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sábado, 12 de setembro de 2015
CIENTISTAS VÃO DESPERTAR O "FRANKENVÍRUS" ENCONTRADO NA SIBÉRIA
O vírus gigante tem 30 mil anos. Os cientistas querem certificar-se de que ele não consegue causar doenças. O degelo provocado pelas alterações climáticas pode despertar outros vírus antigos.
Um grupo de cientistas francês anunciou esta semana, num artigo publicado na revista PNAS da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, que vai despertar um vírus gigante com mais de 30 mil anos que foi descoberto no gelo da Sibéria. Os cientistas alertaram para o perigo de que o degelo provocado pelas alterações climáticas possa fazer despertar outros vírus antigos que tenham a capacidade de afetar a vida atual no planeta.
Os investigadores que descobriram o Mollivirus sibericum anunciaram que vão certificar-se de que este não representa perigo antes de o despertarem. O vírus gigante, que já foi chamado Frankenvírus devido ao seu tamanho monstruoso, é muito maior do que os vírus normais.
O vírus foi descoberto no gelo da camada de permafrost de uma região deserta da Rússia. No entanto, os cientistas chamam a atenção para o perigo de que as alterações climáticas aqueçam essa região e derretam o gelo que se pensava ser permanente, acordando vírus antigos que possam lá estar há milhares de anos.
O cientista que liderou a investigação, Jean-Michel Claverie, disse temer ainda que o degelo destas zonas as exponha à exploração industrial, visto que são regiões muito cobiçadas pelos seus recursos naturais, protegidas apenas em parte pelo seu gelo permanente, que dura todo o ano.
"Se não tivermos cuidado e industrializarmos estas zonas sem segurança, corremos o risco de um dia despertarmos um vírus como a varíola, que tínhamos erradicado", disse Claverie à agência Agence France Presse.
fontes: dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4772242 // novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/09/cientistas-vao-despertar-o-frankenvirus.html
sábado, 26 de abril de 2014
O MISTÉRIO DO VALE DA MORTE DA SIBÉRIA
Níveis de radiação inexplicáveis alimentam histórias de alienígenas e demônios antigos.
A taiga siberiana é uma vasta região do Norte da Rússia e do Cazaquistão que conta com uma floresta inexplorada e misteriosa com mais de 100 mil km² de área. Algumas regiões, como a de Yakutia, no oeste, são completamente desabitadas. Não há trilhas ou lugares para passear, apenas pântanos, árvores enraizadas umas nas outras e mosquitos.
É nesse lugar que um mistério da natureza alimenta as lendas do Vale da Morte. Segundo os registros de expedições do século passado e de aventureiros que se dispõem a explorar o local, a taiga conta com estruturas metálicas que brotam do solo congelado pelas temperaturas de 40 graus abaixo de zero.
Essas estruturas podem ser encontradas em galerias subterrâneas, cujo acesso é feito por escadas sinuosas. Dentro delas, a temperatura ambiente é agradável e quente. Também chamados de “caldeirões”, essas estruturas de metal estão desaparecendo com o tempo e, em seu lugar, manchas avermelhadas no solo é tudo o que tem restado.
Por alguma razão, esses lugares são perigosos para animais e seres vivos. Basta ficar um pouco próximo a uma dessas manchas para que você sinta tonturas e desmaie. Há relatos de sequelas de uma doença desconhecida e letal.
UFOs e demônios
Para os anciãos da tribo dos Yukatians, a explicação é que todo o ambiente seria a morada de demônios antigos, conhecidos como Niurgun Bootur e Tong Duurai. Ufólogos russos defendem outra tese, a de que os caldeirões nada mais são do que OVNIs destruídos em uma antiga batalha aérea.
Atualmente, o nível de radiação no local vem crescendo e a vida selvagem está deixando a floresta, como se prenunciasse que algo grandioso está para acontecer. Enquanto não se descobre a verdadeira origem dos caldeirões – acredite, não há muitas expedições para lá e as poucas que foram não ganharam muito crédito por parte da comunidade científica –, o mistério permanece.
Tudo o que se sabe por enquanto é que o Vale da Morte é provavelmente um tesouro geológico, com montanhas magnéticas e minérios de titânio em abundância. Trata-se de um mistério ainda não explorado e que, devido às suas condições adversas, não encontra financiadores para expedições mais complexas.
Fonte:tecmundo
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