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sábado, 15 de abril de 2017
PESQUISADORA DESCOBRE ALIMENTO CAPAZ DE MELHORAR A MEMÓRIA EM 40%
O que você come pode melhorar a qualidade do seu cérebro no que diz respeito às informações que ele armazena. A má notícia é que nem todo mundo gosta de comer aquilo que nos ajuda a ter uma boa memória — mas é sempre possível mudar alguns hábitos.Não se esqueça da salada!
Um estudo recente, divulgado pelo Psy Blog, mostrou o resultado de uma grande avaliação de padrões alimentares versus qualidade de memória. Ao analisar os hábitos alimentares de 3.718 pessoas com mais de 65 anos de idade, a pesquisadora Martha Clare Morris chegou a um resultado interessante.
“Em comparação com pessoas que consumiam menos do que uma porção de vegetais por dia, aquelas que comem ao menos 2,8 porções de vegetais por dia tiveram seus indicativos de mudança cognitiva diminuídos em até 40%”, explicou a pesquisadora. Pois é: vegetais. Estamos realmente falando de quem curte uma alimentação saudável e do pesadelo de quem cresceu comendo sanduíche, biscoito e refrigerante.
Só para você ter ideia do que Morris descobriu em sua análise, essa queda de 40% de mudanças cognitivas é o mesmo que dizer que essas pessoas tinham um cérebro cinco anos mais novo.
Entre os vegetais mais eficientes nesse quesito estão as folhas verdes. Em relação à quantidade, Morris afirma que os idosos que consomem mais de duas porções de vegetais por dia apresentaram menor perda cognitiva.
A descoberta mais surpreendente, no que diz respeito à dieta das pessoas, foi o fato de que, aparentemente, não há relação entre o consumo de frutas e a preservação da memória — obviamente, isso não significa que comer frutas não faz bem. Esses alimentos são essenciais para a boa execução de várias funções biológicas.
Para Morris, os vegetais podem ter mais relação com a memória porque contêm grandes quantidades de vitamina E, essencial para a manutenção de nossa saúde cognitiva. Além do mais, vegetais, diferente do que acontece com as frutas, são geralmente consumidos com gorduras presentes em molhos de salada, por exemplo — a gordura aumenta a absorção da vitamina E. Lembre-se disso na hora do almoço, hein!
FONTE: megacurioso.com.br/neurociencia/89452-pesquisadora-descobre-alimento-capaz-de-melhorar-a-memoria-em-40.htm
terça-feira, 15 de abril de 2014
COMO DESCOBRIR QUAIS ALIMENTOS ESTÃO TE FAZENDO MAL?
Embora as alergias alimentares sejam relativamente raras (afetam cerca de 5% da população mundial), as intolerâncias alimentares são bastante comuns. Não é difícil conhecer um parente ou amigo que possua restrições na dieta por causa dessas intolerâncias, que se manifestam via de regra com sintomas como prisão de ventre, dificuldade em engolir, azia, inchaço e dores de cabeça. Mas como você faz para descobrir quais alimentos podem afetar você?
Para muitos problemas alérgicos e intolerância alimentar, a médica Amy Shah, especialista em Medicina Interna, Alergia e Imunologia, sugere a seus pacientes que cumpram uma dieta de restrição alimentar que varia de uma semana a um mês. “Depois de seguir este plano, muitos deles apresentam perda de peso, menos sintomas indesejados de menopausa ou TPM, diminuição do refluxo ácido, mais energia, sono de melhor qualidade, uma coloração mais viva da pele, entre muitos outros efeitos. Até eu fiquei surpresa no início”, diz.
Shah relata que, depois de observar muitos de seus pacientes terem estes efeitos colaterais positivos, a própria médica resolveu experimentar a dieta. Um mês depois, ela afirma ter chegado à conclusão de que o melhor para ela seria “parar de comer alguns destes alimentos de uma vez por todas”. Ou seja, mesmo que seu organismo nunca tiver manifestado claramente que não consegue lidar muito bem com alguns alimentos, quando essas comidas desapareceram da dieta, seu corpo agradece.
A médica ressalta, no entanto, que as alergias e as intolerâncias alimentares são duas situações bem distintas. A alergia alimentar é uma reação imunológica imediata, geralmente resultando em aperto na garganta, urticária e até anafilaxia. Mesmo uma quantidade microscópica de algum ingrediente em particular pode provocar uma reação séria, com risco de vida para a pessoa. Se você acha que tem uma alergia alimentar, Shah sugere que você consulte um médico imediatamente e não tente se autodiagnosticar devido à potencial gravidade do caso.
A intolerância alimentar, por outro lado, é geralmente uma reação retardada que pode causar problemas intestinais ou outros sintomas. Esta é uma área em que muita pesquisa está sendo conduzida sobre o sistema imunológico e outros mecanismos. Pesquisadores têm encontrado cada vez mais doenças que são afetadas pelos alimentos que comemos. Ou seja, estas intolerâncias alimentares podem causar todos os tipos de sintomas que vão desde dores de cabeça a inchaço abdominal.
Para descobrir a quais alimentos você pode ser intolerante, a médica Amy Shah desenvolveu um plano de eliminação de alimentos constituído de oito etapas que você pode fazer sozinho. De acordo com ela, o padrão utilizado neste experimento é muito confiável e os resultados obtidos são melhores do que com exames de sangue (cuja utilização para intolerâncias alimentares é controversa e não é aprovada pelos órgãos competentes):
1.Tente ficar longe de laticínios, trigo, soja e ovos durante de duas a três semanas. Isto inclui iogurte, queijo, soro de leite e alimentos processados que utilizam o ovo como um de seus ingredientes.
2.Adicione novamente à sua dieta um item acima de cada vez, com um espaço de tempo de três dias entre eles.
3.Em seguida, pare de comer amendoim, mariscos e milho também por duas ou três semanas. Lembre-se de ler os rótulos dos produtos que você costuma consumir e perguntar os ingredientes dos pratos nos restaurantes.
4.Inclua-os de volta um de cada vez com o mesmo intervalo de três dias.
5.Remova de seu cardápio os frutos secos (como amêndoas, nozes, castanha de caju e do Pará etc) e todos os peixes por duas ou três semanas.
6.Readicione os alimentos um a um com um espaço de tempo de três dias entre eles.
7.Elimine todos os alimentos ou bebidas que contenham conservantes como o glutamato monossódico, açúcares artificiais e corantes artificiais durante uma semana. Esta é provavelmente a parte mais difícil do programa, porque este grupo inclui refrigerantes, a maioria das bebidas alcoólicas e lanches, mas é só por uma semana!
8.Volta a consumir (se quiser) os alimentos acima, ainda com a separação de três dias entre eles.
As recomendações são de que você remova permanentemente os alimentos que causem sintomas como inchaço, dor nas articulações, confusão mental ou constipação intestinal. A teoria que existe por trás desse programa de alimentação é de que certos alimentos podem causar inflamação no intestino, nas articulações ou estômago. Ao adicionar um alimento de volta, caso você note que estes sintomas estão de volta, você terá identificado um ingrediente que não deve mais fazer parte da sua dieta.
Estariam os produtos químicos das embalagens dos alimentos nos matando lentamente?
Normalmente, leva-se pelo menos duas semanas para se notar qualquer diferença em relação a estes sintomas. Shah lembra que quanto maior for o período “de duas a três semanas”, melhores serão os resultados. “Se, depois do teste, você acha que pode ter uma alergia fatal ou se ainda estiver confuso, visite um alergista imediatamente. Mas se você for capaz de identificar os alimentos que lhe causam problemas desconfortáveis e simplesmente parar de ingeri-los, o seu corpo vai te agradecer prontamente”, explica a médica.
FONTE:Life Hacker
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