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sábado, 11 de julho de 2015
CONHEÇA 3 MISTÉRIOS NATURAIS QUE A CIÊNCIA AINDA NÃO CONSEGUIU EXPLICAR
A Chaleira do Diabo, nos EUA, onde a água corre para… lado nenhum. As luzes de Hessdalen, na Noruega, que serão… qualquer coisa. E os Círculos de Fadas, na Namíbia, que não são obra das térmitas.
“Quem conta um conto, acrescenta um ponto”, diz o ditado popular. Mas não é este o caso: em lugares diferentes do planeta ocorrem, pelo menos, três fenômenos misteriosos que a ciência já tentou (mas não conseguiu) explicar. E não se tratam de mitos nem histórias… os locais existem mesmo e as ocorrências podem ser vistas por qualquer um.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
O SONO "DE BELEZA" REALMENTE FUNCIONA?
Cientistas mostram que dormir oito horas por dia realmente pode melhorar sua aparência.
Esqueça cremes milagrosos – o que realmente melhora a sua aparência é o famoso “sono de beleza”. Segundo os cientistas, pessoas que dormem 8 horas por dia são mais bonitas e “bem cuidadas” do que aquelas que dormem um período inferior a esse.
Na pesquisa, 23 pessoas tiraram fotos depois de uma boa noite de sono e depois de uma noite com poucas horas dormindo. Depois as fotos foram classificadas por outros voluntários. Todas as fotos que foram tiradas depois das oito horas de sono ganharam a “competição”.
As mulheres deveriam usar seus cabelos presos nas fotos e não aplicar nenhum tipo de maquiagem, para garantir que fatores externos não alterassem sua aparência.
Na primeira noite, as pessoas dormiram às 11 da noite e acordaram às sete da manhã. Na segunda noite, elas não dormiram mais do que cinco horas. Após a segunda noite as pessoas ficaram com uma aparência “menos atraente e menos saudável”.
Apesar do sono de beleza ter sido sempre considerado um mito, essa pesquisa mostra que ele realmente funciona. Outras pesquisas mostraram que o sono pode reduzir rugas no rosto e no pescoço – isso porque, quando dormimos, suamos mais e a umidade da pele acaba suavizando as marcas.
Boa desculpa para dar para sua mãe, quando você quiser dormir mais aqueles “5 minutinhos”.
FONTE: DailyMail.co.uk/femail/article-1338662/Beauty-sleep-concept-Why-40-winks-really-does-improve-looks.html
quarta-feira, 4 de junho de 2014
OS 10 COMPORTAMENTOS HUMANOS EXPLICADOS PELA CIÊNCIA
Realizamos um bocado de coisas todos os dias que a maioria de nós nunca sequer parou para pensar. E por que isto acontece? As explicações para algumas de nossas funções mais comuns são bastante fascinantes. Confira a seguir:
10. Preferência por loiras
Embora diversos fatores (especialmente culturais) possam fazer com que um homem se sinta mais atraído por ruivas ou morenas, por exemplo, existe uma certa preferência herdada dos nossos ancestrais: mulheres loiras geralmente têm a pele clara, o que “esconde” defeitos físicos com menos eficiência. Na busca por parceiras, ainda na época em que vivíamos em cavernas, era mais fácil avaliar previamente a saúde física de mulheres de pele clara.
9. Traição
Esse hábito que deveria ser menos comum tem, possivelmente, uma certa base genética: o RS3 334 (que ficou conhecido como “gene do divórcio”) prejudica a liberação do hormônio vasopressina, ligado à monogamia e à formação de vínculos. Pessoas em que esse gene têm uma expressão mais forte são mais propensas a ficar insatisfeitas em relacionamentos e a buscar relações fora dele.
8. Abraço
Tirando a explicação social por trás dessa demonstração de afeto, podemos citar o lado biológico: o contato físico positivo provoca a liberação do hormônio ocitocina, ligado (entre outras coisas) à confiança e à formação de vínculos.
7. Não gostar de estranhos
Mais uma possível herança ancestral, do tempo em que manter amigos e conhecidos por perto e desconhecidos a uma distância segura era uma questão de sobrevivência.
6. Coçar
Nós nos coçamos, naturalmente, para aliviar a coceira, que por sua vez é um sinal de alerta da presença de substâncias potencialmente perigosas para o nosso corpo. Uma sensibilidade aparentemente exagerada, embora incomode, pode ser mais útil do que uma falta de sensibilidade na pele (afinal, é melhor lidar com alarmes falsos do que correr o risco de se machucar por causa de uma falta de alerta).
5. Discutir com você mesmo
Você provavelmente já fez acordos consigo mesmo, prometendo que trabalharia no dia seguinte para compensar um momento de preguiça ou que iria na academia para queimar as calorias do almoço de domingo. Curiosamente, em muitos casos a área do seu cérebro que é ativada quando você pensa em outra pessoa é a mesma ativada quando você pensa no seu “futuro eu”.
4. Rir
Como as regiões cerebrais responsáveis pelo riso também regulam a respiração e a fala, rir é uma função, de certa forma, primária. Acredita-se que o riso, desde tempos antigos, é entendido como uma demonstração de intenções amigáveis e uma forma de criar vínculos com outras pessoas.
3. Sentir cansaço à noite
A rotina que a maioria das pessoas segue, de levantar pela manhã e dormir à noite, tem relação com hormônios: a luz do sol desencadeia a liberação de hormônios que nos ajudam a ficar em estado de alerta; já a ausência de luz aumenta os níveis de hormônios (como a melatonina) que nos levam a buscar repouso.
2. Agressão
Alguma vez você já se perguntou por que as pessoas são explosivas e perdem o controle? A raiva e a agressividade são, talvez, os sentimentos que nós temos menos controle, e às vezes realmente não temos nenhum controle. Pessoas explosivas podem ter parte dele explicada por problemas na amígdala cerebelosa, uma estrutura responsável por impulsos agressivos. Normalmente, esses impulsos são controlados pelo córtex pré-frontal, que interpreta outras informações antes de tomar uma atitude. Se o impulso for muito forte, porém, a agressividade fala muito mais alto que a razão.
1. Pesquisa de pedofilia na internet
Em 2002 um homem casado, de 40 anos, desenvolveu um vício grave em pornografia com pensamentos pedófilos acompanhadas de fortes dores de cabeça. Ao examinar o homem, médicos descobriram que ele tinha um tumor do tamanho de um ovo crescendo em seu cérebro que pressionava seu córtex pré-frontal, que regula os impulsos. Quando o tumor foi removido, o comportamento do homem retornou ao normal e os seus desejos sexuais desagradáveis sumiram.Esse tipo de caso é muito raro, mas, no entanto, possível. E você, controla seus atos ou se deixa levar pelo momento ou situações?
FONTES: Listverse/ Hypescience/ AHDUVIDO
quarta-feira, 21 de maio de 2014
OS 19 GIFS ANIMADOS QUE EXPLICAM COMO ALGUMAS COISAS FUNCIONAM
Sanduíches de sorvete sendo feitos:
Molas sendo fabricadas:
Lápis sendo apontados:
Frutas mofando:
Massa de pão sendo cortada:
Como os furos são perfurados no metal:
Trombone sendo feito:
Não é uma gif, mas é interessante ver como é uma garrafa pet de refrigerante antes de ser soprada.
CDs sendo fabricados:
Pipoca estourando:
Como a telas são feitas:
Ferro sendo moldado:
Como fazem as luvas:
O processo de fazer salsicha:
Formando um dardo:
Uma bola curva em câmera lenta:
Como as chaves funcionam:
Como a caixa de transmissão funciona:
Como o recarregador de canhão de um navio torpedeiro funciona:
FONTE:mdig
segunda-feira, 28 de abril de 2014
AS CARATERÍSTICAS FÍSICAS DE VOO DOS OVNIS E SUA EXPLICAÇÃO
Segundo dois especialistas mundiais no fenômeno óvni, Jacques e Janine Valle, o estudo das características de voo dos óvnis apresenta as seguintes características comuns:
1-Posição oblíqua do objeto durante aceleração e desaceleração;
2-Capacidade de parar completamente a qualquer altitude sem qualquer ruído digno de nota, exceto, algumas vezes, o som de um suave zunido;
3-Mudança de cor, em função da aceleração;
4-Capacidade de percorrer distâncias curtas com extrema rapidez;
5-Em voo descontínuo, períodos frequentes de manobras do tipo “folha morta”, trazendo o objeto a baixas altitudes;
6-Em voo contínuo, o movimento é normalmente comparado ao de uma onda, às vezes mesmo ao de ziguezague.
Além dessas seis características descritas pelos Valle, ainda há três outras, também comumente observado nos óvnis:
7-A capacidade de voo do objeto, em baixa ou alta velocidade, sem qualquer ruído;
8-Capacidade de desaparecer e reaparecer “do nada”, como que em uma “desmaterialização”, ou como uma lâmpada elétrica que se apaga ou se acende.
9- A capacidade de realização de manobras de curvas fechadas ou em ângulo reto em altas velocidades.
Ainda existe mais duas característica além das enumeradas, a primeira das quais está ligada mais à presença do óvni, e não necessariamente com o seu voo:
10-Manifestações de campos magnéticos ou eletromagnéticos, oriundos do corpo do objeto, capazes de interagir com materiais, instrumentos ou máquinas nas proximidades, assim como chapas metálicas, lâmpadas, sistemas elétricos e motores.
11- Óvnis foram vistos girando sobre si mesmos, ou seja, com movimento de rotação, especialmente os de formato de disco.
Essas características de voo apresentadas comumente pelos óvnis podem ser perfeitamente descritas ou explicadas pela técnica da Inerciação, que é a dinâmica da técnica do controle da inércia, assim como pela Inercinética, que é a cinemática do controle da inércia.
1-A posição oblíqua do objeto durante a aceleração e a desaceleração, demonstra que o objeto, ao acelerar ou desacelerar longitudinalmente, se inclina para gerar gravitação artificial sobre si ou em seu interior, ou seja, o objeto se utiliza de um meio mecânico para gerar gravitação artificial durante as manobras de aceleração e desaceleração, o que, a princípio, demonstra que o objeto, o óvni, não manipula diretamente a gravitação.
2- A capacidade de parar completamente a qualquer altitude, ou poder-se-ia dizer, pairar, e sem ruído, seria uma propriedade mais óptica do que mecânica, pois, com sua matéria inercizada, o objeto pode desenvolver inércia fracionária muito baixa sem a necessidade de deslocamento, ou seja, sem a necessidade de ondulação; com uma inércia extremamente baixa, a massa do objeto também é extremamente baixa, do que a gravitação tem pouco, ou quase nenhum efeito sobre o objeto, pois luz, ou seja, matéria fotonizada, a princípio, não pesa. Não sendo exatamente este o caso, trata-se então da atuação da Gravitância, que pode ser entendida no esclarecimento do item 11.
3- A mudança de cor, em função da aceleração, seria resultado da matéria fotonizada do objeto atritar ou refratar com a atmosfera; como mesmo em estado de ausência de movimento, as vezes, o objeto é muito luminoso, significa que sua matéria está fotonizada, o que causa o fenômeno da luminosidade; com o movimento, a matéria, devido a estar fotonizada, ou devido ao seu campo gravitacional inerciativo, ioniza o ar, o que, em movimento, responde pela variação de coloração do objeto. Não sendo exatamente este o caso, a mudança de cor do brilho dos óvnis seria resultado da inerciação por hiper-tração, conforme descrito no 4.7, Tração inerciativa linear ou hiper-tração inerciativa. Com um raio inicial de 0,00000025m e uma velocidade inicial de 0,5m/s, a frequência seria de 1.512.370,317 Hz. Com um raio inicial de 1,078220769•10-14 m e uma velocidade inicial de 0,5m/s, a frequência seria de 3,506634171•1013 Hz. Aos 140m/s, a frequência de inerciação seria de 430 tera hertz, e a nave passaria a brilhar em vermelho, e conforme fosse aumentando de velocidade, passaria a brilhar nas cores de todo o espectro visível, e, aos 244,1860465m/s, a frequência de inercição alcançaria os 750 tera hertz, portanto já no fim da luz violeta e início do ultravioleta – comprovando, portanto, que os óvnis são a manifestação de um fenômeno óptico.
4- A capacidade de percorrer distâncias curtas com extrema rapidez está ligada ao fator biológico da tripulação, que, durante curtos períodos de tempo, assim como o ser humano, pode suportar grandes acelerações sem prejuízo, sem que seja necessária a aceleração por tração inerciativa, ou seja, sem a compensação inercial da inerciação ou inercinética.
5- O comportamento do objeto do tipo “folha morta” em voos descontínuos, trazendo o objeto a baixas altitudes, sugere um movimento ondulatório descendente, que seria utilizado para compensar a ausência da gravidade característica de uma queda, ou seja, o movimento ondulatório tipo “folha morta” seria uma manobra inerciativa para geração de gravitação artificial para suprir gravitacionalmente o objeto durante a descida, pois em queda se verifica a imponderabilidade.
6- O movimento continuado, comparável ao de uma onda, ou ziguezague, é característica de que o objeto se utiliza de tração inerciativa comum ou sub-tração, ou seja, de inerciação com grandes raios de curvatura durante a ondulação; isso sugere que os óvnis não dominam a super-tração, muito menos a hiper-tração.
7- O voo em baixas ou altas velocidades, sem emanação de ruído, é resultado de a matéria do objeto estar fotonizada, de forma que, literalmente, o objeto se propaga através do ar, assim como o faz um feixe de luz, o qual é totalmente silencioso.
8- A capacidade de desaparecer e reaparecer “do nada”, como que em uma “desmaterialização”, ou como uma lâmpada elétrica que se apaga ou se acende, é resultado, respectivamente, da desativação da inerciação (que causa o desaparecimento do objeto) ou da ativação da inerciação (que causa o reaparecimento do objeto); esta seria a técnica usada pelos óvnis para fugir da detecção dos radares.
9- A capacidade de realização de manobras de curvas fechadas ou em ângulo reto em altas velocidades, apresentada pelos óvnis, é uma operação perfeitamente realizável através da técnica do controle da inércia, pois a propagação da Inerciação se realiza através de ondas consecutivas, normalmente de 90graus, mas podendo ser de qualquer ângulo; a força centrífuga, que, por exemplo, para uma espaçonave inerciativa que tenha uma capacidade de aceleração de 1.000 km/s2, numa curva de pequeno raio, pode chegar a 102.040,8 g’s, sendo que, no entanto, essa força é totalmente neutralizada pela inerciação da nave.
10- A manifestação de campos magnéticos ou eletromagnéticos na presença de óvnis, que às vezes causa o desligamento de motores e faróis de carros, assim como a paralização dos sistemas elétricos de aeronaves, é produto ou da inerciação direta do objeto, ou do que produz a inerciação no objeto, o que significa que o campo gravitacional do corpo do objeto, ou a presença fotônica da sua matéria, também é inerciativo e, assim como emite eletromagnetismo sob a forma de forte luminosidade, também emite campos magnéticos e ou eletromagnéticos invisíveis, à semelhança do que seria um campo estático permanente causado por emissão de pulso eletromagnético.
11- A tração gravitacional inerciativa, a Gravitância, substitui a propulsão por foguetes. Para isso, o objeto (a nave) deve girar em torno do seu próprio eixo, e vibrar com impulsos de pequena amplitude (movimento de vai-e-vem para cima e para baixo). Na verdade, não é necessário que toda a nave vibre/gire; basta que apenas partes significativas dela girem e vibrem, no que tornaria estas partes os propulsores da nave. Então, girando horizontalmente e vibrando verticalmente, a matéria desses dispositivos será atraída pela gravitação do subespaço e repelida pela gravitação do superespaço (em outras palavras, na traseira da nave, onde fica o superespaço, o espaço se dilata, e, na dianteira da nave, onde fica o subespaço, o espaço se contrai), na tendência de conservar o momento da massa em vibração inerciativa dos propulsores.
Por exemplo: um disco de alumínio de 10m de diâmetro e 4m de altura no centro (dois cones de ferro com 10m de diâmetro na seção ciracular, com a ponta a 2m de altura, um com a ponta virada para cima e o outro com a ponta virada para baixo, com as paredes tendo uma espessura de 3cm, o que dá um volume interno de 155,2m3, e uma capacidade de carga de 172.156,793kg, 80% da massa total da nave-disco, que é de 215.199kg), gira a uma velocidade de 0,022135943m/s, medido no seu raio médio (2,5m); no seu centro, um eletroímã fá-lo vibrar em movimentos de amplitude de 5mm, em impulsos de aceleração de 400m/s2 (isso fará com que o objeto emita ondas sonoras de 2 cm de comprimento, ou seja, cerca de 17.000Hz, portanto no limiar superior da audição humana, no caso deste exemplo; certamente que outras frequências de vibrações são praticáveis, com o objetivo de geração de diferentes forças de sustentação). Sendo que a frequência de vibração própria do disco será igual ao inverso do período de impulso dividido por 4, ou seja, (0,005s)-1/4= 50 Hz. No entanto, no cálculo da Gravitância, a vibração será igual a 4 vezes esse valor, ou seja, 200. Assim, 0,0221359432/0,005•200/2= 9,8m/s2 de aceleração centrípeta, exatamente o valor da aceleração da gravitação terrestre, o que servirá para que a nave-disco fique pairando no ar próximo ao solo. Quanto maior for a velocidade de rotação, maior poderá ser a velocidade de impulso, ou seja, a aceleração do objeto.
Os impulsos vibratórios, tem que ter, para um compensação inerciativa de 1.960 vezes, a aceleração de 399,99m/s2; 400-399,99= 0,01 m/s2 de reação inercial residual (no sentido de cima para baixo; no sentido inverso a inércia é aumentada), que, pelo fenômeno do redimensionamento, aumenta os 0,01m/s até 19,6m/s (abaixo do disco, pois o espaço se dilata; acima do disco o fenômeno do redimensionamento encurta o espaço em 19,6m/s — 19,6m/s pois a inerciação gravitacional só funciona metade do tempo, como descrito no 4.4, Tração gravitacional inerciativa, que então tem um efeito de 9,8m/s), que é uma velocidade que se iguala a da atração gravitacional terrestre, o que manterá o objeto (o disco de alumínio) fique pairando no ar, altura em que a gravitação tem esta aceleração (9,8m/s2) — isso tudo acontece no instante em que o disco é impulsionado momentaneamente para baixo. Quando o disco é impulsionado para cima, a compensação inerciativa não ocorre, mas, como o impulso da tração gravitacional inerciativa foi de 19,6 m/s2 no instante anterior, o resultado efetivo será de que em todos os instantes, ou seja, em todos os meios-semi-ciclos a tração seja de 9,8m/s2.
Agora, talvez seja necessário salientar, que, apesar de a Gravitância poder gerar a propulsão das naves-discos, ela, a propulsão, ainda necessitará ser modulada através de trajetória ondulatória, ou seja, ela deverá fazer a nave-disco se propagar como descrito na Inercinética, pois, sem a modulação do movimento retilíneo da propulsão, com uma aceleração de 1.000km/s2, por exemplo, a tripulação, assim como a própria matéria de que é construída a nave-disco, ficará sujeita a uma reação inercial de 102.040,8 g, o que seria altamente destrutivo — nem mesmo a estrutura metálica da nave-disco suportaria tal reação. Modulada em trajetória ondulatória, através da sub-tração (apresentada na Inercinética), super-tração, hipo-tração ou hiper-tração, essa reação de 102.040,8 g será totalmente, ou quase totalmente eliminada.
A força para por em vibração o disco do exemplo, que tem 10m de diâmetro e 1m de espessura (com uma variação de inércia entre 1.960-1 e 1), tendo portanto 215.199kg (no interespaço; no superespaço terá 109,795kg), o que dá uma massa média de 107.654,3977kg, pouco mais da metade da massa interespacial, seria de 8.612.351.816N; a potência, para essa força, seria de 43.061.759W, ou seja, cerca de 43,062Mega Watts (48,59g de material para combustão a fusão nuclear por hora, já considerando uma eficiência de fusão de 0,71%, ou 388,72g de material físsil, considerando uma eficiência oito vezes menor, ou seja, 0,08875%). Esses 43,062MW (Mega Watts), divididos pela massa interespacial do disco/nave, que é de 215.199kg, dá uma proporção de 200,1W/kg; comparando-se com uma avião de caça F15-C, que tem uma massa de 22.500kg e uma capacidade de aceleração de 12,631m/s2 (o que dá uma potência de 1,795MW totais), tem uma proporção de cerca de 79,7W/kg (o que é apenas 2,51 vezes menor do que para a nave inerciativa do exemplo). Só para lembrar, essa potência e esse consumo de combustível nuclear são suficientes apenas para manter a nave-disco com uma aceleração de 9,8m/s2. Com uma carga de combustível nuclear de ¼ da massa interespacial da nave-disco, ou seja, 53.800 kg de combustível nuclear a base de fissão, a autonomia, para uma nave que pudesse acelerar a 1.000 km/s2, desenvolvendo uma inércia variável de 10-7 a 1, seria de 38,445 horas, o que, com uma aceleração de impulso de 1.000 km/s2, levaria a nave-disco até uma distância de 1,012426723 anos-luz; em propulsão de dobra espacial, essa distância, para a nave-disco desenvolvendo uma inércia variável de 10-7 a 1, seria de 10.000.000 de vezes maior, ou seja, 10.124.267,23 anos-luz.
Este tipo de manobra, operação ou processo, poderá ser feito em qualquer direção, basta que os propulsores girem transversalmente em relação ao sentido de deslocamento desejado, ou seja, os propulsores devem girar em torno da linha longitudinal do deslocamento almejado. Esta seria, portanto, a razão de que óvnis foram vistos girando sobre si mesmos, além, claro, de ser a base de propulsão dos óvnis, assim como ser a razão por óvnis terem sido vistos com “ondulações” no seu próprio material, em baixo de si. Já a inerciação em si, é uma forma de propagação.
O formato de disco, mais precisamente de dois discos cônicos emborcados, seria uma construção com o propósito de suportar melhor vibrações mecânicas, assim como o cone de um alto-falante, ou seja, para suportar melhor os impulsos vibratórios da inerciação para tração gravitacional inerciativa, além de suportar melhor trações originadas por acelerações tão grandes quanto 1.000km/s2. O disco voador, então, seria formado pois dois “cones de alto-falantes” emborcados, para suportar melhor a vibração, que, juntamente com a rotação, serve para produzir a inerciação para tração gravitacional inerciativa.
Um exemplo de aceleração empregado por mim na descrição da Inercinética da Inerciatividade é a de 1.000 km/s2 (mil quilômetros por segundo ao quadrado), o que equivale a uma aceleração de 102.040,8 vezes a aceleração da gravidade terrestre, ou seja, 102.040,8 g’s, o que permite, por exemplo, que uma distância de 500 km seja percorrida em um período de 1s (um segundo), sem considerara a resistência do ar, e a realizar uma manobra de curvatura de qualquer ângulo (zero a 360 graus), a uma velocidade de, por exemplo, 10.000 km/h, com um raio de curvatura de apenas 7,716 metros, o que geraria uma aceleração centrípeta (aceleração voltada para o centro da curva) de 1.000 km/s2, ou seja, 102.040,8 g’s — sem que esta reação se manifeste sobre o veículo ou sua tripulação, pois a inércia é neutralizada — ou seja, enquanto o veículo realiza a manobra de curvatura, que gera a reação de 102.040,8 g’s de dentro para fora da curva, o veículo acelera para fora da curva, de modo que gera uma reação idêntica contrária, cancelando assim a inércia.
Só para se ter uma ideia, um avião de caça da USAF, o F15-C, um dos melhores da atualidade, tem uma capacidade de aceleração de apenas 12,631 m/s2, o que é 79.169,598 vezes menor que uma capacidade de aceleração de 1.000.000 m/s2 (1.000 km/s2), e portanto só pode realizar uma manobra de curvatura, a uma velocidade de 2,5 MACH (2,5 vezes a velocidade do som no ar, 2.984 km/h — 828,888 m/s), com um raio de 54.394,48 m (portanto cerca de 54,4 km) para que não haja reação inercial; tal avião só pode realizar uma manobra de curvatura mais acentuada devido a resistência humana à aceleração, que chega a 10 g’s, o que, a uma velocidade de 2,5 MACH, permite realizar uma curva com raio de 7.010,783 m, ou seja, mais de 7 km de raio, o que é 908,597 vezes maior do que o permitido para um veículo inerciativo com capacidade de aceleração de 1.000 km/s2 — isso em relação a nave inerciativa a uma velocidade de 10.000 km/h; a uma velocidade de 2.984 km/h, um veículo inerciativo, ou seja, uma nave inerciativa, poderia realizar uma manobra de curvatura com raio de apenas 0,687 m — o que é um raio 10.204,08 vezes menor do que o raio de 7.010,783 m de raio permitidos pela resistência humana a bordo de um caça F15 ou de qualquer outro avião. Os cálculos são simples:
Aceleração centrípeta = velocidade2/raio (para calcular a aceleração da força g da manobra de curvatura).
Raio da curvatura = velocidade2/capacidade de aceleração (para calcular o raio mínimo possível para uma dada capacidade de aceleração).
A manifestação do fenômeno dos Discos Voadores tem, portanto, uma técnica física própria, a qual pode ser explicada pela Tração Gravitacional Inerciativa. Esta manifestação, este fenômeno, é, assim, o resultado de uma técnica que segue leis e princípios da Física, uma física ainda desconhecida, comumente chamada de “manobras que desafiam as leis da Física e do Momentum”. No entanto, esta física existe, basta que a compreendamos. E, quando isso acontecer, veremos que o “fenômeno” dos Discos Voadores, é, sem dúvida, a manifestação de uma técnica fundamentalmente mecânica, como pudemos verificar no que foi descrito até agora.
Do texto exposto acima, podemos fazer algumas conclusões, que são, basicamente:
1 – A de que o formato dos Discos Voadores, ou seja, o formato de disco em estrutura de dois cones emborcados, não é um capricho apenas, e sim uma necessidade, pois, como descrito, atua como um cone de alto-falante, suportando melhor os impulsos vibratórios que a ele são transmitidos, assim como para melhor suportar as tensões geradas por trações de acelerações tão grandes quanto 1.000km/s² (em alguns casos, o formato também pode ser de apenas um disco cônico, voltado com a parte pontuda para cima, sendo que na parte inferior fica localizado um bojo).
2 – Em alguns avistamentos, na parte inferior dos Discos, foram vistas coisas como ondulações no próprio corpo do disco; ora, isto é devido ao fato de que a tração gravitacional inerciativa, que também se processa por ondas, como na Inercinética, só funciona de cima para baixo (a princípio, pois pode ser que na parte superior dos Discos essas ondulações do próprio corpo do Disco também se manifestem), o que, devido a mecânica do fenômeno do redimensionamento, causa a amplificação espacial, e portanto visual, das pequenas ondas mecânicas que fazem inerciar o Disco Voador.
3 – Discos Voadores maiores poderão desenvolver acelerações maiores que Discos Voadores menores, pois, se, com uma velocidade de 7,071 m/s, num raio de rotação de apenas 2,5m, a força centrífuga terá uma aceleração de 20m/s² (o que praticamente torna um tal disco inviável) para se desenvolver uma aceleração de 1.000km/s², um Disco maior, por exemplo, com 200m de diâmetro e 50m de raio médio, com a mesma velocidade de rotação (7,071m/s, no raio médio de 50m), que possibilitará a mesma aceleração de impulso (1.000km/s²), gerará uma força centrífuga com aceleração de apenas 1m/s.
4 – A tração gravitacional inerciativa, que é a base de propulsão dos Discos Voadores, é a manifestação “comum” da mecânica da própria propulsão por dobra espacial, ou seja, aplicado o fenômeno do redimensionamento, por exemplo, a aceleração “de impulso” de 1.000km/s², em um Disco que pode desenvolver uma inércia de até 1/10.000.000, desenvolverá, aparentemente, uma aceleração “de dobra” de 10 bilhões de km/s².
5 – A técnica de inerciação gravitacional no Disco Voador produzirá a emanação de quatro tipos de energia, cada uma com sua própria frequência de vibração. Tendo uma amplitude de 0,005m, os impulsos vibratórios passarão a emitir, primeiramente, dois tipos de ondas mecânicas, que são a manifestação da própria inerciação em si, de frequência de 353,553Hz (comprimento de onda de 0,02m; frequência central – 353,553Hz – para um Disco de 10m de diâmetro que gire a 7,071m/s, portanto o Disco vibrará numa faixa inteira de frequências mecânicas, de 707,106Hz, na periferia do Disco, e a zero hertz, no centro do disco; a 1mm de raio, por exemplo, a frequência será de 0,14142Hz) e 50Hz. Ondas sonoras, a 17.000Hz (portanto no limiar superior da audição humana – comprimento de onda 0,02m), e ondas sonoras na mesma faixa de frequências mecânicas, o que produzirá uma faixa de áudio que vai de 707,106Hz até menos de 20Hz, sendo que os 20Hz serão produzidos a 0,4m/s de velocidade de rotação, aos 14,142cm de raio do centro. As frequências mais altas serão produzidas mais próximo da borda da nave-disco, enquanto que as frequências mais baixas e inaudíveis, serão produzidas mais próximo ao centro da nave-disco — que, no entanto, só será audível (a partir dos 20Hz), quando a nave-disco girar a pelo menos 0,4m/s (velocidade medida na sua borda externa), que é uma velocidade 18,07 vezes maior do que a mínima necessária para que a nave-disco produza gravitação/antigravitação suficiente para manter-se pairando no ar. Com uma amplitude de impulso de 0,005m/√800, com a mesma velocidade média de rotação (7,07106m/s, a 2,5m de raio médio), e com uma aceleração média de impulso 4,712081841•1014 menor que a do Disco do exemplo acima, que era de 400m/s2 (ou seja, uma aceleração média de impulso de 8,488816908•10-13m/s2), produzindo assim uma gravitação/antigravitação artificial igual a terrestre, o Disco Voador vibrará acusticamente de tal forma que cobrirá toda a faixa de áudio, incluindo infrassons, ou seja, passara a emitir sons de menos de 20Hz até exatamente 20.000Hz, sendo que a frequência de 20Hz será produzida aos 5mm de raio a partir do centro, e a frequência de 20.000Hz será produzida na borda externa do disco, ou seja, aos 5m de raio. Ondas eletromagnéticas, a 15.000.000.000Hz (15GHz – comprimento de onda 0,02m); e dois tipos de ondas superespaciais eletromagnéticas (ondas supereletromagnéticas), a 1.500Hz (comprimento de onda 200.000m) e 15.000.000.000Hz (15GHz – comprimento de onda 200.000m).
6 – Em hiper-tração inerciativa, ou com tração gravitacional de ondas de muito pequena amplitude (como 6,976744×10⁻7m, ou seja, 1m/1.433.333,333), a massa do Disco Voador passará a vibrar numa frequência cuja emanação eletromagnética será visível, a partir dos 430THz (430 tera hertz, frequência na qual inicia a emanação de luz de brilho vermelho); em hiper-tração, conforme o Disco Voador acelerar, aumentando de velocidade, percorrerá todo e espectro de radiação visível, indo do infra-vermelho, passando pelo vermelho e indo até ao violeta (aos 750THz) e chegando até ao ultra-violeta, de forma que os Discos Voadores podem ser considerados como fenômenos ópticos, pois, além da luz de cor variável em função da aceleração, a matéria do Disco Voador tem a massa extremamente reduzida (como a 1 décimo de milionésimo da unidade, ou seja, 1/10.000.000), de forma que, aparentemente, devido a sua inércia extremamente reduzida (o que é a razão da diminuição da massa), passa a realizar movimentos que “desafiam as leis da física e do momentum”: arrancadas e paradas abruptas com acelerações extremas, manobras de curvas fechadas ou em ângulo reto em altíssimas velocidades, inversões abruptas de direção de deslocamento, voo em ziguezague (voo ondulatório), etc.
FONTE:http://gdmluzcinetica.wordpress.com/
sexta-feira, 25 de abril de 2014
ENCONTRADA EXPLICAÇÃO PARA " PARADOXO CLIMÁTICO"?
Não são apenas as erupções vulcânicas poderosas, mas até mesmo as erupções pequenas, retardam o processo de aquecimento global, anunciaram os cientistas do Laboratório Nacional de Livermole nos EUA.
Isso terá de ser tido em consideração numa modelagem mais precisa do clima terrestre. Contudo, mesmo o modelo aprimorado continua a ter demasiadas incógnitas.
Essa conclusão foi o resultado de uma estatística rigorosa das alterações climáticas ao longo de várias décadas. Foi assinalado que de 1970 a 1998 o aquecimento se dava a um ritmo de 0,17 graus Celsius por cada 10 anos. Mas de 1998 a 2012, e contrariando os cálculos prévios, o seu ritmo abrandou significativamente – até aos 0,04 graus por década.
Os cientistas supõem que esse paradoxo climático esteja associado de alguma forma à atividade vulcânica. Os cientistas já conhecem há muito tempo a sua influência sobre o clima. Durante as erupções as partículas de poeiras são transportadas para as camadas altas da atmosfera, mas o principal são os compostos de enxofre. O climatologista Alexander Ginzburg explica:
“Os compostos sulfurados se transformam em gotículas de solução de ácido sulfúrico ou sulfuroso. Essas gotículas funcionam como uma camada de nuvens adicional que reflete a luz solar. O resultado é que a superfície terrestre recebe menos luz e o efeito estufa resulta em um aquecimento menor do que seria se essa camada refletora na estratosfera não existisse. Assim, as erupções dos vulcões criam uma espécie de “efeito antiestufa.”
Assim, depois da erupção do vulcão Krakatoa na Indonésia em 1883, muitas regiões do globo resfiaram e houve grandes nevascas. Esse fenômeno durou quatro anos. Temos um exemplo mais recente: em 1991 o vulcão Pinatubo, nas Filipinas, reduziu as temperaturas médias globais durante três anos.
Contudo os ritmos do aquecimento ainda eram mais elevados que no período seguinte, entre 1998 e 2012, quando não houve quaisquer descargas vulcânicas fortes. Entretanto, durante o mesmo período, houve 17 erupções de força média. Quando os cientistas introduziram a sua componente ácida nos cálculos, tudo começou fazendo sentido. Graças ao fator vulcânico conseguiu se reduzir a diferença entre a teoria e os ritmos reais do aquecimento.
Na história da Terra houve épocas inteiras em que o clima se alterou sobretudo devido à ação dos vulcões, explica o geofísico Viktor Bokov:
“Se eles forem muito ativos, então o resfriamento será grande. Há 60 mil anos os vulcões expeliram muitas cinzas. Todo o planeta estava coberto com cinzas e se iniciou mais um resfriamento. Isso é visível nas análises feitas às amostras de solos recolhidas a grande profundidade. Nessa altura foi descoberta uma camada de cinzas.”
O trabalho dos investigadores norte-americanos esclarece que para influenciar o clima, as erupções devem ser frequentes, mesmo que fracas, porque isso provoca a presença de compostos sulfurosos na atmosfera. As nuvens ácidas demoram muito tempo a se decompor e reduzem o aquecimento.
Contudo os vulcões apenas explicam uma parte do “paradoxo climático” que é os ritmos do aquecimento serem inferiores aos previstos em teoria. Os cientistas de Livermore pensam que também se deve considerar a prolongada baixa atividade solar, assim como a subida dos níveis dos oceanos provocar um aumento na absorção do calor atmosférico.
Só que ainda não é possível incorporar todos esses aspetos no modelo climático por haver muitas incógnitas. Por outro lado, apesar de o papel dos vulcões nesse modelo se ter tornado mais perceptível, isso ainda não permite elaborar previsões do clima a longo prazo, porque a humanidade ainda não aprendeu a prever as erupções vulcânicas.
FONTE: portuguese.ruvr.ru
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
10 PARTÍCULAS TEÓRICAS QUE PODEM EXPLICAR TUDO NO UNIVERSO
Por longas eras, a humanidade tem tentado desvendar a composição exata do universo. Os gregos foram os primeiros a intuir a existência dos átomos, que eles acreditavam ser as menores partículas no universo, os “blocos construtivos” de tudo.
Durante 1.500 anos, não houve nada de novo no assunto, até a descoberta, em 1897, do elétron, que abalou as estruturas do mundo científico. Da mesma forma que a matéria era feita de átomos, os átomos pareciam ter seus próprios ingredientes.
Mas mesmo os prótons e nêutrons, os elementos que fazem o átomo, também são feitos de partes menores – os quarks. Cada nova descoberta carrega consigo novas perguntas. Será que o tempo e o espaço são apenas apenas grumos de migalhas minúsculas carregadas, muito pequenas para serem vistas? Talvez estas partículas teóricas possam explicar tudo – se pudermos encontrá-las.
10. STRANGELETS
Existem seis tipos de quarks, sendo os mais comuns os quarks “up” e “down”, que fazem os prótons e nêutrons. Os quarks “strange”, por outro lado, não são tão comuns. Quando quarks “strange” se combinam com quarks “up” e “down” em números iguais, a partícula resultante chama-se strangelet, que forma os componentes da matéria “estranha”.
Segundo a hipótese da matéria estranha, os strangelets são criados na natureza quando uma estrela de nêutrons tem a pressão tão alta que os elétrons e prótons em seu núcleo se fundem, colapsando em um tipo de bolha densa de quarks, que chamamos de matéria estranha. E como teoricamente os strangelets podem existir fora do ambiente de alta pressão do centro de uma estrela, é provável que eles flutuem para fora destas estrelas e acabem entrando em outros sistemas estelares, incluindo o nosso.
E é aí que as coisas ficam malucas. Se existir, um strangelet grande pode converter um núcleo atômico em outro strangelet só de colidir com ele. O novo strangelet irá colidir com mais núcleos, convertendo-os em mais strangelets, em uma reação em cadeia até que toda a matéria na Terra seja convertida em matéria estranha. A comunidade científica leva a sério esta ameaça, tanto que os pesquisadores do Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo, fez um comunicado à imprensa declararam ser improvável que eles acidentalmente criassem strangelets que poderiam destruir o planeta (basicamente, a natureza cria colisões de partículas muito mais poderosas. Se fosse o caso de criar strangelets na Terra por colisão de partículas, isto já teria acontecido há muito tempo).
9. S-PARTÍCULAS
A teoria da supersimetria afirma que cada partícula do universo tem uma partícula oposta gêmea, conhecida como partícula supersimétrica ou s-partícula. Então, para cada quark, há um s-quark em perfeita simetria com ele. Para cada fóton, um fotino. O mesmo ocorre com todas as 61 partículas elementares conhecidas. Mas se existem tantas assim, por que não descobrimos até agora nenhuma delas?
Na física de partículas, partículas mais pesadas decaem mais rapidamente que as partículas leves. Se uma partícula for pesada o suficiente, ela se desfaz praticamente no mesmo instante em que é criada. Assumindo então que as s-partículas sejam incrivelmente pesadas, elas se desfariam em um piscar de olhos, enquanto suas superparceiras, as partículas que observamos na natureza, continuam a existir. Isto também explicaria por que há tanta matéria escura: as s-partículas poderiam compor a matéria escura e existir em um campo que é, até agora, não observável.
8. ANTIPARTÍCULAS
A matéria é feita de partículas e a antimatéria, de antipartículas. Faz sentido, certo? As antipartículas têm a mesma massa de partículas normais, mas carga e momento angular (spin) opostos. Parece com a teoria da supersimetria, mas diferente das partículas, as antipartículas se comportam exatamente como as partículas, inclusive formando anti-elementos, como o anti-hidrogênio. Basicamente, toda a matéria tem sua antimatéria correspondente.
Ou, pelo menos, deveria. E é aí que está o problema. Há bastante matéria por aí, mas a antimatéria não aparece em lugar nenhum, exceto no Grande Colisor de Hádrons. Durante os primeiros momentos do Big Bang, haviam quantidades iguais de partículas de matéria e antimatéria. A ideia é que toda a matéria do universo surgiu naquele ponto. Então, por padrão, toda a antimatéria teria que surgir junto.
Uma teoria afirma que existem outras partes do universo dominadas pela antimatéria. Tudo que podemos ver, mesmo as estrelas mais distantes, é composto de matéria. Mas o nosso universo visível pode ser apenas uma pequena seção do universo, e os planetas, estrelas e galáxias de antimatéria estariam em uma parte diferente deste universo.
7. GRÁVITONS
Neste momento, as antipartículas são um problema enorme para os teóricos de física de partículas. Outro problema, no entanto, é a gravidade. Comparada com outras forças, como o eletromagnetismo, a gravidade é fraca. E parece mudar sua natureza baseada na massa de um objeto – ela é facilmente observável em planetas e estrelas, mas quando você vai ao nível molecular, nada de gravidade. Além disso, o fenômeno não tem uma partícula portadora, como os fótons são portadores da força eletromagnética.
É aí que entra o gráviton. Ele é a partícula teórica que permitiria que a gravidade fosse encaixada no mesmo modelo das outras forças observáveis. Como ela exerce uma atração fraca em todos os objetos, independente da distância, deve ser sem massa. Isto teoricamente não seria problema – os fótons não têm massa e foram encontrados. A física avançou até o ponto de definir os parâmetros exatos que um gráviton deve ter, e assim que encontrarmos uma partícula – qualquer partícula – que combine com a descrição, teremos um gráviton.
Encontrar o gráviton é importante porque, da forma como são hoje, a relatividade geral e a física quântica são incompatíveis. Mas a um certo nível preciso de energia, conhecido como escala de Planck, a gravidade para de seguir as leis da relatividade e passa a obedecer as leis quânticas. Resolver o problema da gravidade pode ser a chave para uma teoria unificada.
6. GRAVIFÓTONS
Esta é outra partícula gravitacional teórica. O gravifóton é uma partícula que seria criada quando um campo gravitacional fosse excitado em uma quinta dimensão. Ele é previsto pela teoria Kaluza Klein, que propõe que o eletromagnetismo e a gravitação podem ser unificados em uma única força sob a condição que existam mais de quatro dimensões no espaço-tempo. Um gravifóton teria as características de um gráviton, mas também teria as propriedades de um fóton, e criaria o que os físicos chamam de uma “quinta força” (atualmente existem quatro forças fundamentais).
Outras teorias afirmam que o gravifóton seria uma superparceira (como uma s-partícula) dos grávitons, mas que atrairia e repeliria ao mesmo tempo. Ao fazer isto, os grávitons teoricamente criariam a antigravidade.
5. PRÉONS
O núcleo de um átomo de ouro possui 79 prótons. Cada próton é feito de três quarks. O diâmetro do núcleo do átomo de ouro é de cerca de oito femtômetros, ou oito milionésimos de nanômetro, e um nanômetro é um bilionésimo de um metro. Quarks são pequenos e os préons, que seriam as sub-partículas do quark, seriam tão infinitesimalmente pequenas que atualmente não há escala para medir seu tamanho.
Existem outras palavras para descrever os blocos que formariam os quarks, como primons, subquarks, quinks e tweedles, mas o préon é o mais aceito. E os préons são importantes porque atualmente os quarks são uma partícula fundamental – não tem como chegar a nada menor. Se os quarks forem compostos de outra coisa, isto abriria a porta para milhares de novas teorias. Por exemplo, uma teoria afirma que a antimatéria do universo está contida nos préons, e que todas as coisas têm antimatéria presa dentro de si. De acordo com esta teoria, você é em parte antimatéria, mas não pode vê-la porque os blocos de matéria são muito maiores.
4. TÁQUIONS
Nada chega mais perto de quebrar as leis da relatividade que um táquion. É uma partícula que se move mais rápido que a luz, e se ela existir, isto significaria que a barreira da velocidade da luz não é mais uma barreira, mas um ponto central. Da mesma forma que partículas normais podem se mover com velocidade infinitamente baixa, um táquion poderia se mover a velocidades infinitamente rápidas.
E, bizarramente, o relacionamento com a velocidade da luz seria espelhado. Quando uma partícula normal acelera, sua energia aumenta. Para quebrar a barreira da velocidade da luz, ela precisaria de energia infinita. Para um táquion, quanto mais lento ele viaja, mais energia precisa. À medida que fica vagaroso e se aproxima da velocidade da luz pelo outro lado, ele vai precisando cada vez de mais energia. E quando ele acelera, precisa de cada vez menos energia, até que não precise de energia nenhuma para viajar a velocidade infinita.
Se os táquions realmente existirem, eles estarão presos para sempre do lado oposto da barreira que nós também não podemos ultrapassar. Uma pena, porque teoricamente os táquions poderiam ser usados para enviar mensagens para o passado.
3. CORDAS
Até agora quase todas as partículas que falamos são chamadas partículas puntiformes. Quarks e fótons existem como um ponto – um minúsculo ponto, se você quiser – com dimensões zero. A teoria das cordas sugere que estas partículas elementares não são pontos, mas cordas, ou fios com uma dimensão. No seu núcleo, a teoria das cordas é uma “Teoria de Tudo”, que consegue colocar juntas a gravidade e a física quântica (pelo que vimos até agora, elas não podem coexistir – a gravidade não funciona na escala quântica).
Em um sentido mais geral, a teoria das cordas é uma teoria quântica da gravidade. As cordas substituiriam os préons como os blocos construtores dos quarks, e em um nível maior tudo permaneceria igual. E na teoria das cordas, uma corda pode se tornar qualquer coisa dependendo de sua forma. Se for uma linha aberta, se torna um fóton. Se as pontas se conectam formando um laço, a corda se torna um gráviton – da mesma forma que um pedaço de madeira pode se tornar uma casa ou uma flauta.
Existem, na física, muitas teorias das cordas e cada uma delas prediz um número diferente de dimensões. A maioria declara existirem dez ou onze dimensões, e a teoria bosônica das cordas (ou teoria das supercordas) pede vinte e seis. Nestas outras dimensões, a gravidade tem uma força igual ou maior que as outras forças fundamentais, o que explicaria porque ela é tão fraca em nossas três dimensões espaciais.
2. BRANAS
Quem quer uma explicação para a gravidade tem que dar uma espiada na Teoria-M ou Teoria das Membranas. As membranas, ou branas, são partículas que são capazes de envolver várias dimensões. Por exemplo, uma 0-brana é uma brana puntiforme que existe em zero dimensões, como um quark. Uma 1-brana tem uma dimensão – uma corda. Uma 2-brana é uma membrana bidimensional, e assim por diante. Branas de dimensões superiores podem ter qualquer tamanho – o que leva à teoria de que nosso universo é uma enorme brana com quatro dimensões. Esta “superbrana” – o nosso universo – é só uma parte de um espaço multidimensional.
Sobre a gravidade, nossa brana quadridimensional não pode contê-la, e ela “vaza” para outras branas conforme passa por elas no espaço multidimensional. Nós ficamos apenas com as sobras, o que explicaria porque ela é tão fraca comparada com outras forças.
Extrapolando, faz sentido ter muitas branas se movendo pelo espaço – infinitas branas em um espaço infinito. E a partir daí temos as teorias de muitos mundos e de universos cíclicos. As teorias de universos cíclicos afirmam que o universo se repete em ciclos, expandindo a partir da energia do Big Bang, e depois encolhendo por causa da atração gravitacional terminando em um Big Crunch. A energia da compressão causaria outro Big Bang, lançando o universo em outro ciclo.
1. BÓSON DE HIGGS
O bóson de Higgs teve sua descoberta confirmada em 14 de março de 2013, no Grande Colisor de Hádrons. Ele havia sido previsto teoricamente nos anos 1960 como a partícula que daria massa às outras partículas.
Basicamente, o bóson de Higgs é produzido no campo de Higgs e foi proposto como uma forma de explicar porque algumas partículas que deveriam ter massa na verdade não tinham. O campo de Higgs, que ainda não foi observado, teria que existir no universo todo e fornecer a força necessária para as partículas terem massa. E se isto for verdade, ele preencheria enormes vazios no Modelo Padrão, que é a explicação básica de praticamente tudo (exceto, como sempre, a gravidade).
O bóson de Higgs é vital porque prova que o campo de Higgs existe, e explica como a energia dentro do campo pode se manifestar como massa. Também é importante por que estabelece um precedente. Antes de ser descoberto, o bóson de Higgs era apenas uma partícula teórica. Ela tinha modelos matemáticos, parâmetros físicos para sua existência, como deveria ser seu spin, tudo. Apenas faltava uma evidência de sua existência. Mas baseado nestes modelos e teorias, fomos capazes de localizar uma partícula específica, a menor coisa no universo conhecido, que estava de acordo com essa hipótese.
Se conseguimos fazer isto uma vez, quem pode dizer que alguma destas outras partículas não pode ser real?
FONTE:Listverse
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