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sexta-feira, 11 de julho de 2014

SE VC É LOIRA NATURAL? AGRADEÇA A UM ÚNICO GENE

Se você é loira ou loiro e se orgulha dos seus lindos cabelos, pode agradecer a um único gene do seu corpo. Uma nova pesquisa revela como uma única emenda genética é suficiente para criar cabelos loiros nas pessoas, sem afetar nenhuma outra parte do corpo humano. Segundo o líder do estudo, David Kingsley, investigador do Instituto Médico Howard Hughes, da Universidade de Stanford, nos EUA, a pesquisa mostra como um gene específico pode controlar as alterações de cor nas características humanas. “Essa variação genética específica nos seres humanos está associada com o cabelo louro, mas não está associada com a cor dos olhos ou outras características de pigmentação”, afirma o cientista. Kingsley passou boa parte de sua carreira estudando um peixe chamado Gasterosteus aculeatus, conhecido como esgana-gato, em um esforço para entender melhor a evolução. Sua pesquisa descobriu um gene que afeta a pigmentação dos peixes, e os cientistas decidiram ver se ele tem um efeito semelhante em outras espécies, como os humanos. No fim das contas, as suspeitas estavam certas. “O mesmo gene que controla a cor da pele em peixes mostrou uma das assinaturas mais fortes da seleção genética em diferentes populações humanas em todo o mundo”, aponta Kingsley. No novo estudo, os pesquisadores descobriram que uma única letra do código genético separa as pessoas com diferentes cores de cabelo. “Apesar dos desafios, agora temos claramente os métodos de ligação a determinados traços de alterações no DNA. Nós veremos muito mais desse tipo de estudo no futuro, levando a uma compreensão muito melhor tanto da base molecular da diversidade humana como da suscetibilidade ou resistência a muitas doenças comuns”, celebra. FONTE:WebMD.com/news/20140601/natural-blondes-may-have-1-gene-to-thank

sábado, 29 de março de 2014

DESCOBERTA GENE QUE PODE PROTEGER DAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS

Pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália fizeram uma descoberta significativa que pode um dia interromper uma série de doenças neurodegenerativas como Alzheimer. Os cientistas identificaram um gene que protege contra o início da degeneração nervosa progressiva espontânea que ocorre nos adultos. Massimo Hilliard diz que a descoberta do gene MEC-17, que causa a degeneração dos axónios (fibras nervosas) pode abrir a porta para compreender melhor os mecanismos de lesão neuronal e doenças neurodegenerativas caracterizadas por patologia axonal, tais como doença do neurónio motor, doença de Parkinson, Alzheimer e Huntington. "Este é um passo importante para entender completamente como ocorre a degeneração axonal, e, portanto, facilita o desenvolvimento de terapias para prevenir ou pôr termo a este evento biológico prejudicial", disse Hilliard. A equipa de pesquisadores, da qual Hilliard faz parte, descobriu que MEC-17 protege o neurónio, estabilizando a sua estrutura do citoesqueleto, o que permite o transporte adequado de moléculas e organelos essenciais, incluindo as mitocôndrias, ao longo do axónio. Esta descoberta tem também o potencial de acelerar a identificação de condições neurodegenerativas humanas causadas por mutações nos genes semelhantes aO MEC-17. "É nossa esperança que isso possa um dia conduzir a tratamentos mais eficazes para pacientes que sofrem de condições que causam a degeneração neuronal", afirma Hilliard. Esta descoberta destaca o axônio como um importante ponto focal para a saúde do neurônio. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Cell Reports e autor principal, Brent Neumann antecipa que a pesquisa sobre o gene em breve irá levar a novas descobertas. "Este estudo demonstra que o MEC-17 funciona normalmente para proteger o sistema nervoso de danos", disse Neumann. "Esse conhecimento pode agora ser usado para entender exatamente como o gene consegue isso e descobrir outras moléculas que são utilizadas pelo sistema nervoso para funções protetoras semelhantes", acrescentou. "Podemos agora começar a analisar formas de contornar a função de MEC-17, como a ativação de outros genes ou mecanismos alternativos que podem proteger o sistema nervoso de danos". Pesquisas anteriores já haviam mostrado que MEC-17 é conservado entre espécies, incluindo os seres humanos, o que sugere uma possível função partilhada de proteção. "Identificamos MEC-17 a partir de um método de seleção genética que visa identificar as moléculas que causam a degeneração axonal quando eles se tornam inativos através de mutações genéticas", disse Neumann. Este projeto foi realizado em minúsculos vermes nematóides C. elegans, que é um poderoso sistema de modelo genético comummente usado para tratar e compreender questões de neurobiologia a um nível biológico básico. FONTE:Science Alert

sábado, 8 de fevereiro de 2014

CIENTISTAS ESTÃO DESENVOLVENDO UM PRODUTO QUE BLOQUEIA GENE FUNDAMENTAL NA FERTILIZAÇÃO DO ÓVULO

Cientistas estão desenvolvendo um "anticoncepcional genético" capaz de interferir nos óvulos da mulher, sem precisar inundar o organismo com hormônios. De acordo com o jornal britânico "The Guardian", testes em animais podem ocorrer dentro de 5 anos e,se o método funcionar e for seguro dentro de 10 anos, um produto poderá ser desenvolvido para uso humano, provavelmente na forma de supositório ou adesivo para a pele. Sem usar hormônios, a nova droga promete eliminar muitos dos efeitos colaterais causados por algumas pílulas convencionais, como retenção de líquido, risco aumentado de trombose e redução do desejo sexual. TÉCNICA PREMIADA Zev Williams e sua equipe no Brigham and Women's Hospital,em Boston, que faz parte da Escola de Medicina de Harvard,usaram a técnica de interferência de RNA para bloquear um gene chamado ZP3. A técnica rendeu o Prêmio Nobel de Medicina em 2006. Normalmente, o gene ZP3 produz uma proteína que recobre o exterior do óvulo e é vital para o espermatozóide prende-se a ele para alcançar a fertilização. Principalmente, Williams reproduziu camundongos com o gene ZP3 desativado. Os animais se desenvolveram de maneira saudável, mas completamente estéreis. Em testes posteriores, a equipe demonstrou que podia usar a interferência do RNA também para bloquear temporariamente 95% da atividade do ZP3 em células humanas. A pesquisa foi anunciada durante a reunião anual da American Society for Reprodutive Medicine, em Washington. Enquanto o anticoncepcional genético não chega às farmácias, outros métodos podem ser usados. A escolha deve ser feita em conjunto com o médico. PARA NÃO ENGRAVIDAR: CAMISINHA: é o método mais seguro para se proteger contra DST's, principalmente AIDS. Tem eficácia entre 88 a 97%; PÍLULA: contém hormônios que evitam a gravidez, impedindo que as mulheres ovulem.Deve ser tomado diariamente no mesmo horário.Em geral, é bastante eficaz,quando usada de forma correta.Tem eficácia entre 97 a 99,9%; INJETÁVEL TRIMESTRAL: é muito usado em todo mundo e aplicado a cada 3 meses,impedindo a ovulação. Tão eficaz quanto a laqueadura, é reversível e pode ser usado durante a amamentação.Tem eficácia de 99,7%; INJETÁVEL MENSAL: contém hormônios que impedem a gravidez. Difere do método anterior por possuir uma combinação de 2 hormônios. Não pode ser usado durante a amamentação.Tem eficácia de 99,7%; DISPOSITIVO INTRA-UTERINO(DIU): deve ser introduzido no útero por um médico ou enfermeira. Os DIU's usados hoje no Brasil contêm cobre, tornando-se muito eficientes. Tem eficácia entre 97,2 a 99,4%; DIAFRAGMA: colocado na vagina pela própria mulher para impedir a entrada de espermatozóides no útero. Deve ser usado com cremes ou geléias espermaticidas, aplicados dentro e ao longo do canal vaginal. Tem eficácia entre 82 a 94%; ESPERMATICIDA: são cremes ou geléias especias que, colocadas na vagina momentos antes da penetração, matam os espermatozóides antes que fertilizem o óvulo. Usado combinado com outros métodos,fica muito mais eficaz. Tem eficácia entre 79 a 94%; PRESERVATIVO FEMININO: introduzido na vagina pela própria mulher, não deixa o esperma entrar em contato com o óvulo. Além disso, é outro método eficiente para se proteger contra as DST's. Tem eficácia entre 79 a 95%; FONTE: Jornal EXTRA