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domingo, 7 de agosto de 2016
GOOGLE MAPS GANHA MODO "APENAS WI-FI" PARA ECONOMIZAR DADOS DO USUÁRIO
O Google Maps está sempre “em obras”. Isso significa que novos recursos podem chegar a qualquer momento. Mas, como muitos projetos de construção da vida real, eles nem sempre chegam quando esperado.
Um lançamento escalonado a caminho vai trazer uma opção para realizar o download de dados do Maps apenas em redes Wi-Fi. Se você tem o recurso, vai encontrar uma “chave” com a função no menu de configurações.
Também há uma pequena caixa pop-up que vai te informar que uma pequena quantidade de dados ainda será usada quando o recurso estiver habilitado, mas muito menos do que se estivesse baixando tudo por meio de uma conexão celular (3G ou 4G, por exemplo).
Alguns usuários dos EUA também estão vendo uma configurações de Status do Metrô que permitiria receber “alertas de problemas em tempo real” quando houver um atraso no seu transporte público local. Como esse é um problema bastante comum pelo mundo, a novidade deve ser bem recebida por todos os usuários.
Vale notar que para testar esses novos recursos você precisa ter a versão 9.32.1 do Google Maps. Mas é preciso ser paciente, já que as novidades ainda não estão aparecendo para todos os usuários.
O Google Maps realmente pode “sugar” muitos dados do seu plano celular, por isso a configuração para download apenas via Wi-Fi pode te ajudar a evitar estourar seu plano de dados.
FONTE: http://idgnow.com.br/mobilidade/2016/07/26/google-maps-ganha-modo-apenas-wi-fi-para-economizar-dados-do-usuario/
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
O CÉREBRO SE ESQUECE PARA ECONOMIZAR ENERGIA
Nosso cérebro é um órgão absolutamente fascinante. Da mesma maneira que ele guarda muitos mecanismos de aprendizagem, apagam outras informações consideradas “desnecessárias”. Mas por que raios ele faz isso?
Buscando respostas
Um grupo de pesquisa da Universidade de Lund, na Suécia, fez uma série de pesquisas e agora eles finalmente são capazes o mecanismo de esquecimento a nível celular. Os resultados explicam um fenômeno de aprendizagem teórica que até agora tem sido difícil de entender. A premissa é que os humanos ou animais podem aprender a associar um determinado tom ou sinal luminoso com um sopro de ar no olho. O sopro de ar faz piscar o assunto, e, eventualmente, eles piscam assim que ouvem o tom ou veem o sinal de luz. O estranho, porém, é que, se o tom e a luz são apresentados juntos (com o sopro de ar), a aprendizagem não melhora, mas sim fica pior. Isso significa que dois estímulos enviados ao mesmo tempo alcançam resultados piores do que apenas um de cada vez. Parece ao contrário do senso comum, mas eles acreditam que a razão para isso é que o cérebro quer economizar energia. É o que explica o pesquisador do cérebro e professor Germund Hesslow. Seu colega, Anders Rasmussen, que realizou o estudo, já havia mostrado que, quando o cérebro tem aprendido uma associação particular suficientemente, certos neurônios que atuam como um freio sobre o mecanismo de aprendizagem são ativados. Com isso, poderíamos dizer que a parte do cérebro que aprendeu a tal associação (uma parte do cérebro chamada cerebelo) está dizendo “eu sei isso agora, por favor, fique quieto”. Quando o cérebro aprende duas associações, contudo, o freio torna-se muito mais poderoso. E é por isso que resulta em esquecimento, geralmente apenas temporariamente, explica Germund Hesslow.O cérebro é inteligente até na hora de gastar energia
A manutenção de vias de associação desnecessárias requer energia do cérebro, claro. Os pesquisadores acreditam que esta é a razão para o mecanismo de freio – embora, neste caso, ele passe a ser um pouco poderoso demais. Os pesquisadores foram capazes de descrevem como as células nervosas esquecem e aprendem através de estudos com animais, mas acreditam que os mecanismos são susceptíveis de serem exatamente os mesmos no cérebro humano. Portanto, estas descobertas são de fundamental interesse para pesquisadores e psicólogos cerebrais. Elas também poderiam ser de interesse prático para educadores. Afinal, é obviamente importante que os professores conheçam os mecanismos pelos quais o cérebro apaga as coisas que considera desnecessárias. fonte:sciencedaily.com/releases/2015/10/151027082317.htmdomingo, 4 de outubro de 2015
BOTAR PARA DORMIR OU HIBERNAR: QUAL MODO ECONOMIZA MAIS ENERGIA NO PC?
Nem sempre desligamos o computador quando terminamos de usá-lo. Atualmente, a maioria das pessoas simplesmente fecha a tampa do notebook ou até mesmo deixa o PC ligado durante toda a noite para executar uma tarefa mais pesada, como a varredura completa do sistema por um software antivírus.
Independentemente do caso, mais cedo ou mais tarde o computador suspenderá suas atividades e entrará no modo de dormir para economizar o máximo de energia possível.
Mas a pergunta que não quer calar é: o que exatamente é o modo "Dormir"? Pior, qual a diferença dele para o modo "Hibernar" presente em máquinas com o Windows? Qual você deveria utilizar e quais as diferenças entre eles? É para responder a todas essas questões que estamos aqui hoje.
O que é o modo "Dormir"?
Também conhecido como "Suspender" no Linux, o modo "Dormir" do Windows é ativado a partir do Menu Iniciar do sistema operacional ou, na maioria dos casos, baixando a tampa de um notebook enquanto ele é alimentado apenas pela bateria. Quando o modo de dormir entra em ação, o computador passa a funcionar num estado de consumo extremamente baixo de energia. Isso é possível porque praticamente toda a energia do sistema é cortada, sendo a memória RAM a única a receber eletricidade. Para botar o Mac para dormir basta clicar na opção "Repouso" no menu do sistema. Esse é o equivalente a "Suspender" no Linux ou "Dormir" no Windows, salvando todos os dados do sistema na memória RAM do computador (Imagem: Captura de tela / Luciana Zaramela). Isso acontece porque a memória RAM continua sendo utilizada, armazenando todos os seus documentos abertos, configurações, dados de aplicações etc. Graças a essa característica é que o computador retorna a funcionar tão rapidamente quando você o acorda depois da soneca. O problema é que a maior qualidade desse modo também é o seu principal ponto fraco. Como a memória RAM é volátil, todas as informações contidas nela desaparecerão caso ocorra qualquer corte no fornecimento de energia para o computador. Sendo assim, o mais indicado é salvar qualquer documento e arquivo mais importante antes de dar um "boa noite" ou "até logo" ao seu computador.O que é o modo "Hibernar"?
A hibernação é uma alternativa ao modo "Dormir" em computadores equipados com Windows e Linux e não está presente por padrão em computadores com OS X. Aqui, o princípio de funcionamento é o mesmo que o modo anterior e a principal diferença é que o fornecimento de energia é cortado inclusive para a memória RAM. Isso ocorre porque o sistema armazena tudo no disco rígido do seu computador, tirando a memória RAM, que é volátil, da jogada. Dessa forma, previne-se que qualquer falha na rede de eletricidade cause a perda de dados importantes, já que os discos rígidos não são voláteis e, portanto, mantêm tudo armazenado mesmo na ausência de energia. Por padrão, o modo "Hibernar" só vem no Windows e Linux, salvando o estado atual do computador no disco rígido ao invés da memória RAM (Imagem: Captura de tela / Sergio Oliveira) A grosso modo, é possível dizer que a hibernação funciona praticamente da mesma forma de quando você desliga o computador, sendo necessário até pressionar o botão de "Liga/Desliga" para trazer o PC de volta desse estado de suspensão. A diferença é que o sistema volta a funcionar muito mais rápido do que quando você desliga a máquina por completo e tudo o que você deixou aberto estará lá, intacto.Como conseguir o modo "Hibernar" no Mac
Embora não esteja ao alcance dos usuários por padrão no Mac, a hibernação existe, sim, no sistema operacional da Apple. Em máquinas que utilizam discos rígidos comuns, o modo é chamado de "Safe Sleep" e é ativado automaticamente quando o computador está próximo de esgotar a bateria ou quando é deixado inativo por "muito tempo". Em sistemas que utilizam SSD, o modo é chamado de "Standby Mode" e é ativado quando o sistema permanece dormindo por mais de três horas. Desse modo, segundo a Apple, o computador é capaz de segurar a carga por até 30 dias longe da tomada. E aí você fica se perguntando se não há nenhuma forma de ativar a hibernação manualmente, não é mesmo? Pois a resposta é "sim", há uma forma sim de ativá-la manualmente. Para isso é necessário recorrer a apps de terceiros, que habilitam o modo "Hibernar" para os usuários - uma boa dica é o SmartSleep. Embora não venha por padrão disponível para o usuário, é possível ativar a hibernação no Mac utilizando apps de terceiros, como o SmartSleep (Imagem: Captura de tela / Sergio Oliveira). Afinal de contas, qual você deve usar? Com tantas poucas diferenças, essa pergunta é inevitável. Apesar da aparente confusão, a resposta é bem simples. Pode-se dizer que botar o computador para dormir é a opção mais conveniente. Embora a hibernação tenha um tempo de inicialização muito inferior ao de um computador que é ligado "a frio", nada se compara à retomada quase que instantânea do modo Dormir. Apesar disso, também é preciso levar em consideração quanto tempo você ficará longe do PC e qual a frequência de "apaguinhos" na sua região. Supondo que as quedas de energia não sejam um problema e você permanecerá apenas algumas horas longe do computador, vale a pena deixá-lo sossegado dormindo. Nos casos em que você permanecerá longas horas afastado, como à noite quando for dormir, o mais indicado é deixá-lo hibernando para evitar surpresas desagradáveis causadas por uma pequena queda de energia durante a madrugada. E no quesito eficiência energética, qual o mais indicado? A verdade é que todos os fabricantes atualmente seguem indicações de eficiência energética apontadas pela Energy Star, que atribui um certificado àquelas máquinas que consumem uma quantidade mínima de energia quando estão ociosas. Se você tem dúvidas sobre se o seu computador possui tal certificado, é possível consultar a lista da Energy Star com todos os computadores que receberam o certificado aqui. Filtrando a lista, podemos ver que um Dell Vostro 3500 com processador i5 e 8 GB de RAM consome 7,8 W de energia quando está ocioso e sua tela permanece acesa. Quando esse mesmo computador está dormindo consome míseros 0,6 W. Caso o usuário opte por deixá-lo desligado, mas ligado à tomada, o consumo será de 0,4 W, o que, virtualmente, dá a mesma coisa de deixá-lo apenas dormindo. Praticamente para todos os modelos mais atuais a tabela da Energy Star mostra que o consumo de energia é o mesmo independentemente do computador estar dormindo, hibernando ou desligado (Imagem: Captura de tela / Sergio Oliveira). Embora a lista não exiba dados para o modo Hibernação, fica evidente que, no fim das contas, deixar o computador dormindo, hibernando ou desligado acaba sendo mais uma questão de gosto, já que a eficiência energética é a mesma. fonte: http://canaltech.com.br/materia/hardware/botar-para-dormir-ou-hibernar-qual-modo-economiza-mais-energia-no-seu-pc-49137/#ixzz3ne1vfDGOdomingo, 2 de agosto de 2015
WI-FI REFLEXIVO CONSOME 1000 VEZES MENOS
O chip de Wi-Fi reflexivo aumenta a vida útil das baterias dos aparelhos portáteis, como relógios inteligentes e celulares.
Wi-Fi reflexivo
Engenheiros do Laboratório de Propulsão, a Jato da NASA, e da Universidade da Califórnia em Los Angeles desenvolveram uma tecnologia que reduz drasticamente a energia necessária para enviar informações a partir de aparelhos portáteis. Se a energia necessária para transmitir e receber informações de um computador, celular ou relógio inteligente for reduzida, isto significa desfrutar mais tempo das funcionalidades do aparelho antes de ser necessário recarregar sua bateria. Adrian Tang e Frank Chang criaram um chip que, em vez de usar os tradicionais transmissores e receptores Wi-Fi, simplesmente reflete os sinais presentes no ambiente. Isto permitiu transmitir informações até 3 vezes mais rápido do que uma conexão Wi-Fi convencional. "A ideia é que, se o dispositivo portátil só precisa refletir o sinal Wi-Fi de um roteador ou torre de celular, em vez de gerá-lo, o consumo de energia pode despencar, e a vida útil da bateria decolar," disse Tang.Reflete ou não reflete
A técnica consiste em fazer com que os 0s e 1s das informações sejam representados pelo "reflete" ou "não reflete" do chip - quando a energia é absorvida pelo circuito, isto representa um 0; se o chip reflete essa energia, isto representa um 1. Este mecanismo simples consome muito pouca energia e permite a transferência rápida de informações. O chip também constantemente detecta e suprime as reflexões de fundo, permitindo que o sinal Wi-Fi seja transmitido sem a interferência das reflexões geradas pelos objetos ao redor. Em vez de usar receptores e transmissores, o chip simplesmente reflete os sinais Wi-Fi já emitidos pelos roteadores.3 vezes mais por 1.000 vezes menos
O chip foi testado com sucesso a distâncias de até 6 metros, mas os melhores resultados foram obtidos a até 2,5 metros, alcançando uma taxa de transferência de dados sustentada de 330 megabits por segundo, que é cerca de três vezes a velocidade do Wi-Fi tradicional - e, mais importante, usando cerca de 1.000 vezes menos energia do que uma conexão Wi-Fi comum. Os pesquisadores afirmam que já há acordos com parceiros industriais para a comercialização da tecnologia. Uma solução similar foi apresentada no ano passado por outra equipe, viabilizando um Wi-Fi sem baterias, mas com um alcance menor e mais voltado para a Internet das Coisas. fonte:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=wi-fi-reflexivo-consome-1-000-vezes-menos&id=010150150723
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