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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

AMERICANOS COMEÇAM A TOMAR POSSE DA AMAZÔNIA

Avião estrangeiro passa, sem autorização, na maior cara de pau, sobre reservas "indígenas", entregues de bandeja por FHC e LULA. Mapeamento do solo? Preparativo para ocupação? Repare no mapa o trajeto. Repare que quase todo o estado de Roraima é de reservas indígenas. Quase uma nação estrangeira. Não falam em "nação yanomâmi"?? Ou seria mais um futuro protetorado dos Estados Unidos?
O governo brasileiro guarda a sete chaves um incidente registrado na passagem de um avião-radar americano pelos céus da Amazônia, numa operação ousada que incluiu sobrevôos na reserva Raposa Serra do Sol, área de grande importância estratégica para o Brasil por ter reservas de minerais como urânio. O Itamaraty não confirma o incidente. A Força Aérea Brasileira (FAB) nega. Mas O GLOBO teve acesso a informações de um relatório reservado do serviço de inteligência do governo brasileiro que esmiuça a peripécia do avião americano pela Região Norte. Fontes civis e militares também confirmaram o episódio. O avião, modelo P-3, prefixo VVR-2674, tinha autorização para cruzar o espaço aéreo brasileiro no dia 9 de outubro do ano passado, rumo a Buenos Aires, com escala em Manaus. A chancela fora publicada na véspera no Diário Oficial da União. Dizia que a aeronave seguiria para Buenos Aires, na Argentina, em missão de “pesquisa científica”. O avião, entretanto, acabou subvertendo o que estava no papel. O P-3 passou pelo Brasil apenas no dia 10. E a escala que seria em Manaus acabou transferida para Boa Vista. Na capital de Roraima, nem toda a tripulação desceu. Nenhuma autoridade brasileira teria entrado no avião, segundo consta do documento reservado.

Avião voou baixo e dificultou a detecção por radares

O relatório a que O GLOBO teve acesso informa ainda que, após entrar no espaço aéreo do Brasil, o avião variou altitude e chegou a voar abaixo de três mil pés, supostamente para dificultar sua detecção pelos radares. Durante o vôo, os equipamentos do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) suspeitaram da irregularidade. Militares do Centro Amazônico, a torre de controle do sistema em Manaus, tentaram fazer contato com a tripulação. Não obtiveram êxito. Os americanos não respondiam aos chamados pelo rádio. As tentativas de comunicação foram ouvidas por pilotos de aviões civis que voavam na região. A tripulação do P-3 só viria a responder mais tarde. O comandante informou que não respondera antes porque a cabine do avião sofrera “pane de rádio” (o sistema comunicação teria parado de funcionar). “O P-3P Orion foi várias vezes assinalado nos radares de tráfego aéreo, mas não foi possível nenhuma interceptação de vôo porque estava voando abaixo de 3 mil pés”, registra o documento. — Foi um claro golpe — disse ao GLOBO um oficial da Força Aérea Brasileira que acompanhou o episódio. A terra indígena Raposa Serra do Sol não teria sido a única sobrevoada pelo avião americano. O aparelho teria passado também, a baixa altitude, na reserva Waimiri-Atroari, localizada entre os estados de Roraima e Amazonas. O avião, de quatro motores e quase do tamanho de um Boeing 737-400, tem sensores eletrônicos que permitem, por exemplo, fazer mapeamento geológico das áreas que sobrevoa. Uma fonte da Aeronáutica informou que autoridades aéreas brasileiras teriam reclamado junto ao Comando Sul, unidade do Pentágono sediada em Miami que coordena as operações militares dos Estados Unidos na América Latina.

De patrulhamento marítimo a missões de espionagem

Os aviões da linhagem P-3 Orion são velhas máquinas de guerra e vigilância que vêm servindo aos Estados Unidos há mais de 40 anos. De performance elogiável, foram sendo remodelados ao longo do tempo e deixaram de ser usados exclusivamente no patrulhamento marítimo para ganhar outras missões, inclusive a de espionagem, com a instalação de sensores capazes de fazer prospecção de superfície e de captar imagens e sinais eletrônicos. Até o ano passado, a Marinha dos Estados Unidos possuía cerca de 230 unidades do P-3 em operação, em diferentes frentes. Os quatro motores do velho avião são impulsionados por hélices. De asa reta, a aparelho tem praticamente o mesmo desenho dos antigos Electra, do mesmo fabricante, também americano. Ao redor do mundo, há atualmente cerca de 450 exemplares deste tipo de avião em uso. fonte:http://www.midiaindependente.org/pt/red/2005/06/318965.shtml

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

AMERICANOS DESENVOLVERAM INCRÍVEL LASER 100 MIL VEZES MAIS PODEROSO DO QUE A SOMA DE TODAS AS CENTRAIS ENERGÉTICAS DO MUNDO

Este será o laser mais poderoso já desenvolvido e pode dar aos pesquisadores incríveis novas pesquisas sobre como o cosmos foi criado. Chamado de High-Repetition-Rate Advanced Petawatt Laser System (HAPLS), ele irá emitir 100 mil vezes mais energia do que todas as estações de energia do mundo em uma pequena fração de segundo. Inclusive foi apelidado com o mesmo nome da espada de laser do Darth Vader, “Estrela da Morte”, em Star Wars, por sua semelhança com o instrumento do filme. A Extreme Light Infrastructure (ELI) Beamlines é um projeto de laboratório financiado pela União Europeia, sendo desenvolvido por especialistas de todo o mundo, inclusive no laboratório Lawrence Livermore, nos EUA, e que está sendo construído na República Tcheca. Quando for definitivamente ligado, em 2017, ele irá emitir um raio de laser que explodirá com uma intensidade de 1.023 watts por centímetro quadrado. “ELI será o primeiro centro de pesquisa internacional do laser, hospedando alguns dos lasers mais poderosos do mundo, permitindo uma nova Era de oportunidades únicas de pesquisa para usuários de todos os países", disse o professor Wolfgang Sandner, diretor geral do ELI-Delivery Consortium International Association (AIBSL). O sistema combina as tecnologias de toda a Europa e de todo o mundo. Ele se baseia em um esquema conhecido como "amplificação de pulso duplo”, permitindo que o alto sinal de barulho nos pulsos de saída alimente o HAPLS. “A alta taxa de repetição de HAPLS irá possibilitar novas descobertas científicas", disse Livermore, físico e gerente de projetos HAPLS, Constantin Haefner. "Os cientistas que têm realizado experiências com longos e poderosos lasers de um único tiro, nunca tiveram a oportunidade de repetir experiências em 10 vezes por segundo".
O HAPLS é projetado para gerar uma potência de pico, em última instância, maior que 1 petawatt (ou 1 quatrilhão de watts). Cada pulso vai entregar 30 joules de energia em menos de 30 femtossegundos, que é o tempo que a luz leva para viajar uma fração da largura de um cabelo humano. O sistema irá gerar esses pulsos de luz em 10 hertz (10 repetições por segundo). A máquina será composta por dois sistemas de laser, desenhados por Livermore, interconectados que, quando forem criadas as linhas de luz do ELI, vão exigir um espaço combinado de aproximadamente 4,6 por 17 metros, além de 4 metros quadrados para o compressor do pulso do laser final. O primeiro sistema - um diodo-bomba, uma base de laser estática - vai energizar ou 'bombear' o segundo sistema – a ampliação de pulso duplo, laser com pulso mais curto. HAPLS vai gerar pulsos ultracurtos de laser de alta energia para a geração de fontes secundárias de radiação eletromagnética (como as de alto brilho em raios x) e acelerar partículas carregadas (elétrons, prótons ou íons). A tecnologia a laser permitirá muitas aplicações em física, medicina, biologia e ciência dos materiais. Fonte: DailyMail