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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O MISTERIOSO "ARTEFATO DE COSO"

Wally Lane, Mike Mikesell e Virgínia Maxey descobriram no ano de 1961 algo no mínimo inusitado. Enquanto exploravam as montanhas Coso, na Floresta Inyo, perto do Vale da Morte (EUA), os co-proprietários de uma loja encontraram um geodo fossilizado, e na tentativa de encontrar cristais que normalmente existem dentro dessas cavidades, eles encontraram algo semelhante à uma vela de ignição. No meio do geodo existia um núcleo de metal com 2 mm de diâmetro. Ao seu redor, algo semelhante à um colar de cerâmica, que estava coberto por uma capa hexagonal escavada em madeira que teria se solidificado tempos depois. A camada externa do geodo era composta por argila petrificada, pedras e pedaços de conchas fósseis. Os pesquisadores dataram o estranho objeto como sendo produzido à pelo menos 500 mil anos atrás. Diversas análises foram feitas, entre elas chapas de raios-X, no qual levantou-se a hipótese que uma das partes do objeto se assemelhava à uma vela de ignição, um dispositivo elétrico que surgiu muito tempo depois para ser usado em motores.
O objeto cortado em dois mostra uma parte hexagonal, um isolante de porcelana ou cerâmica com uma haste central metálica : as principais partes de uma vela de ignição “Descobrimos que todos os componentes de uma vela de ignição eram similares aos do artefato de Coso”, escreve Ron Willis, um dos pesquisadores envolvidos no caso, “mas com algumas diferenças. O anel de cobre ao redor das duas metades apresentadas no objeto parece corresponder ao anel selador de cobre da parte superior do invólucro de aço de uma vela de ignição”. Provavelmente as semelhanças entre tais objetos seja mera coincidência, ou não. Seja como for, não demorou para que o objeto ganhasse um valor milionário e que diversas pessoas se interessassem por ele. Assim, ele logo entrou para a lista de misteriosos artefatos antigos encontrados pelo mundo, muitos dos quais despertam até hoje a curiosidade das pessoas e até mesmo dos pesquisadores. FONTE:Mistérios do Mundo

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O MISTERIOSO INCIDENTE DE TUNGUSKA

Tunguska é uma região da Sibéria Central onde ás 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão que balançou a Sibéria. Testemunhas próximas ao evento disseram ter visto uma bola de fogo no céu, tão brilhante e quente como um outro Sol. Milhões de árvores caíram e o chão tremeu. Embora um número de cientistas terem investigado o fenômeno, ainda é um mistério como e o que causou a explosão. Este evento recebeu o nome desta região, Evento de Tunguska. É estimado que a explosão criou os efeitos de um terremoto de magnitude 5.0. A explosão, centrada em uma área desolada e arborizada perto do rio Podkamennaya, na Rússia, é estimada que tenha sido mil vezes mais poderosa do que a bomba lançada em Hiroshima. A explosão derrubou cerca de 80 milhões de árvores ao longo de uma área de 830 quilômetros quadrados em um padrão radial da zona de explosão. A poeira da explosão pairou sobre a Europa, refletindo uma luz que foi brilhante o suficiente para que os londrinos pudessem vê-la a noite.
Devido à remota localização da zona da explosão e a intrusão de assuntos mundanos (I Guerra Mundial e a Revolução Russa), a região não foi verificada até a década de 1920, onde a primeira expedição científica foi enviada para examinar a área. Supondo-se que a explosão havia sido causada por um meteoro caindo, a expedição esperava encontrar uma enorme cratera, bem como pedaços do meteorito. Não foi encontrado nenhum vestígio. Diversas teorias alternativas foram criadas para explicar o evento de Tunguska. Nenhuma dessas teorias possui suporte científico hoje em dia e, apesar de algumas delas terem sido criadas por cientistas da área, hoje em dia são sustentadas principalmente por aficionados fora da comunidade científica. As principais teorias alternativas são: Choque com antimatéria: Em 1941 especialistas sugeriram que o evento de Tunguska poderia ser causado pela aniquilação de um pedaço de antimatéria provindo do espaço. Entretanto, isso não explicaria os resíduos minerais encontrados por expedições ao local. Choque com um mini buraco negro: Em 1973 físicos da Universidade do Texas, propuseram que o evento de Tunguska tivesse sido causado por um pequeno buraco negro de cerca de 1 tonelada atravessando a Terra. A falha dessa hipótese está na ausência de uma explosão de saída - uma segunda explosão do outro lado da Terra provocada pela saída do mini buraco negro. Raio da Morte de Tesla: Oliver Nichelson sugeriu que a explosão poderia ter sido resultado de um experimento de Nikola Tesla na Wardenclyffe Tower, realizado durante a expedição de Robert Peary ao polo norte, denominado o "Raio da Morte". Não existe, no entanto, nenhuma evidência de que Tesla tenha produzido uma arma capaz de produzir a devastação observada. Encontro com nave Extra-terrestres: Yuri Labvin defende a teoria de que uma nave espacial teria colidid com um meteoro em rota de colisão com a Terra no ano de 1908, causando a explosão que teria provocado a devastação em Tunguska. Lavbin alega que há supostas impressões em pedras de quartzo que não podem ser feitas com a nossa tecnologia. Mais de cem anos depois, o incidente de Tunguska permanece sendo um mistério. Os investigadores continuam a estudar a área para encontrar respostas às suas muitas perguntas. FONTE: resistnsurvive.com