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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
CUIDADO: BEBER ÁGUA EM EXCESSO PODE MATAR
Todo mundo sabe que beber água durante exercícios é importante, principalmente durante longos exercícios, como treinos e competições.Entretanto, se muita água for ingerida, podemos sofrer de uma condição conhecida como hiponatremia, que literalmente significa pouco sódio no sangue. A hiponatremia é relativamente comum entre pessoas com certas doenças, e entre atletas, como maratonistas.
Mas como a hiponatremia causa a morte? Uma forma comum de morte nestes casos é o edema ou inchaço cerebral. O excesso ou pouca ingestão de água ou sal causa uma série de reações no corpo, mediadas pelo hormônio antidiurético. O resultado é que o organismo passa a eliminar água pela urina, ou então para de eliminá-la.
Mas se uma quantidade muito grande de água for ingerida em um período curto, pode-se atingir uma condição chamada de “sobrecarga de ingestão de água”, que pode ser associada a uma diminuição no sangue em circulação, mesmo que a quantidade total de fluidos no corpo seja alta.
A diminuição na quantidade de sangue circulante leva a um acúmulo anormal de fluido no corpo, ou edema. A diminuição do volume de sangue causa um aumento no efeito hormonal antidiurético, piorando o problema.
O corpo todo começa a apresentar problemas. A diminuição no volume de sangue diminui também a quantidade de oxigênio levado a todo o corpo, inclusive aos músculos e também ao cérebro, tornando o funcionamento do mesmo errático, prejudicando os processos cognitivos (do pensamento) e de tomada de decisões. O resultado é confusão, desorientação, e inconsciência.
De qualquer forma, o risco de sofrer de hiponatremia é baixo, e na maioria dos casos, a condição pode ser tratada, assim situações perigosas são facilmente evitadas. Pra profissionais, vale a pena correr o risco baixo de hiponatremia em vista das vantagens obtidas pela melhora na performance atlética pela ingestão da quantia correta de água: geralmente entre 150 ml e 200 ml a cada 15 a 20 minutos de exercícios.
A recomendação mais simples é beber de acordo com a sede. Antes, durante e depois do exercício.
FONTE:[MedicalXpress]
É POSSÍVEL ALGUMA COISA ESCAPE DE UM BURACO NEGRO
Os buracos negros são possivelmente os elementos mais obscuros do universo. Graças à enorme gravidade da curvatura espacial, tudo o que vai para dentro deles é imediatamente partido e perdido. Os cientistas nunca viram um buraco negro porque nada, nem mesmo a luz, pode escapar dele.
Bem, na verdade, quase nada pode escapar…
Os estudantes que estão começando mecânica quântica aprendem que, no mundo subatômico, nenhuma barreira é intransponível. Partículas elementares – como fótons e elétrons – não são como bolas saltitantes que, quando jogadas em uma parede, ricocheteiam. Elas são mais parecidas com fantasmas.
Barreiras incentivam essas partículas fantasmagóricas a ficar dentro de uma determinada área, mas ocasionalmente as partículas passam através delas. Esse estranho comportamento é chamado de “efeito túnel”, e nem mesmo os assustadores buracos negros são imunes a esse fenômeno.
De acordo com Andew Hamilton, astrofísico da Universidade do Colorado, o horizonte de um buraco negro é de fato uma barreira intransponível para os seres humanos ou qualquer outra coisa maior do que um átomo. Mas, de vez em quando, uma partícula subatômica consegue passar por ele.
Acredita-se que todos os buracos negros emitam um lampejo incrivelmente fraco de material, chamado de “radiação Hawking”, efeito descoberto pelo físico inglês Stephen Hawking, em 1970. A teoria diz que a radiação faz com que os buracos negros percam massa.
Classicamente, se acredita que não há nenhuma maneira pela qual a radiação escape de um buraco negro. Dentro do horizonte, o espaço está caindo mais rápido do que a luz, por isso nada pode sair dele sem viajar mais rápido do que a luz do outro lado. Mas, de acordo com a mecânica quântica, existe alguma possibilidade de que algo possa sair do tunelamento quântico.
Para que isso aconteça, devem existir condições muito especiais.
Assim como a mecânica quântica permite o tunelamento quântico, ela também permite que as partículas aleatoriamente rebentem à existência. Na realidade, as “flutuações quânticas” acontecem o tempo todo: pares de partículas e antipartículas surgem espontaneamente do vácuo no espaço (e geralmente aniquilam umas as outras imediatamente).
Para que uma partícula possa escapar de um buraco negro, uma flutuação quântica deve ocorrer perto da borda do buraco negro. Quando isso acontece, às vezes uma partícula será colocada para fora antes que o aniquilamento aconteça. Seu parceiro imediatamente fica “espaguetizado” pelo buraco negro – alongado, assim que ele mergulha para o centro.
Para que esta separação dramática ocorra, as partículas produzidas na flutuação quântica devem ter comprimentos de onda muito longos. Por mais estranho que possa parecer, a mecânica quântica diz que todas as partículas também são ondas, e assim elas têm comprimentos de onda que descrevem a distância entre seus picos sucessivos. Quanto mais lentamente uma onda ou partícula se movimenta, maior seu comprimento de onda.
Partículas que são produzidas por flutuações quânticas e que têm comprimentos de onda que são comparáveis ao tamanho do buraco negro são capazes de sair dele. Usando a analogia anterior, podemos dizer que essas partículas são especialmente fantasmagóricas. Seus enormes comprimentos de onda as tornam livres para vaguear pelos domínios que ultrapassam o limite do buraco negro.
A radiação Hawking tem um comprimento de onda característico, que é comparável ao tamanho do horizonte do buraco negro. No caso do buraco negro que está no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, as partículas que saem dele têm comprimentos de onda com cerca de 14 vezes o raio do nosso sol. Nos buracos negros supermassivos as partículas devem ter comprimentos de onda longos como o tamanho de bilhões de sóis para saírem dele.
Como você deve ter imaginado, não há muitas partículas que se encaixam nos critérios necessários para escapar dos buracos negros.
Mesmo os buracos mais brilhantes (que são os menores, porque têm menos gravidade e, portanto, permitem que mais partículas escapem) são muito escuros. A radiação Hawking de um “pequeno” buraco negro do tamanho de 30 sóis é apenas um bilhão de trilhão de trilionésimo tão brilhante quanto uma lâmpada de 100 watts.
Esta radiação é completamente inundada pela luz de outros objetos brilhantes no espaço, e por isso os cientistas ainda não conseguiram detectar a radiação Hawking. No entanto, eles afirmam ter certeza de que ela existe.
FONTE:[Life'sLittleMysteries]
BURACO NEGRO TEM VENTOS DE 32 MILHÕES DE KM/H
Cientistas calcularam os ventos mais fortes já observados em um buraco negro: 32 milhões de quilômetros por hora (km/h).
Isso representa cerca de 3% da velocidade da luz, e quase 10 vezes mais rápido do que já visto em qualquer outro buraco negro com massa estelar.
“Isso é o equivalente cósmico dos ventos de um furacão categoria 5”, afirma a líder do estudo, Ashley King, da Universidade de Michigan, EUA. “Não esperávamos observar ventos tão poderosos em um buraco negro desse tipo”.
Um buraco negro estelar, que nasce quando uma estrela extremamente massiva colapsa, tipicamente contém entre cinco a dez vezes a massa do sol. O que está fabricando esse incríveis ventos é conhecido como IGR J17091-3624, ou IGR J17091.
O IGR J17091 é um sistema binário onde uma estrela parecida com o sol orbita o buraco negro. Ele está localizado na região central da nossa galáxia, a cerca de 28 mil anos-luz da Terra.
Os ventos do IGR J17091 são parecidos com os mais rápidos gerados por buracos negros super massivos, que possuem uma massa milhões, ou até bilhões, de vezes maiores. Esse é o tipo de buraco negro que os cientistas imaginam residir no coração de quase todas as galáxias ativas, incluindo a nossa.
“É uma surpresa que esse pequeno buraco negro consiga ter ventos a uma velocidade que vemos tipicamente apenas em buracos negros gigantes”, comenta o coautor Jon Miller, também da Universidade de Michigan. “Em outras palavras, ele está muita acima de sua classe”.
Outra descoberta surpreendente do estudo é que o vento, que aparece de um disco de gás ao redor do buraco negro, pode estar dispersando mais material pelo espaço do que o buraco está capturando.
“Ao contrário da percepção popular do buraco negro puxando todo o material que se aproxima, nós estimamos que quase 95% da matéria ao redor do IGR J17091 é expelida pelos ventos”, comenta King.
Ao contrário dos furacões da Terra, os ventos do IGR J17091 estão soprando em diferentes direções, ao mesmo tempo. Esse padrão é diferente dos jatos, quando o material que flui fica centrado em raios perpendiculares ao disco do buraco negro, geralmente a uma velocidade próxima à da luz.
Os astrônomos imaginam que os campos magnéticos dos discos dos buracos negros são responsáveis por produzir os jatos e ventos.
FONTE: [Hypescience]
BURACO NEGRO GIGANTESCO CRIA BOLHA DE PARTÍCULAS
Quando se fala em “buraco negro”, normalmente imaginamos uma espécie de “aspirador de matéria”, do qual nem mesmo a luz escapa. Contudo, alguns não apenas absorvem partículas, mas as expelem – e os feixes chegam perto de atingir a velocidade da luz. Quando desaceleram, criam uma espécie de “bolha” que, apesar do tamanho, é invisível para telescópios convencionais.
Assim, usando um equipamento capaz de capturar imagens a partir de ondas de rádio de baixa frequência, o Telescópio Internacional LOFAR, uma equipe de astrônomos de vários países conseguiu registrar o fenômeno. “O resultado é de grande importância”, destaca Francesco de Gasperin, um dos autores do estudo. “Ele mostra o enorme potencial do LOFAR e traz fortes evidências do vínculo entre buracos negros, galáxias e seus arredores”.
BOLHA ESPECIAL
Durante o teste do LOFAR, os astrônomos observaram o centro da galáxia Messier 87 (que é 2 mil vezes mais massiva do que a nossa), onde está um dos maiores buracos negros já descobertos, cuja massa é 6 bilhões de vezes maior que a do sol. Em poucos minutos, o buraco absorve uma quantidade de matéria equivalente à da Terra, converte parte dela em radiação e expele grande parte em altíssima velocidade – emitindo ondas de rádio.
Em comparação com o resto do universo, a bolha é especialmente “nova”: tem “apenas” 40 milhões de anos. Além disso, o que vemos com a ajuda do LOFAR não é apenas um registro de uma atividade que ocorreu há muito tempo, pois a bolha recebe constantemente novas partículas expelidas pelo buraco negro.
“O que é mais fascinante é que esse resultado dá pistas sobre a violenta conversão matéria-energia que ocorre muito perto do buraco negro”, destaca a pesquisadora Andrea Merloni. “Nesse caso, o buraco negro é particularmente eficiente em acelerar o jato [de matéria], e muito menos efetivo em produzir emissões visíveis”.
FONTE:[ScienceDaily]
FUSÃO DE GALÁXIAS É CAPTURADA PELO HUBBLE
A foto acima mostra a galáxia NGC 2623, que é na verdade um par de galáxias em processo de formar uma só.
O telescópio Hubble fotografou a fase final dessa titânica fusão de galáxias. Elas estão a cerca de 300 milhões de anos-luz de nós, na constelação de Câncer.
E por que acontecem fusões de galáxias? No espaço, as galáxias não ficam igualmente espaçadas: elas se reúnem em grupos ou pequenos aglomerados, unidos pela atração gravitacional (e governadas por ela).
Nessa dança gravitacional, é comum que duas galáxias sejam mutuamente atraídas e acabem passando por um processo de fusão. Essa colisão e fusão demoram milhões ou até bilhões de anos.
No caso da NGC 2623, o encontro violento entre as galáxias gigantes tem produzido uma região de formação de estrelas perto de um amplo núcleo luminoso, ao longo das “caudas” vistas na imagem.
As caudas opostas cheias de gás, poeira e jovens aglomerados de estrelas azuis se estendem por mais de 50.000 anos-luz a partir do núcleo já mesclado das galáxias.
Provavelmente provocado pela fusão, um buraco negro supermassivo comanda a atividade na região nuclear. A formação de estrelas e seu núcleo galáctico ativo fazem da NGC 2623 brilhante em todo o seu espectro.
A imagem também mostra galáxias de fundo ainda mais distantes, espalhadas pelo campo de visão do Hubble.
Veja também a foto da NGC 6240, uma colisão entre duas galáxias ricas em gás que se fundiram a 330 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Ofiúco. O fenômeno nos permite ter uma ideia de como a fusão de nossa galáxia com a galáxia Andrômeda vai parecer para um observador em outro ponto do universo.
FONTE:[NASA]
terça-feira, 30 de outubro de 2012
COMO NASCEM, VIVEM, MORREM AS ESTRELAS
A existência de um astro, que dura de 100 milhões a 1 trilhão de anos, passa por três fases: nascimento, meia-idade e maturidade. "Todas as estrelas nascem da mesma forma: pela união de gases", diz o astrônomo Roberto Boczko, da Universidade de São Paulo (USP). Partículas de gás (geralmente hidrogênio) soltas no Universo vão se concentrando devido às forças gravitacionais que puxam umas contra as outras. Formam, assim, uma gigantesca nuvem de gás que se transforma em estrela - isto é, um corpo celeste que emite luz.
A gravidade espreme essa massa gasosa a tal ponto que funde os átomos em seu interior. Essa fusão é uma reação atômica que transforma hidrogênio em hélio, gerando grande quantidade de calor e de luz. Um exemplo de estrela jovem são as Plêiades, na Via Láctea, resultado de fusões que começaram há poucos milhões de anos.
Durante a meia-idade - cerca de 90% da sua existência -, a estrela permanece em estado de equilíbrio. Seu brilho e tamanho variam pouco, ocorrendo apenas uma ligeira contração. É o caso do Sol, que, com 4,5 bilhões de anos, se encontra nessa fase intermediária de sua existência, sofrendo mínima condensação.
Quando a maior parte do hidrogênio que a compõe se esgota, a estrela entra na maturidade - este sim, um período de drásticas transformações. Praticamente todo o hidrogênio do núcleo já se converteu em hélio. Com isso, diminui a fusão entre as moléculas de gás e começa um período de contração e aquecimento violentos no corpo celeste. A quantidade de calor e luz gerados é tão grande que o movimento se inverte: o astro passa a se expandir rapidamente. Seu raio chega a aumentar 50 vezes e o calor se dilui. A estrela vira uma gigante vermelha. Um exemplo é Antares, na constelação de Escorpião - uma amostra de como ficará o Sol daqui a 4,5 bilhões de anos, engolindo todo o Sistema Solar.
Já na maturidade, a falta de hidrogênio torna-se crítica. Apesar da rápida expansão, a fusão entre os gases diminui continuamente: o astro caminha para seu fim. O modo como ele morrerá depende da sua massa. Se ela for até duas vezes a do Sol, sua contração transformará o corpo celeste em um pequeno astro moribundo, cuja gravidade já não consegue segurar os gases da periferia. Mas se a massa for de duas a três vezes a do Sol, a contração final será muito forte, criando um corpo celeste extremamente denso chamado pulsar, ou estrela de nêutrons. Quando a massa é maior, a condensação final é mais violenta ainda e o núcleo do antigo astro vira um buraco negro - sua densidade é tão alta que ele não deixa nem a luz escapar. Simultaneamente, os gases da camada mais periférica dessa estrela se transformam em uma supernova — massa de gás que brilha por pouco tempo até sumir de uma vez por todas.
A massa da criação celestial
Concentração de gases no espaço gera astros luminosos
Nascimento
Todo o Universo está cheio de moléculas de gases dispersas. Elas atraem umas às outras e, ao atingirem uma certa massa, dão origem às estrelas
Juventude
Numa estrela nova, os gases (principalmente hidrogênio) encontram-se mais dispersos na periferia, mas extremamente condensados no centro. Essa concentração é tão grande que os átomos de hidrogênio se fundem, dando origem a átomos de hélio e liberando grande quantidade de calor
Maturidade
Quando a maior parte do hidrogênio se esgota, a estrela entra em sua fase de vida final. Segue-se um período de violenta retração, após o qual ela se expande drasticamente, aumentando várias vezes o seu tamanho
TRÊS FACES DA MORTE 1.
Se a massa da estrela for até duas vezes a do Sol, sua contração transformará a estrela em uma anã branca, pequeno astro moribundo, 100 vezes menor que seu tamanho original
2. Se a massa for duas a três vezes a do Sol, sua contração será tão violenta que as partículas de gás tornam-se nêutrons. O resultado é a chamada estrela de nêutrons, o segundo corpo celeste mais denso do Universo
3. Se a massa da estrela for três vezes maior que a do Sol, sua contração final será tão violenta que o núcleo transforma-se num buraco negro, o corpo celeste mais denso que se conhece. Enquanto isso, os gases periféricos dão origem a uma supernova, massa gasosa que brilha por pouco tempo e logo desaparece
FONTE: MUNDOESTRANHO
OS 8 VENENOS MAIS MORTAIS DO MUNDO
8 - CIANURETO.
Origem: Vegetais como a mandioca,ou sintetizado em laboratório.
Contaminação: Ingestão ou inalação.
Dose Letal: 5mg/kg
Antídoto: NITRITO DE SÓDIO.
Informações: Também chamado de "CIANETO",esse composto existe na forma de gás ou de pó.Ele destrói as células do sangue,causa parada respiratória e debilita o sistema nervoso central.
Após a Segunda Guerra Mundial,muitos oficiais nazistas se mataram engolindo uma cápsula de cianureto.
(0,00005mg de cianureto mataria uma formiga(10mg)
7 - ESTRICINA.
Origem:Planta Strychnos nux vomica.
Contaminação:Ingestão,inalação ou contato com a pele.
Dose Letal:2,3mg/kg
Antídoto:Não tem.Diazepan intravenoso ameniza os sintomas.
Informações:Sintetizada no início do século XIX,a estricina é um pó usado como pesticida para matar ratos.O envenenamento gera convulsões,espasmos musculares e a morte por asfixia.No passado foi usada como anabolizante,para aumentar as contrações musculares dos atletas.
(0,00005mg/kg de estricina mata uma Formiga Saúva(25mg)
6 - SARIN
Origem:Sintetizado em laboratório.
Contaminação:Inalação.
Dose Letal:0,5mg/kg
Antídoto:Atropina.
Informações:Criado pelos nazistas em 1939,o gás sarin é uma das armas químicas mais poderosas que existem.Em contato com o organismo,o veneno debilita os músculos,causando parada cardíaca e respiratória.Foi esse o gás usado num atentado ao metrô de Tóquio em 1995,que matou 12 pessoas e feriu 5mil.
(0,00005mg/kg de sarin mataria um grilo(100mg)
5 - RICINA.
Origem:Mamona(Ricinus communis)
Contaminação:Ingestão ou inalação da substância
Dose Letal: 22 microgramas/kg
Antídoto:Não possui.
Informações:Considerada o mais letal veneno de origem VEGETAL,a ricina é uma proteína isolada das sementes da mamona.O envenenamento provoca dor de estômago,diarréia e vômito com sangue.Uma semente de mamona tem ricina suficiente para matar uma criança.De tão letal,é usada em ataques bioterroristas.
(0,00005mg/kg de ricina mataria um besouro(2mg)
4 - TOXINA DiIFTÉRICA.
Origem:Bacilo Corynebacterium diphteriae
Contaminação:Gotículas de saliva da fala ou espirro da pessoa contaminada.
Dose Letal:100 nanogramas/kg
Antídoto:Soro antidiftérico.
Informações:O sujeito contaminado com essa toxina,fica doente de difteria,uma doença que atinge os órgãos vitais,como o coração,fígado e rins.
(0,00005mg de toxina diftérica mataria um rato(500g) ou 250 besouros, ou 5000grilos, ou 20mil formigas saúvas, ou até 50mil formigas comuns)
3 - SHIGA-TOXINA.
Origem:Bactérias dos gêneros shigella e escherichia.
Contaminação:Ingestão de bebidas ou alimentos contaminados.
Dose Letal:1 nanograma/kg
Antídoto:Não tem.Tratam-se os sintomas até o veneno ser expelido do corpo.
Informações:A intoxicação causa uma diarréia tão forte que pode causar a morte.O veneno destrói a mucosa do intestino,causando hemorragia e impedindo a absorção da água.A pessoa fica desidratada e faz cocô com sangue.
(0,00005mg/kg de shiga-toxina mataria uma pessoa de 50kg ou 100 ratos de 500g)
2 - TOXINA TETÂNICA.
Origem:Bactéria clostridium tetani
Contaminação:Contato dos esporos da bactéria com ferimentos na pele.
Dose Letal:1 nanograma/kg
Antídoto:Soro antitetânico.
Informações:Essa é a toxina causadora do tétano,doença que ataca o sistema nervoso provocando espasmos musculares,dificuldade de deglutição,rigidez muscular do abdome e taquicardia.Estima-se que TREZENTAS MIL pessoas se contaminem com esse veneno por ANO no mundo,e desse total,METADE morre!
(0,00005mg/kg de toxina tetânica mataria uma pessoa de 50kg ou 100 ratos de 500g)
1 - TOXINA BOTULÍNICA
Origem:Bactéria Clostridium botulinum
Contaminação:Inalação ou ingestão de água ou alimentos contaminados.
Dose Letal:0,4 nanogramas/kg
Antídoto:Antitoxina trivalente equina
Informações:Dez mil vezes mais potente que os venenos de cobra,essa toxina age sobre o sistema neurológico,causando paralisia e morte.Curiosamente,em pequenas doses,essa substância é usada em tratamentos estéticosa para amenizar rugas(é o Botox).
(0,00005mg/kg de toxina botulínica mataria uma leoa de 100kg, 2pessoas de 50kg, 200ratos de 500g,50000besouros de 2g,1milhão de grilos de 100mg,4milhões de formigas saúvas de 25mg ou até 10milhões de formigas comuns de 10mg).
FONTE:http://mafiosorigatti.blogspot.com.br/2009/11/os-oito-venenos-mais-mortais-do-mundo.html
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