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domingo, 8 de fevereiro de 2015

CONHEÇA 11 RECURSOS OCULTOS E ÚTEIS NO GOOGLE

O site de pesquisa Google está tão presente em nossas vidas que mal conseguimos imaginar como era a internet sem ele. Segundo estatísticas da própria empresa, aproximadamente 300 milhões de pessoas utilizam a ferramenta diariamente. Em 2012, foram feitas, em média, 5,1 bilhões de buscas por dia. No total, foram surreais 1,87 trilhões de pesquisas realizadas no ano passado. Apesar de tanta fama, ainda há muito a ser descoberto no Google. Confira:

1. Calculadora

A função de calculadora do Google é muito mais poderosa do que você pode imaginar. Além de resolver contas de matemática básica (como 5+6 ou 3*2), ela é capaz de fazer cálculos logarítmicos, sabe como utilizar constantes (como “e”, o número de euler, e o clássico “pi”) , bem como funções seno e cosseno. O Google também pode traduzir números em código binário – tente digitar “12*3 in binary” (precisa ser em inglês) que você verá o resultado “0b100100″. Clicando em “Mais informações”, o Google Support explica tudo que você gostaria de saber sobre a calculadora.

2. Pesquisa em um site específico

Ao usar a palavra-chave “site:” antes do que você deseja pesquisar, você faz com que o Google só retorne os resultados encontrados neste site específico. Por exemplo, se você procurar por “site: nasa.com Marte”, você só receberá como resposta notícias sobre o planeta Marte que foram publicadas no site da Nasa.

3. Conversões de unidades ou moedas

Esta é bem simples. As conversões de moeda e de unidade são feitas automaticamente pelo Google, basta você digitar o que procura. Você pode, por exemplo, inserir “1 BRL em USD”, “20 C em F” ou “15 polegadas em cm”. Você tem a escolha de escrever as unidades por extenso, como reais e Celsius, ou apenas suas siglas, como BRL e C, uma vez que a ferramenta as reconhece. O resultado da busca é instantâneo, não é preciso entrar em algum site de conversão nem mesmo utilizar a calculadora.

4. Fusos Horários

Outra ferramenta muito simples e prática. Procure por “horário em ” (assim mesmo, sem acento, senão não funciona) e você terá a hora local da cidade ou do país que procurou, bem como descobrirá em qual fuso horário o lugar se localiza. Checar que horas são em Roma nunca foi tão fácil.

5. Pesquisa por um tipo de arquivo específico

Se você sabe que está procurando por um PDF ou um arquivo de Word, você pode pesquisar diretamente por esses tipos específicos de arquivos ao digitar “tipo de arquivo: pdf” ou “tipo de arquivo: doc”. Exemplo: a busca “aquecimento global tipo de arquivo: pdf” só resultará em PDFs sobre o assunto.

6. Exibições de filmes nos cinemas locais

Para pesquisar quais filmes estão sendo exibidos neste momento onde você mora, basta digitar a palavra “filmes”, seguida do nome da sua cidade. Nos Estados Unidos, a ferramenta é ainda mais precisa, uma vez que existe a possibilidade de incluir o seu código postal – nesse caso, o Google já lhe mostra o cinema mais perto do você. No Brasil, porém, a pesquisa já é bem útil. Como resposta, o site lhe apresenta uma lista dos filmes que estão passando nos cinemas de sua cidade. Ao clicar naquele que deseja assistir, você será redirecionado para uma página contendo todos os locais que exibem o filme escolhido e os horários das próximas sessões. O nome de cada cinema está lincado a uma página, também do Google, onde você pode conferir todos os filmes atualmente em cartaz lá, além dos horários de suas sessões. Clicando em uma determinada sessão, é possível até mesmo já comprar os ingressos para o filme. Teste com a sua cidade. É de uma praticidade incrível.

7. Previsão do tempo

Outra ferramenta muito útil e que pode nos poupar uns bons minutos. Digite a expressão “tempo em” seguido da cidade da qual você deseja saber a previsão do tempo e o Google lhe trará a temperatura momentânea no local, além da previsão meteorológica para os próximos dias. O site também inclui no pacote as chances de chuva no momento, o nível de umidade, a velocidade do vento e a previsão da temperatura para as próximas horas. Todas as informações são fornecidas pelo site Canal do Tempo (The Weather Channel). Quer verificar quantos graus faz em Paris neste instante? Fácil.

8. Exclusão de termos da pesquisa

Quando você digita um termo de busca que possui um segundo significado ou uma estreita associação com outra coisa que não te interessa no momento, pode ser difícil encontrar os resultados desejados. Há um jeito de contornar este problema: exclua resultados irrelevantes usando o sinal de menos (“-“). Se, por acaso, você está procurando por um globo para comprar e quer eliminar as respostas sobre a Rede Globo, é só escrever “globo -rede globo” e uma variedade de globos terrestres à venda aparecem.

9. Índices sociais

Para verificar dados que apontam os indicadores sociais de uma região, como número de habitantes, expectativa de vida ou taxa de desemprego, você também pode confiar diretamente no Google. Na realidade, não é necessário nenhum truque: apenas escreva o indicador que você procura, seguido do lugar (“expectativa de vida na Alemanha”). O resultado da pesquisa aparecerá em formato de gráfico, comparando o local pesquisado com semelhantes (no caso da Alemanha, surgem também os dados da França e do Reino Unido) ao longo do tempo. Vá deslizando o cursor sobre o gráfico que o Google lhe dará o número exato do índice requisitado em um determinado ano. Você pode ainda clicar na opção “Explorar mais” no canto inferior esquerdo do gráfico e uma nova página do site se abrirá com todas as possibilidades de pesquisa sobre índices sociais do Google desde a porcentagem de lugares ocupados por mulheres no parlamento nacional até a emissão de CO2 na atmosfera per capita.

10. Definição de palavras

Além de todas as demais utilidades elencadas aqui, o Google também possui a função de dicionário. O site permite que você digite a palavra “define” (inglês para “definir”) e, em seguida, o termo que você gostaria de pesquisar. Portanto, se você ainda está à procura da melhor definição de “amor”, agora sabe que o Google é mais um lugar para se procurar.

11. “Barrel Roll”

E para finalizar a nossa lista, talvez o mais inútil (porém, mais divertido) truque para se fazer com a barra de pesquisas do Google. Basta digitar “do a barrel roll” e acompanhar a mágica acontecendo. Não queremos estragar a surpresa aqui, mas fica o aviso: em excesso, pode causar um pouco de tontura. fonte: telegraph.co.uk/technology/google/10346736/Google-search-15-hidden-features.html

CONHEÇA 10 MANEIRAS DE LIDAR COM CONEXÃO LENTA DE INTERNET

Às vezes,a internet lenta é a maneira do universo dizer-lhe para ir brincar lá fora. Outras vezes, é uma piada cruel do mesmo sádico universo para destruir sua produtividade. Seja como for, confira 10 maneiras de solucionar problemas ou apenas sobreviver a uma conexão de internet ruim:

1. Verifique a sua velocidade (e seu plano).

Às vezes, sua internet é lenta porque você está pagando somente por internet lenta. Entre no site do seu provedor (ou ligue para ele) e descubra o plano que você tem. Então, entre no site Speedtest.net e faça um teste de velocidade. Se os números forem iguais ao que você está pagando por, então a sua rede está funcionando bem e você está tem um plano ruim de internet – a melhor maneira de acelerá-la é atualizá-lo. Se os números não corresponderem, há algumas maneiras de corrigir esse problema (uma delas é reclamar com o provedor).

2. Verifique seu hardware

Antes de xingar seu provedor de internet, reinicie seu modem e roteador (ou seja, desligue-os e ligue-os novamente) e veja se isso ajuda. Confira outros computadores em sua casa para ver se a sua internet é a única lenta. Se sim, o problema é com este computador, e não seu roteador ou modem. Corrija o seu roteador ou modem (ou substitua-os) se eles forem o problema, e você navegará rapidamente mais uma vez.

3.Verifique seu sinal Wi-Fi

Se você estiver usando Wi-Fi, o sinal fraco pode causar internet lenta. Nesse caso, você pode precisar ajustar e melhorar o seu roteador com alguns truques (por exemplo, encontrar o melhor lugar para ele, que tenha o sinal mais forte). Ferramentas como Wi-Fi Stumbler e Wi-Fi Analyzer podem também ajudar a encontrar o melhor canal da sua casa – se você tem vizinhos, os roteadores deles podem estar interferindo com o seu e fazendo com que o sinal se degrade. Como roteadores sem fio podem operar em um número de diferentes canais, você deve escolher um com o mínimo de interferência possível.

4. Verifique o que está atrapalhando sua conexão

Se o seu hardware parece estar em boas condições de funcionamento, veja se há outros programas monopolizando sua conexão. Por exemplo, se você está baixando arquivos, a navegação normal vai ficar mais lenta. Você também pode tentar instalar extensões como AdBlock Plus ou FlashBlock, que bloqueiam alguns dos anúncios, animações e vídeos que podem “usar” sua conexão. Isso provavelmente não vai resolver todos os seus problemas, mas deve ajudar.

5.Tente outro servidor

Quando você digita um endereço no seu navegador (por exemplo, hypescience.com), seu computador usa algo chamado DNS para procurá-lo e traduzi-lo em um endereço IP. Às vezes, porém, os servidores que seu computador usa para procurar essa informação podem ter problemas. Cada provedor de serviços de internet geralmente tem seu próprio servidor DNS, mas nem sempre é o mais rápido. Muitas vezes, o servidor DNS mais rápido é o único que está fisicamente mais próximo da sua localização. Se você mudar para um mais rápido, isso significa que ele procurará os endereços IP e chegará onde você quer mais rápido. Pode não parecer muito, mas quando a página tem que carregar muitas coisas, faz diferença. Se o seu servidor de DNS padrão não está com problemas, então você provavelmente não obterá melhoras ao usar um alternativo. Servidores DNS de terceiros também podem ter vantagens, como filtragem de conteúdo, como o OpenDNS e o Google Public DNS. Algumas advertências são válidas, no entanto. Seu provedor de DNS pode ver cada site que você visita, por isso, se você está especialmente preocupado com a privacidade, melhor reconsiderar ferramentas como essas. Além disso, algumas escolas, empresas e outros locais só permitem que você use o servidor DNS deles, o que significa que se você alterar o servidor no seu laptop e, em seguida, levá-lo para o trabalho, você pode ter problemas com internet. Tome cuidado antes de fazer configurações.

6.Otimize sua web para conexão lenta

Talvez você esteja em um café ou em um avião, e não há nada que você possa fazer sobre a velocidade lenta da internet. Nesse caso, é hora de otimizar sua web, por exemplo, usando versões móveis ou HTML dos seus sites favoritos, desabilitando imagens e utilizando recursos como o Opera Turbo. É recomendável a criação de um navegador secundário em seu laptop especialmente para tal situação, o que pode realmente fazer a diferença quando você precisa trabalhar com uma conexão lenta.

7.Seja esperto

Se você precisa completar certas tarefas com conexão lenta, pode ter que priorizá-las de forma diferente do que se sua internet fosse rápida. Separe as tarefas em pesadas (que exigem banda larga rápida) e leves. Faça as mais simples quando estiver com conexão lenta, e agrupe as pesadas para fazê-las se e quando você tiver acesso mais rápido (se você não puder obter isso em casa, veja se pode usar a internet de um vizinho ou parente apenas para essas tarefas). Da mesma forma, trabalhe fora do seu navegador sempre que possível. Se você estiver escrevendo, por exemplo, faça isso em seu editor de texto favorito, em vez de no seu browser. Se você planejar seu trabalho com antecedência, pode tirar o melhor de uma situação ruim.

8.Converse com seu provedor de internet

Se você já passou por todas as etapas necessárias para solução de problemas e sua internet ainda está lenta, então é hora de ligar para o seu provedor de internet e ver se o problema é com eles. Lembre-se: não suponha que eles fizeram algo errado, e trate o seu representante de serviço ao cliente com respeito. Assim, é muito mais provável que eles resolvam seu problema. Se você verificou sua velocidade de internet e ela está menor do que a velocidade pela qual você está pagando, aproveite para conseguir alguma vantagem ou desconto, já que eles lhe proveram velocidades erradas todo esse tempo.

9.Troque de provedor

Se o seu provedor não puder ajudá-lo (talvez eles não forneçam a velocidade que você quer, ou talvez você esteja cansado do péssimo atendimento ao cliente), é hora de encontrar um novo. Isso pode significar que você precisa mudar para um tipo diferente de provedor, como cabo, DSL, satélite ou fibra, por isso você deve fazer um pouco de pesquisa antes de tomar sua decisão. Certifique-se que eles fornecem o tipo de velocidade que você precisa ou deseja.

10.Seja produtivo

Se você tiver sorte, conseguirá internet rápida novamente. Se não, você pode pelo menos aproveitar o lado positivo da conexão lenta: se você não precisa carregar coisas muito pesadas, a internet lenta pode até torná-lo mais produtivo. Afinal, se o Facebook leva um minuto para carregar, é muito menos provável que você fique acessando a rede social a todo momento para uma “breve pausa” que se transforma em uma hora perdida enquanto você deveria estar trabalhando em um artigo, por exemplo. fonte: http://lifehacker.com/top-10-ways-to-deal-with-a-slow-internet-connection-514138634

CONHEÇA 4 SEGREDOS PARA TER SINAL WI-FI NA CASA TODA

Se você mora em uma casa particularmente alta ou ampla, ou com um layout complicado, então você pode ter problemas com zonas mortas onde sua conexão de banda larga sem fio (mesmo de alta velocidade) simplesmente não pega direito. A boa notícia é que existem maneiras de melhorar seu sinal Wi-Fi pela casa toda.Por exemplo:

1. Atualize seu roteador

Algumas empresas são mais exigentes sobre instalar seu próprio hardware do que outras. Sua melhor aposta é a de verificar com o seu provedor de internet ou em um fórum de suporte e pedir uma lista de hardware compatível com sua conexão. Em seguida, se você estiver propenso a gastar com isso, pode procurar por um roteador melhor para sua casa. O AC3200 Ultra Wi-Fi Router, da D-Link, por exemplo, é uma boa opção. Mas antes de abrir a carteira, verifique as especificações do seu roteador atual e veja quanta diferença um upgrade vai fazer. Substituir as antenas do roteador é outra opção, embora muitos novos modelos tenham antenas internas. Se você tem um modelo com antenas externas, então você pode aumentar o sinal wireless usando antenas melhores ou mudando sua direção.

2. Mude a posição do roteador

Pode parecer óbvio, mas mover o roteador é uma das formas mais eficazes de melhorar o sinal do Wi-Fi. Lembre-se que a maioria dos roteadores lança o sinal em todas as direções ao mesmo tempo, portanto o ideal seria colocar seu dispositivo no meio de sua propriedade ou o mais próximo disso possível. Paredes, piso, móveis, espelhos e objetos de metal todos têm um efeito negativo sobre o sinal, então faça alguns ajustes no design de sua casa, se necessário. Quanto mais recentes forem os laptops, tablets e smartphones usados para se conectar à internet, maior será a velocidade a longas distâncias. Monitores de bebê, telefones sem fio e micro-ondas também podem causar interferência, e mudar o canal usado pelo seu roteador pode reduzir isso (procure ajuda no manual do seu roteador se não tiver certeza sobre como fazer isso). Muitos roteadores oferecem a opção de usar bandas 5GHz ou 2,4 GHz; a primeira tem mais canais e menos chance de interferência, mas o alcance do sinal não vai tão longe. Pode valer a pena uma atualização de firmware também. Se houver um software mais recente disponível para o seu modelo de roteador, isso pode fazer uma diferença significativa nas capacidades dele. Verifique com o fabricante do seu roteador ou seu provedor de serviços de internet para ver se há atualizações disponíveis.

3. Compartilhe Wi-Fi com os vizinhos

Se você está vive em casas com terraço ou apartamentos, por exemplo, pode ser uma boa ideia colocar o seu roteador no piso térreo e o do seu vizinho acima. É claro que há um elemento de confiança aqui – só funciona se você conhece bem seus vizinhos e se vocês dois tiverem uma conexão de banda larga rápida. Doar um pouco de sua banda larga pode ser um pequeno preço a pagar para ter um bom acesso à internet no quarto superior de sua casa. Trocar as senhas com seu vizinho pode dobrar as chances de ficar online sem nenhum custo extra. Só não se esqueça de manter o controle sobre o que a casa alheia pode acessar em sua rede doméstica. As configurações de rede em seu computador permitem que você restrinja o que compartilha com outras pessoas.

4. Invista em um repetidor

Repetidores são aparelhos que fazem exatamente o que seu nome sugere: repetem o sinal original a uma distância maior (mas geralmente perdem velocidade ao longo do caminho). Também é possível adquirir um adaptador powerline, também chamado de kit powerline, dispositivos que utilizam a fiação elétrica de sua casa para fazer o trabalho de transferência de bytes a partir de/para seu roteador. Das duas opções, o kit powerline é definitivamente a melhor – e também a mais cara. Você ainda pode usar um antigo roteador em conjunto com algum software de código aberto para fazer o mesmo trabalho que um repetidor. Para simples navegação na web, um repetidor deve dar. Já se você está assistindo ou baixando vídeos HD pesados, por exemplo, o kit powerline é mais recomendável. Como é normalmente o caso, pagar extra por equipamentos de qualidade (marcas com melhores avaliações) vai valer a pena a longo prazo. Antes de escolher algum hardware, no entanto, você vai precisar fazer uma pesquisa com base na configuração que você tem em casa e o que você é capaz de fazer com ela. fonte: http://fieldguide.gizmodo.com/how-to-get-a-strong-wi-fi-signal-in-every-room-of-your-1683315567

PREOCUPANTE: 16,7 MILHÕES DE CASOS DE GRAVIDEZ INDESEJADA POR ANO ACONTECEM PELA MÁ UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

Dos 16,7 milhões de gravidezes indesejadas que acontecem todos os anos, um estudo estima que 15 milhões poderiam ser evitadas em 35 países de baixa e média renda se as mulheres tivessem a oportunidade de usar métodos modernos de contracepção. Os dados, que se aplicariam a aproximadamente um terço da população mundial, foram publicados online na “Human Reproduction”, uma das principais revistas de medicina reprodutiva do mundo. Os autores da pesquisa – Saverio Bellizzi, Howard L. Sobel, Hiromi Obara e Marleen Temmerman – apontam que as mulheres que engravidam sem querer nesses países podem enfrentar um futuro complicado, incluindo morte, doença, deficiência ou menores oportunidades de educação e de emprego. Além disso, muitos casos de gravidez indesejada terminam em abortos induzidos. O peso da gravidez indesejada é ainda maior para as pobres e com pouco nível de instrução. Os pesquisadores compararam o uso de anticoncepcionais entre 12.874 mulheres que engravidaram sem querer com 111.301 mulheres sexualmente ativas que não estavam grávidas e nem queriam engravidar – mulheres sexualmente ativas foram definidas como aquelas que haviam tido relações sexuais pelo menos uma vez no mês anterior à entrevista. Eles coletaram as informações por meio de pesquisas demográficas e de saúde, que são padronizadas globalmente, do período de 2005 a 2012. Informações destes 35 países, que vão desde a Armênia ao Zimbábue, estavam disponíveis para análise e uma média de 96% das mulheres de 15 a 49 anos de idade elegíveis participaram do levantamento. Usando os dados, os pesquisadores calcularam as gravidezes indesejadas nos países estudados e a proporção que foi atribuída à não utilização de métodos modernos de contracepção. Os métodos contraceptivos foram classificadas como modernos, tradicionais ou de não utilização. Os métodos modernos incluíam contraceptivos orais combinados, pílulas só com progesterona, implantes, anticoncepcionais injetáveis, dispositivos intrauterinos, preservativos masculinos e femininos, esterilização e método de amenorréia lactacional (que parte do princípio que as mulheres que amamentam exclusivamente nos primeiros meses de vida do bebê tendem a não voltar a menstruar). Os tradicionais incluíam a famosa “tabelinha” – que tem como objetivo manter as relações sexuais fora do período fértil do ciclo menstrual de uma mulher – e o ato de tirar o pênis da vagina antes da ejaculação. As mulheres também precisavam dar a razão principal para a não utilização da contracepção: 1) Medo de efeitos colaterais/preocupações com a saúde; 2) Oposição, incluindo da mulher, de seu parceiro ou de alguma outra pessoa ou proibição religiosa; 3) Falta de conhecimento, incluindo não saber onde comprar contraceptivos ou os tipos de métodos disponíveis; 4) Motivos relacionados com o método, como custar muito ou estar muito longe de quem presta estes serviços; 5) Subestimação do risco de gravidez, incluindo o marido estar longe, sexo pouco frequente e separação conjugal; 6) Outro, incluindo o fatalismo (a ideia de que um evento é predeterminado pelo destino e, portanto, imutável).

Moderno x Tradicional x Não utilização

Eles verificaram que a utilização de métodos tradicionais de contracepção estavam associados a um aumento de 2,7 vezes no risco de uma gravidez indesejada, quando comparados com o uso de métodos modernos. Previsivelmente, a não utilização de qualquer método foi associada com um aumento de 14,5 vezes. Estes aumentos corresponderam a um número estimado de 16,7 milhões de gestações indesejadas todos os anos em 35 países, das quais 15 milhões poderiam ter sido evitadas pelo uso correto de métodos modernos de contracepção – 13,5 milhões de mulheres que não utilizam métodos modernos e 1,5 milhões que utilizam métodos modernos de forma incorreta. As mais pobres e com menores níveis de educação eram as menos propensas a usar contraceptivos modernos. Entre as 14.893 mulheres que não usam contracepção e não querem engravidar, 37% justificaram a escolha alegando que têm medo de efeitos colaterais e outras preocupações com a saúde. Curiosamente, esta resposta aparece de maneira uniforme entre rendas variáveis, embora a maioria (67%) não tenha completado o ensino secundário. A oposição aos contraceptivos foi citada por 22,4% das entrevistadas; 17,6% subestimaram o risco de gravidez e 4,8% justificaram que o custo é muito alto ou que não sabiam como obter contraceptivos modernos. Um dos autores do estudo, Howard Sobel, coordenador regional da saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil e adolescente no Escritório Regional do Pacífico Ocidental da Organização Mundial de Saúde, afirma que os resultados têm muitas implicações.”Por exemplo, ‘preocupações com a saúde’ foi a razão mais comum para a não utilização de contracepção moderna, contudo essas preocupações não são apoiadas por evidências científicas”, diz. Para ele, é importantíssimo o papel dos profissionais de saúde na hora de tranquilizar, educar, tratar os sintomas e encontrar os métodos que melhor se adaptem a cada paciente. “Nós poderíamos evitar a esmagadora maioria das gestações se pudéssemos desmascarar os mitos e ideias erradas sobre os métodos modernos e usar métodos contraceptivos de longo prazo, tais como implantes e dispositivos intra-uterinos”. Os cientistas apontam que “o acesso universal à saúde reprodutiva” era um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio acordados pelas Nações Unidas em 2005. “De todos os objetivos relacionados com a saúde, o acesso universal à saúde reprodutiva é o que está mais atrasado”, aponta Sobel, ressaltando que, não importa o quão caros sejam os métodos modernos de contracepção, eles ainda são muito mais baratos para famílias, governos e sociedades do que gravidezes não planejadas. fonte: medicalxpress.com/news/2015-02-fifteen-million-unwanted-pregnancies-year.html

FALHA DE SEGURANÇA NO FACEBOOK PERMITIA QUE HACKER ACESSASSE QUALQUER CONTA

Se sua conta no Facebook fosse uma casa, Nir Goldshlager tinha uma cópia da chave, podia entrar nela tranquilamente e vasculhar todos os seus pertences, sem que você jamais ficasse sabendo. “Eu encontrei uma forma de conseguir permissão total (ler mensagens, controlar páginas, controlar propagandas, ver fotos privadas, vídeos, etc.) da conta da vítima sem qualquer aplicativo instalado”, conta o hacker de segurança em seu blog, onde postou um vídeo mostrando o processo. A façanha era possível devido a uma falha no sistema OAuth (usado pelos desenvolvedores do Facebook para acessar informações do usuário quando ele clica no botão “Permitir” de um aplicativo ou jogo): Goldshlager poderia fazer com que um usuário fosse redirecionado para um aplicativo específico e depois para o site dele, onde seria possível obter um código de acesso para a conta da pessoa – e o acesso só poderia ser interrompido quando o usuário alterasse a senha. De acordo com um porta-voz do Facebook, Goldshlager informou a empresa sobre a falha de segurança, que já foi corrigida. “Nós trabalhamos com o Sr. Goldshlager para garantir que entendemos o tamanho da vulnerabilidade, o que nos permitiu consertá-la sem qualquer evidência de que a falha foi explorada”, contou o porta-voz. “Não temos evidências de que usuários tenham sido impactados por essa falha”. A “ponte” entre Goldshlager e o Facebook é uma iniciativa chamada White Hat Program (“Programa Chapéu Branco”), que permite que desenvolvedores e programadores relatem falhas no sistema do Facebook e recebam uma recompensa monetária da empresa – como foi feito com Goldshlager, que figura agora na lista de agradecimentos do programa. FONTES: gizmodo.com/5986710/a-facebook-privacy-flaw-gave-a-hacker-access-to-every-single-account //dailydot.com/news/nir-goldshlager-facebook-hacker-private-info/

CUIDADO: NOVO VÍRUS PODE ROUBAR SUA SENHA EMITINDO SONS INAUDÍVEIS E SEM USAR A INTERNET

Uma equipe de cientistas da computação desenvolveu um novo tipo de malware (termo que vem da expressão em inglês “malicious software” – algo como “software malicioso”) que é capaz de invadir dispositivos por meio de sinais de áudio inaudíveis. Após a invasão, eles secretamente conseguem transmitir senhas e outros dados confidenciais do aparelho sem uma conexão de rede. Usando apenas microfones e alto-falantes, os pesquisadores foram capazes de transmitir senhas e outros dados de pequenas quantidades a uma distâncias de 20 metros. Os cientistas da computação do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia, da Alemanha, explicam que o conceito de air gap (sistema de segurança de computadores que, em tese, garante que uma rede de computador segura fique fisicamente isolada de uma rede não segura) pode ser considerado obsoleto. “Isso porque os laptops comerciais podem se comunicar por meio de seus alto-falantes internos e de seus microfones e até mesmo formar uma rede de malha acústica secreta”, declararam. Parece filme de James Bond. “Utilizando esta rede secreta, a informação pode viajar ao longo de vários dispositivos infectados, conectando sistemas de computação completamente isolados e redes (por exemplo, a internet)”, contam. O som inaudível, emprestado de técnicas utilizadas para transmitir dados acusticamente debaixo d’água, permitiu à equipe comunicar dados entre dois computadores portáteis Lenovo T400 usando apenas seus microfones e alto-falantes internos. Os pesquisadores só conseguiram atingir uma taxa de 20 bits por segundo de transmissão de dados, mas isso já é o suficiente para captar senhas e similares, como eles escrevem em um artigo publicado no Journal of Communications. “Esta pequena largura de banda pode realmente ser o suficiente para transferir informações essenciais, como as teclas digitadas. E você nem precisa levar em consideração todas as teclas”, dizem. Segundo eles, se você possui um keylogger [“registrador de teclado” em inglês, programa que tem como finalidade registrar tudo o que foi digitado no computador, com o objetivo de captar senhas ou números de cartão de crédito] que é capaz de reconhecer materiais de autenticação, o programa pode ocasionalmente encaminhar estas senhas detectadas para a rede acústica. E o mesmo não acontece apenas com senhas inteiras: até a menor das informações pode ser detectada no seu computador. “O programa mal intencionado poderia enviar à rede alguma informação de pequeno porte, tal como uma chave de criptografia privada ou comandos maliciosos, tal como uma peça infectada de uma construção maior”, explicam. Em ambientes extremamente sensíveis, os computadores são muitas vezes deixados com um espaço entre eles para que o contato físico não possa ser usado para transmitir malware, os softwares mal intencionados. Ou seja, a pesquisa do Instituto Fraunhofer mostra que esta técnica de segurança pode não ser tão à prova de falhas assim no futuro. Bem, isso a menos que você desative as funções de áudio do seu computador. FONTE: gizmodo.com/new-malware-can-jump-air-gaps-using-inaudible-sound-1475444169

sábado, 7 de fevereiro de 2015

MEDICINA ESPACIAL É O MAIOR OBSTÁCULO PARA UMA VIAGEM DO HOMEM A MARTE

A ausência de gravidade torna relação sexual e reprodução quase impossível A NASA tem um plano ambicioso de mandar uma missão tripulada a Marte. Porém, não é a falta de tecnologia de foguetes capazes de fazer a viagem com mais rapidez e segurança para o planeta vermelho. O problema é que a medicina ainda não tem respostas para contornar as dificuldades impostas ao organismo humano pelas condições físicas e climáticas de Marte. O recorde atual no tempo de permanência de um homem no espaço é do cosmonauta russo Valery Piliakov, que passou 438 dias na estação orbital “Mir”. Uma viagem de ida e volta a Marte teria a duração de, no mínimo 1 ano e 6 meses. O astronauta sairia da gravidade da Terra para passar 6 meses no ambiente de microgravidade de uma nave,sujeito à radiação cósmica.Depois, passaria outros 6 meses na gravidade marciana, correspondente a um terço da terrestre (3,72 m/s2). Em seguida, enfrentaria outros 6 meses de microgravidade para retornar à Terra. Teríamos também que contornar o problema de sobrevivência num planeta onde não há água, não há quase atmosfera, sem oxigênio, com temperatura muito baixa e a comunicação com a Terra levaria 20 minutos.

Missão marciana precisaria de equipamento médico especial

A saúde física e mental do viajante do espaço será fundamental na missão. Atualmente, os astronautas são treinados para fazer procedimentos médicos e identificar algumas situações de risco. Médicos orientam da Terra, os participantes de missões espaciais sobre procedimentos e monitoram o organismo dos astronautas, interpretando exames, sintomas e sinais vitais. Pois, em situações extremas, não há ambulância espacial que possa trazer um astronauta para a Terra em minutos ou em horas. Uma viagem longa como a Marte, no entanto, envolveria um volume maior de equipamentos. Isso obrigaria a NASA a construir naves maiores e mais velozes. A primeira relação sexual no espaço também não descartada pelos cientistas numa missão tão longa. No espaço, um movimento para frente produz outro contrário de mesma intensidade, o que tornaria necessário que os 2 ficassem amarrados para fazer sexo. A reprodução natural também é inviável. A trompa de falópio – canal que se estende do ovário ao útero – não está anatomicamente conectada ao ovário. Por isso, com a falta de gravidade, os órgãos perderiam a relação de posição terrestre e isto poderia dificultar ou até impedir a captação adequada do óvulo pela trompa. O problema com as trompas poderia provocar fecundação extra-uterina e gestações ectópicas (fora do útero), como as que ocorrem na trompa ou no abdômen. O sistema cardiovascular é um dos primeiros a ser afetado pela redução da gravidade. Em ambiente de microgravidade, o sangue se desloca para a parte superior do corpo, aumentando op volume com o qual o coração tem que trabalhar. O coração, então, passa a trabalhar como se houvesse um real aumento de volume sanguíneo no organismo e inicia um processo de eliminação de líquido corporal. Nesta condição, aumentaria a filtração renal e diminuiria o reflexo da sede. A adaptação do corpo às novas condições leva de 3 a 5 dias. Mas a perda muscular e óssea não pára como a diminuição da gravidade, uma vez que não há resistência, o que provoca a atrofia dos músculos e a desmineralização dos ossos. Por isso, é essencial que os astronautas se exercitem de 2 a 3 horas por dia (no mínimo) em esteiras especiais durante a missão. Flutuando, os viajantes perdem as referências do que está em cima ou embaixo, passando a ter um sintoma neurológico chamado desorientação espacial. O que os olhos dizem para o cérebro, quando uma pessoa está de cabeça para baixo, não é percebido pelo sistema vestibular - responsável pela orientação do equilíbrio.

Pressão atmosférica menor pode causar embolia

Se na viagem espacial o sangue sobe, em Marte voltaria a descer, criando um novo problema. Quando os astronautas retornassem à Terra, precisariam de cadeira de rodas para transportá-los, com o retorno do sangue à posição normal. Ao chegar a Marte, teriam que enfrentar sozinhos o problema. E a pressão atmosférica menor poderia provocar uma descompressão, com formação de bolhas de nitrogênio(N2) no sangue, gerando embolia. O mesmo que ocorre com os mergulhadores, quando retornam de grandes profundezas para a superfície do mar. Os participantes da missão marciana teriam que produzir alimentos, água, energia e ter um meio eficiente de comunicação com a Terra. Além da NASA, a agência espacial do Japão também estuda equipamentos e sistemas para permitir a colonização de Marte. Os equipamentos que podem ser usados em Marte devem ser testados antes numa base lunar. Cientistas japoneses planejam a abertura de minas e de uma grande estação permanente na Lua. O satélite terrestre poderia funcionar como um posto de abastecimento em viagens especiais para outros planetas. Importando um quilo de hidrogênio terrestre e usando 8 quilos de oxigênio extraído das rochas lunares, os astronautas teriam combustível suficiente para alimentar os motores que estão sendo desenvolvidos pela NASA.

Astronautas correm sério risco de ter pedras nos rins

Ao se expor à microgravidade, um astronauta corre grande risco de desenvolver problemas renais. A pesquisadora da NASA Peggy Whitson coletou amostras de urina antes, durante e depois de uma viagem espacial de 16 dias. Os resultados indicaram que a composição da urina mudou durante o vôo, havendo uma maior cristalização de cálcio. As mudanças ocorreram rapidamente e persistiram até o último dia da viagem. O aumento da porcentagem de cálcio na urina, aliado à redução do pH urinário, é o que leva muitas vezes à formação das pedras renais. Devido à severidade dos sintomas apresentados durante o vôo, os cientistas dizem serem necessárias medidas para minimizar o problema. O primeiro passo seria o estudo de proteínas que inibissem a formação de pedras. Fonte: jornal o globo