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sexta-feira, 27 de junho de 2014
O QUE É DISTÚRBIO EXPLOSIVO INTERMITENTE?
Descreve uma situação onde uma pessoa, nos momentos de raiva, não consegue conter seu comportamento e acaba perdendo o controle: xinga, berra, ameaça, destrói objetos, ataca fisicamente as pessoas. Possui as seguintes características 1 :
Apesar de não premeditar, depois desses ataques percebe que exagerou nas atitudes e sente vergonha, culpa e arrependimento.
Seus ataques de raiva nada têm a ver com o uso de álcool ou de drogas.
Apesar desses comportamentos, o portador do transtorno não tem problemas sérios com a Justiça.
Geralmente, na família há pessoas que apresentam o mesmo problema.
A pessoa apresenta dificuldade para controlar o impulso agressivo, na maioria das vezes, sua reação é explosiva e sempre muito desproporcional a situação que a desencadeou. Por exemplo: uma pessoa tem uma crise de fúria, joga coisas, xinga, grita porque a fila do cinema não anda. Essas atitudes não são premeditadas, ou seja, trata-se realmente de um impulso. Os portadores relatam que, às vezes, por uma fração de segundos, tem consciência do que está por ocorrer, mas não conseguem se controlar. Descrevem que esses momentos são precedidos de excitação crescente, alto nível de tensão, palpitações, aperto no peito, pensamentos raivosos etc., que os levam a fortes impulsos de agir agressivamente.
Após o ocorrido, sentem alívio da tensão e por algum tempo, acreditam que seus comportamentos são justificáveis. Invariavelmente, quando conseguem pensar com mais calma, sentem-se genuinamente arrependidos, com vergonha, culpados, tristes e confusos. O sentimento de base para o TEI é a raiva. Devemos, porém, considerar que a raiva é uma emoção normal que pode ocasionar sentimentos como aborrecimento ou irritação, e que somente quando fora de controle, torna-se destrutiva, causando problemas nas relações pessoais, de trabalho e qualidade de vida. Os indivíduos com esse transtorno frequentemente expressam raiva intensa e inadequada (para o estresse causado pelo ambiente ou situação), ou têm dificuldade para controlar essa raiva. São constantes também o extremo sarcasmo, a persistente amargura ou explosões verbais.
A raiva frequentemente vem à tona quando uma pessoa de sua simpatia é tida por eles como negligente, omisso, indiferente ou prestes a abandoná-lo. Durante períodos de extremo estresse pode ocorrer ideação paranóide ou sintomas dissociativos transitórios (por ex., despersonalização) mas estes, em geral, têm gravidade ou duração insuficiente para indicarem um outro diagnóstico psiquiátrico. Normalmente a maioria das pessoas acometidas desse mal acha que isso é normal e nega ser doente. A negação também faz parte das doenças da mente, mas se submetidas ao exame de “mapeamento cerebral” ficarão estarrecidas com o resultado porque o exame irá denunciá-las.
O Transtorno Explosivo Intermitente se percebe naquele indivíduo que, popularmente, é descrito como tendo “pavio curto” por não conseguir resistir aos seus impulsos agressivos.Desta forma, se tornam pessoas que têm dificuldade em avaliar as consequências de seus atos e, são levados a ter comportamentos agressivos, ataques de fúria e de agressividade, tais como, ameaçar, berrar, xingar, fazer gestos obscenos,falar palavrões, desrespeitar leis de trânsito, atirar objetos, envolver-se em brigas com a família, no trabalho,nas relações sociais e destruir objetos e propriedades.No entanto, seus ataques de agressividade não são premeditados, o que faz sentirem-se responsáveis por seus atos, demonstrando arrependimento, vergonha, culpa e tristeza.
As causas podem ser biológicas e/ou psico-sociais:
Biológica: disfunção na produção de serotonina.
Psico-sociais: Essas pessoas normalmente conviveram em famílias instáveis onde as explosões verbais e os abusos físicos e emocionais eram frequentes. Muitas vezes encontram-se nesses ambientes pessoas dependentes de álcool ou drogas.O portador apresenta baixa tolerância à frustração, e dificuldade para administrar sentimentos de raiva e hostilidade, são instáveis afetivamente, pois não sabem controlar seus sentimentos e emoções. Entendem que “o mundo está contra eles” e acabam por repetir o mesmo modelo de comportamento vivenciado na infância, acreditando ser essa uma forma de restaurar a auto-estima fragilizada.
perda de controle da agressividade superior a 2 vezes por semana;
ataques de agressividade não premeditados;
desproporcionais ao evento que o desencadeou;
sentimentos de culpa, vergonha, arrependimento,depois de um certo tempo, em relação aos ataques agressivos;
presença de familiares que apresentem características semelhantes;
crises de agressividade impulsivas, repentinas;
destruição de objetos e propriedades;
comportamento precedido de sensações físicas como: forte tensão, formigamento, tremores, palpitações, aperto no peito, tensão nas costas, pressão na cabeça, pensamentos raivosos que os levam a fortes impulsos de agir agressivamente;
relatam vontade de “matar alguém” ,“necessidade de ferir ou atacar”, ou frases como “é como um pico de adrenalina” ou “como se eu estivesse com sangue nos olhos”;
sensação de alívio imediatamente após a crise.
fonte: megaarquivo.com/2014/06/18/10-287-psiquiatria-o-que-e-o-transtorno-explosivo-intermitente/
COMO FOI CALCULADA A VELOCIDADE DA LUZ?
Até 1676, acreditava-se que a luz era instantânea. Naquele ano, o astrônomo dinamarquês Ole Roemer observou no telescópio que, em comparação com seus cálculos, havia um atraso de 22 minutos nos eclipses das luas de Júpiter. Roemer concluiu que o atraso correspondia ao tempo que a luz dos satélites levava para alcançar a Terra, à velocidade que estimou em 225 000 quilômetros por segundo. “Esse valor estava bem próximo do que é aceito hoje”, diz o físico Giorgio Moscati do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O valor correto – 299 792 km/s – foi determinado apenas em 1926 pelo físico alemão Albert Michelson. Para chegar a esse número, Michelson aperfeiçoou, durante 25 anos, o interferômetro, aparelho que mede em espelhos fixos o desvio da luz refletida por espelhos rotativos.
FONTE: megaarquivo.com/2014/06/26/10-317-como-foi-calculada-a-velocidade-da-luz/
NASA TRANSMITE VÍDEO DO ESPAÇO A 50 MBPS USANDO LASERS
A Nasa já testou com sucesso um sistema de comunicação chamado OPALS, que liga a ISS (Estação Espacial Internacional) com a Terra em velocidades de conexão que chegam a 50 Mbps usando lasers. Para isso, foi enviado um vídeo com a mensagem “Hello World” para a Terra.
Com a tecnologia que está em testes, será possível enviar vídeo em tempo real do espaço e o investimento nesta área é necessário para no futuro, quem sabe, transmitir imagens diretamente da superfície de Marte por alguma sonda.
A transmissão durou 148 segundos, mas o envio de apenas uma cópia do vídeo levou apenas 3,5 segundos, sendo que a mesma mensagem foi reenviada várias vezes no período. No fim das contas, mais de 1 GB de dados foi recebido, algo incrível pouco mais de 3 minutos de transmissão.
Em condições normais, usando sinais de rádio convencionais, o envio do vídeo apenas uma vez levaria 10 minutos.
Para quem tem alguma dúvida sobre a segurança dos raios laser, o OPALS usa um laser infravermelho de 2,5 watts, algo que certamente não é o suficiente para destruir a Terra e sequer causar qualquer tipo de estrago ao planeta.
FONTE:http://megaarquivo.com/2014/06/24/10-310-nasa-transmite-video-do-espaco-a-50-mbps-usando-lasers/
O QUE ACONTECE SE A PORTA DE UM AVIÃO SE ABRE DURANTE O VOO?
Depende da altura em que está o avião. Quanto mais alto, maior é a diferença de pressão e temperatura dentro e fora do avião, porque a cabine tem um mecanismo de pressurização, que mantém a temperatura estabilizada em 22 ºC e a pressão do ar semelhante à do nível do solo. Portanto, quanto mais longe do chão, piores podem ser as conseqüências para os passageiros e tripulantes. A sorte de quem estava no avião da TAM que perdeu a porta dianteira durante o voo no dia 8 de agosto de 2006 foi justamente que ele ainda estava decolando – portanto, estava a apenas um quinto da altura que costuma atingir durante o voo. A temperatura do ar que tomou conta da cabine era de 20 ºC e a pressão não era baixa o suficiente para causar problemas graves. Mesmo assim, alguns passageiros sofreram problemas de pressão sanguínea, e uma aeromoça que estava perto da porta teve que se segurar em uma poltrona para não ser arrastada para fora do avião. Na mesma hora o piloto deu meia-volta e retornou ao aeroporto, evitando problemas maiores. Mas a coisa podia ter ficado feia se a aeronave estivesse no seu teto de voo (a altura máxima que atinge).
Pânico à bordo
Velocidade entre 800 e 1 000 km/h, temperatura externa de 34 ºC negativos e a pressão do ar equivalente a um quarto da do nível do solo. A abertura da porta faz as pessoas sentirem muito frio e extrema dificuldade para respirar. Enquanto o ar externo entra na cabine, o interno, com a pressão bem mais alta, sai de uma só vez – como quando estouramos uma bexiga -, “cuspindo” pessoas e objetos para fora do avião.
O QUE O PILOTO FAZ? – Desce o máximo possível. As máscaras mantêm as pessoas respirando por 15 a 20 minutos.
1 800 metros
O avião da TAM estava nessa altitude,a 350 km/h, a temperatura do lado de fora era apenas 2 ºC menor do que a da cabine e a pressão interna era parecida com a pressão externa. Com a abertura da porta, a cabine é tomada pelo ar de fora, mas só a partir de 3 mil metros a pressão dele é baixa o suficiente para causar rompimento dos tímpanos, náusea e dor de cabeça
O QUE O PILOTO FAZ? – Prossegue para o aeroporto mais próximo.
No chão
Mesmo que o avião atinja 240 km/h, a velocidade máxima antes de sair do chão, nada de grave pode acontecer. No máximo, o vento faz voar objetos leves próximos da porta. Afinal, no solo, a temperatura e a pressão dentro e fora do avião são iguais – no nível do mar, a pressão é de 1 quilograma-força por cm2 e é um pouquinho menor em cidades mais altas.
O QUE O PILOTO FAZ? – Interrompe a decolagem.
fonte: megaarquivo.com/2014/06/26/10-316-aeronautica-o-que-acontece-se-a-porta-de-um-aviao-se-abre-durante-o-voo/
QUAIS SÃO OS PAÍSES COM AS PESSOAS MAIS GORDAS E MAGRAS DO MUNDO
A epidemia da obesidade não é mais novidade. Liderada pelos EUA, se alastrou pelo mundo todo, graças principalmente ao aumento do consumo de alimentos calóricos e pouco saudáveis e a falta de exercício físico. Tudo isso se deve, por sua vez, ao estilo da sociedade moderna atual, altamente tecnológica e prática.
Para se ter uma noção do que estamos enfrentando, pesquisadores usaram dados do mundo todo de 2005 de índices de massa corporal (IMC) e distribuições de altura para estimar a massa corporal média de adultos, multiplicado esses resultados pelo tamanho da população, obtendo uma massa total (a biomassa) de cada país. Essa biomassa foi então avaliada utilizando o padrão de IMC – em que um IMC superior a 25 indica população com sobrepeso, e maior que 30 população obesa.
Por exemplo, a América do Norte tem 6% da população mundial, mas 34% da biomassa devido à obesidade. Enquanto isso, a Ásia tem 61% da população mundial, mas apenas 13% da biomassa devido à obesidade.
Globalmente, a massa corporal média para um indivíduo foi calculado em 62 quilogramas. O excesso de peso foi calculado em 15 milhões de toneladas métricas, o equivalente a 242 milhões de pessoas de massa corporal média “extras” no planeta.
Como os dados são de 2005, e a obesidade vem aumentando em ritmo alarmante em diversos países, podemos esperar que a realidade seja ainda pior. Confira os 10 países “mais gordos” (incluindo apenas nações com mais de 100.000 pessoas):
- Estados Unidos;
- Kuwait;
- Croácia;
- Catar;
- Egito;
- Emirados Árabes Unidos;
- Trinidad e Tobago;
- Argentina;
- Grécia;
- Bahrain.
Já os 10 países mais magros são todos africanos ou asiáticos, o que se deve, supostamente, a terem mais problemas com fome e pobreza, por exemplo:
- Coreia do Norte;
- Camboja;
- Burundi;
- Nepal;
- República Democrática do Congo;
- Bangladesh;
- Sri Lanka;
- Etiópia;
- Vietnã;
- Eritreia.
Segundo os pesquisadores, as projeções populacionais do mundo sugerem que até 2050 2,3 bilhões de pessoas a mais vão circular pela Terra, e isso com certeza vai gerar implicações ecológicas, que por sua vez serão agravadas pelo aumento da massa corporal média.
Por quê? Porque mais massa corporal significa que as pessoas consomem mais energia e mais caloria, e o aumento da população vai afetar a demanda de recursos mais do que o esperado. “Embora o maior aumento no número da população seja esperado na Ásia e na África subsaariana, nossos resultados sugerem que o aumento da população nos EUA terá mais peso do que os números implicam”, dizem os cientistas.
“Nossos cenários sugerem que as tendências globais de massa corporal crescente terão implicações de recursos importantes, e, sem controle, o aumento do IMC pode ter as mesmas implicações para as necessidades mundiais de energia como 473 milhões de pessoas extras. Combater a gordura da população pode ser crítico para a segurança alimentar e a sustentabilidade ecológica”, concluem.
E o Brasil: país gordo ou país magro?
Pelos dados atuais, o Brasil tende para o lado gordo. Pesquisas de 2008 e 2009 indicavam que metade dos homens e mulheres brasileiros tinha excesso de peso (sobrepeso). 12,5% dos homens brasileiros e 16,9% das mulheres brasileiras são obesos.
A condição é mais comum entre homens do que mulheres, com a pior faixa etária sendo de 45 a 54 anos para eles e 55 a 64 anos para elas. Nos homens, o excesso de peso e a obesidade atingem duas a três vezes mais os de maior renda, além de se destacarem nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, e nas áreas urbanas. Nas mulheres, as duas condições se destacam no Sul e nas classes intermediárias de renda.
A mesma pesquisa – Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, realizada em parceria entre o IBGE e o Ministério da Saúde – mostrou que a obesidade e o excesso de peso têm aumentado rapidamente nos últimos anos no país, em todas as faixas etárias.
E pesquisas mais recentes confirmaram a previsão. Pode ser que não estejamos entre os 10 países “mais gordos”, mas, no ano passado, o IBGE revelou que mais da metade da população adulta brasileira já está acima do peso. O excesso de peso já atinge também uma em cada três crianças entre cinco e nove anos de idade, e um quinto dos adolescentes no país.
O nutricionista francês Pierre Dukan, autor de bestsellers sobre dietas, comentou em visita recente ao país que os jovens estão muito mais gordos que seus pais, e que o excesso de peso brasileiro pode ser contido com uma moderação no consumo de feijão com arroz.
“Fiquei com a impressão de que os jovens brasileiros comem bastante feijão, arroz e feculentos (como a batata) e também consomem mais açúcar do que os adolescentes na França”, disse Dukan, em entrevista à BBC. A dieta mais saudável do mundo, segundo pesquisas, é a mediterrânea. Conheça essa dieta e faça um esforço para se tornar mais saudável!
FONTES: livescience.com/21008-body-mass-the-heaviest-and-lightest-nations.html / livescience.com/21003-human-population-global-obesity-weight.html / ObesidadeBrasil / BBC.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120328_nutricionista_pierre_dukan_df.shtml / R7.com/saude/noticias/obesidade-no-brasil-cresce-em-ritmo-preocupante-20110118.html
OS PAÍSES RICOS TÊM MAIORES TAXAS DE DEPRESSÃO
Um novo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que países ricos tendem a ter maiores taxas de depressão do que as nações de baixa renda.
Uma equipe de pesquisadores analisou amostras representativas de pessoas de 18 países nos cinco continentes, totalizando 90 mil pessoas, avaliando seus históricos de depressão.
O estudo estima que a proporção de pessoas que já tiveram um episódio de depressão clínica na vida é de 15% nos países em que as pessoas tem alta renda e 11% em países de baixa renda. Enquanto a França (21%) e Estados Unidos (19%) tiveram as taxas mais elevadas, a China (6,5%) e o México (8%) apresentaram os índices mais baixos.
Não está claro o motivo das discrepâncias, mas deve-se levar em consideração o fato de que a riqueza e a felicidade são conceitos relativos.
Na maior parte dos países ricos, parece que aonde quer que você vá, sempre existem pessoas que são melhores do que você. Ter uma renda elevada não significa, necessariamente, viver em um ambiente sem pressão ou estresse.
Além disso, os países mais ricos também tendem a ter grandes níveis de desigualdade de renda, o que tem sido associado a maiores taxas de depressão, entre outras doenças crônicas.
Comparar taxas de depressão entre diferentes países é uma tarefa difícil, porque os participantes das pesquisas podem ser influenciados por normas culturais, já que nem todos os países aceitam problemas mentais e depressão como doenças que devem ser tratadas.
A depressão é um tabu na sociedade japonesa, por exemplo, que tem uma das maiores taxas de suicídio (embora as taxas de depressão no país tenham sido de três a quatro vezes inferiores às dos EUA).
As diferentes faixas etárias também interferem nos índices de depressão, dependendo do nível de riqueza do país. Os adultos mais velhos em países de alta renda, por exemplo, geralmente tem menores índices de depressão do que os jovens. Essa tendência é revertida nos países mais pobres, onde a vida de um idoso pode envolver maiores problemas e falta de assistência.
As descobertas do estudo da OMS podem ajudar os países a identificar as faixas de maior risco do desenvolvimento de depressão na população, sejam os idosos na Ucrânia ou as jovens mulheres divorciadas no Japão. Com isso, o tratamento da doença poderá ser facilitado.
FONTE: http://edition.CNN.com/2011/HEALTH/07/26/affluent.depression.prone/index.html?eref=rss_health&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+rss%2Fcnn_health+%28RSS%3A+Health%29
TESTE DE DEPRESSÃO:
O resultado deste teste rápido poderá ajudá-lo a determinar se você necessita procurar um profissional de saúde mental para diagnóstico e tratamento para depressão e poderá ajudá-lo a monitorar a sua depressão regularmente.
Responda as perguntas do que esteve sentindo DURANTE A ÚLTIMA SEMANA com honestidade para um melhor resultado.
OBSERVAÇÃO: O maior número de respostas "BASTANTE" ou MUITÍSSIMO" indica um quadro depressivo, no qual recomenda-se recorrer ajuda de um especialista.
1. Faço as coisas com lentidão:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
2. Meu futuro parece sem esperança:
A)De modo nenhum;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
3. É difícil me concentrar na leitura:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
4. Não tenho mais prazer e alegria na minha vida:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
5. Tenho dificuldade em tomar decisões:
A)De modo nenhum;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
6. Perdi interesse sobre aspectos da minha vida que costumavam ser importantes para mim:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
7. Me sinto triste, para baixo e infeliz:
A)De modo nenhum;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
8. Sou agitado e não paro de me mover:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
9. Sinto fadiga, cansaço, fraqueza:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
10. É necessário um grande esforço para eu fazer coisas simples:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo;
11. Eu sinto que sou uma pessoa culpada que merece ser punida:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
12. Sinto que sou um fracasso:
A)De modo nenhum;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
13. Me sinto sem vida – mais morto do que vivo:
A)De modo nenhum
B)Só um pouquinho
C)Um pouco
D)Moderadamente
E)Bastante
F)Muitíssimo
14. Meu sono não tem sido normal: durmo pouco, durmo demais ou de maneira irregular:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
15. Passo tempo pensando COMO eu poderia me matar:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
16. Me sinto preso ou capturado:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
17. Me sinto deprimido mesmo quando coisas boas acontecem comigo:
A)Não é verdade;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
18. Sem fazer dieta eu ganhei ou perdi peso:
A)De modo nenhum;
B)Só um pouquinho;
C)Um pouco;
D)Moderadamente;
E)Bastante;
F)Muitíssimo.
CONHEÇA OS PAÍSES COM MAIS MORTES DE TRÂNSITO NO MUNDO
Sabe aquela história de que o perigo está bem debaixo do nosso nariz, mas nem sempre a gente consegue ver? Bom, essa seria mais ou menos a moral da história desse artigo. Só que, nesse caso, o perigo costuma ficar guardado na garagem.
Sim, estamos falando do seu carro.
A taxa de vítimas causadas por acidentes de trânsito varia muito de um país para o outro. Mas, de acordo com um relatório divulgado pelo Transportation Research Institute, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, a média mundial é de 18 mortes por acidente de carro a cada 100 mil pessoas por ano.
Confira a lista com os países com mais mortes causadas por acidentes de carro:
1°)Namíbia (45);
2°)Tailândia (44);
3°)Irã (38);
4°)Sudão (36);
5°)Suazilândia (36);
6°)Venezuela (35);
7°)Congo (34);
8°)Malawi (32);
9°)República Dominicana (32);
10°)Iraque (32);
11°)República Centro-Africana (32);
12°)Mongólia (31);
13°)Belize (31);
14°)Djibouti (30);
15°)Lesoto (30);
16°)Moçambique (30);
17°)Malásia (30);
18°)El Salvador (29);
19°)Iêmen (28);
20°)Etiópia (28);
21°)Guiné Equatorial (28);
22°)Zâmbia (28);
23°)Guiana (27);
24°)Jordânia (27);
25°)Angola (27).
No fim da lista, entre os países com menos acidentes, aparecem Suécia (5), Guatemala (5), Suíça (5), Holanda (4), Antígua e Barbuda (4), Tonga (4), Israel (4), Ilhas Marshall (4), Fiji (4), Malta (3), Tadjiquistão (3) e Maldivas (2).
O Brasil aparece na 42ª posição, com 22 mortes a cada 100 mil habitantes por ano – o que é acima da média mundial.
Como ninguém está a prestes a desistir de carros e outros veículos para se transportar de um lugar ao outro, os cientistas estão apostando em tecnologias que possam tornar nossas estradas mais seguras. Já foram testados ou estudados um carro à prova de acidentes, um carro inteligente que pode salvar a sua vida e até um carro sem motorista, do Google, que aparentemente dirige melhor que você e causa muito menos acidentes.
FONTES: Universidade de Michigan http://deepblue.lib.umich.edu/bitstream/handle/2027.42/102731/102989.pdf/ LiveScience.com/43462-countries-crash-death-rates.html
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