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domingo, 7 de maio de 2017

CONHEÇA 3 MANEIRAS PARA IMPEDIR QUE SEU PROVEDOR ESPIONE SUA NAVEGAÇÃO

No final do mês de março, o Congresso dos Estados Unidos decidiu permitir que os provedores de internet comercializem o histórico de navegação de seus usuários. Caso o presidente Donald Trump assine a lei, isso significará que quem quiser se manter “na surdina” deverá ir atrás de ferramentas de segurança quando estiver online - tudo por conta própria. Por aqui, o governo ainda não determinou nada do tipo, mas nunca é demais ficar atento ao que acontece lá fora e se precaver de possíveis invasões à sua privacidade online. Conheça então três medidas que protegem seus dados enquanto estiver navegando na internet, impedindo que seu provedor tenha conhecimento do que você está fazendo na rede.

1- Ajustar seu DNS

O DNS (Domain Name System) gerencia nomes hierarquicamente para dispositivos conectados à Internet, armazenando dados muito além do nome do host e de seu IP. E é por meio do DNS que seu computador consegue “traduzir” os nomes dos sites em uma linguagem que ele seja capaz de entender. Acontece que seu computador normalmente é configurado para utilizar o DNS fornecido pelo seu provedor para tal, o que significa que o provedor tem acesso à lista de todos os sites que você já visitou. Mas é possível navegar na web sem precisar usar o DNS fornecido pelo provedor. Basta configurar sua máquina para utilizar DNS de terceiros, como, por exemplo, o Google Public DNS, que é gratuito.

2- Instalar o HTTPS Everywhere

Essa extensão, também gratuita, está disponível para Firefox, Chrome e Opera e serve para criptografar a sua navegação. O serviço funciona transformando sites que sejam apenas HTTP (ou seja, sem o protocolo de segurança) em HTTPS quando você os acessar, tornando sua navegação mais segura e protegida contra a vigilância de dados.

3- Pagar uma VPN

A rede privada virtual (VPN) serve para se utilizar uma rede paralela para se conectar com a Internet, como se fosse uma espécie de túnel criptografado garantindo que esse caminho seja percorrido com privacidade garantida. Por isso, é importante somente contar com serviços de VNP pagos, que garantem essa privacidade e a segurança na navegação. Os serviços gratuitos coletam seus dados e ainda podem vendê-los para terceiros de acordo com seus interesses.

Conferindo se está tudo protegido mesmo

Depois de ter tomado essas medidas para proteger seus dados contra uma possível espionagem por parte de seu provedor, basta conferir se tudo está mesmo protegido. Dois sites que permitem conferir se seu DNS e IP estão protegidos são o IPLeak.net e DNSLeakTest.com. fonte:tecmundo.com.br/tutorial/116429-tres-medidas-impedir-provedor-espione-navegacao.htm

domingo, 27 de julho de 2014

CONHEÇA 7 DICAS PARA NAVEGAR NA WEB SEM EXPOR A SUA PRIVACIDADE

Em tempos de internet acessível à grande parte da população mundial, o roubo de dados virou uma questão que preocupa muitas pessoas. Além disso, também há problemas como o rastreio de informações realizado por várias empresas simplesmente pelo fato de você acessar páginas na rede, armazenando informações para a utilização no envio de publicidade, por exemplo. Por esses motivos, muitos optam por entrar na internet utilizando serviços para aumentar a privacidade ou ao menos evitar os rastreios promovidos por sites e redes sociais. Abaixo, apresentamos algumas dicas para você navegar de uma forma mais anônima e tentar prevenir que os seus dados sejam coletados por terceiros. 1. Cuidado com as contas abertas Quando você possui uma janela do seu navegador aberta com a sua conta do Facebook, do Twitter ou da Google, por mais que você não receba esta informação, a sua navegação na internet é automaticamente rastreada. Literalmente cada clique que você executa é detectado, utilizando os cookies armazenados nos sites para fazer essa coleta de informações. Por mais que tenhamos utilizado apenas três exemplos, diversas mídias sociais fazem isso e é difícil evitar que tal rastreamento aconteça. Particularmente, no caso do Facebook, ele é capaz de ir ainda mais longe, recolhendo dados mesmo após a pessoa desconectar-se da rede social. Uma maneira de se prevenir é optando pelo uso de um navegador exclusivo para abrir as contas das suas redes sociais e serviços de email. Assim, você não oferece um “acesso fácil” aos sites que estiver visitando. 2. Bloqueie add-ons De certa forma, este tópico seria uma continuação do anterior. Como uma alternativa para evitar rastreios, você também pode optar por aplicativos que identifiquem a tentativa de coletar dados e sejam capazes de evitar o seu acontecimento. Caso você utilize o Mozilla Firefox, é possível utilizar um complemento como o Targeted Advertising Cookie Opt-Out (TACO), que é bem específico para realizar essa tarefa.
Há também o Disconnect, disponível para o Firefox, para o Safari e para o Google Chrome. Além desses, também há programas que servem para bloquear add-nos, auxiliando a manter a sua navegação um pouco mais “privativa”, avisando quando há tentativas de rastreio e deixando que você decida como agir. Para essa tarefa, é possível usar o Ghostery (para o Firefox, para o Chrome e para o Opera), o Do Not Track Plus (compatível com o Internet Explorer, o Chrome e o Firefox) ou aplicações como AdBlock Plus, Antisocial, ScriptNo, entre outras. 3. Utilize uma VPN Uma maneira de você tentar se proteger contra rastreios é por meio de uma VPN (do inglês Virtual Private Network, ou Rede Particular Virtual em uma tradução livre). Como o próprio nome sugere, é uma forma de conectar-se utilizando uma rede particular por meio de uma rede pública, como a internet. De uma forma geral, com isso você aumenta a segurança da sua conexão por meio da criptografia de dados, independente da localização física do seu computador (afinal, em muitos casos o IP também é disfarçado). Para acessar a internet por meio de uma VPN, você pode optar pelo uso de um dos programas existentes para a tarefa. Se você quiser apenas que a sua localização não seja identificada, você também pode optar por soluções mais simples, como o uso de um proxy ou uma ferramenta para alterar o seu IP. 4. Opte pela navegação anônima Você também pode utilizar a navegação anônima do seu browser para bloquear os cookies de rastreio. Certamente, essa é uma alternativa simples e que não exige a instalação de um programa para ser realizada. Cada navegador possui um atalho e um nome diferente para a função: - No Mozilla Firefox, basta clicar no botão do Firefox e escolher a opção “Nova janela privativa”; - No Chrome, use o botão de configurações e selecione “Nova janela anônima”; - No Internet Explorer, isso é feito pelas opções, no menu “Segurança” e na alternativa “Navegação InPrivate”; - No Opera, pelo botão do navegador, clique na alternativa “Nova janela privada”. Vale apenas lembrar que a navegação privada impede a gravação de informações no seu browser, mas não impede outras aplicações instaladas no computador de monitorar o que você está fazendo. Além disso, não há como apagar os traços de navegação deixados na própria internet, em servidores e roteadores.
O objetivo do acesso anônimo ao conteúdo da internet é não expor suas atividades para as demais pessoas que utilizam a máquina, mas não é possível esconder o que aconteceu fora do PC. 5. Use o TOR O Tor Browser traz um pacote completo de ferramentas para aumentar a sua privacidade e a sua segurança enquanto estiver navegando na internet. Com ele, o tráfego de dados gerado por mensageiros instantâneos, navegadores, SSH e outros aplicativos que usam o protocolo TCP se torna anônimo. Para evitar essa “vigilância indesejada”, o programa utiliza um mecanismo chamado “Onion Routings”. Dessa forma, ele faz o acesso utilizando camadas de criptografia e nós aleatórios na internet. Se você quiser saber mais sobre como fazer o acesso anônimo por meio da rede TOR, leia este artigo. 6. Faça buscas no DuckDuckGo Esta dica não é exatamente voltada para manter o seu anonimato na internet, mas mais para as pesquisas realizadas na rede. Para quem não conhece o serviço, o DuckDuckGo oferece um mecanismo de busca, assim como o Google, o Bing ou o Yahoo!. Porém, ele apresenta uma particularidade que os outros não são capazes de oferecer, que é a promessa de que você não será rastreado enquanto o utiliza.
Além disso, o DuckDuckGo é uma ótima alternativa para quem não quer receber resultados “filtrados” conforme o seu perfil, que é algo que ocorre pelos mecanismos tradicionais. 7. Desligue a sua webcam Embora não seja uma prática tão comum, uma vez que você possua uma webcam no computador, há um risco de alguém acessar esse dispositivo e utilizá-lo para “espionagem”. Como uma forma de prevenir tal ação, você pode sempre ser cuidadoso e evitar clicar ou instalar softwares suspeitos que solicitem permissão da sua câmera. Da mesma forma, você pode aumentar a segurança da sua conexão para evitar esse tipo de acesso indesejado. Ainda assim, se você acredita que pode ser vítima de uma ação desse tipo, a melhor prevenção é cobrir a lente da webcam quando ela não estiver em uso ou simplesmente desconectá-la do computador (caso haja essa opção). Aumentando a privacidade As medidas apresentadas neste artigo servem apenas como um guia para você aumentar a sua privacidade enquanto usa a internet. Porém, vale se lembrar de que existem, também, softwares maliciosos que buscam roubar dados, e utilizar boas ferramentas de segurança sempre é recomendado para fins de proteção. fonte: tecmundo.com.br/internet/43160-7-dicas-para-navegar-na-web-sem-expor-a-sua-privacidade.htm

SAIBA QUE A NAVEGAÇÃO EM MODO ANÔNIMO NÃO ESCONDE

A navegação em modo anônimo é um recurso capaz de suprir diversas necessidades de internautas que desejam realizar ações discretas. Mas fazer com que seu histórico não seja armazenado por um ou outro browser de fato encobre as pegadas deixadas em ambiente online? Saiba que, apesar de parecer seguro confiar nas opções de navegação privativa, alguns dados podem ser ainda monitorados. Mesmo que seja possível fazer com que demais usuários não consultem os sites visitados por você durante o uso do modo anônimo, seu provedor de internet é capaz de rastrear páginas que foram acessadas em sessões online privadas. Saiba como suas informações podem ser consultadas em modos anônimos de navegação ativados junto a browsers como Google Chrome, Opera, Mozilla Firefox, Safari e Internet Explorer a seguir. Eles conhecem sua identidade e localização Todo o dispositivo capaz de acessar a internet possui um IP (Protocolo de Internet). Significa que seu computador é, ao mesmo tempo, um “identificador” e “localizador”: seu IP diz quem você é e também informa a provedores de internet e a sites a localização de sua máquina. Sempre que um comando online é dado, portanto, seu IP é também revelado. Desta forma, não é difícil compreender como o rastreamento de ações executadas em modo anônimo podem ser rastreadas: todo sistema capaz de monitorar IPs pode descobrir sua localização e sua identidade em ambiente online. Este mecanismo de rastreamento, inclusive, foi utilizado pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) para coletar dados de internautas com o objetivo de “identificar a composição de redes online terroristas”.
Em outros modos, quer dizer que a navegação privativa ou anônima é capaz de manter seu histórico escondido de usuários enxeridos; seu endereço de IP, contudo, sempre vai ser identificado pelos sites acessados por sua máquina. Mas este não é o único método adotado por mecanismos de coleta de informações online. Até mesmo os certificados de segurança emitidos por sites são objetos que podem alimentar possíveis identificações. Certificados de segurança O tráfego online entre servidores e computadores é realizado por meio das tecnologias Secure Sockets Layer (SSL) e Transport Layer Security (TLS). Com o objetivo de fazer com que os certificados de segurança sejam emitidos de forma eficaz, a maioria dos sites adota o pacote de código aberto OpenSSL. Em suma, quer dizer que determinadas permissões são concedidas a certos domínios por meio da ativação de SSLs. Firefox Ao navegar sob modo privado no Firefox, os certificados SSL baixados vão ainda assim manter registradas algumas de suas solicitações (como o cancelamento de popups ou a não autorização ao armazenamento de cookies). Estas informações são então guardadas pelo navegador da Mozilla – o que não garante sigilo absoluto de dados informados durante sessões privadas. Esta peculiaridade é conhecida desde 2010 e foi tema de estudo por parte de pesquisadores da universidade de Stanford.
Chrome Se você fizer login junto ao Google Chrome mesmo em modo de navegação privada, o browser vai fazer com que cookies sejam listados em sessões futuras. Acontece que suas preferências enquanto consumidor, por exemplo, serão listadas pelo navegador da Google também quando o modo tradicional for ativado. Se você está à procura de um presente para seu familiar e clica sobre determinado anúncio durante o modo anônimo, pode ser que a surpresa seja comprometida pela “aparição de spoilers” em acessos por meio de páginas “tradicionais”. O que fazer? O modo de navegação anônima de navegadores populares tem o objetivo de não fornecer a usuários de um mesmo dispositivo acesso a atividades realizadas de forma discreta. Por meio desses conhecidos browsers, eliminar seus passos dados online de servidores não é possível. Há, porém, formas de navegar de modo privado internet afora. Se fazer que seu PC se tranforme em uma das "máquinas mais seguras do mundo" é sua intenção, consulte este artigo e aprenda a usar o sistema operacional Tails. Importante salientar o fato de que nenhum sistema é capaz de evitar eventuais ataques. Não obstante, as condições de uso do modo de navegação anônima dos navegadores estabelecem uma série de diretrizes – para fins de investigação criminal, a Justiça pode até acessar dados hospedados por servidores coletados durante sessões privadas.
A grande rede está, assim, vulnerável a ações das mais variadas finalidades: você bem deve se lembrar da falha Hearbleed, que comprometeu as informações trocadas entre usuários e servidores de 66% de toda a internet. Projetos de combate a práticas contra o direito à privacidade têm sido desenvolvidos (conheça, por exemplo, o Project Zero). Mas a dúvida é persistente: estamos de fato seguros? FONTE:http://mashable.com/2014/07/21/how-private-browsing-works