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sexta-feira, 30 de maio de 2014

NOVO MÉTODO DE TELEPORTE QUÂNTICO NOS DEIXA MAIS PRÓXIMOS DE UMA INTERNET QUÂNTICA

Uma equipe de cientistas holandeses anunciou um novo método para teletransporte quântico que usa entrelaçamento como uma forma de comunicação. Eles conseguiram teleportar com sucesso dados a uma distância de três metros. O importante aqui é que eles conseguiram fazer com 100% de confiabilidade. O feito por si só não é exatamente um grande avanço. Teletransporte quântico não é algo novo. Cientistas já brincam com isso há anos, e a distâncias de até 100 quilômetros. A confiabilidade de 100%, no entanto, é a grande novidade. Isso nos deixa um passo mais próximos de um computador quântico genuíno. Ou, ao menos, nas palavras do comunicado divulgado pelo laboratório, “é um passo importante em direção a uma rede de comunicação quântica entre computadores quânticos ultrarrápidos – uma internet quântica.” Isso parece bem legal! Mas espere até saber como eles estão fazendo isso. Os pesquisadores aprisionaram elétrons dentro de diamantes a temperaturas extremamente baixas e então atingiram eles com lasers, produzindo quantum bits (os qubits) que podem descrever diversos valores. Os diamantes agem como “mini-prisões” para os elétrons, eles dizem, e permite que eles criem uma rotação para os elétrons e ler eles novamente com precisão. Através de entrelaçamento, eles transportam efetivamente dados entre os qubits a uma distância de três metros com 100% de precisão. Em seguida, eles planejam fazer isso a uma distância pouco inferior a 1,6km. A equipe holandesa publicou um paper sobre o novo método na Science, mas as coisas estão ficando cada vez mais empolgantes. Se eles conseguirem ampliar o método, poderemos chegar à próxima geração da computação, ao introduzir um novo padrão de velocidade e poder nunca vistos antes. Não vamos teleportar nossos amigos de um canto para o outro do planeta. Mas pelo menos teremos uma internet incrivelmente rápida. fontes: Science/gizmodo

sábado, 26 de abril de 2014

EXTRATERRESTRES PODERÃO ESTAR MAIS PRÓXIMOS DO QUE PENSAMOS

Ainda continuam vivos na memória os filmes do Discovery Channel com declarações chocantes de Stephen Hawking, um dos mais influentes e conhecidos físicos teóricos. O cientista e prémio Nobel fez uma declaração sensacional em que disse que os extraterrestres, muito provavelmente, existem mesmo, implorando à humanidade não tentar entrar em contato com eles. Não é a primeira vez que Stephen Hawking discorre sobre mundos extraterrestres. Ele se tornou famoso graças ao livro “Breve História do Tempo” sobre a origem do Universo. Na nova série, Stephen Hawking declara que existem outras formas de vida em muitos cantos do Universo mas que os extraterrestres podem simplesmente utilizar a Terra como fonte de recursos para a conquistar e continuar o seu caminho. Os americanos já começaram a estudar o problema da identificação de criaturas alienígenas, por enquanto só a nível genético. Garry Rafkan, professor de Genética da Escola de Medicina de Harvard, desenvolveu um chip capaz de determinar a existência de fragmentos de ADN extraterrestre. O chip deverá ser utilizado nos equipamentos de investigação do futuro rover marciano (veículo robótico). A poeira do planeta vermelho cairá em uma solução especial que será submetida a ultrassons para eliminar quaisquer vestígios orgânicos e depois analisada para detetar a existência de ADN. Receber os “homenzinhos verdes” Há muitas décadas que a Humanidade anda procurando vida extraterrestre. Os investigadores americanos resolveram, para fundamentar a necessidade das buscas de seres racionais extraterrestres, utilizar o paradoxo do conhecido físico Enrico Fermi, ou seja, a contradição entre a grande probabilidade de existência de vida racional no Universo e a ausência de sinais visíveis desta existência. O cientista colocou esta pergunta simples: “Se existem tantas civilizações fora da Terra, onde estão elas?”. Os americanos propuseram uma forma de resolver este paradoxo. Eles estabeleceram que, se partirmos do tempo médio de vida de uma civilização na nossa galáxia de mil anos (os habitantes da Terra só enviam sinais de rádio para o cosmos há 100 anos), na Via Láctea podem existir mais de 200 civilizações sem saberem da existência umas das outras. Os ingleses foram ainda mais longe. Na Universidade de Edimburgo consideram que na nossa galáxia existem pelo menos 361 civilizações de seres racionais e que o seu número máximo poderá atingir 38.000. Fonte: ovnihoje