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sábado, 19 de setembro de 2015
EMPRESAS FARMACÊUTICAS BUSCAM SUPER HUMANOS
Será que a ciência conseguirá utilizar as mutações genéticas para criar seres humanos com capacidades ampliadas? Algo como super-heróis de laboratório? Atualmente, existem 100 pessoas no mundo com esclerosteose, condição que faz com que seus ossos consigam suportar impactos que, em pessoas normais, causariam fraturas. Outros têm a capacidade de suportar muito mais dor que o restante da humanidade. Por isso, a ciência se pergunta se conseguirá reproduzir essas condições, dignas da saga popular de X-Men, para outros fins.
Caroline Chen, jornalista da Bloomberg Businessweek e especializada em biotecnologia, revela, em um artigo recente, que as empresas farmacêuticas estão investindo muito dinheiro em pesquisas relativas ao assunto, com o objetivo de sintetizar mutações como as mencionadas acima, para disponibilizá-las às pessoas em forma de pastilhas, xaropes ou outra forma de medicamento.
A empresa Xenon Pharmaceuticals está empenhada no desenvolvimento de fármacos contra a dor, baseados na mutação de certas pessoas, os quais competiriam com os analgésicos existentes, superando sua eficácia e evitando seus efeitos nocivos. Descobrir o funcionamento da esclerosteose poderá levar a medicamentos contra a osteoporose ou antídotos para a perda de densidade óssea da qual padecem os astronautas no espaço.
E será isso possível? Os especialistas pedem atenção em relação às questões éticas que essas novas possibilidades trazem. Como será a sociedade do futuro, na qual algumas pessoas terão acesso a superpoderes dados pela ciência?
FONTE: megaarquivo.com/2015/09/14/11-782-empresas-farmaceuticas-buscam-super-humanos/
domingo, 7 de junho de 2015
SAIBA COMO UTILIZAR OS FILTROS DO GOOGLE PARA ENCONTRAR O QUE VC PROCURA
Em geral, os resultados de busca do Google não te decepcionam. Na maioria das vezes eu encontro o que estou procurando já na primeira página. Mas há vezes quando um simples palavra chave não dá resultado.
Quando isso acontece, é bom saber que as ferramentas do Google permitem que você refina sua busca com alguns filtros bem simples.
Ferramenta de Pesquisa
Vamos começar pesquisando por algo básico, como um filme. Por exemplo, Apollo 13, que neste ano completa 20 anos. Em 2015, os resultados de busca para o filme serão os mais recentes, mas e se você quiser ter acesso aos artigos que falavam do filme quando ele foi lançado, certo? Para ir mais a fundo, clique no link em Ferramentas de Pesquisa na parte superior da página à direita acima dos resultados. Isto irá revelar cinco caixas. Neste caso, o que queremos é selecionar a opção "Em Qualquer Data". Clique nela e você terá um monte de opções, incluindo resultados de um passado distante caso você selecionar a data na opção Intervalo Personalizado.Ao pé da letra
Às vezes, você precisa insistir quando quer usar um certo termo de busca no Google. Se você estiver procurando por um erro estranho de computador, você provavelmente quer ver resultados da frase exata daquele erro. Uma forma para fazer isso é primeiramente procurar pelo erro no Google e depois ir em Ferramentas de Pesquisa -> Todos os Resultados. Nesse menu, selecione "Ao pé da Letra" para encontrar exatamente o que você procura.Localização
Finalmente, o último filtro que o Google oferece diz respeito aos resultados de busca na sua localização. Você pode utilizar essa pesquisa para encontrar restaurantes, cafés, lojas, enfim. A Localização já deve estar definida, mas se você quiser mudar sua região ou ter certeza de que ela está funcionando, cheque também as Ferramentas de Pesquisa. fonte: idgnow.com.br/internet/2015/06/05/saiba-como-utilizar-os-filtros-do-google-para-encontrar-o-que-voce-procura/sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
A ETERNA BUSCA DA HUMANIDADE POR VIDA EXTRATERRESTRE
Procuramos vida extraterrestre há vários anos, mas segundo centenas de ufólogos, as evidências do passado encontradas ao longo dos milhares de anos, confirmam que somos supostamente visitados desde os tempos mais remotos até os dias atuais.
Além dessas evidências, existem também milhares de lendas urbanas, filmagens e fotos que declaram que os extraterrestres “fazem” parte de nossas vidas. Essas evidências de factuais persistem, enquanto as teorias de conspiração continuam a crescer. Infelizmente não temos nenhuma evidência sólida ou concreta de qualquer vida extraterrestre, mas também não temos nenhuma prova contra a vida extraterrestre.
Histórias de encontros com alienígenas começaram a explodir em 1947 com Kenneth Arnold, quando flagrou uma estranha nave sobrevoando Washington. Arnold, que trabalhava para a Central Air Service em Chehalis, partira para Yakima, mas atrasou-se por ter de procurar um grande avião cargueiro da marina que talvez houvesse caído perto da encosta sudoeste do Monte Rainier.
Arnold estava procurando o avião nas adjacências das linhas de crista do monte quando decidiu dar a volta e realizar outra tentativa. Em uma altitude de 2.800 m avistou um DC-4 mais ou menos vinte quilômetros à frente. O céu estava bem claro. Decorreram alguns minutos e, de súbito, Arnold percebeu um clarão brilhante refletido no lado de fora de sua aeronave. Olhou ao seu redor e viu uma fileira de nove aeronaves voando do norte para o sul a uma altitude de cerca de 3.000 m. As naves avançavam rapidamente para a montanha e Arnold estranhou que não tivessem caudas como os jatos Comuns.
A notícia acabou se espalhando e Arnold começou a receber chamadas telefônicas de todas as partes do mundo, dando-lhe apoio. Solicitou ao FBI e as forças armadas que investigasse o fato, mas não obtiveram uma resposta.
Então a história da ufologia começou definitivamente, pois em julho daquele mesmo ano, a primeira página do jornal Roswell Daily Record anunciava a captura de um OVNI em um rancho perto de Roswell, Novo México.
Testemunhas descreveram-no como de forma oval, como se fosse dois pires invertidos e “colados” pelas bordas. Alguns dias depois, Walter Haut, oficial de relações públicas da base área do exército nas imediações da cidade, fez um surpreendente comunicado a imprensa que logo ganhou manchete, declarando que de fato um disco voador fora recuperado em uma fazenda próxima e levado para Roswell Army Air Field. No dia seguinte, numa entrevista coletiva à imprensa, foram apresentados pedaços de um balão aos jornalistas que repercutiram a versão oficial.
Ainda sim, ninguém indagou como foi possível aos oficias militares experientes terem confundido fragmentos delgados de alumínio e pedaços de madeira com os restos de um OVNI, nem se pensou em perguntar como um balão poderia ter produzido a enorme quantidade de detritos que foram encontrados espalhados pelo local.
Cinquenta anos depois, após muita insistência em busca da verdade por parte de ufólogos e uma intensa especulação pela mídia, o Exército foi forçado a retratar sua história e admitir que mentira sobre o desastre. Não se tratava de um balão meteorológico, admitiam os militares, mas de um aparelho ultra-secreto de observação, projetado para espionar os testes nucleares soviéticos.
Mas isso não satisfez os céticos, que citaram o fato de que a história do “disco capturado” fora liberada para divulgação pelo comandante da base, que deveriam estar informados sobre quaisquer testes ultra-secretos na região. Os céticos continuaram convencidos de que o governo e os militares tinham conspirado para encobrir a verdade sobre a queda, para evitar o pânico e ganhar tempo para estudar a tecnologia alienígena.
Área 51
Uma área que centenas de pessoas têm visto e fotografado objetos estranhos ao redor, com manobras e velocidades totalmente incomuns. O governo dos EUA negou a sua existência até alguns anos atrás.
Em 1997 a CIA divulgou um relatório que os milhares de testemunhos de avistamentos de OVNI na área eram na realidade testes militares. No entanto, muitas pessoas acreditam que o governo está escondendo a verdade sobre os extraterrestres nesta Área. Teorias apontam que as tecnologias desenvolvidas na Área 51 não são de projeto humano, mas sim uma engenharia reversa a partir de estudos da nave extraterrestre que caiu em Roswell.
A questão da segurança nacional envolvendo Dreamland é tão complexa que Hollywood satirizou o fato no filme Independence Day quando fez alusão ao fato de que o próprio presidente norte-americano desconhecia sua existência. “Clinton pode saber que ela existe, mas tem apenas vaga idéia do que se faz lá”, declarou o físico e ex-funcionário da área Bob Lazar.
Mas enquanto o governo não revela o que acontece realmente dentro da Área 51, continuemos procurando vida extraterrestre.
Os cientistas encontraram vida onde nós nunca arriscaríamos a dizer, como por exemplo, em água fervente, dentro de rochas, sob o gelo e nas profundezas abissais dos oceanos. Essas formas de vida são chamadas extremófilos, e os cientistas estão estudando-as em busca de pistas do que a vida alienígena poderia parecer.
Para compreender a vida em outros planetas, temos que entender como a vida na Terra se originou e fazer algumas suposições. Desde a nossa vida que é à base de carbono, precisando de água e um planeta em torno de um sol para existir, o ponto de partida para astrobiólogos é similar em sua busca. Entretanto só porque nós humanos precisamos de carbono, água, oxigênio, entre outros, não quer dizer que um extraterrestre necessariamente precise disso, além do mais eles não seriam como nós, assim como nós não somos iguais aos peixes.
Existem mais de 100 bilhões de estrelas só na nossa galáxia, cientistas afirmam que o universo contenha pelo menos um bilhão de galáxias, sendo que a galáxia mais próxima da nossa é Andrômeda. As sondas que foram enviadas viajarão trilhões, quatrilhões (ou mais) de metros, necessitando de 40 mil anos antes de chegar à estrela mais próxima.
SETI
Infelizmente, a busca de vida inteligente está passando por dificuldades financeiras. Tendências atuais de financiamento do governo estão fazendo cada vez mais difícil de localizar o dinheiro para a investigação espacial. The Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI), uma organização sem fins lucrativos, liderando o caminho na busca por vida inteligente, foi forçada a desligar seus telescópios recentemente. Mas, graças a milhares de doadores privados, seus telescópios voltarão à busca do céu noturno.
“WOW” foi um sinal de rádio forte e de faixa de sintonização estreita detectado pelo SETI em 15 de Agosto de 1977. O sinal perfurou marcas esperadas de origem potencialmente não-terrestre e não derivadas do nosso sistema solar. Ele durou 72 segundos e nunca mais foi detectado novamente. Ele tem sido o foco da atenção da mídia quando se fala nos resultados deste órgão de pesquisa alienígena.
FONTES:REALIDADEOCULTA.ORG; JORNALCIENCIA
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
VEJA COMO É A BUSCA POR VIDA INTELIGENTE FORA DA TERRA
Esqueça as excursões intergaláticas e as salas de comando à la Star Trek. O dia a dia de quem trabalha buscando inteligência fora da Terra está mais para rotina de pesquisador acadêmico do que para saga de ficção científica. A maior parte dessas iniciativas reúne astrônomos em universidades norte-americanas e conta com a ajuda de voluntários do mundo todo, inclusive do Brasil.
No norte da Califórnia, nos Estados Unidos, 42 antenas miram para o espaço capturando ondas de rádio de fora da Terra. Além de observar fenômenos astronômicos como as explosões de raios gama, essas antenas são ferramenta chave na busca de inteligência extraterrestre – Seti, na sigla em inglês (Search for Extraterrestrial Inteligence).
"Em vez de esperar que aeronaves alienígenas aterrisem, usamos telescópios para procurar sinais enviados por outras civilizações", explica ao UOL o professor Douglas Vakoch, organizador do livro "Psychology of Space Exploration: Contemporary Research in Historical Perspective" (Psicologia da Exploração Espacial: Pesquisas contemporâneas em uma perspectiva histórica, em tradução livre) publicado pela Nasa em agosto de 2011.
A esperança é que, no caso de existirem civilizações extraterretres, seja possível captar ondas de rádio produzidas pelas mais diversas razões. "Se detectarmos sinais de uma outra civilização, provavelmente é porque eles estão tentando se comunicar conosco. É mais fácil encontrar sinais transmitidos intencionalmente do que, por exemplo, sinais locais de rádio ou de televisão", diz Vakoch.
Metodologia semelhante tem sido desenvolvida, em menor escala, também por pesquisadores europeus. Um telescópio formado por antenas espalhadas por Holanda, Alemanha, Suécia, França e Inglaterra, o projeto Lofar, vasculha estrelas e planetas próximos em busca de ondas de rádio de baixa frequência e identificará emissões que só poderiam ser produzidas por meios artificiais – ou seja, se algum sinal for encontrado, seria plausível imaginar que não estamos sozinhos no universo.
Computadores de brasileiros
Além de apontar antenas para a vastidão do universo, os cientistas precisam organizar o "ruído" captado. Programas de computador leem cada trecho dos sinais recebidos e procuram padrões que possam indicar emissões de rádio.
Como a capacidade de processamento necessária para ler todos esses dados é gigantesca, em 1999 a Universidade de Berkeley lançou o projeto "Seti@home" (Seti em casa): os dados captados por telescópios instalados em Porto Rico são divididos em pacotes e enviados via internet para computadores de voluntários.
Estima-se que mais de 1 milhão de usuários participem do Seti@home – dos quais 12 mil estão no Brasil. "Enquanto processa os dados no computador, o software exibe as faixas de frequência analisadas e as coordenadas do espaço de onde o sinal foi captado", diz o gestor de TI Presciliano Neto, um dos primeiros brasileiros a participar da iniciativa.
E se algum indício de comunicação extraterrestre for identificada? O professor de Astronomia da Universidade de Berkeley, Geoffrey Marcy explica o procedimento: "Precisaríamos verificar a descoberta e pedir a outros cientistas que checassem. Em caso positivo, teríamos de avisar à Casa Branca. E seria bom que eles avisassem ao mundo inteiro. Todo o mundo precisaria saber dessa descoberta", diz.
FONTE:http://noticias.uol.com.br/
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
MULHERES BUSCAM PARCEIRO IGUAL AO PAI
Um novo estudo reforça as ideias de Sigmund Freud e seu Complexo de Édipo – que, na versão feminina, também pode ser chamado de Complexo de Electra. A descoberta de que as fêmeas realmente tendem a preferir parceiros que se assemelham fisicamente a seus pais pode fazer com que o velho ditado de que “as mulheres se casam seus pais” também seja verdade.
No estudo, publicado na revista Evolution, os pesquisadores usaram um modelo de computador para mostrar que os animais que procuram por parceiros com traços físicos de seus pais tendem a ter mais filhos do que aqueles sem a preferência paterna. “Porque um pai foi, por definição, bem sucedido no jogo do acasalamento, procurar machos com características semelhantes é uma boa estratégia para encontrar bons parceiros”, explica Tucker Gilman, biólogo evolucionista da Universidade de Manchester (Inglaterra) e co-autor do estudo.
“A ideia é que, se uma fêmea tem uma estratégia de base genética que a faz procurar por companheiros que são semelhantes ao seu pai, então ela possui a vantagem de ser mais capaz de escolher genes mais apropriados”.
PREFERÊNCIA GENÉTICA
O modelo, entretanto, pode não necessariamente se aplicar para o acasalamento humano, embora algumas pesquisas tenham sugerido que os seres humanos escolhem os parceiros de uma forma semelhante a outros animais.
Os cientistas sabem há muito tempo que os animais muitas vezes moldam suas preferências sexuais com base no comportamento de animais que observaram na infância, um processo conhecido como imprinting sexual. Por exemplo, aves pequenas que viram um pássaro com penas coloridas presas às suas cabeças em um estudo buscaram por esse visual em potenciais parceiros quando, cresceram mesmo que na verdade essas penas coloridas não existam na natureza. Algumas espécies de peixe e de aranha também mostram evidências de imprinting sexual.
Há uma grande discussão entre os biólogos se os seres humanos também apresentam essa característica ou não. De acordo com algumas pesquisas recentes, sim: algumas apontaram que as mulheres gostam de homens que se parecem com o seu pai e os homens preferem mulheres que se assemelham à sua mãe.
Gilman e diversos alunos do ensino médio desenvolveram um modelo em laboratório no qual vários organismos escolheram companheiros sexuais. Algumas fêmeas tinham genes que as levaram a preferir companheiros que tinham certos traços físicos de seu pai, enquanto outras tinham pouca (ou nenhuma) preferência desse tipo.
Em seguida, a equipe deixou os organismos simulados “se reproduzirem” por milhões de gerações.
Como resultado, eles descobriram que as fêmeas com fortes preferências paternas tendem a superar as que não preferem indivíduos parecidos com seus pais. Com o tempo, uma forte preferência por “sósias” do pai surgiu na população.
O estudo, no entanto, não menciona a preferência dos machos por fêmeas similares à sua mãe, o caso trágico de Édipo. As atenções se voltaram apenas às fêmeas.
PAIS: CASOS DE SUCESSO
“Escolher alguém que se parece com o pai é provavelmente uma boa estratégia, porque os pais têm um histórico comprovado: eles, no mínimo, acasalaram com sucesso uma vez, o que já é mais do que muitos homens de uma determinada população”, explica Gilman.
Quanto maior a semelhança física entre dois animais são, maior a probabilidade de eles possuírem os mesmos genes. A procura de semelhanças físicas em comparação com pais poderia, portanto, fornecer um atalho para a escolha de companheiros de qualidade.
“Os resultados são consistentes com trabalhos anteriores”, afirma Maria Servedio, bióloga evolucionista da Universidade da Carolina do Norte (EUA) – que não esteve envolvida no estudo. Servedio chegou a resultados semelhantes utilizando uma versão mais simples do modelo. “Ainda assim, testar o modelo na natureza seria difícil”, completa.
Comprovar que este imprinting sexual também funciona no caso de seres humanos seria ainda mais complicado.
“Sabemos que, em muitos casos, a forma como escolhemos companheiros é similar à maneira como a qual os animais fazem essa escolha”, diz Gilman. “Agora, se eventualmente nós também compartilhamos dessa forma de impriminting sexual, é uma grande questão em aberto”.
[LiveScience]
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
EM BUSCA DOS VIAJANTES DO TEMPO- EVIDÊNCIAS
Os viajantes do tempo deixaram evidências em diferentes lugares da Terra, alguns céticos não acreditam que estas evidências sejam para uma explicação aceitável sob suas convicções.
A viagem no tempo atualmente não seria possível, embora algumas teorias científicas são de que um dia poderia se realizado tal proeza. Mas as evidências de viajantes do tempo que tem sido encontradas no meio arqueológico continuam sendo de difícil explicação, e muitas vezes a ciência esconde ou finge não está dando muita importância, de modo a esconder muitos fatos.
Os enigmas e mistérios que têm tratado a questão dos viajantes do tempo sempre causam discordâncias entre os meios de estudos. Por isso é um tema muito interessante, porque há realmente um monte de objetos chamados de "Ooparts", que são objetos ou marcas que não podem pertencer a época em que são datados. São uma clara evidência de que os humanos caminharam quando a ciência não poderia existir ou até mesmo a espécie humana.
Irei mostrar algumas provas que sustentam a teoria de viajantes no tempo. Lembrando que muitas delas não se tem muita repercussão na mídia, pois como já foi comentado, exigem sigilo quando se trata de tais evidências.
As melhores provas da existência de viajantes do tempo podem ser encontrada em pegadas ou trilhas deixadas em lugares que pertencem a uma época em que quase todo mundo iria concordar que nenhum ser humano poderia ter as deixado.
Uma marca de sapato foi descoberta em 2002 por James Snyder, uma pessoa que vive na base de uma montanha em uma floresta de Cleveland, EUA, e sempre teve uma vida bastante tranquila até que um dia, em 2002, descobriu uma pegada fossilizada no granito da montanha na parte de trás de sua casa. De acordo com a análise na pegada que foi impressa e incorporada no granito, os peritos observaram que a marca pode ser de cerca de 1 bilhão de anos.
No mês de agosto de 1882, H.W. Harkness é citado pela revista Proceedings, da Academia de Ciências da Califórnia, com a descoberta de um conjunto pegadas que aparentemente tinham sola de sapato diferente.
No registro, o professor indica que as pegadas são do período Plioceno, estimando que as pegadas poderiam ter uma idade de cerca de 1,8 milhões de anos. Acrescentando que a distância de uma pisada a outra indica a altura dos indivíduos entre 1,70 e 2,00 metros de altura.
O New York Times informou em 1938 a descoberta de pegadas em Kentucky, Estados Unidos. Pegadas humanas fossilizadas no arenito que marcaram no período Permiano, abrangendo 310-290 milhões de anos atrás, numa época em que a ciência afirma não existirem humanos.
O paleontólogo Jerry MacDonald em 1987 encontrou uma variedade de pegadas de animais e de pássaros que datavam do período Permiano, entre as quais foram encontradas pegadas humanas. Analisados, sua idade varia entre 290 e 245 milhões de anos, muitos milhões de anos antes de existirem pássaros, tipos de animais, muito menos humanos.
FONTE: TEORIAALIEN.BLOGSPOT.COM.BR
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