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sábado, 9 de agosto de 2014
CONHEÇA 10 ESTRANHOS RELATOS DE ENCONTROS COM EXTRATERRESTRES
Há um certo padrão que as pessoas seguem ao imaginar alienígenas. Décadas atrás, eram homenzinhos verdes, vindos de Marte. Hoje em dia, assemelham-se aos famigerados ‘greys’ de olhos grandes, cabeça desproporcionalmente grande, tronco fino e pele cinza. Os relatos de abduções também seguem mais ou menos o mesmo padrão, mas há casos em que isso muda radicalmente, e temos relatos no mínimo bizarros sobre encontros com extraterrestres. Confiram agora 10 desses casos.
10. A aparição no gramado do boliche
Durante a noite de 12 de fevereiro de 2010, Roy Shaw, um cético para assuntos paranormais, estava passeando com seu cachorro em Devon, Inglaterra. Andando pelas tranquilas ruas de seu bairro, ele começou a se aproximar do clube local de Boliche na Grama, quando foi surpreendido por um objeto estranho pairando alto no céu.
Nebuloso e distante, num primeiro momento, começou a descer lentamente e se mover mais perto na direção de Shaw. De formato circular, a nave ficou suspensa acima do clube de boliche e Shaw entrou no terreno para obter uma melhor visão do objeto. Ele assistiu com espanto o ziguezaguear e a aterrissagem do outro lado do gramado.
Ele se surpreendeu ao encontrar a nave espacial de 30 metros de comprimento, com luzes azuis e vermelhas piscando em volta. Neste momento, um vulto branco saiu da espaçonave e flutuou em direção a ele, atravessando o gramado. “Tinha cerca de 1,20m, parecia ser translúcido e se mexeu muito lentamente em nossa direção. Fiquei paralisado porque ele fazia um ruído estranho que soava como “meu, meu” repetido várias vezes”, relatou mais tarde a jornais.
Seu cão, Sydney, que normalmente é muito calmo, começou a rosnar e mostrar os dentes para o ser desconhecido. Neste ponto, Shaw saiu correndo para salvar sua vida, com tanta pressa que torceu o tornozelo. Outra pessoa que passeava com o cachorro nas redondezas afirmou ter visto a nave decolar novamente em direção ao céu em um ângulo de 45 graus. Mesmo após o encontro bizarro, Roy Shaw ainda se diz cético quanto a assuntos paranormais. Na foto, o esboço do OVNI que ele viu.
9. ET com sotaque
Angustiada, uma mulher telefonou para a Força Aérea de Wattisham, em Suffolk, Inglaterra, no dia 21 de novembro de 1989, para relatar o encontro que teve na noite anterior com um homem estranho perto de casa. Por volta das 22h30, a mulher estava andando com seu cachorro (parece ser um padrão) perto de um campo de esportes quando foi abordada por um homem com um “sotaque que parecia ser escandinavo”. Ele vestia um macacão marrom-claro, semelhante a um traje de vôo.
No relatório sobre o caso, publicado recentemente pelo Arquivo Nacional, lê-se: “O homem perguntou se a moça estava ciente de histórias sobre grandes áreas circulares achatadas que surgiram em campos de trigo. Em seguida, explicou que ele era de outro planeta semelhante à Terra, e que os círculos foram causadas por outros como ele, que tinham viajado para o nosso planeta”. O homem prosseguiu dizendo que suas visitas eram amigáveis, mas foi ordenado a não fazer contato no caso de serem vistos como uma ameaça. Ele disse que desobedeceu as ordens porque sentiu que seria importante estabelecer contato entre os povos.
Eles conversaram por dez minutos até que, de repente, o homem misterioso correu na direção de onde veio. A mulher, percebendo a gravidade da sua situação e com medo do que acabara de acontecer, também correu, só que para casa, em estado em pânico. Enquanto isso, ela ouviu um barulho ensurdecedor, como um zumbido crescente, atrás dela. Ela se virou e então viu um grande objeto esférico, brilhante e de cor branca e laranja em ascensão até, eventualmente, desaparecer na atmosfera. O Ministério da Defesa da Inglaterra, em nota anexada ao arquivo, descreveu o caso como “um dos nossos relatórios mais incomuns sobre ETs”. O operador que recebeu a chamada da mulher em 1989 descreveu-a como verdadeira.
8. O caso de Wyoming
Em 1974, Carl Higdon estava caçando na Floresta Nacional de Medicine Bow, Wyoming, Estados Unidos. Enquanto atirava em um dos alces, algo estranho aconteceu: sua bala parecia se mover em câmera lenta. Quando ele tentou verificar o que acontecia com a bala, uma repentina sensação estranha apoderou-se dele. Virando, ele viu um humanoide, com mais de seis metros de altura – que ele descreveu como tendo um macacão preto, um cinto largo decorado com uma estrela de seis pontas e um emblema amarelo.
Tinha cabelos lisos que cresciam para cima e não possuía sobrancelhas. Ainda tinha pernas e braços longos que terminavam com apêndices no formato de varas no lugar das mãos. O ser lhe perguntou se Higdon estava com fome e lhe deu quatro pílulas, dizendo-lhe que se ele comesse uma delas, não ficaria mais com fome durante quatro dias. O humanoide, em seguida, apontou para Higdon e, num instante, ele se viu envolto por um dispositivo transparente e usando um capacete.
Outros dois humanoides apareceram carregando os cinco alces que Higdon havia caçado antes, que agora estavam duros, em um estado artificialmente congelado. Foi-lhe dito que ele viajaria até o planeta natal deles, a 163 mil anos-luz de distância. Chegaram lá em um instante. No planeta, Higdon relata ter encontrado muitos edifícios que se assemelhava à Torre de Seattle. O sol do planeta era de um calor intenso.
Sua próxima lembrança era de estar de volta ao parque, duas horas e meia após o episódio da bala em câmera lenta. Ele estava em um estado perturbado, incapaz de encontrar seu caminhão. Acabou por fim achando-o a quase cinco quilômetros de distância. De lá, entrou em contato com o delegado do condado, que o encontrou à meia-noite exausto e desesperado, gritando “eles levaram meus alces!”.
Higdon foi levado para o hospital local e examinado. Os níveis de todas as vitaminas estavam milagrosamente altos. As marcas de tuberculose que ele tinha nos pulmões haviam desaparecido. A esposa de Higdons e outras duas pessoas da região viram luzes verdes e vermelhas brilhando no céu na noite do rapto.
7. O caso no oeste da França
George Gattay era um homem muito respeitado na cidade de Nouâtre, no oeste da França. Um veterano da Segunda Guerra Mundial, lutou na Resistência Francesa, em Luxemburgo, contra os nazistas. No dia 30 de setembro de 1954, ele era o responsável por uma equipe de oito homens que trabalhavam em um canteiro de obras. Enquanto trabalhava, sentiu uma “moleza peculiar”. Ele se sentiu obrigado a andar, embora não soubesse para onde muito menos por que andava, como se alguma força desconhecida o guiasse.
Quando parou, ele pôde ver um ser desconhecido a pouco menos de dez metros de distância em uma colina. Ele o descreveu como tendo um capacete de vidro opaco, macacão cinza e botas curtas. Gattay também notou arma em forma de vara na mão e um dispositivo eletrônico no formato de quadrados no peito. A criatura estava parada em frente a um objeto em forma de cúpula que pairava a menos de um metro acima do solo. No total desconhecimento do que ele estava observando, Gattay permaneceu em silêncio, paralisado.
Enquanto ele permanecia em choque, algo ainda mais estranho aconteceu. Ele contou: “De repente, o estranho homem simplesmente desapareceu. Eu não poderia explicar como ele fez isso, já que ele não foi embora andando, mas desapareceu como uma imagem que é apagada. Então, eu ouvi um som de assobio forte que se sobrepôs ao ruído das nossas escavadeiras. Logo, o objeto que estava flutuando no ar levantou voo no sentido vertical e, em seguida, ele também desapareceu em uma espécie de névoa azul, como que por um milagre”.
Gattay depois correu de volta ao canteiro de obras para relatar o que viu. Dois de seus trabalhadores afirmaram ter visto um disco voador e “um homem vestido como um mergulhador em frente à nave”. Todos os sete colegas de trabalho de Gattay reclamaram de um sentimento inexplicável de sonolência durante o evento e o próprio George Gattay sofreu dores de cabeça, perda de apetite e insônia durante a semana seguinte inteira.
6. A mulher de Winchester
Adrian Hicks, o conselheiro local de Winchester, em Hampshire, Reino Unido, foi ao centro da cidade numa tarde movimentada de sábado durante os primeiros meses de 2004. Depois de almoçar e comprar alguns livros, ele percebeu algo estranho em uma mulher andando pela rua principal da vila rural. Suas roupas eram um tanto incomuns e nada sobre ela fazia sentido para Hicks. O jeito como ela se movia e seu comportamento geral passava uma estranha impressão e a destacava na multidão.
Ele a seguiu com os olhos por alguns instantes e chegou à conclusão incrível que ele não estava olhando para um ser humano – mas um extraterrestre. “Foi incrível, eu não costumo ficar sem palavras, mas naquele momento eu fiquei”, relata. Ele a observou por cerca de nove minutos, caminhando à sua frente duas vezes e notou uma espécie de saia franzida de bailarina ao redor da cintura e uma mecha de cabelo loiro brilhante. “Ela era uma humanoide marchando como um pinguim. Ela tinha olhos ovais muito grandes e ficava girando as mãos em um movimento circular. Parecia amigável e totalmente à vontade com as pessoas ao redor. Ela não estava com medo, estava sorrindo e parecia se divertir entre nós”.
Hicks parou a cerca de dois metros dela e tentou questioná-la sobre sua respiração estranha. Porém, sem sucesso. “Ela caminhou lentamente até outra rua. Lembro que ela estava muito interessada no relógio que existe no prédio de um banco lá”.
Ele afirmou que várias pessoas também perceberam a presença da mulher peculiar, mas sem prestar qualquer atenção extra. Hicks viu algumas pessoas tirando fotos dela, apesar de nenhuma imagem jamais ter aparecido da moça. Hicks acredita que o encontro tem ligação com uma presença muito maior de extraterrestres em Winchester, devido às operações secretas dos EUA e da Grã-Bretanha em uma base militar próxima.
Técnico ortopédico com mais de 35 anos de experiência, Hicks manteve o seu segredo guardado por cinco anos a fim de garantir seu lugar no governo local. Só revelou sua história depois de garantir a eleição como democrata liberal no Conselho. Ele gastou £400 (R$1.080) de seu próprio dinheiro para que um artista local fizesse um esboço da ET, que pode ser visto acima. Ele agora faz lobby para que o governo admita a público suas relações com OVNIs.
5. O caso de Silbury Hill
Em julho de 2009, um sargento de folga do serviço estava dirigindo em uma auto-estrada durante as primeiras horas da manhã. Por volta das 5h, enquanto passava por Silbury Hill (no Centro-Sul da Inglaterra), uma área muito conhecida por seu histórico de observações de OVNIs e atributos místicos, ele percebeu três homens, excepcionalmente altos, de pé em um campo de colheita, analisando um círculo feito havia pouco tempo. Ele percebeu que os homens possuíam cabelo loiro brilhante e estavam vestidos com macacões brancos, o que os deixavam parecidos com detetives forenses.
Intrigado com tal espetáculo bizarro, o sargento estacionou seu carro e se aproximou dos homens. De uma distância de aproximadamente 360 metros, ele gritou para eles, mas suas tentativas foram infrutíferas. Ao entrar no campo, no entanto, os 3 homens tomaram conhecimento de sua presença e, simultaneamente, se viraram e começaram a se afastar a uma velocidade espantosa. O sargento os seguiu por alguns segundos, mas percebeu que ele não era páreo para o ritmo deles e os assistiu, com assombro, enquanto corriam com passadas sobre-humanas. Poucos segundos depois, os homens já haviam desaparecido completamente.
Caminhando de volta para seu carro, ele sentiu algo semelhante a uma eletricidade estática ecoando por todo o campo. As plantações começaram a fazer movimentos ondulados e a balançar ao redor dele, e o sargento desenvolveu uma dor de cabeça enorme. “Eu então fiquei com muito medo. O barulho ainda era intenso, mas eu consegui chegar até o carro e ir embora dali. Durante o resto do dia, sofri de uma dor de cabeça que não passava”, disse Andrew Russell, investigador de OVNI através do qual ele escolheu para se comunicar a fim de manter o anonimato.
Naquele mesmo dia à noite, moradores da área relataram ter visto um helicóptero sem identificação de companhia ou empresa pairando durante três horas sobre o campo onde aconteceu o encontro. A região continua a atrair ufólogos e casos de misteriosos círculos em plantações são relatados com uma frequência crescente. O sargento continua anônimo.
4. O encontro no Zimbábue
No dia 14 de setembro de 1985, houve relatos de OVNIs nos céus do Zimbábue, país localizado no sul da África. Dois dias mais tarde, na Escola Fundamental Ariel, em Ruwa, a 20km da capital, Harare, 62 crianças entre 5 e 12 anos relataram terem visto uma bola brilhante no céu durante o recreio da manhã.
Eles a observaram pairar no ar, aparecendo e desaparecendo por um tempo curto antes do objeto descer até o chão – em uma área cheia de arbustos, a apenas 30 metros das dependências da escola. Um “homenzinho”, de cerca de 90 cm de altura, saiu da nave e começou a caminhar em direção às crianças. Ele tinha cabelos compridos e negros, olhos grandes e um pescoço magro. No momento da queda da aeronave, os professores e funcionários da escola se encontravam dentro do prédio, em reunião, deixando as crianças sem supervisão.
Enquanto se movia em direção aos alunos, ele de repente desapareceu e reaparecendo em cima da nave, de onde silenciosamente encarou as crianças por alguns momentos, antes de voltar para dentro do objeto e decolar a uma velocidade incrível. Muitos alunos ficaram apavorados devido às histórias do folclore africano, que falam de demônios e vampiros que sequestram crianças para devorá-las. O único adulto presente era um pai, dono de uma loja perto do portão da escola, para onde as crianças correram a fim de lhe contar sobre o episódio extraordinário.
O diretor da escola, Colin Mackie, contatou Cynthia Hind, na época a investigadora de ETs mais famosa da África. Ela entrevistou os alunos e pediu-lhes para recriar desenhos do que viram. Cerca de 35 esboços foram produzidos, todos muito semelhantes entre si. Após as entrevistas, Hind ficou convencida da autenticidade das histórias. Uma criança lhe disse: “Juro por todos os cabelos da minha cabeça e por toda a Bíblia que o que eu estou dizendo é a verdade.” O consenso foi alcançado entre os pais, funcionários da escola e Hind de que os alunos estavam de fato falando a verdade; tal mentira seria demasiadamente complexa para crianças de tão pouca idade.
Em um episódio ainda mais bizarro, a criança mais velha relatou a Hind que o pequeno homem advertiu as crianças de que a beleza e os recursos naturais do planeta estavam sendo devastados e poluídos num caminho sem volta. “Esses pensamentos vieram do homem, dos olhos do homem”, disse a criança de 12 anos, assustada.
3. O caso de Livingston
O engenheiro florestal Robert Taylor, empregado pela Corporação de Desenvolvimento Livingston, saiu de casa às 10h30, do dia 5 de novembro de 1979, para monitorar algumas mudas que ele havia plantado em um morro fora da cidade. Acompanhado de seu cão, ele estacionou sua caminhonete no início de uma trilha na mata e continuou o resto do caminho a pé. Chegando a uma clareira na floresta, Taylor foi saudado por um espetáculo incrível.
Suspenso no ar, havia um objeto esférico silencioso e imóvel, que media cerca de seis metros de largura por três de altura. Era todo preto, com um anel e uma fileira de pequenas janelas circulares ao redor. Partes do objeto eram transparentes ou quase, o que deu a Taylor a impressão de que o objeto estava tentando se tornar invisível por inteiro. Enquanto ele começou a andar em direção ao objeto, duas esferas menores foram ejetadas da nave principal e rolaram para cima dele. Cada uma grudou em uma das pernas da calça de Taylor e ambas emitiram um cheiro sufocante, que o fez perder a consciência.
Quando acordou, estava de bruços na grama, sem ETs por perto e com seu cachorro latindo e correndo loucamente. Ao tentar chamar o cão, percebeu que tinha perdido a voz, e, ao tentar mexer os pés, concluiu, horrorizado, que não conseguia ficar de pé e muito menos andar. Arrastando-se no chão, conseguiu chegar até o seu caminhão, onde recuperou as funções das pernas e da voz.
Ao chegar em casa, sua esposa pensou que ele tivesse sido assaltado devido ao seu estado físico e emocional: rosto esfolado, calça rasgada e roupas sujas de lama. Ela chamou a polícia e um inquérito revelou alguns fatos interessantes.
A área em que Taylor encontrou os ETs estava cheia de marcas peculiares, que não se encaixavam com nenhum equipamento florestal ou veículos oficiais que pudessem ter passado pelo local. Os rasgos em sua calça foram examinados por uma equipe forense e chegou-se à conclusão de que foram feitos por uma “força desconhecida”. O que quer que tenha rasgado as calças de Taylor tinha a intenção de erguê-lo para o alto através dos furos.
Taylor nunca ganhou dinheiro ou lucrou contando sua história, que se manteve a mesma desde quando veio à tona nos anos 70 até a morte de Taylor, aos 89 anos, em 2007. O caso permanece sem solução até hoje, e é o único caso de OVNI no Reino Unido que resultou em uma investigação criminal. Acima, uma impressão artística do que Taylor encontrou.
2. Marconi Systems
Marconi Systems foi uma empresa de engenharia de defesa e aeronáutica, contratada pelo governo britânico para projetar e fabricar sistemas de armas e embarcações militares visionários e revolucionários. Durante a década de 1980, relatos de uma quantidade incomum de “suicídios” entre os trabalhadores da Marconi que trabalharam em projetos secretos atraíram a atenção da mídia no Reino Unido. 25 especialistas em engenharia, cientistas e especialistas em comunicação digital sucumbiram ao “suicídio” ou a “acidentes” durante um período de seis anos, entre 1982 e 1988. A grande maioria morreu pouco antes de seus contratos com a Marconi expirarem ou quando estavam na iminência de se transferirem para outra empresa de sistemas de defesa.
Entre os “suicidas”, estava Shani Warren, 26 anos, antigo assistente pessoal em uma subdivisão de bioquímicos de Marconi, que foi encontrado no fundo de um lago, com as pernas dobradas, a boca amordaçada, uma corda em torno do pescoço e as mãos amarradas atrás das costas.
Richard Pugh, de 37 anos, especialista em comunicação digital, foi encontrado com os pés amarrados, um saco plástico na cabeça e uma corda enrolada no pescoço e no corpo quatro vezes.
Alistair Beckham, 55 anos, engenheiro de software havia anos, que supostamente se suicidou, entrando no seu jardim, conectando seu corpo em uma série de fios elétricos e eletrocutando-se até a morte.
Vimal Dajhibai, um engenheiro de software de 24 anos de idade, morreu quando estava em sua última semana de trabalho para Marconi. Sua morte foi considerada suicídio pulando de uma ponte em Bristol, Inglaterra. Amigos discordaram ao lembrar da felicidade de Dajhibai em achar um novo emprego e não viam nenhuma razão para ele acabar com a vida.
Muitos pesquisadores descobriram rumores de que as mortes estavam relacionadas à tecnologia de radar revolucionária infravermelha que estava sendo desenvolvido pela empresa. Olhando para estas mortes, é claro que a segurança era algo que a Marconi levou muito a sério, e que eles estavam dispostos a medidas impensáveis para manter as suas capacidades e invenções em segredo. Uma importante e estratégico complexo Marconi estava situado na pequena cidade inglesa de Frimley, composto por uma zona de teste, uma fábrica e a sede da empresa.
Dado o que já sabemos sobre eles, podemos imaginar o que aconteceria se um intruso penetrasse nas instalações da companhia. E isso foi exatamente o que aconteceu em 1976, embora aquele não tenha sido um intruso qualquer. Um guarda de segurança estava fazendo sua patrulha durante a noite e passou pela Casa Velha, uma estrutura que abrigava o escritório do diretor da empresa e um mundo de informações secretas sobre as capacidades radioativa, nuclear, energética, militar e etc do Reino Unido.
Enquanto caminhava por um destes corredores, ele percebeu uma luz azul emitida por debaixo de uma das portas. O guarda ficou alerta e sacou a arma – a única pessoa autorizada a estar ali era ele mesmo. Ele entrou na sala e se deparou com uma cena chocante: no canto, debruçado sobre um arquivo aberto e vasculhando montanhas de documentos secretos, estava nada mais nada menos do que um extraterrestre.
Descrito como humanoide e usando algum tipo de farol que emitia o brilho azul, o ET rapidamente desapareceu em meio a uma névoa azul diante de seus olhos. Apavorado, o guarda correu para fora do prédio até o posto de segurança, onde informou os seus colegas do seu encontro e o complexo foi fechado. Na manhã seguinte, o guarda foi levado por dois psiquiatras militares. Ele nunca mais foi visto por qualquer pessoa no complexo.
1. O ET de Varginha
Nos últimos anos, o caso de Varginha tem recebido tanta atenção e polêmica entre os entusiastas do ramo como o caso Roswell teve entre o público em geral. Muitas tentativas têm sido feitas para investigar exaustivamente o caso e chegar a resultados conclusivos. “UFOs no Brasil”, o livro lançado em 2002 pelo ufólogo estadunidense Roger Leir, é o que mais se aproxima de um veredito final, com suas entrevistas com militares, cirurgiões do hospital e uma grande variedade de testemunhas civis. O Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano seguiu um objeto não-identificado pairando sobre o hemisfério ocidental no dia 13 de janeiro de 1996. Ele entrou no espaço aéreo brasileiro e o Cindacta (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) foi contactado, que por sua vez alertou o comando do Exército brasileiro em Três Corações, Minas Gerais, dando instruções para que todos os militares brasileiros ficassem em alerta máximo.
Os boatos de visualização em massa de OVNIs começaram a varrer toda a região sul do Brasil nos dias que se seguiram. No dia 20 daquele mês, testemunhas de uma cidade rural de Minais informaram terem visto uma “nave em forma de submarino” cruzando os céus a uma altura de seis metros do chão e que parecia estar danificada ou com defeito. Movendo-se a um ritmo lento e emitindo um tipo de fumaça, ela ia em direção a Varginha.
Ao amanhecer do dia 21, estranhas criaturas foram vistas vagando ao redor da cidade em um estado de incapacidade e terrivelmente confusas. Os moradores explodiram em frenesi e notificaram os encontros bizarros à polícia e aos bombeiros, dizendo que a cidade tinha sido invadida por monstros de contos folclóricos indígenas e até mesmo pelo próprio diabo. O exército foi contactado rapidamente e de acordo com várias testemunhas, duas das criaturas foram capturados sem resistência – uma foi posteriormente morta a tiros e outra foi transferida para o Hospital Humanitas para receber tratamento para os ferimentos que sofreu durante o acidente.
O médico ortopedista disse à Leir que foi instruído por policiais armados para começar uma paramentação cirúrgica e preparar-se para operar a fratura em uma “perna”. Leir entrevistou os outros cirurgiões e auxiliares que participaram da cirurgia, todos afirmaram que a sala de operações foi selada com exceção de uma entrada, que foi ocupada por policiais armados, sem conhecimento sobre o que estava exatamente acontecendo. O fluxo de oficiais militares e funcionários do hospital para o quarto era rigorosamente controlada, com apenas uma pequena equipe essencial de pessoal autorizada a entrar. A cirurgia corretiva foi realizada em uma fratura do fêmur da coxa, com membros do Exército Brasileiro e da inteligência militar presentes na cirurgia.
A criatura bípede foi descrita como tendo em torno de 1,50m, enormes olhos vermelhos, pescoço fino e pele morena escura – que parecia molhada, mas estava seca ao toque. Ele também possuía três protuberâncias ósseas em três seções em toda a sua cabeça e, a partir de sua anatomia, era impossível determinar seu sexo. Todas as tentativas de se comunicar verbalmente com a criatura foram infrutíferas.
A ferida cicatrizou completamente dentro de 24 horas. Após a operação, o cirurgião percebeu os olhos do ET fixados em cima dele. Ele então começou a sentir pressão na cabeça e receber pedaços de informação vindas do extraterrestre. O médico nunca revelou a extensão do que o ser lhe disse, mas, entre outras coisas, o ET comentou sentir pena dos seres humanos, porque não temos conhecimento das coisas incríveis que podemos realizar, coisa que a raça dele já tem.
Embora algumas pessoas achem que a história não passa de um disparate sem fundamento, há ainda mais evidências do contrário. Ubirajara Rodrigues, advogado e ufólogo especialista no caso de Varginha, obteve uma cópia da certidão de óbito de Marco Cherez, um funcionário que morreu três semanas depois de ter supostamente tocado na criatura com suas próprias mãos. O atestado de óbito indica a causa da morte como sendo de uma “substância tóxica” e uma doença “do tipo Ebola”. O relatório completo de sua autópsia, porém, nunca foi revelado.
FONTE:Zona-33.blogspot.com
sexta-feira, 16 de maio de 2014
OS 11 SEGREDOS MAIS ESTRANHOS QUE VC PROVAVELMENTE NÃO SABE SOBRE A LUA
A Lua é a companheira mais próxima do nosso planeta em suas viagens pelo espaço e é o único corpo celestial (além da Terra, claro) que os seres humanos tiveram a oportunidade de visitar pessoalmente até agora. Ainda assim, mesmo com toda a sua proximidade e familiaridade, nosso satélite ainda esconde muitos segredos.
De seus aspectos científicos mais estranhos até as múltiplas formas em que afeta as nossas vidas, a Lua é um mistério que definitivamente vale a pena conferir de perto. Por esse motivo, você vê a seguir 11 dos fatos mais curiosos sobre o nosso querido satélite.
1 – Tremores lunares
Ainda que seja pouco mais que um grande pedaço de rocha com pouquíssima atividade geológica, a Lua também tem seus chacoalhões. Esses movimentos similares a terremotos são divididos em quatro categorias, sendo as três primeiras (tremores profundos, vibrações por impactos de meteoritos e movimentos termais causados pelo calor do Sol) relativamente inofensivas.
Já a quarta variante (tremores “rasos”) pode ser bastante desagradável, chegando a 5,5 graus na escala Richter e durando por incrivelmente longos 10 minutos. De acordo com a NASA, outro efeito deles é fazer a Lua “soar como um sino”. E o mais assustador é que não fazemos ideia do motivo por trás dos terremotos, já que o satélite não possui placas tectônicas ativas.
Alguns pesquisadores acreditam que as ocorrências podem estar relacionadas às atividades das marés na Terra, que são causadas pela atração lunar. No entanto, essa teoria se demonstra inconclusiva, já que as forças marítimas afetam a Lua como um todo e os tremores acontecem em locais específicos.
2 – O “planeta gêmeo”
A maioria das pessoas acredita que a Lua é, bem, uma simples lua, mas há quem diga que, na realidade, o satélite deveria ser classificado como um planeta. O principal motivo para isso é o tamanho do corpo celeste, que, embora tenha cerca de um quarto do diâmetro da Terra, é de longe o maior satélite natural em comparação ao seu planeta no nosso Sistema Solar.
Por conta de seu grande tamanho, a Lua não orbita a Terra propriamente dita. Na verdade, ambos os corpos giram um em torno do outro, concentrados em um ponto entre os dois (chamado baricentro). Como essa região está localizada na crosta terrestre, temos a ilusão de que o “satélite” nos rodeia. O fato do baricentro estar dentro do nosso planeta é o único elemento que impede a classificação de ambos como planetas gêmeos.
3 – Lixo lunar
Todos sabem que o homem já pisou na Lua, mas poucas pessoas foram informadas de que ele tratou o lugar como uma área de piquenique. Ao longo dos anos, os astronautas que visitaram o satélite conseguiram o feito de largar por lá estimados 181.437 kg de objetos feitos por nós. Mas se acalme, pois não é como se eles estivessem sujando e tacando cascas de banana no chão de propósito.
A maioria do lixo é detrito resultante de vários experimentos, sondas espaciais e equipamentos lunares que passaram por lá em algum momento. Na realidade, alguns desses itens continuam funcionais até hoje. Ainda assim, é fato que há um pouco de lixo de verdade, como os containers guardando as fezes dos astronautas. Nojento.
4 – A Lua é um cemitério
Eugene “Gene” Shoemaker, um famoso astrônomo e geólogo, foi uma espécie de lenda em seu campo de atuação. Foi ele quem desenvolveu a pesquisa de impactos cósmicos e criou os métodos e as técnicas que os astronautas da Apollo usaram para estudar a Lua. O próprio cientista desejava ser um viajante espacial, mas foi recusado por um pequeno problema de saúde.
Sabendo que essa foi a maior decepção da vida de Shoemaker, após a sua morte a NASA realizou um de seus maiores desejos e enviou suas cinzas junto ao Lunar Prospector em 1998. Os restos mortais do pesquisador continuam lá até hoje, espalhados em meio à poeira lunar.
5 – Anomalias
Algumas das fotos tiradas por vários veículos que a visitaram mostram coisas bastante esquisitas na superfície da Lua. Muitas dessas imagens parecem exibir objetos artificiais que variam de pequenas formas similares a latas e tambores até coisas como o “Fragmento”, uma enorme estrutura que tem no mínimo 1,6 km de altura.
De acordo com entusiastas do paranormal, há até mesmo um grande castelo suspenso muito acima da superfície da Lua, indicando uma civilização avançada que viveu no satélite e que teria construído tais estruturas. A NASA nunca se deu ao trabalho de desmentir essas teorias, mas é muito provável que isso se deva ao fato de que as imagens que mostram esses “indícios de vida” tenham sido montadas pelos teóricos de conspiração.
6 – Pó lunar
Um dos perigos mais surpreendentes do nosso satélite é a sua poeira. Assim como a areia da terra, a substância do corpo celeste entra em todos os lugares imagináveis, com o agravante de ser fina como farinha, extremamente áspera e, graças a essa textura e à baixa gravidade, grudar em absolutamente tudo.
A NASA já passou por muitos problemas causados pelo pó da Lua, que abriu buracos nas botas de astronautas, bloqueou seus visores, entrou com as roupas espaciais nas naves e causou febre em quem a inalou. Acredita-se que uma exposição prolongada poderia causar falhas no isolamento de ar e até quebrar os trajes de exploração do espaço. E caso você tenha ficado imaginando: sim, a poeira tem o cheio de pólvora usada.
7 – Dificuldades com baixa gravidade
Embora a força seja apenas um sexto do que é na Terra, a movimentação na superfície da Lua não é de forma alguma uma tarefa simples. Segundo o astronauta Buizz Aldrin, as roupas desajeitadas e a camada de pó que fazia seus pés afundarem em 15 cm dificultaram bastante as caminhadas.
A menor gravidade diminui o atrito entre os corpos e a superfície lunar, o que faz com que os corpos tenham uma grande força de inércia. Isso, portanto, causou complicações quando os astronautas queriam se mover rápido ou mudar de direção. Se os exploradores quisessem realmente ir mais rápido do que com passos lentos, eram forçados a se mover em saltos grandes e desajeitados, o que também não é facilitado pelo terreno irregular cheio de crateras.
8 – A origem da Lua
Embora ninguém possa falar com certeza de onde veio o satélite, existem cinco teorias de peso sobre o assunto. A Teoria da Fissão argumenta que nossa lua era uma parte da Terra que em algum momento não identificado do passado se separou do fundo da região do oceano Pacífico. Já a da Captura diz que a Lua estava simplesmente vagando pelo espaço quando foi presa pelo nosso campo gravitacional.
Outras duas hipóteses falam que o corpo celeste ou foi condensado a partir de asteroides ou se formou após a colisão do nosso planeta com outro do tamanho de Marte. A teoria mais aceitável até o momento, no entanto, é a do Impacto Gigante, que diz que um planeta em formação chamado Theia bateu na Terra, dando origem a uma nuvem de detritos que eventualmente se transformou na Lua.
9 – Influência no sono
Que o satélite e nosso planeta se influenciam mutuamente, é algo que não há como negar, mas um momento de grandes debates são os efeitos do astro sobre os seres humanos. Há quem diga que a lua cheia é capaz de trazer à tona os comportamentos mais estranhos de uma pessoa, mas a única coisa que a ciência confirma é que há uma boa chance de que o corpo celeste altere nosso ciclo de sono.
De acordo com um estudo baseado em voluntários da Universidade de Basel, na Suíça, as fases da lua afetam – e confundem – os ciclos de sono dos humanos de uma forma claramente mensurável; segundo esse estudo, nossas piores noites costumam coincidir durante a lua cheia. Se a pesquisa estiver correta, essa é uma boa explicação de por que costumamos ver as pessoas fazendo mais loucuras nas épocas em que Lua aparece com mais clareza.
10 – Sombras lunares
Quando Neil Armstrong e Buzz Aldrin chegaram pela primeira vez ao então desconhecido solo do satélite, prontamente fizeram a surpreendente descoberta de que a falta de uma atmosfera faz com que as sombras lá sejam bem mais escuras que as de cá. Quando colocavam seus pés dentro de uma sombra, eles ficavam completamente invisíveis, mesmo com o Sol batendo forte sobre suas cabeças.
Embora logo tenham notado que seus olhos podiam se adaptar à escuridão, o contraste entre as áreas claras e as sombreadas continuou forte. As coisas só ficaram mais estranhas quando eles perceberam que suas próprias sombras tinham contornos luminosos, as quais posteriormente descobriram serem causados pelo efeito de oposição – um fenômeno que faz com que áreas negras pareçam cercadas por faixas de luz quando vistas em certo ângulo do Sol.
As sombras da Lua causaram problemas em muitas das missões Apollo. Alguns astronautas não conseguiram realizar suas tarefas de manutenção porque suas próprias mãos bloqueavam a luz, enquanto outros se confundiram achando que pousariam em uma ladeira íngreme e bateram no chão sem luz, que parecia uma caverna profunda.
11 – Magnetismo misterioso
Um dos mistérios mais duradouros do nosso satélite é a sua falta de campo magnético – o que se provou um problema real quando descobriu-se que as rochas lunares trazidas pelos astronautas nas décadas de 60 e 70 eram magnéticas. Será que elas tinham origem alienígena? Como isso é possível?
Hoje a ciência já descobriu que a Lua costumava ter um capo magnético, mas ainda não se chegou a um consenso sobre exatamente o que o fez desaparecer, ficando a disputa entre duas teorias principais. Um time de pesquisadores acredita que isso aconteceu por conta de movimentos naturais do núcleo de ferro do astro, enquanto o outro defende que o sumiço deve ter relação com uma série de impactos com grandes rochas espaciais.
FONTE:Mega Curioso
quarta-feira, 9 de abril de 2014
OS 9 DOS MAIS ESTRANHOS EXOPLANETAS CONHECIDOS
Um deles é tão velho que ganhou o apelido de Matusalém, outro é feito de diamante e orbita uma estrela morta, e outro é tão pouco denso que flutuaria na água: o universo está cheio dessas coisas. E nós estamos apenas começando a descobri-las.
O MAIS INFERNAL
CoRoT-7b é rochoso, mas está tão próximo da estrela-mãe que a superfície é derretida. As temperaturas ali chegam a 2.200º C, o suficiente para vaporizar rochas. Vulcões e chuvas de pedras completam o cenário um tanto infernal.
O MAIS ESCURO
TrS-2b é mais escuro do que o mais negro dos carvões: reflete menos de 1% de luz que recebe. Pesquisadores acreditam que o gigante gasoso tenha na atmosfera elementos químicos que absorvem a luz, mas tamanho negrume ainda é um mistério.
TRÊS SÓIS
O sistema do HD 188753 (canto superior esquerdo) é composto por um sol amarelo, um laranja e outro vermelho. Aqui é como se estivéssemos em uma lua do gigante gasoso. Não se sabe como o astro se formou em meio a três campos gravitacionais.
PLANETA CONDENADO
WASP – 12b está marcado para morrer: vai ser devorado pela própria estrela-mãe daqui a “apenas” 10 milhões de anos. Ele está tão próximo do sol que sua atmosfera está evaporando, e o material perdido é consumido pela estrela.
O MAIS VELHO
PSBR B1620-26 b foi apelidado de Matusalém: tem 12,7 bilhões de anos (a Terra tem cerca de 4,5 bilhões , e o Universo tem 13,7 bilhões). Ou seja, o planeta ancião se formou pouco tempo depois do Big Bang. Orbita um pulsar e uma anã branca.
O MENOS DENSO
Acredite se quiser: Se existisse uma banheira grande o suficiente HAT-P-1b flutuaria nela. Sua densidade equivale a um quarto da densidade da água. Tem cerca de metade da massa de Júpiter, mas é quase duas vezes maior.
O MAIS VELOZ
Imagine se a cada vez que você fosse dormir, um ano se passasse. No planeta SWEEPS-10 é assim: a cada dez horas, um ano novo. Pertence a uma nova classe de exoplanetas, de “períodos-ultra-curtos”, que duram menos de um dia terrestre.
O MAIS FRIO
Localizado próximo ao centro da Via Láctea, o rochoso OGLE-2005-BLG-309Lb fica muito distante de sua estrela-mãe. Estima-se que a temperatura na superfície atinja -220ºC. Nestas condições, a amônia e o metano se solidificam.
PLANETA DIAMANTE
Orbitando o pulsar PSR J1719-1438, a enorme pedra preciosa foi formada devido à altíssima pressão a que está sujeita (o pulsar realiza 10 mil rotações por minuto). Nestas condições, o carbono se cristaliza, formando o diamante.
FONTE:Galileu
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
OS 5 ESTRANHOS E MISTERIOSOS FENÔMENOS NATURAIS
Ninguém pode negar que a natureza é maravilhosa. Felizmente, muitas das coisas que ela oferece estão à distância de uma viagem de avião. Existem, no entanto, alguns fenômenos estranhos que acontecem de forma imprevisível – e apenas em raras ocasiões – cujas testemunhas casuais (às vezes assustadas) são as únicas que têm o privilégio de presenciá-los. Prepare-se para conhecer alguns desses mistérios naturais.
1. ROCHAS DESLIZANTES
Coisas estranhas acontecem no Vale da Morte, nos Estados Unidos. Nesse deserto, as rochas deslizam sozinhas, e não é exclusivamente por causa do vento, como alguém poderia pensar. São rochas de 300 Kg que deslizam 250 metros e deixam um rastro de sua trajetória.
O fenômeno não ocorre com frequência e até hoje nenhuma teoria foi confirmada. A explicação mais aceita é a de Ralph Lorenz, da Universidade Johns Hopkins, que atribui o deslizamento ao congelamento das rochas no inverno e ao vento que as empurra pela areia úmida. Isso, no entanto, não explica porque algumas rochas deslizam e outras não, nem o fato de que ninguém, até hoje, conseguiu filmar o movimento.
2. TORNADO DE FOGO
Os tornados, formados por fortes rajadas de vento, são um fenômeno bem conhecido em todo o mundo e já foram tema de diversos filmes. Mas, e um tornado de fogo? Isso é incomum, mas aconteceu recentemente em Araçatuba, no estado de São Paulo. Um turbilhão de chamas de vários metros de altura surgiu em uma estrada, parando completamente o tráfego e deixando as pessoas boquiabertas.
Não é a primeira vez que o isso acontece no mundo. O fenômeno pode ocorrer em regiões de altas temperaturas, baixa umidade e sujeitas a incêndios frequentes, como no caso de Araçatuba, onde não chovia havia três meses. As altas temperaturas geradas pelo fogo formaram uma corrente de ar ascendente, produzindo um vórtice que sugou as chamas para cima, criando uma coluna altíssima de fogo.
3. PILARES LUMINOSOS
E por falar em colunas altíssimas, há algumas que se elevam no espaço como raios laser e oferecem um espetáculo digno de um filme de ficção científica. O fenômeno, conhecido como pilares luminosos, engana a vista, pois apesar de os pilares parecem colunas sólidas, não passam de feixes de luz.
Esse é um dos casos em que a ciência fornece uma explicação irrefutável para a sua ocorrência: os pilares são formados pela luz solar, lunar ou artificial refletida em cristais de gelo que flutuam na atmosfera.
4. AURORA POLAR
Outro efeito luminoso digno de nota é a aurora polar. Imagine que o céu fique coberto por uma nuvem uniforme de cor viva e incomum. Parece até que uma nave espacial pode surgir a qualquer momento, mas trata-se apenas de luz projetada de uma maneira especial.
O fenômeno ocorre principalmente nos polos, mas pode surgir em qualquer parte do planeta devido ao aquecimento global. No polo norte, recebe o nome de aurora boreal e, no polo sul, aurora austral. As auroras polares resultam da colisão de partículas solares eletricamente carregadas (prótons e elétrons) com os átomos e moléculas de oxigênio e nitrogênio existentes na ionosfera terrestre, localizada entre 80 e 500 quilômetros de altura.
5. O OLHO DE RICHAT
Richat não é uma pessoa, é uma região da Mauritânia localizada no deserto do Saara. O local se caracteriza por uma estrutura de 50 quilômetros de diâmetro formada por anéis concêntricos, e que se eleva 400 metros acima do nível do mar. A estrutura é, na verdade, um dos mais belos acidentes geográficos que podem ser vistos do espaço.
Acreditava-se, inicialmente, que a formação era o resultado do impacto de um meteorito, mas a NASA descobriu que é o produto da erosão causada pelo vento durante milhões de anos. A explicação para seu formato circular, no entanto, continua sendo um mistério.
FONTE:Discovery Brasil
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
OS ESTRANHOS PLANETAS ALÉM DO SISTEMA SOLAR
Nos últimos 20 anos, astrônomos de todo o mundo catalogaram cerca de 850 planetas fora do nosso Sistema Solar.
A busca por mundos que orbitem outras estrelas tem levado à descoberta de alguns planetas estranhos, desde um gigante de gás quente, mais escuro que carvão, até um planeta com quatro sóis.
Abaixo, alguns dos exemplos mais estranhos.
O planeta PH1, localizado por astrônomos amadores, tem quatro sóis. [Imagem: Planeta PH1 (Imagem: Haven Giguere/Yale)]
Um planeta com quatro sóis
Em uma cena do filme da saga Star Wars, quando o personagem Luke Skywalker olha para o horizonte, ele vê dois sóis se pondo no planeta Tatooine.
Os astrônomos já descobriram vários sistemas parecidos com o da ficção, nos quais os planetas orbitam estrelas duplas.
Mas, em 2012, astrônomos amadores encontraram um planeta iluminado por quatro estrelas, o primeiro desse tipo.
O mundo distante fica na constelação de Cygnus, orbita um par de astros e um segundo par gira em volta deles. Ele fica a 5.000 anos-luz da Terra e seu raio é seis vezes maior do que o do nosso planeta (do tamanho de Netuno).
E, apesar de ser puxado por quatro forças gravitacionais diferentes, o planeta PH1 consegue manter uma órbita estável.
A descoberta foi feita por voluntários que usavam o site Planet Hunters, junto com uma equipe de institutos científicos da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. O nome PH1 veio do site.
PLANETA NEGRO
Cientistas acreditam que o planeta mais escuro já encontrado tenha um brilho semelhante ao de uma brasa.
Em 2011, um grupo de astrônomos americanos anunciou que um exoplaneta - mundo localizado fora do nosso Sistema Solar - do tamanho de Júpiter e conhecido como TrES-2b era o mais escuro já descoberto, refletindo apenas 1% da luz que o atingia.
O TrES-2b é ainda mais escuro do que tinta acrílica preta e mais preto do que qualquer planeta ou lua do nosso Sistema Solar. Ele fica a 718 anos-luz da Terra e sua massa e raio são quase os mesmos que os do planeta Júpiter.
A distância entre o TrES-2b e sua estrela pode ser um dos fatores responsáveis por essa escuridão.
Em nosso Sistema Solar, Júpiter é coberto por nuvens brilhantes de amônia que refletem mais de um terço da luz do Sol que o alcança.
Mas o TrES-2b orbita a uma distância de apenas 4,83 milhões de quilômetros de seu astro. A energia intensa do Sol esquenta o planeta a mais de 1.000ºC, o que o torna muito quente para a formação de nuvens de amônia. A atmosfera do TrES-2b também tem elementos químicos que absorvem, ao invés de refletir, a luz.
Mas esses fatores não conseguem explicar totalmente a extrema falta de luz no planeta.
Um dos autores do estudo sobre o TrES-2b, David Spiegel, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, afirma que o planeta é tão quente que "emite um brilho vermelho fraco, muito parecido a uma brasa ou à espiral de um forno elétrico".
Pelo menos um terço da massa do planeta - o equivalente a três massas da Terra - pode ser diamante: Exoplaneta pode ter "três Terras" de diamante.
Um planeta próximo na constelação de Câncer pode ter uma composição peculiar. O corpo celeste, conhecido como 55 Cancri E, "provavelmente é coberto de grafite e diamante em vez de água e granito", segundo o astrônomo Nikky Madhusudhan, da Universidade de Yale.
O 55 Cancri E pertence à classe de mundos conhecida como planetas de diamante, que se acredita ricos no elemento carbono, que pode existir em várias formas estruturais, como grafite ou o diamante. Planetas desse tipo contrastam muito com a Terra, cujo interior tem relativamente pouco carbono, mas é rico em oxigênio.
O planeta de diamante fica a 40 anos-luz da Terra e seu raio é duas vezes o tamanho do raio da Terra.
Em 2012, Madhusudhan e seus colegas publicaram as primeiras medidas do raio do exoplaneta. Estes novos dados, combinados com as estimativas mais recentes da massa 55 Cancri E, permitiram que os cientistas deduzissem sua composição química.
Para fazer isto, eles usaram modelos em computadores do interior do planeta e calcularam as possíveis combinações de elementos e compostos que poderiam ter as características observadas.
Os resultados sugerem que o 55 Cancri E é, em sua maior parte, composto de carbono (na forma de grafite e diamante), ferro, carboneto de silício e, potencialmente, silicato.
Os cientistas estimam que pelo menos um terço da massa do planeta seja de diamante, o equivalente a três vezes a massa da Terra.
PLANETA DEVORADO
O Wasp-12b está sendo engolido por sua estrela, restando-lhe cerca de 10 milhões de anos de vida.
Localizado na constelação de Auriga (também conhecida como Cocheiro), a 600 anos-luz da Terra, o planeta Wasp-12b está sendo devorado lentamente pela sua estrela, a Wasp-12.
O planeta gigante orbita tão próximo à estrela semelhante ao Sol que sua temperatura chega a 1.500ºC. Ele está sendo distorcido, chegando à forma de uma bola de rúgbi, devido à gravidade da estrela.
A grande proximidade entre o Wasp-12b e a estrela levou a atmosfera do planeta a se expandir a um raio três vezes maior que a de Júpiter. Material proveniente dele está "vazando" para a estrela.
"Vemos uma grande nuvem de materiais em volta do planeta, que está escapando e será capturado pela estrela", disse a astrônoma Carole Haswell, da Open University britânica.
Haswell e sua equipe usaram o telescópio Hubble para confirmar estimativas anteriores a respeito do planeta e divulgaram a descoberta na publicação científica The Astrophysical Journal Letters.
Os pesquisadores dizem que o planeta pode ainda existir por mais 10 milhões de anos antes de se apagar. O Wasp-12b também é catalogado entre os planetas de diamante.
FONTE:BBC
O planeta PH1, localizado por astrônomos amadores, tem quatro sóis. [Imagem: Planeta PH1 (Imagem: Haven Giguere/Yale)]
Um planeta com quatro sóis
Em uma cena do filme da saga Star Wars, quando o personagem Luke Skywalker olha para o horizonte, ele vê dois sóis se pondo no planeta Tatooine.
Os astrônomos já descobriram vários sistemas parecidos com o da ficção, nos quais os planetas orbitam estrelas duplas.
Mas, em 2012, astrônomos amadores encontraram um planeta iluminado por quatro estrelas, o primeiro desse tipo.
O mundo distante fica na constelação de Cygnus, orbita um par de astros e um segundo par gira em volta deles. Ele fica a 5.000 anos-luz da Terra e seu raio é seis vezes maior do que o do nosso planeta (do tamanho de Netuno).
E, apesar de ser puxado por quatro forças gravitacionais diferentes, o planeta PH1 consegue manter uma órbita estável.
A descoberta foi feita por voluntários que usavam o site Planet Hunters, junto com uma equipe de institutos científicos da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. O nome PH1 veio do site.
PLANETA NEGRO
Cientistas acreditam que o planeta mais escuro já encontrado tenha um brilho semelhante ao de uma brasa.
Em 2011, um grupo de astrônomos americanos anunciou que um exoplaneta - mundo localizado fora do nosso Sistema Solar - do tamanho de Júpiter e conhecido como TrES-2b era o mais escuro já descoberto, refletindo apenas 1% da luz que o atingia.
O TrES-2b é ainda mais escuro do que tinta acrílica preta e mais preto do que qualquer planeta ou lua do nosso Sistema Solar. Ele fica a 718 anos-luz da Terra e sua massa e raio são quase os mesmos que os do planeta Júpiter.
A distância entre o TrES-2b e sua estrela pode ser um dos fatores responsáveis por essa escuridão.
Em nosso Sistema Solar, Júpiter é coberto por nuvens brilhantes de amônia que refletem mais de um terço da luz do Sol que o alcança.
Mas o TrES-2b orbita a uma distância de apenas 4,83 milhões de quilômetros de seu astro. A energia intensa do Sol esquenta o planeta a mais de 1.000ºC, o que o torna muito quente para a formação de nuvens de amônia. A atmosfera do TrES-2b também tem elementos químicos que absorvem, ao invés de refletir, a luz.
Mas esses fatores não conseguem explicar totalmente a extrema falta de luz no planeta.
Um dos autores do estudo sobre o TrES-2b, David Spiegel, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, afirma que o planeta é tão quente que "emite um brilho vermelho fraco, muito parecido a uma brasa ou à espiral de um forno elétrico".
Pelo menos um terço da massa do planeta - o equivalente a três massas da Terra - pode ser diamante: Exoplaneta pode ter "três Terras" de diamante.
Um planeta próximo na constelação de Câncer pode ter uma composição peculiar. O corpo celeste, conhecido como 55 Cancri E, "provavelmente é coberto de grafite e diamante em vez de água e granito", segundo o astrônomo Nikky Madhusudhan, da Universidade de Yale.
O 55 Cancri E pertence à classe de mundos conhecida como planetas de diamante, que se acredita ricos no elemento carbono, que pode existir em várias formas estruturais, como grafite ou o diamante. Planetas desse tipo contrastam muito com a Terra, cujo interior tem relativamente pouco carbono, mas é rico em oxigênio.
O planeta de diamante fica a 40 anos-luz da Terra e seu raio é duas vezes o tamanho do raio da Terra.
Em 2012, Madhusudhan e seus colegas publicaram as primeiras medidas do raio do exoplaneta. Estes novos dados, combinados com as estimativas mais recentes da massa 55 Cancri E, permitiram que os cientistas deduzissem sua composição química.
Para fazer isto, eles usaram modelos em computadores do interior do planeta e calcularam as possíveis combinações de elementos e compostos que poderiam ter as características observadas.
Os resultados sugerem que o 55 Cancri E é, em sua maior parte, composto de carbono (na forma de grafite e diamante), ferro, carboneto de silício e, potencialmente, silicato.
Os cientistas estimam que pelo menos um terço da massa do planeta seja de diamante, o equivalente a três vezes a massa da Terra.
PLANETA DEVORADO
O Wasp-12b está sendo engolido por sua estrela, restando-lhe cerca de 10 milhões de anos de vida.
Localizado na constelação de Auriga (também conhecida como Cocheiro), a 600 anos-luz da Terra, o planeta Wasp-12b está sendo devorado lentamente pela sua estrela, a Wasp-12.
O planeta gigante orbita tão próximo à estrela semelhante ao Sol que sua temperatura chega a 1.500ºC. Ele está sendo distorcido, chegando à forma de uma bola de rúgbi, devido à gravidade da estrela.
A grande proximidade entre o Wasp-12b e a estrela levou a atmosfera do planeta a se expandir a um raio três vezes maior que a de Júpiter. Material proveniente dele está "vazando" para a estrela.
"Vemos uma grande nuvem de materiais em volta do planeta, que está escapando e será capturado pela estrela", disse a astrônoma Carole Haswell, da Open University britânica.
Haswell e sua equipe usaram o telescópio Hubble para confirmar estimativas anteriores a respeito do planeta e divulgaram a descoberta na publicação científica The Astrophysical Journal Letters.
Os pesquisadores dizem que o planeta pode ainda existir por mais 10 milhões de anos antes de se apagar. O Wasp-12b também é catalogado entre os planetas de diamante.
FONTE:BBC
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