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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

HOMENS MAIS ALTOS SÃO MAIS PROPENSOS A DESENVOLVER CÂNCER NO TESTÍCULO

Cientistas descobriram que para cada 5,08 centímetros acima da altura média masculina (partindo de 1,52 a 2,74 metros), o risco de câncer de testículo aumenta 13%. O novo estudo mostrou uma ligação entre altura e câncer testicular, mas os pesquisadores ainda não compreendem de que forma esse aumento de altura aumenta também o risco de câncer. Ainda assim, outros fatores, como histórico familiar e genes defeituosos, são muito mais importantes, respondendo por 20% do risco de doença. Há também fatores como histórico clínico, etnia, idade, etc. Cerca de 2.000 homens na Grã-Bretanha desenvolvem esse tipo câncer a cada ano, mas eles tendem a ser mais jovens do que as vítimas de outras formas de câncer. No entanto, uma vez que apenas um homem em 210 tem câncer testicular no Reino Unido, o risco absoluto é baixo. Os homens altos não devem ficar alarmados com a pesquisa, porque menos de quatro em 100 dos tumores testiculares são realmente cancerosos. A perspectiva para o câncer de testículo é também uma das melhores de todos os cânceres; mesmo depois de a doença se espalhar, os pacientes podem ser curados. A taxa de cura para o câncer de testículo é 98% dos casos diagnosticados, sendo que a doença sobrevive a pelo menos 10 anos. Mas ainda é importante que os homens fiquem cientes de quaisquer alterações no tamanho e peso dos seus testículos, e não demorem para ir ao médico. Isto é particularmente importante para os jovens, já que a doença é mais comum a homens com menos de 35 anos. Os pesquisadores lembram que ainda há muito pouca informação sobre o câncer de testículo, e que a doença pode afetar homens de qualquer altura. FONTE:Telegraph

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

FIDELIDADE FEMININA ESTÁ RELACIONADA COM TAMANHO DOS TESTÍCULOS

Pesquisador encontra indícios de que, entre os animais, a infidelidade está ligada aos órgãos. Mas, será que isso também é válido para os humanos?! O pesquisador Petter Bøckman e seus colegas da Universidade de Oslo, na Noruega, acabam de publicar suas descobertas científicas na última edição da revista Apollon. O especialista também ajudou a preparar a exibição Sexus, que celebra o bicentenário do Museu de História Natural da cidade. Uma das principais descobertas feitas pelos pesquisadores é que a infidelidade feminina está diretamente relacionada com o tamanho dos testículos dos machos. Para chegar a essa conclusão, os especialistas analisaram o comportamento e a anatomia de diferentes primatas e algumas outras espécies de animais. “Podemos determinar o nível de infidelidade de uma fêmea ao olhar o tamanho dos testículos do macho. Quanto mais infiel é a fêmea, maiores são os testículos do macho”, explica Bøckman. UMA QUESTÃO DA SOBREVIVÊNCIA Fica fácil entender essa relação quando pensamos em como a vida funciona na natureza. Se o mais comum em determinada espécie é que um macho tenha uma única fêmea e não precise competir com outros machos, ele só precisa ter certeza de que será capaz de fertilizar essa fêmea. Agora, quando as fêmeas cruzam com outros animais, é necessário garantir a maior quantidade de esperma possível para aumentar as chances de reprodução. Para isso, consequentemente, o macho precisa ter testículos maiores.
“Os bonobos têm testículos especialmente grandes. Eles cruzam com todo mundo. (...) Aqueles que deixam a maior quantidade de esperma têm maiores chances de serem os pais da ninhada. Já em bandos de gorilas existe um único macho. Mesmo que o gorila tenha um pequeno harém, ele não precisa de testículos grandes”, comenta o pesquisador. Além dos primatas, Petter Bøckman explica que o mesmo fenômeno pode ser observado em outras espécies: “Animais que têm uma vida muito curta podem ter testículos enormes. Em uma espécie de gafanhoto, os testículos ocupam metade da massa corporal”. O pesquisador também cita os ouriços-do-mar, que possuem um órgão proporcionalmente grande para o seu tamanho porque precisam liberar seu esperma na água na tentativa de fertilizar os ovos. MAS, E OS HUMANOS? Depois de analisar de perto o comportamento de diferentes espécies de primatas, é natural que o pesquisador busque relacionar suas descobertas com os humanos. Para isso, é importante saber que os testículos dos homens são 1,5 vezes maiores do que os gorilas. Esse número nos mostra que os machos da nossa espécie apresentam órgãos relativamente grandes.
A partir daí, o pesquisador deu a seguinte declaração: “Isso mostra claramente como é a vida no nosso grupo. Podemos jurar fidelidade, mas essa é uma evidência de que nossas fêmeas estão traindo. Não somos como os chimpanzés, em que as fêmeas têm quatro ou cinco parceiros a cada período fértil, mas sempre existe uma probabilidade de que um outro macho tenha passado por ali”. Ao analisar o estudo, Shereen Dindar, do site Shine On, ressalta que os motivos que levam as fêmeas dos primatas a trair certamente são muito diferentes dos possíveis motivos que levariam uma mulher a trair. Além disso, podemos concluir que se os testículos maiores têm como principal finalidade aumentar as chances de reprodução, isso também é um indício de que homens com órgãos grandes têm uma maior tendência à infidelidade. * * * Então, qual é a sua opinião sobre tudo isso? Você acredita que o tamanho dos testículos realmente pode influenciar na fidelidade dos casais? Será que homens e mulheres se comportam como os primatas? Registre sua opinião nos comentários. Fonte:Apollon Shine On