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quinta-feira, 7 de maio de 2009

O que é o Triângulo das Bermudas?

Os constantes desaparecimentos supostamente ocorridos nessa área, situada no Oceano Atlântico, podem ter uma explicação bem mais simples do que a intervenção de malignos extraterrestres ou de portais para dimensões desconhecidas.
O Triângulo dos Bermudas (também conhecido como Triângulo do Diabo) está localizado entre o Estado americano da Flórida e as ilhas de Bermudas e Porto Rico, apesar de não ser apontado em nenhum mapa. Segundo o professor Claudio Terezo, autor do Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco, "a terminologia começou a ser usada a partir da década de 60, para designar um local na qual ocorriam, desde o século XIX, desaparecimentos sem explicação. Primeiro, eram barcos e navios; posteriormente, também aviões que sobrevoavam a localidade".
Embora existam listas que apontem inúmeros casos de desaparecimento no Triângulo das Bermudas, nunca houve confirmação oficial. Algumas teorias remetem a seres de outros planetas e explicações místicas, mas é provável que a causa desses eventos não tenha nada de sobrenatural. "Vale lembrar que esta região tem intensa atividade climática, sendo área formadora de grandes tempestades tropicais", informa o professor Claudio Terezo.
Outra possível explicação é que, naquela área, existem diversas zonas de hidrato de metano (gás metano) sobre as placas continentais. Ao entrarem em erupção, essas zonas produziriam regiões de água espumosa, que não dariam sustentação aos barcos devido à perda de densidade da água. A queda de aviões também aconteceria devido à perda de densidade do ar, igualmente influenciada pelo hidrato de metano.
Na era das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI, quando não havia máquinas a vapor e barcos com motor, as embarcações vindas da Europa procuravam passar por aquela área, justamente para tirar proveito dos ventos da Corrente do Golfo, instável e conhecida por seus furacões. O número de incidentes ocorridos na área nos últimos cinco séculos é incerto, variando de duzentos até mil, conforme especulações.
Fonte: Revista UFO online

'Rios de estrelas' ajudam a tornar galáxias homogêneas, dizem astrônomos

A galáxia espiral NGC 2841 (Foto: Nasa)

Astros 'bebês' fluem de berçários quentes para regiões mais calmas.Dados vêm de observação de área a 46 milhões de anos-luz daqui.

A imagem abaixo, feita pelo Telescópio Espacial Spitzer e divulgada pela Nasa, está ajudando os cientistas a decifrar porque as galáxias são tão homogêneas, com estrelas espalhadas de forma mais ou menos regular por toda a sua extensão. Analisando a galáxia espiral NGC 2841, que está a 46 milhões de anos-luz da Terra, os pesquisadores descobriram que "rios" de estrelas jovens tendem a se dispersar a partir de seus berçários estelares quentes e densos, formando distribuições suaves de amplas de estrelas mais maduras.


Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1107817-5603,00-RIOS+DE+ESTRELAS+AJUDAM+A+TORNAR+GALAXIAS+HOMOGENEAS+DIZEM+ASTRONOMOS.html

Alienígenas realizam a manipulação genética em seres humanos






O que a aparência física dos homens tem em comum com dos ETs?
Pelo que sabemos, os extraterrestres têm sido observados pelo homem desde as mais remotas épocas de nossa existência. Há fartas evidências de que sempre interagiram com nossos antepassados, muitas vezes chegando a influenciar suas religiões, tradições e hábitos. Também já documentamos exaustivamente que acompanham de perto todos os nossos avanços nos mais diversos campos. Quando há guerras ou conflitos, lá estão eles. Quando fizemos nossas descobertas – desde a chegada de Cabral à Bahia e da ida do homem à Lua – lá estavam. Quando há eleições, copas do mundo, olimpíadas e movimentos sociais, lá aparecem os ETs para observar-nos. Por outro lado, quando temos terremotos, maremotos e outras tragédias, eles também surgem para conferir. Tais visitas, no entanto, aumentaram significativamente somente após 1942, quando foram feitas as primeiras experiências com bombas atômicas, nos desertos dos Estados Unidos. Ou seja, se já nos observavam desde nossos primórdios, esses seres devem ter se surpreendido com nossas novas capacidades bélicas, usando energia nuclear. Passaram a perceber que atingimos estágio suficiente para a autodestruição e, assim, extinguir a raça humana na Terra. De lá para cá, segundo estimativas, foram registradas mais de 8 milhões de ocorrências ufológicas pelas forças armadas de cerca de 180 países. Mas muito mais assombroso deve ser o número das manifestações não documentadas... Com o agravamento da situação, as abduções passaram a chamar a atenção cada vez mais de ufólogos de todo o mundo. Especialistas no assunto crêem que pelo menos 1% da humanidade já tenha sido seqüestrada por ETs. Esse número espantoso resulta cerca de 60 milhões de seres humanos – 99% dos quais não têm a menor idéia de que viveram tais experiências. A pesquisa das abduções, cada vez mais avançada, também já comprovou que cerca de 80% dos que passam por tal experiência o faz inúmeras vezes. Ou seja, 8 a cada 10 abduzidos são seqüestrados de forma reincidente. Muitas vezes, filhos, pais, irmãos e cônjuges enfrentam o mesmo drama. Mas o que pretendem os ETs com suas abduções?

Manipulação genética — Achar a resposta a esta pergunta fica mais fácil quando se leva em consideração que, em 90% dos casos de seqüestros de mulheres e cerca de 60% das abduções de homens, os alienígenas realizam um procedimento peculiaríssimo – a manipulação genética dos abduzidos. Como num exame médico delicado, das mulheres são extraídos ou manipulados óvulos, às vezes de forma dolorosa, e dos homens esperma, muitas vezes com auxílio de tubos e instrumentos. Em alguns casos já registrados, homens copulam com extraterrestres fêmeas ou híbridas dentro de UFOs. Unindo um ponto ao outro fica cada vez mais evidente o que querem os seres que nos visitam com tamanha persistência. Ora, se o Fenômeno UFO é mundial e se manifesta desde a Antigüidade, quase sempre em silêncio e com intensa interação por parte dos ETs, se seu ponto central são as abduções de humanos, que têm majoritariamente o objetivo de coleta e uso do nosso material genético, se o acervo genético humano serve para produzir bebês, então não é tão difícil assim termos uma idéia do que desejam os alienígenas! Junte-se a todos esses fatos assombrosos um detalhe cuja importância muitos ufólogos ainda não conseguiram ver – os ETs têm formato humano, o que é extremamente significativo. Podem ser baixos ou altos, gordos ou magros, cinzas ou pálidos, calvos ou cabeludos, com olhos penetrantes ou não etc. Nada disso importa, mas sim o fato de que nossos visitantes têm exatamente a morfologia humana – cabeça sobre um pescoço preso ao tronco, no qual também estão ligados dois membros inferiores e dois superiores, articulados de forma exatamente igual a de nossos corpos. Ora, não seria muita coincidência constatar que seres iguais a nós nos visitam com tanto interesse e buscam algo primordial à vida e que temos em abundância?

Fonte: Revista UFO

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Sorrisos predizem sucesso no amor

Se você quer saber se seu casamento será feliz é só dar uma olhada nos álbuns de seu marido ou esposa.
Cientistas descobriram que, quanto mais as pessoas sorriem em seus velhos álbuns, maiores são as chances de terem um casamento feliz.
Em um dos testes, pesquisadores olharam os álbuns escolares de pessoas e analisaram seus sorrisos, atribuindo notas de 1 a 10 de acordo com a “intensidade”. Nenhuma das pessoas que tiveram as notas mais altas atribuídas ao seu sorriso se divorciou ou teve más experiências no casamento. O score era baseado na força que o músculo que “puxa” os lábios exercia e nas pequenas rugas que se formam ao redor dos olhos.
A pesquisa mostra que as pessoas que ficam sérias nas fotos tem cinco vezes mais de chance de se divorciar futuramente do que aquelas que sorriem para a câmera. Mesmo com as provas sendo inquestionáveis, os cientistas ainda não conseguem descobrir a relação entre o sorriso para as câmeras e o sucesso no casamento.
“Talvez o sorriso mostre uma atitude otimista em relação à vida” explica Matthew Heinestein, um psicólogo da Universidade DePauwn, no Indiana. “Ou talvez sorrir para as pessoas atraia outras pessoas felizes e, daí, surja uma união boa”.
De acordo com Hernestein, as descobertas mostram que a teoria de que nossos hábitos anteriores possam dizer algo sobre o futuro está certa – pelo menos nesse caso.
Fonte: Live Science

DOEU?



O brasileiro é ruim da cabeça e doente do pé. Ele também vai mal da garganta, os dentes incomodam um bocado, sente umas fisgadas nas costas e reclama de dor na barriga. Um estudo inédito desenhou o mapa de como a população se comporta diante de um desconforto físico. Resultado: fazemos tudo errado.

O brasileiro não anda bem. Seu joelho dói. A cabeça, os dentes e as costas também. E sabe o que ele faz diante de tudo isso? Não faz. O brasileiro aguenta mais do que pode - ou deveria. Uma pesquisa inédita encomendado pelo laboratório Pfizer e realizada pelo Ibope com 1.400 pessoas em nove capitais brasileiras traçou o mapa da dor no País.
O diagnóstico é péssimo: nós empurramos o sofrimento físico com a barriga. E, quando resolvemos agir, o primeiro impulso é tomar remédio sem aconselhamento médico. Aliás, se o caso for pedir conselho, a coisa só piora. Os primeiros da lista serão alguém da família, um amigo, o vizinho, o farmacêutico. Esgotada a solução caseira, vamos ao especialista.
"Às vezes tarde demais", afirma a fisiatra Lin Tchia Yeng, coordenadora do Centro da Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo. A médica se debruçou nos dados do levantamento e pinçou alguns alertas. O primeiro: há muita gente convivendo com dores crônicas sem tratamento adequado. O segundo: adiar o acompanhamento médico e enganar a dor por meio de remédios, o que abre a porta para doenças mais graves, como o câncer.
"O brasileiro não é muito diferente das pessoas de outros países. O ponto é que agora temos dados que quantificam como ele gosta da automedicação", diz. Segundo o estudo, 64% da população não procura ajuda quando sente um desconforto reincidente. "Essas pessoas camuflam o problema. Eliminar sozinho a dor não é tratar da causa. Dor é um sinal de alerta. Muita gente esquece de que ela faz parte da vida."
MULHERES PENAM MAIS Nascemos chorando. Crescemos sofrendo. Acontece com todo mundo. Quem não sentiu uma pontada nas costas ou uma enxaqueca fortíssima, já reclamou de uma chateação no estômago ou da garganta arranhada. A delicadeza da questão é enxergar o quanto desse desconforto atrapalha a nossa rotina. Com os dados da pesquisa, é possível ver o estrago.
Acompanhe um raciocínio: 56% das mulheres já sentiram cólica menstrual. Dentro desse grupo, 70% dizem que sua dor é crônica, frequente. E, quando ela começa a incomodar, 39% dizem que o transtorno dura o dia inteiro. O resultado disso se traduz em uma porção de coisas.
No saldo, esse convívio com a dor é traduzido em distúrbios: 54% das brasileiras dizem que sua disposição e humor são afetados; 35% têm o sono atrapalhado; e 23% afirmam que o trabalho termina prejudicado.
"As mulheres fisiologicamente sofrem mais", afirma o neurologista Carlos Maurício de Castro Costa, presidente da SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor). "Nem sempre elas procuram ajuda de forma correta ou encontram médicos preparados para entender a diferença de sensibilidade em relação ao homem. Não bastasse isso, fatores como a dupla jornada em casa e no trabalho só aumenta o desgaste físico."
O estudo aponta outro problema grave: a dor crônica. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), ela afeta 30% da população do planeta. E golpeia a economia. Não há dados nacionais, mas um levantamento feito nos Estados Unidos mostrou que as empresas americanas têm um prejuízo anual de cerca de US$ 550 milhões devido aos dias de trabalho perdidos de seus funcionários.
"E não é só o trabalho. Conviver com dor causa estresse e depressão. Muda os hábitos alimentares", diz Lin Tchia Yeng. Nascemos chorando, crescemos chorando. Não há motivo para vivermos chorando. "E o remédio mais simples é aquela conversa de, ao surgirem os primeiros sintomas, consulte o médico de confiança."
PEQUENO MANUAL DA DOR
É normal sentir dor?Sim. Ela é um mal necessário e o caminho que o sistema nervoso encontra para chamar nossa atenção para um problema.
Quais são os tipos mais comuns?A aguda e a crônica. A dor aguda é aquela com começo, meio e fim. Tem uma causa conhecida e segue um mecanismo. Quando damos uma topada num cano, cortamos o dedo, comemos algo estragado ou nos recuperamos de uma operação, sabemos que vai incomodar por algum tempo.
E a dor crônica?É aquela que começa lentamente e não tem prazo para terminar. Qualquer dor que persista por mais de três meses é considerada crônica. Sua causa é controversa no meio científico. Estudos recentes tentam identificar o motivo genético de algumas pessoas terem mais dor do que outras.
Quando devo procurar o médico? Escute o bom senso. Se você tem conhecimento da origem da dor e ela se mantém em um nível de intensidade controlável, siga os conselhos médicos prévios (você já sabe o que fazer durante uma febre, certo?). Dores desconhecidas, que persistam por mais de três dias, ou muito fortes requerem opinião profissional urgente.
Quais são as dores mais perigosas?Na cabeça e no tórax. O abdome requer atenção por dificultar a localização da origem.
O que não fazer quando sentir dor?Não aceite "diagnósticos" de parentes, amigos e vizinhos. Não utilize o farmacêutico como substituto ao médico. Não pratique automedicação.
Quais os riscos da automedicação?O analgésico camufla o problema, mas não o resolve. Ele pode adiar o diagnóstico de uma doença grave. O uso sem controle de anti-inflamatórios e analgésicos tem efeitos colaterais que podem afetar o coração, o estômago e os rins.
Estamos sofrendo mais do que precisamos?Sim. A condição precária de alguns hospitais, dificuldades de acesso a medicamentos, a formação inadequada de médicos e a falta de informação do doente são as principais causas.
Fontes: Pequeno Manual da Dor, dr. Carlos Maurício de Castro Costa - presidente da SBED (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor) e neurologista e professor da Universidade Federal do Ceará - e dra. Lin Tchia Yeng, fisiatra coordenadora do Centro de Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

JOVENS QUE SE EMBRIAGAM SOFREM ALTERAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO CÉLEBRO

Estudo foi feito pela Universidade da Califórnia em San Diego.Dano nessa fase pode até ser definitivo, dizem médicos.
Infelizmente, cada vez mais vemos jovens bebendo e bebendo demais, até cair. Em festas de adolescentes nas grandes cidades é comum a necessidade de suporte médico para tratar a intoxicação alcoólica -- festas onde, por questões legais, não deveria nem ao menos ser permitido servir bebidas alcoólicas, pela presença de menores.
Em nossa sociedade a utilização de álcool pelos jovens é aceita e até mesmo estimulada.
Pesquisas científicas vêm mostrando que o efeito da bebedeira sobre o cérebro das crianças não se limita ao dia seguinte. Uma nova pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia em San Diego, mostra que o desenvolvimento do tecido cerebral pode ser alterado nos jovens que passam da conta.
Os cientistas descobriram que a substância branca, apresenta modificações com a exposição a toxinas, especialmente o álcool, em altas doses. A substância branca é responsável pela transmissão de informações entre as regiões de substância cinzenta do cérebro.
Com essa dificuldade de transmissão da informação ficam comprometidas as capacidades de coordenar várias informações na tomada de decisões e no controle das emoções. Essas alterações, que afetam várias regiões diferentes do sistema nervoso central, já haviam sido detectadas em cérebros de alcoólatras.
O que não se conhece ainda é o padrão temporal de modificação, porém acreditava-se que isso acontecesse no decorrer de anos.
O tecido nervoso central ainda está em desenvolvimento nos adolescentes. Essa evidência aponta para o fato de o dano causado pelo excesso de álcool poder ser definitivo e trazer conseqüências no desempenho social e intelectual desses jovens.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1095946-5603,00.html

Sedentários são menos saudáveis

Quanto maior a capacidade cardiovascular, proporcionada pelos exercícios aeróbicos, menor a chance de sofrer um ataque cardíaco. Um novo estudo explica o porque.
O estudo utilizou dois grupos de ratos: um com alta capacidade física e outro com baixa capacidade aeróbica. O primeiro grupo mostrou que resistia três vezes mais ao esforço e os ‘fracotes’ exibiram diversos riscos para doença cardiovascular (nível de gordura elevado no sangue, mais gordura abdominal e mostraram ser resistentes à insulina).
A causa da conexão entre os dois grupos pode estar nas mitocôndrias que são as usinas energéticas das células. Os ratos fisicamente mais capazes exibiram mitocôndrias produzindo mais energia devido a certas enzimas e proteínas.
Mas nem tudo está perdido. Os ratinhos mais fracos puderam diminuir seus fatores de risco depois de serem submetidos a um programa de treinamento físico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL590398-5603,00-USINAS+DE+ENERGIA+DAS+CELULAS+EXPLICAM+SAUDE+DE+QUEM+MALHA+AFIRMA+PESQUISA.html