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domingo, 30 de março de 2014

1° VEZ PODE PREVER SATISFAÇÃO NO RESTO DA SUA VIDA SEXUAL

Uma pesquisa conduzida por Mateus Shaffer, estudante de doutorado em psicologia na Universidade do Tennesse e C. Veronica Smith, professora de psicologia na Universidade de Mississippi, ambas nos EUA, sugere que a primeira experiência sexual pode definir o “tom” do resto de sua vida sexual. Isso significa que, se você teve uma boa experiência sexual na primeira vez, pode ter mais satisfação geral na sua vida sexual ao longo dos anos. VIRGINDADE E SATISFAÇÃO O estudo, publicado no Journal of Sex and Marital Therapy, é o primeiro a examinar se as circunstâncias da perda de virgindade têm consequências duradouras. “A perda da virgindade é muitas vezes vista como um marco importante no desenvolvimento humano, uma transição para a idade adulta”, disse Shaffer. “No entanto, nunca foi estudada nessa capacidade. Queríamos ver a influência que podia ter em relação ao desenvolvimento físico e emocional”. Os pesquisadores descobriram que primeiras experiências sexuais positivas eram preditoras de satisfação física e emocional. Especificamente, aqueles que se sentiram amados e respeitados por seu parceiro na primeira vez descreveram suas experiências posteriores como mais emocionalmente satisfatórias. O ESTUDO: Os pesquisadores perguntaram a 331 homens e mulheres jovens como eles perderam a virgindade. Os participantes anônimos classificaram a experiência de acordo com emoções relacionadas à ansiedade, contentamento e arrependimento. Também responderam a perguntas sobre sua vida sexual medindo senso de controle, satisfação e bem-estar. Finalmente, os participantes preencheram um diário durante duas semanas, descrevendo cada experiência sexual que tinham. Uma série de análises revelou que, aqueles que ficaram mais emocionalmente e fisicamente satisfeitos na sua primeira vez descreveram uma vida sexual mais satisfatória. Aqueles que relataram níveis mais elevados de ansiedade e negativismo na primeira vez demonstraram menor funcionamento sexual global. “Embora este estudo não prove que uma boa primeira vez leva a uma melhor vida sexual, em geral, a experiência de uma pessoa em perder a virgindade pode definir o padrão para os próximos anos de vida sexual”, disse Shaffer. Ou seja, se a primeira vez for considerada boa, pode criar um padrão positivo geral de pensamento e comportamento, que orienta as experiências sexuais e a compreensão de informações sobre a sexualidade. ESPERAR PARA COLHER OS FRUTOS  Esse não é o primeiro estudo que ligou a perda da virgindade à satisfação sexual. Uma pesquisa da Universidade do Texas em Austin (EUA) também concluiu que o momento da primeira relação sexual de uma pessoa pode influenciar sua vida romântica na idade adulta. 1.659 pares de irmãos do mesmo sexo foram seguidos da adolescência à idade adulta jovem, e os pesquisadores descobriram que os que tiveram uma primeira experiência sexual tardia foram associados com maior escolaridade e maior renda familiar na idade adulta, além de serem menos propensos a se casar e terem menos parceiros românticos. Entre os participantes que eram casados ou viviam com um parceiro, a iniciação sexual mais tardia foi associada a níveis significativamente mais baixos de insatisfação no relacionamento na vida adulta. Isso significa que o momento da primeira relação sexual pode predizer a qualidade e a estabilidade dos relacionamentos românticos na idade adulta e que, quanto mais tarde for esse momento, melhor pode ser para a pessoa. FONTE: ScienceDaily

sábado, 1 de outubro de 2011

COMO É FEITA A PREVISÃO DO TEMPO

A previsão é feita a partir da análise de dados captados em todo o mundo por uma rede internacional. Até o fim da Segunda Guerra Mundial, as informações meteorológicas tinham fins militares. Com a criação da Organização das Nações Unidas, os países começaram a trabalhar em conjunto e surgiu a Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 1950. Ela estabelece o estado inicial global, que mostra as condições de tempo em todo o planeta a partir de dados obtidos pelos países membros em um mesmo horário.
Mesmo com tantos dados e poderosos computadores, muito da previsão vem da leitura que os metereologistas fazem dessas informações – é por isso que as previsões para um mesmo local em um mesmo dia podem variar. Outro problema é que há áreas do globo sobre as quais há menos informações, o que deixa a previsão menos certeira. :>)

FAÇA CHUVA OU FAÇA SOL
Medição de dados na terra, no céu e no mar abastece central meteorológica mundial.

SOB MEDIDA
A coleta de informações começa em terra, na estação meteorológica. Em todo o mundo, há 11 mil delas, com equipamentos que medem dados próximos da superfície, do nível do solo até cerca de 10 metros de altura. Em geral, esses instrumentos são alimentados por painéis de energia solar.

CHECK-IN
As estações meteorológicas não cobrem todo o globo. Por isso, elas têm a ajuda de miniestações espalhadas em lugares como os aeroportos, que medem ventos, pressão atmosférica, chuva e umidade do ar, por exemplo. Além de usar os dados para garantir a segurança dos vôos, os aeroportos também os enviam à OMM.

VISÃO AÉREA
Cerca de 3 mil aviões comerciais conveniados à OMM voam por uma área que as estações não cobrem: as grandes altitudes. Os aviões viajam a cerca de 11 mil metros de altura, onde as condições de tempo são muito diferentes das da superfície. Por isso, esses dados são valiosos. Mas, como as aeronaves não cruzam todo o globo, sobra uma área grande sobre a qual não há dados.

BÓIA FRIA
Estações meteorológicas cobrem a parte terrestre do globo, mas fica faltando a maior área do planeta: as regiões oceânicas. A captação de dados de superfície por ali fica por conta de bóias meteorológicas e de navios mercantes, militares e de passageiros. Os 7 mil navios transmitem dados como chuva e ventos, assim como as cerca de 900 bóias.

BALÃO MÁGICO
Acima dos aviões, há balões meteorológicos que chegam a 30 mil metros de altitude. Inflados com gás hélio, eles carregam radiossondas, um conjunto de instrumentos que mede pressão atmosférica, temperatura e umidade relativa do ar. Monitorando a posição do balão, é possível checar também o vento.

VIA SATÉLITE
As imagens de satélite mostram o que nenhum aparelho mede: a movimentação das nuvens, o que ajuda a entender a dinâmica de chuvas e temperaturas. As fotografias são tiradas por seis satélites geoestacionários e cinco de órbita polar. Além da temperatura, as imagens mostram vapor d’água e umidade.

GUICHÊ DE INFORMAÇÕES
Com tantas informações vindas de fontes tão diferentes, alguém precisa organizar a bagunça. Quem faz isso é a OMM, que processa os dados vindos de 182 países e 6 territórios. Há três centrais principais – em Melbourne (Austrália), Washington (EUA) e Moscou (Rússia) – e mais outras 15 que processam as informações enviadas por todos os membros pelo menos a cada três horas e distribuem os dados para que cada país possa fazer suas previsões.

NA TELA DA TV
Algumas empresas de metereologia fazem boletins meteorológicos para meios de comunicação. Existem canais de TV especializados no assunto e emissoras que têm metereologistas próprios. Mas a maioria dos canais prefere colocar uma bela moça do tempo para falar se vai chover ou não.

TRADUTOR INSTANTÂNEO
A OMM disponibiliza dados na forma de gráficos, tabelas e mapas incompreensíveis para leigos. É aí que entram os metereologistas: eles jogam os números do dia atual e de dias anteriores em softwares que calculam como será o clima futuro e acrescentam sua análise pessoal para ler dados não numéricos, como as fotos de satélite. Fonte:http://tenebroso.supercomentario.com.br/2010/06/10/como-e-feita-a-previsao-do-tempo/