e há crises de alimentação, estes problemas serão bem mais fáceis de lidar em uma sociedade sem doenças.
Mas ainda existe uma questão em aberto. Será que as viroses e outras doenças não ajudaram de alguma forma o crescimento e desenvolvimento do nosso metabolismo, ou mesmo nossos órgãos? Os cientistas não têm certeza sobre isso.
Recentemente, descobrimos que a consequência do uso dos antibióticos é que quando você se livra das bactérias boas nos intestinos, começa a desenvolver doenças autoimunes, como alergias. E ainda não estamos tão avançados na compreensão das viroses. “O que as viroses fazem por nós?”, questiona Racianello.
Mesmo assim, podemos sobreviver com alergias, e com algumas viroses benignas que pegam carona em nossos corpos e podem estar servindo a um outro papel, que não entendemos direito ainda. Será que um mundo em que os bebês estão permanentemente imunes contra a gripe, resfriado, HPV e tudo o mais será realmente melhor?
Como sempre, devemos ter cuidado com o que desejamos. Livrar o mundo das doenças pode ser uma coisa boa na maior parte dos aspectos, “mas existem perguntas interessantes que surgem quando você começa a arranhar a superfície das doenças”, conclui Arinaminpathy.
FONTE: MSNBC
sábado, 20 de agosto de 2011
O QUE ACONTECERIA SE A TERRA TIVESSE MAIS LUAS?
Seria uma revolução natural. Pelo menos quatro fenômenos sofreriam grandes alterações: o ciclo das marés, a duração dos dias, a iluminação noturna e a quantidade de eclipses lunares. Isso porque nosso satélite exerce grande influência no sobe-e-desce dos oceanos, na velocidade de rotação da Terra (que determina a duração dos dias) e na quantidade de luz refletida do Sol para cá. No infográfico ao lado, a gente explica com detalhes todas essas mudanças, supondo que nosso planeta azul tivesse mais duas luas, do mesmo tamanho que a "original" e em distâncias equivalentes, a 384 mil quilômetros daqui. A gente está viajando nessa suposição, mas a idéia não é tão absurda assim: alguns pesquisadores juram que a Terra já tem mais de uma lua! Essa tese é superpolêmica, mas uma coisa é certa: nunca chegaremos nem perto do número de luas dos planetas mais distantes do Sol. Astros como Júpiter, Saturno, Netuno, Urano e Plutão estão localizados numa região do sistema solar de baixa temperatura, mais propícia à formação de luas. "O frio impediu que os blocos de gelo resultantes do Big Bang - a megaexplosão que teria criado o universo - se descongelassem. Ao longo de milhões de anos, eles se juntaram a pedaços de pedra e metal, formando satélites atraídos pela gravidade de planetas maiores", afirma a astrônoma Amelie Saintonge, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Entre os planetas distantes do Sol, Júpiter tem 16 luas conhecidas, Saturno tem 18, Netuno tem oito e Urano bate o recorde, com 21. A única exceção é último planeta do sistema solar, Plutão, que tem apenas uma lua solitária - o planeta é pequeno e não conseguiu atrair outros astros. A comparação com os planetas próximos ao Sol, onde havia menos matéria-prima para formar luas, revela uma diferença astronômica no número de satélites. Mercúrio e Vênus não têm luas, a Terra só tem uma e Marte, duas.
Mudança astronômica Com três satélites, dias durariam 72 horas
DIA SEM FIM
A Lua também influi na duração dos dias. Com três luas do mesmo tamanho que a atual, a atração gravitacional do trio triplicaria o tempo que a Terra demora para dar a volta em torno de seu eixo. Os dias durariam 72 horas. Daria para curtir um fim de tarde na praia às 45h30!
NEM CALOR NEM FRIO
Mesmo com manhãs e noites de 36 horas, a alteração na velocidade de rotação não seria suficiente para mexer nos termômetros do planeta. Isso porque a temperatura da Terra é mais afetada pela órbita da Terra em torno do Sol, que permaneceria inalterada
VIDA NOVA
Para alguns animais, a vida com três luas sofreria grandes mudanças. As borboletas, que têm o metabolismo ativado com o nascer do Sol, poderiam demorar mais para deixarem de ser larvas por causa dos dias mais longos. E os camarões, que usam as marés para se deslocar pelos oceanos, poderiam se movimentar mais rapidamente
PRAIA GRANDE
Por influência da Lua, os oceanos alternam marés altas e baixas a cada seis horas. Se tivéssemos três luas, é provável que esse intervalo fosse mais curto. E a amplitude da maré (o ponto mais distante que ela pode atingir) seria bem maior. Com isso, teríamos praias maiores — e espaço de sobra para o futebol de areia
REFLETOR NATURAL
Quando cheia, a Lua reflete 9% da luminosidade do Sol. Com três luas, a reflexão noturna poderia chegar a 27%. As noites de tripla lua cheia teriam céu arroxeado, parecido com o do fim de tarde. Pior para os astrônomos, já que a luminosidade dificulta a visualização das estrelas
SUMIÇO COMUM
Uma constatação óbvia: com mais luas, a quantidade de eclipses lunares seria maior — seria comum que uma entrasse atrás da sombra da Terra e desaparecesse. O grande fenômeno seria o "eclipse triplo", quando os três astros ficassem na zona de sombra projetada pelo planeta.
FONTE:MundoEstranho
Mudança astronômica Com três satélites, dias durariam 72 horas
DIA SEM FIM
A Lua também influi na duração dos dias. Com três luas do mesmo tamanho que a atual, a atração gravitacional do trio triplicaria o tempo que a Terra demora para dar a volta em torno de seu eixo. Os dias durariam 72 horas. Daria para curtir um fim de tarde na praia às 45h30!
NEM CALOR NEM FRIO
Mesmo com manhãs e noites de 36 horas, a alteração na velocidade de rotação não seria suficiente para mexer nos termômetros do planeta. Isso porque a temperatura da Terra é mais afetada pela órbita da Terra em torno do Sol, que permaneceria inalterada
VIDA NOVA
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PRAIA GRANDE
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REFLETOR NATURAL
Quando cheia, a Lua reflete 9% da luminosidade do Sol. Com três luas, a reflexão noturna poderia chegar a 27%. As noites de tripla lua cheia teriam céu arroxeado, parecido com o do fim de tarde. Pior para os astrônomos, já que a luminosidade dificulta a visualização das estrelas
SUMIÇO COMUM
Uma constatação óbvia: com mais luas, a quantidade de eclipses lunares seria maior — seria comum que uma entrasse atrás da sombra da Terra e desaparecesse. O grande fenômeno seria o "eclipse triplo", quando os três astros ficassem na zona de sombra projetada pelo planeta.
FONTE:MundoEstranho
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