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domingo, 20 de dezembro de 2015
A ESTRELA BETELGEUSE PODERÁ COLIDIR COM GIGANTESCA MURALHA CÓSMICA
A estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial. Herschel. Os arcos à esquerda são parte do material ejetado pela estrela, moldado pela interação entre a onda de choque e o meio interestelar. O pálido material à esquerda é a poeira que deve colidir com a estrela, em evento previsto para os próximos 5 mil anos.
Parece que tudo pode acontecer com Betelgeuse, a enorme estrela vermelha localizada em um dos vértices da constelação de Órion. De acordo estudos recentes, a estrela poderá se chocar com uma enorme parede de fragmentos que nem os pesquisadores sabem ao certo de onde vem.
Uma imagem registrada pelo Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelou que a velha estrela está localizada muito próxima de uma verdadeira barreira espacial, que segundo algumas teorias é o resultado do material ejetado durante a fase anterior da evolução da própria estrela.
No entanto, as cenas registradas pelo telescópio Herschel revelam que a muralha pode ser um objeto independente ligado ao campo magnético da galáxia ou então ser a borda de uma nuvem interestelar que está sendo iluminada por Betelgeuse.
Discussões teóricas à parte, os pesquisadores sustentam que se essa verdadeira muralha for de fato um objeto independente, estaria então em rota de colisão com as camadas externas já ejetadas pela estrela, contato que aconteceria em aproximadamente 5 mil anos.
No entender dos cientistas, o choque direto entre a estrela e a massa de partículas acontecerá 12.500 anos mais tarde.
Betelgeuse é uma estrela do tipo supergigante vermelha. Tem cerca de mil vezes o tamanho do nosso Sol e é 100 mil vezes mais brilhante. Para atingir esse estágio, a estrela já derramou no espaço grande parte do seu material, criando um enorme arco ao seu redor. É esse arco que deverá ser o primeiro a se chocar contra a muralha.
Os astrônomos preveem que Betelgeuse deverá passar por uma explosão do tipo supernova nos próximos 1000 anos, quando deverá brilhar pelo menos 10 mil vezes mais, com magnitude equivalente ao da Lua crescente. Outros astrônomos dizem que isso não deverá acontecer tão cedo.
Em ambos os casos, parece que a explosão cataclísmica de Betelgeuse acontecerá bem antes da colisão prevista. Sendo assim, se prepare. Quem viver verá!
FonteS: http://issoeciencia6.blogspot.com.br/2015/12/estrela-betelgeuse-podera-colidir-com.html // apolo11.com/spacenews.phptitulo=Estrela_Betelgeuse_pode_colidir_com_gigantesca_muralha_cosmica&posic=dat_20130123-103548.inc
domingo, 12 de julho de 2015
ESTUDANTE FILMA 2 OBJETOS COLIDINDO NO CÉU DA RÚSSIA
A filmagem ao final do artigo mostra o momento quando dois objetos voadores não identificados colidem em pleno voo, sobre a cidade natal de Vladimir Putin.
Ana Zhmaeva, uma estudante russa, pensou ter registrado um trágico acidente de avião sobre a cidade de São Petersburgo. Mas quando ela reportou o incidente para a polícia, eles não foram capazes de encontrar quaisquer relatos de colisão no meio do ar que coincidisse com o momento que o vídeo foi gravado. Os policiais russos não encontraram nenhuma explicação para o que se vê na filmagem.
De acordo com o site Daily Express, a filmagem, que parece mostrar dois objetos colidindo entre si e causando uma explosão, agora está na mão das autoridades. Após o impacto, um dos objetos cai ao solo e escombros parecem se espalhar pelo céu.
Zhmaeva disse: “Quando comecei a filmar, os OVNIs desapareceram, como se tivessem explodido ou colidindo um contra o outro.”
Foi relatado que um show aéreo ocorreu na região naquele dia, porém os controladores de tráfego aéreo disseram que não houve nenhum incidente relatado.
Um porta voz da polícia disse: “Estamos conduzindo uma investigação no caso para descobrir o que realmente aconteceu“. A origem do estranho acidente ainda é um mistério.
vídeo original via: Ангелина Рич
fontes: mirror.co.uk/news/weird-news/mysterious-ufos-filmed-crashing-midair-6016181// ovnihoje.com/2015/07/09/estudante-filma-dois-objetos-colidindo-no-ceu-de-sao-petersburgo-na-russia
domingo, 27 de abril de 2014
O QUE ACONTECERIA SE UM ASTEROIDE COLIDISSE COM A TERRA?
Destruição total da Terra? Devastação da vida? Saiba quais seriam as consequências de uma colisão entre nosso planeta e asteroides.
De origem ainda não comprovada, os asteroides são, até hoje, um dos maiores mistérios para os astrônomos. As teorias mais aceitas afirmam que existem duas origens possíveis para os corpos celestes. A primeira delas diz que asteroides são destroços das explosões responsáveis pela formação do sistema solar.
Outra, também bastante defendida, fala que asteroides são fragmentos de planetas que passaram por grandes problemas gravitacionais. Como a grande maioria deles orbita entre Marte e Júpiter, estima-se que a gravidade deste segundo planeta (o maior do sistema solar) seja responsável pela fragmentação de corpos menores – asteroides raramente são maiores do que 1 km.
Agora que você já sabe que asteroides possuem tamanho limitado e órbitas, saberia dizer o que aconteceria se algum deles atingisse a Terra? Mostraremos algumas das terríveis consequências que poderiam ser vistas pelos sobreviventes de uma tragédia como essas.
CONSEGUÊNCIAS MORTAIS:
Cerca de 65 milhões de anos atrás, um asteroide de grandes proporções atingiu a Terra. A principal consequência do impacto foi o resfriamento global e a extinção de um número incontável de espécies que habitavam o planeta, incluindo os dinossauros (a colisão foi tão forte que fez com que muita poeira fosse levantada, impedindo que a luz do sol chegasse à superfície).
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-zvCUmeoHpw
E ele, certamente, não foi o único fragmento espacial a atingir o solo terrestre. O grande número de crateras que existe no planeta é uma prova de que vários asteroides (em seus diversos tamanhos) já chegaram até aqui.
Atualmente, há poucas previsões de asteroides que possam passar por perto: somente em 2028 um corpo com mais de 1 km vai se aproximar. A NASA afirma que não há riscos de ele colidir com a Terra, mas caso algo alterasse sua rota e ele realmente nos atingisse, quais seriam os danos?
ALTÍSSIMA VELOCIDADE DE IMPACTO:
Você pode acessar o site Apolo 11 e saber a que distâncias estão os asteroides mais próximos da Terra. Na lista, além da descrição dos tamanhos e da distância, também existe a informação da velocidade que cada um desempenha. Os corpos mais lentos viajam a cerca de 4 km/s (14.000 km/h), mas há também alguns que ultrapassam os 20 km/s (72.000 km/h).
Dá para imaginar que uma pedra gigante viajando nessa velocidade não seria muito saudável para o planeta. Se atingir a superfície, uma nova era glacial poderia começar (da mesma maneira que o meteoro que extinguiu os dinossauros, uma colisão de grande porte faria com que poeira impedisse a luz do sol de chegar).
Atingindo o oceano, mais catástrofes são previstas. Além de tsunamis enormes causados pela movimentação anormal dos mares (e as consequentes destruições de costas e ilhas), a vaporização de um grande volume de água salgada seria responsável por um buraco gigantesco na camada de ozônio.
A incidência dos raios solares com menos bloqueio poderia causar destruição de uma série de plantas, afetando toda a produção alimentar do planeta (vegetais fazem parte da alimentação humana e também são utilizados como ração para animais de corte). Isso sem falar nos danos diretos à saúde, pois com o sol chegando mais forte, certamente o câncer de pele e outras doenças relacionadas ao calor seriam ainda mais presentes.
Estes são apenas os impactos indiretos. É preciso pensar também na destruição causada pelo asteroide. Em 1908, quando um corpo de pouco mais de 100 metros atingiu a Sibéria, o impacto foi calculado em cerca de 15 megatons (destruindo uma área de 2 mil quilômetros quadrados). Para entender melhor o que isso significa: 15 megatons são mil vezes a potência da bomba atômica que atingiu Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial.
FORMAS DE EVITAR COLISÕES:
Há uma grande quantidade de teorias criadas para pensar em formas de evitar que asteroides se choquem com a Terra. Algumas são muito curiosas (cientistas dizem que, ao pintar a superfície de um astro de preto, a luz do sol vai aquecê-lo de uma maneira diferente, alterando sua órbita) e outras envolvem questões muito complicadas (há muitos pesquisadores querendo utilizar bombas nucleares, o que pode causar chuva de fragmentos na Terra).
A técnica que tem sido mais aceita até o momento (e que deve ser colocada em prática, caso algum asteroide grande volte a ameaçar o planeta) é a de envio de uma nave espacial “suicida”. Ela seria carregada de explosivos e se chocaria com a superfície do asteroide para causar explosões capazes de desviar a rota, sem possibilitar que fragmentos perigosos caíssem sobre a superfície terrestre.
Outras formas envolvem a instalação de motores para desvio da rota e até mesmo utilizar naves como âncoras, fazendo com que os asteroides sejam puxados e suas órbitas deixassem de apresentar riscos ao planeta Terra.
Depois de saber sobre todos os problemas que seriam causados pela colisão de um asteroide com a Terra, fica ainda melhor saber que são pequenas as chances de um deles atingir o planeta nos próximos anos. Mesmo assim, os cientistas continuam buscando formas de desviar os corpos para longe. Afinal de contas, ninguém quer correr riscos.
FONTE:tecmundo
domingo, 30 de setembro de 2012
COMO A NOSSA GALÁXIA VAI FICAR APÓS A COLISÃO COM ANDRÔMEDA
A foto acima, divulgada pela NASA e feita pela câmera infravermelha do telescópio espacial Spitzer e da luz visível do telescópio Hubble, mostra a NGC 6240, uma colisão entre duas galáxias ricas em gás, que se fundiram a 330 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Ofiúco.
A galáxia está passando por intensos períodos de formação inicial, o que indica que duas galáxias menores sofreram uma fusão que começou a cerca de 30 milhões de anos atrás, e só vai terminar daqui algumas centenas de milhões de anos.
O fenômeno em si já é interessante, mas fica mais fascinante porque nos permite ter uma ideia de como a fusão de nossa galáxia vai parecer para um observador em outro ponto do universo.
A galáxia Andrômeda está se deslocando constantemente em nossa direção, e deve nos alcançar em cerca de 5 bilhões de anos.
Conforme se fundir com a Via Láctea, os buracos negros supermassivos que se encontram no centro de cada uma das galáxias também vão se unir.
O mesmo aconteceu com a NGC 6240. No centro da galáxia, há dois buracos negros supermassivos que estão a meros 3.000 anos-luz de distância um do outro. Este é um fenômeno interessante para os físicos observarem, já que a colisão de buracos negros deve produzir grandes ondulações no espaço-tempo, chamadas de ondas gravitacionais. Essas ondas gravitacionais são difíceis de detectar e figuram no topo da lista de “mais procurados” dos cientistas, ao lado da matéria escura e da energia escura.
Encontrá-las e compreender suas propriedades pode dar algumas pistas sobre a formação de buracos negros supermassivos, além de confirmar aspectos importantes da teoria da relatividade geral de Einstein que descreve como o espaço-tempo é afetado pela massa.
PASSADO,PRESENTE E FUTURO
A luz viaja a uma velocidade finita. Isso significa que, quando observamos o universo, estamos constantemente observando o passado.
Dependendo da distância de certos objetos da Terra, mais longe no passado nós os observamos. Por exemplo, agora, nós estamos vendo como o sol era 8 minutos atrás. Alpha Centauri (a estrela mais próxima do nosso sol) aparece para nós como era mais de 4 anos atrás.
A NGC 6240, por sua vez, é observada na sua forma mais de 400 milhões de anos atrás. Sendo assim, o que aconteceu com a
NGC 6240, em relação ao tempo da Terra, foi que: 450 milhões de anos atrás, as galáxias se fundiram; 400 milhões de anos atrás, os buracos negros supermassivos se aproximaram a 3.000 anos-luz de distância um do outro; 250 milhões de anos atrás, os buracos negros se fundiram.
Do tempo da Terra, as galáxias se fundiram há 50 milhões de anos, os buracos negros supermassivos estão a 3.000 anos-luz de distância um do outro nesse momento, e só daqui a 150 milhões de anos vão se fundir.
Fonte: NASA
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