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quinta-feira, 3 de abril de 2014
JAPONESES CRIAM PRIMEIRO METAL RARO ARTIFICIAL
A Rússia produz 44% do paládio mundial, enquanto a África do Sul responde por outros 40%. O paládio custa cerca de US$28.000,00 o quilograma.
Cientistas conseguiram pela primeira vez na história sintetizar uma nova liga metálica que é similar ao metal raro paládio.
O resultado é similar em importância à realização de um verdadeiro feito de alquimia, realizado em 2007, quando pesquisadores conseguiram manipular o zinco para que ele assumisse propriedades de outros materiais.
PALÁDIO
O paládio é raro e caro, mas essencial em catalisadores usados para a "limpeza" de gases despejados na atmosfera, na captura de hidrogênio e em diversas aplicações de alta tecnologia, como em um vidro inquebrável.
A liga, que foi produzida com a manipulação dos metais originais em escala nanoscópica, tem propriedades praticamente iguais às do paládio, um metal localizado entre o ródio e a prata na Tabela Periódica dos elementos.
A técnica desenvolvida pelo professor Hiroshi Kitagawa, da Universidade de Quioto, também é versátil, e poderá eventualmente ser utilizada para produzir alternativas para outros tipos de metais raros.
SOLUÇÃO SÓLIDA
Moléculas de ródio e de prata, os dois vizinhos do paládio, normalmente não se misturam, e permanecem separadas como óleo e água, mesmo após a fusão de ambos em altas temperaturas.
Para misturar os elementos, a equipe do professor Kitagawa usou uma técnica para produzir nanopartículas muito finas dos dois metais.
Sua equipe criou uma "solução" contendo quantidades iguais de ródio e prata que é tão fina que sua dispersão gera uma espécie de neblina.
As partículas da nova liga foram criadas acrescentando álcool aquecido à neblina, em quantidades mínimas de cada vez, o que fez com que os dois metais se aglomerassem, formando uma mistura mais homogênea do que a que é obtida pela fusão entre materiais que se misturam.
ÁTOMOS ATRAPALHADOS
Cada partícula da nova liga tem 10 nanômetros de diâmetro e contém a mesma quantidade de átomos dos dois metais.
Esta nova liga tem funcionalmente as mesmas propriedades que o paládio puro.
O ródio, o paládio e a prata têm 45, 46 e 47 elétrons, respectivamente, números que determinam a sua caracterização química.
"As órbitas dos elétrons dos átomos de ródio e prata provavelmente se 'atrapalharam' e formaram as mesmas órbitas que as do paládio," disse o Dr. Kitagawa.
FONTE:Inovação Tecnológica
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
FÍSICOS JAPONESES SUGEREM QUE A ENERGIA PODE SER TELETRANSPORTADA PRA LONGAS DISTÂNCIAS
Físicos japoneses propõem uma teoria que seria possível o "teletransporte" de energia de um ponto a outro universo.
A proposta dos pesquisadores em Tohoku University (Japão) baseia-se no fenómeno do entrelaçamento quântico, que é a correlação entre dois sistemas que compartilham o mesmo estado quântico.
Assim, a alteração do estado quântico de uma partícula é imediatamente transmitido para outro, que pode ser encontrado a uma distância de vários anos de luz.
Por exemplo, se alguém mede a partícula no ponto A e seus quânticos mudanças de estado, este fenómeno provoca a mudança imediatamente no ponto de partícula correspondente B.
Assim, a pessoa no ponto B poderia recriar o fóton no ponto A utilizando apenas informações sobre as alterações observadas, fazendo eficaz o teletransporte eficaz.
Uma teoria anterior por Masahiro Hotta e colegas, em 2008, estipulou que, sob o princípio de indeterminação mecânica quântica, as partículas de pó são virtuais criadas continuamente, alguns das quais podem ser interligadas, que podem ser utilizadas para teletransporte quântica de energia.
No entanto, este tipo de transmissão é limitada pela distância que não exceda 10-35 metros de acordo com a escala de Planck.
A nova teoria, que foi publicado na "Physical Review" e também foi desenvolvida pela equipe de Hotta, propõe como superar este problema com base nas características do vácuo quântico "espremido" que poderia permitir o 'teletransporte' ou transmissão momentânea de informação.
A primeira experiência com base no entrelaçamento quântico foi realizado em 1997 e, desde então, os cientistas "teletransportam" exitoisamente protões, iões e fotões, de forma que a transmissão de energia de um ponto a outro do universo possa já ser realizada num futuro próximo.
Fonte: Rússia Today
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