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sábado, 22 de março de 2014

MILITAR QUE VIU OVNI DIZ QUE EXTRATERRESTRES CONTROLAM ARSENAL DOS EUA

Governo dos EUA manteria um “Arquivo X” que comprovaria a presença de ETS na Terra e o controle dos arsenais nucleares, segundo defende o militar Robert Salas [Eles podem ser um meteoro que cruza o céu, um fenômeno meteorológico, um avião, um animal desconhecido e até um embuste. Mas, para muitas pessoas, eles são algo a mais. Este da imagem foi registrado na China e chegou a parar um aeroporto. Reformado pela Força Aérea dos EUA, o capitão participa, neste final de semana, do I Fórum Mundial de Contatados, realizado em Florianópolis. Ele cita um polêmico caso ocorrido ainda na década de 60 e transformado em inúmeros livros e documentários. E mantém a tese de que os EUA e o Reino Unido não só mantêm arquivos secretos, como alega que arsenais nucleares seriam “vigiados e até meso desarmados”por grupos de alienígenas. Robert Salas é militar reformado pela Força Aérea dos EUA. O caso teria ocorrido em 16 de março de 1967 na base de Malmstrom, em Montana, mas ganhou grande repercussão em 2010. O oficial garante que oficiais teriam visto grandes luzes, identificados óvnis e que, logo após, cerca de dez misseís estariam desarmados e com parte das ogivas danificadas. “Eu estava de serviço juntamente como o comandante Fred Wymald e fomos informados de intensas atividades. Um dos guardas disse ter visto luzes estranhas ao redor do local da instalação das ogivas”, disse. “Não eram aviões, já que não estavam fazendo nenhum barulho e não eram helicópteros. O guarda disse que os objetos estavam fazendo algumas manobras muito estranhas e ele não podia explicar”. Meia hora depois, segundo Salas, outro relato: "O mesmo guarda, muito abalado, diz que havia um objeto vermelho brilhante pairando diante do portão da frente e que os militares já estariam de armas em punho”. Há ETs na Terra trabalhando com os EUA, diz ex-ministro canadense Após o fenômeno, Salas recorda que muitos dos mísseis armazenados no arsenal começaram a apresentar problemas. “Quando cheguei ao local, percebemos que os mísseis estavam tortos, completamente tortos”, disse. “Uma investigação foi feita sobre o assunto, mas nada se aproximou da causa do fenônemo”. Eles estiveram e sempre estarão por aqui, diz Robert Salas. Em meio as palestras, Robert Salas concedia autógrafos em livros e esbajava simpatia ao falar sobre os fenômenos ufológicos. Ele conta que relatou o ocorrido aos superiores, mas que o caso nunca foi adiente. “Tivemos que assinar um acordo de não divulgação dizendo que esta informação era confidencial”, conta. “Não estávamos a liberar isso para ninguém, nem mesmo para nossa família”. Personagem carimbado em séries e documentários de TV sobre óvnis, Salas se transformou em uma das grandes atrações do evento brasileiro. Mas, mesmo passado tantos anos, ainda se recusa a falar se a presença dos ETs teria como principal objetivo fazer com que a humanidade abandone as armas nucleares. Com um sorriso no rosto, o ex-oficial se limita a afirmar. “Eles estiveram e sempre estarão por aqui” Militares norte-americanos testemunham sobre desativação de armas nucleares por UFOS: Depoimento de ex-funcionários ou aposentados militares dos EUA sobre as seres Cósmicos "Anjos dos Céus" que estão de olho em locais na terra com armas nucleares, e como estes anjos várias vezes impedem de uma guerra nuclear, desativando mísseis nucleares. Além disso, os "anjos celestiais" monitoram todos os cerca de 500 reatores nucleares para a produção de energia elétrica na Terra e garantem que eles não ficam fora de controle. Sem esta ajuda, arsenais nucleares teriam explodido há muito tempo e poluído toda a Terra com radioatividade. Fonte: http://noticias.terra.com.br/

domingo, 9 de março de 2014

UM ARSENAL PARA VENCER A ESTERILIDADE

A mais importante de todas as técnicas é a fertilização in vitro, que inclui a fertilização propriamente dita à implantação. No entanto, outras técnicas podem ser combinadas de acordo com o tipo de esterilidade do casal.Os médicos podem aumentar a quantidade das células sexuais (com amadurecimento assistido e transplante de citoplasma), facilitar a implantação (através do hatching) e escolher os embriões mais aptos se desenvolver (por meio de biópsia de embriões). FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV): É a mãe de todas as técnicas. Nela, os óvulos são removidos do ovário da mulher e fertilizados com espermatozóides em laboratório. Os embriões resultantes são implantados no útero da mãe. A técnica é utilizada em cerca de 70% dos procedimentos de reprodução assistida. Em geral, a mulher toma drogas que estimulam a ovulação para aumentar o número de óvulos disponíveis. 1- Os óvulos são removidos dos ovários e colocados numa placa de Petri (prato de laboratório); 2- Os espermatozóides são misturados aos óvulos na placa. Os óvulos e espermatozóides são incubados em laboratório por um período de 1 a 3 dias; 3- Os embriões resultantes são implantados no útero da mãe com ajuda de uma finíssimo cateter, inserido através da vagina. TRANSFERÊNCIA INTRATUBÁRIA DE GAMETAS (GIFT): Nesse procedimento, os óvulos são removidos dos ovários e colocados diretamente nas trompas de Falópio, onde a fertilização acontece de forma natural, quase que imediatamente após a coleta. O procedimento, porém, é cada vez menos usado porque exige anestesia geral para a retirada dos óvulos, feita com laparoscopia. Responde por menos de 5% dos procedimentos. HATCHING ASSISTIDO O objetivo dessa técnica é facilitar a fixação do embrião no útero. Para que o embrião se implante no útero, é preciso o rompimento da zona pelúcida (a membrana externa do embrião), que costuma ocorrer no estágio de blastócito. Nesse processo, o rompimento é feito com uma solução ácida ou laser. Ainda não realizado em todas as clínicas. INJEÇÃO INTRACITOPLASMÁTICA DE ESPERMATOZÓIDE (ICSI): Usado desde de 1992, esse método foi considerado revolucionário e o primeiro a ajudar homens com problemas de fertilidade, como aqueles com poucos espermatozóides ou espermatozóides defeituosos. No procedimento, um espermatozóide é injetado diretamente no óvulo para obter a fertilização. O embrião resultante é implantado no útero.Cerca de 15% dos procedimentos de reprodução assistida nos EUA são ICSI. 1- Um espermatozóide é selecionado de uma amostra de sêmen com uma pipeta de injeção 7 vezes mais fina do que um fio de cabelo; 2- Em seguida, o espermatozóide é injetado no citoplasma do óvulo; 3- Doze horas depois começa a divisão celular do futuro embrião; 4- A transferência de no máximo 4 embriões por tentativa é feita de 3 a 5 dias após a aspiração dos óvulos TRANSPLANTE DE CITOPLASMA: Os médicos injetam parte do citoplasma do óvulo de uma mulher jovem saudável no óvulo de uma mulher com problemas de ovulação. Acredita-se que pode aumentar as chances de desenvolvimento do embrião, dando a mulheres mais velhas, por exemplo, chances de terem de um filho com os próprios óvulos. TRANSPLANTE DE NÚCLEO: É a mais nova e também a mais polêmica das técnicas porque envolve a transferência de material genético de um óvulo para outro. Neste método, os médicos transferem o núcleo do óvulo de uma mulher mais velha ou com defeitos na ovulação para outro óvulo, de uma doadora saudável, cujo núcleo foi removido. LIMPEZA DO EMBRIÃO: Também chamado de toalete de embrião. Faz-se o mesmo procedimento do hatching e através da incisão aspira-se com um fino cateter fragmentos de células, considerados detritos, que podem prejudicar o desenvolvimento do embrião. BIÓPSIA DE EMBRIÃO: a técnica permite detectar anomalias cromossômicas nos embriões, fazendo com que apenas os saudáveis sejam implantados. Detecta, por exemplo, as síndromes de Down, Edward, do cromossomo X frágil, além de hemofilia (pela identificação do sexo). 1- Com ajuda de uma pipeta, retira-se um blastômero (umas das células embrionárias) de um embrião no estágio de 6 a 8 células; 2- O blastômero é analisado num microscópio de fluorescência, que permite a visualização de anomalias nos cromossomos, assim como a identificação do sexo. AMADURECIMENTO ASSISTIDO: Outro procedimento que visa amadurecer os óvulos e espermatozóides imaturos em laboratório. É válido para pessoas cujas células sexuais não chegam à maturidade. Cientistas estudam ainda a possibilidade de amadurecer tecido de ovários em laboratório, o que pode aumentar a qualidade dos óvulos. FONTE: OGLOBO