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sábado, 8 de outubro de 2016

CIENTISTA FINLANDÊS ENCONTRA UM MISTÉRIO NAS PIRÂMIDES DA BÓSNIA

Um cientista da Finlândia declarou ter descoberto anomalias nas pirâmides da Bósnia em Visoko, as quais não podem ser explicadas como fenômenos naturais. Seriam estas provas concretas de que são estruturas feitas pelo homem? O pesquisador finlandês registrou sons vindos do topo da Grande Pirâmide de Visoko, os quais NÃO são o resultado de quaisquer fenômenos naturais. De acordo com a BH News Agency Patria (NAP), um engenheiro de som chamado Heikki Savolainen declarou ter encontrado anomalias nas pirâmides em Visoko que não podem ser explicadas como fenômenos naturais. O especialista em sonoplastia ficou em Visoko, na Bósnia e Herzegovina por uma semana e fez gravações eletromagnéticas, de ultrassom e infrassom no Vale Bósnio das Pirâmides. O que ele encontrou desafia as explicações. De fato, de acordo com Savolainen, seus resultados são espetaculares. Ele disse que há uma conexão óbvia entre a radiação eletromagnética e ultrasônica do topo da Pirâmide do Sol e os túneis subterrâneos. Isto, ele argumenta, mostra que os túneis observáveis e as pirâmides são de fato a mesma entidade. A tese da existência das Pirâmides da Bósnia tem sido pesadamente atacada por pesquisadores ao redor do globo, os quais rejeitam a noção de que há pirâmides naquele país. Porém, pesquisas têm mostrado que não somente há pirâmides na Bósnia, mas que elas também podem ser as estruturas artificiais mais antigas da face do planeta. De acordo com uma análise feita no local, as Pirâmides da Bósnia teriam aproximadamente 29.200, anos. Foi reportado que o facho de ‘ultrassom’ encontrado no fundo da Pirâmide do Sol vem em blocos regulares de 9.3333 Hz, com picos de até 28.3000 kHz. Além disso, a filtragem de energia mostra que o nível de ionização tem mais de 43.000 íons negativos, que é 200 vezes mais alto do que a concentração média, o que faz com que estas câmara subterrâneas mostrem propriedades de cura. Testes confirmaram que os níveis de ‘radiação negativa’ através das grades Hartman, Curry e Schneider são iguais a zero nos túneis descobertos. Ocorre que as pirâmides da Bósnia podem ser, afinal, um dos monumentos antigos mais fantásticos já construídos por uma civilização há muito tempo perdida, a qual habitou a Europa moderna há dezenas de milhares de anos. A Pirâmide do Sol, com seus 220 metros de altura, excede a Grande Pirâmide do Egito, que mede 146 metros de altura. Mas o que descobrirmos ser impressionante é o fato de que a orientação da pirâmide para o Norte é precisa, com um erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos. Uma incrível precisão, e isto é onde a Pirâmide do Sol na Bósnia possui um fato comum com a Grande Pirâmide do Egito. No Egito, a Grande Pirâmide reside na interseção da linha mais longa de latitude, e a mais longa de longitude, que é o exato centro de massa de terra no nosso planeta. fontes: ancient-code.com/finnish-scientist-spots-great-mystery-bosnian-pyramids//ovnihoje.com/2016/10/08/cientista-finlandes-encontra-um-misterio-nas-piramides-da-bosnia/

ARTRITE PODE SER TRATADA COM CÉLULAS DO PRÓPRIO PACIENTE

Cientistas britânicos descobrem que minúsculas bolhas humanas conseguem chegar à cartilagem inflamada, até então tida como impenetrável. Pacientes com artrite podem, futuramente, usufruir dos benefícios de uma terapia em desenvolvimento nos laboratórios da Universidade Queen Mary de Londres, no Reino Unido. Publicado recentemente na revista Science Translational Medicine, o estudo indica que há possibilidade de as cartilagens, até então consideradas impenetráveis por medicamentos, serem tratadas com células do próprio doente, as chamadas microvesículas. Os autores demonstraram, na pesquisa inicial com ratos, que essas moléculas são capazes de ultrapassar as barreiras da cartilagem para aplicar medicamentos e outros agentes terapêuticos. Microvesículas são estruturas subcelulares que não excedem um micrômetro de diâmetro. Parecidas com bolhas preenchidas por um líquido e responsáveis pelo transporte de lipídios e proteínas, elas são produzidas por células do sistema imunitário chamadas neutrófilos. Essas pequenas moléculas chamam a atenção por dois motivos: contêm mais de 300 tipos de proteínas, que variam conforme as funções, e se acumulam em grande quantidade nas articulações de pacientes com artrite reumatoide (AR), doença inflamatória crônica na qual as células imunes destroem tecidos articulares. Os tratamentos atuais reduzem a inflamação e aliviam a dor, mas não conseguem alvejar diretamente as células dentro da cartilagem, tecido que reveste a superfície dos ossos. “Para a nossa surpresa, descobrimos que as vesículas liberadas por células brancas do sangue podem ‘viajar’ para a cartilagem e entregar seu conteúdo. Além disso, elas têm um efeito protetor sobre a cartilagem afetada pela artrite”, comemora Mauro Perretti, autor sênior da pesquisa. Para chegar a essa conclusão, ele e a equipe estudaram microvesículas de pacientes e roedores com AR. Ao investigar os níveis elevados dessas pequenas moléculas no líquido das articulações, os estudiosos notaram que elas também estavam carregadas com anexina A1, proteína que ajuda a combater a inflamação e a reparar tecidos feridos. Em uma fase seguinte, constatou-se que camundongos com artrite e produção prejudicada de microvesículas tinham cartilagens mais inflamadas do que as cobaias sem a doença. Além disso, a injeção direta de microvesículas nas articulações dos animais protegeu-os da degradação no tecido. Os resultados sugerem que as microvesículas podem ser usadas como uma espécie de “cavalo de troia”, penetrando na cartilagem e permitindo que a anexina A1 se ligue aos seus receptores nas células do tecido doente, o que gera uma reação anti-inflamatória acentuada. O tratamento de pacientes com as próprias vesículas requereria apenas um dia no hospital, e essas moléculas poderiam ser ainda “fortificadas” com outros agentes terapêuticos, por exemplo, ácidos graxos de ômega-3s. Diretor médico da Pesquisa em Artrite do Reino Unido, Stephen Simpson acredita que a utilização do próprio sistema de transporte do corpo para movimentar agentes terapêuticos, novos e atuais, diretamente na cartilagem reduziria os danos articulares de forma mais eficaz do que nunca. “Uma cartilagem saudável e intacta significa menos dor e incapacidade, melhorando a qualidade de vida de milhões de pessoas que vivem com artrite”, considera. O diretor científico da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, regional Distrito Federal, Julian Machado, explica que a nutrição da cartilagem se dá por difusão, “alimentando-se” de células dispersas na matriz ricas em colágeno e outras glicoproteínas. Sabendo disso, médicos tentam restaurar a cartilagem danificada com tratamentos focados nessa estratégia. “Apesar de serem usados no mundo inteiro e prescritos por médicos, não sabemos ao certo se são eficientes em repor e restaurar a constituição da cartilagem”, ressalva Machado. “A grande coisa desse estudo é utilizar o expediente dessa capacidade de difusão para colocar as vesículas dentro do material danificado.” O especialista cita outros tratamentos inovadores para a artrite, como o uso de células-tronco da medula para gerar cartilagens.

Risco de incapacitação

A artrite reumatoide (AR) atinge mais os joelhos e o quadril, estruturas que suportam o peso do corpo. Pessoas com essas duas regiões comprometidas podem ficar disfuncionais. Segundo Marcelo Ferrer, ortopedista da Orto Sul, em Brasília, nessa enfermidade, a membrana sinovial hipertrofia e lança toxinas que invadem e destroem a cartilagem. O também membro da Sociedade Brasileira do Quadril e Cirurgia de Joelho acredita ser possível que os resultados britânicos contribuam para o desenvolvimento de outras doenças autoimunes. Exercícios físicos não são mais proibidos para quem tem artrite reumatoide. As atividades precisam ser supervisionadas, funcionais e focadas no fortalecimento muscular. No dia a dia do paciente de artrite reumatoide, os obstáculos estão por todos os lados. A maçaneta da porta, o cabo da panela, a tampa da garrafa, os degraus da escada… Para uma pessoa com dor, rigidez ou deformidades articulares, esses objetos simples tornam-se desafiadores. O comprometimento das atividades rotineiras, contudo, pode ser amenizado com terapia ocupacional. Aliada à prática regular de exercícios físicos, a adaptação das tarefas cotidianas representa um ganho enorme na qualidade de vida. “Modificar hábitos é algo essencial para o tratamento, e isso pode incluir aspectos muito individuais, desde mudar a forma como o paciente lava a louça, digita no computador e toma banho até mesmo modificar como ele encara o cuidado com a sua saúde”, explica Pedro de Almeida, professor do curso de terapia ocupacional da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador de tecnologias assistivas para pacientes reumatológicos. De acordo com ele, diversos estudos científicos indicam que proteger as articulações e poupar energia na execução de tarefas reduzem a dor, melhoram a fadiga, aumentam a participação social, diminuem a rigidez matinal e a incidência de deformidades nas mãos, e incrementam a funcionalidade, mesmo entre pessoas com quadros mais graves da doença. O especialista explica que, quanto mais cedo o paciente iniciar as mudanças de hábito, maiores as chances de evitar as lesões e os prejuízos para a rotina. No artigo Terapia ocupacional na artrite reumatoide: o que o reumatologista precisa saber?, publicado na Revista Brasileira de Reumatologia, Almeida destaca que, sem tratamento adequado, a taxa de aposentadoria associada à doença varia de 7% (no primeiro ano após o diagnóstico) a 39% (15 anos depois). A redução da produtividade motivada pela artrite reumatoide é estimada em 7 mil euros por ano, observa. Contudo, existe um arsenal de técnicas protetivas, exercícios físicos e recursos tecnológicos para evitar que isso aconteça. Quem faz o encaminhamento do paciente ao serviço de reabilitação, onde será acompanhado por uma equipe multidisciplinar, é geralmente o reumatologista. “Esse processo acontece em centros de reabilitação públicos, os da rede Sarah, e em alguns hospitais, entre eles o HUB (Hospital Universitário de Brasília), que tem um serviço multidisciplinar integrado”, explica Almeida. Ele ressalta, porém, que, em outros centros de saúde, o número reduzido de profissionais qualificados pode fazer com que se espere muito para ter acesso ao serviço. “Muitas vezes, isso desmotiva o paciente”, afirma. Segundo o especialista, o problema não é só do Brasil. “Observo situações similares aqui no Canadá, onde a espera por uma consulta com profissionais especializados pode ser superior a quatro meses”, diz o professor da UnB, que atualmente faz parte do doutorado no país norte-americano. O ideal é que o acompanhamento seja realizado de duas a três vezes por semana nos primeiros meses de diagnóstico. Depois, de acordo com a evolução da doença, os encontros com o profissional podem chegar a acontecer apenas a cada três meses. “Além de evitar que o paciente deixe de fazer o que é importante para ele, mantendo-o independente, o tratamento reduz a ocorrência não só de complicações físicas, como dor e limitações de movimento, mas também a incidência de sintomas de depressão e ansiedade decorrentes de sentimentos de incapacidade que podem surgir quando o paciente se vê impossibilitado de realizar atividades que antes eram perfeitamente possíveis”, explica Pedro de Almeida.

Coração protegido

Tão importante quanto tomar os remédios e aprender a executar as tarefas cotidianas sem sobrecarregar as articulações é se movimentar. No passado, muitos médicos recomendavam repouso aos pacientes. Com isso, além do isolamento social, eles se tornavam caquéticos e desenvolviam comorbidades associadas à falta de atividade física. Hoje, contudo, sabe-se que os exercícios não só estão permitidos como fazem parte do tratamento da artrite reumatoide. “A partir da década de 1990, a atividade física começou a ser recomendada porque a literatura científica mostra que, quanto mais a pessoa se movimenta, menor a frequência e a intensidade da dor. O movimento ‘desenferruja’”, explica Frederico Santos de Santana, diretor técnico do Instituto Saúde e Exercício e pesquisador do HUB. Além do manejo da dor, o exercício físico é recomendado porque os pacientes da doença crônica têm risco maior de complicações cardiovasculares, e 66% deles sofrem de caquexia reumatoide, condição caracterizada pela perda da massa muscular. Sobretudo aqueles que não têm comprometimento dos membros inferiores são aconselhados a fazer caminhadas para evitar as comorbidades. Frederico Santos de Santana conta que, entre as pessoas com artrite reumatoide, o número de passos diários fica entre 3 mil e 4 mil. Uma paciente dele chegava a andar apenas 400 passos por dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número mínimo de passos para uma pessoa ser considerada ativa é 10 mil. Como parte do tratamento da artrite reumatoide, o exercício físico precisa ser orientado e supervisionado por um profissional. “É arriscado permitir que o paciente faça qualquer atividade. Na área da saúde, não temos o direito de errar. Por isso, é preciso uma boa avaliação interdisciplinar”, observa Santana. Alguns aspectos, como medicamentos, podem interferir no resultado. Daí a necessidade de uma análise minuciosa por parte do profissional antes da prescrição do treino. Normalmente, os exercícios são de baixo impacto, envolvem atividades aeróbicas, de força muscular e funcionais. Para indicar os mais adequados, o educador físico ou o fisioterapeuta vai priorizar as necessidades do paciente, levando em consideração três parâmetros: dor, fadiga e qualidade do sono. “Exercício também é remédio. Então, precisamos dosá-lo. Temos de respeitar o princípio da individualidade porque cada um vai reagir de uma forma”, diz Raphaela Franco Miranda, pesquisadora do Laboratório de Aptidão Física e Reumatológica do HUB. Muitas pessoas terão de começar com o mínimo possível — andar mais dentro de casa, por exemplo ou ir a pé até a padaria. De acordo com a avaliação do profissional, o nível de esforço vai aumentando. Segundo Frederico Santos de Santana, os resultados medidos em estudos científicos mostram um grande incremento da qualidade de vida. “Eles produzem mais, conseguem trabalhar, viajar e ter mais disposição para as atividades da vida diária”, diz. O problema, destaca o especialista, é que nem todos têm acesso a esse tipo de acompanhamento. “É muito difícil conseguir o acompanhamento do professor de educação física nos hospitais. Se o paciente for na clínica particular, será muito bem tratado, terá resultados muito eficazes e efetivos, mas só pode ir à clínica particular uma parcela muito pequena da população”, lamenta. “O tratamento reduz a ocorrência não só de complicações físicas, como dor e limitações de movimento, mas também a incidência de sintomas de depressão e ansiedade decorrentes de sentimentos de incapacidade que podem surgir” – Pedro de Almeida, professor do curso de terapia ocupacional da Universidade de Brasília.

Soluções tecnológicas facilitam a rotina

Para executar as tarefas cotidianas, muitos pacientes recorrem às tecnologias assistivas. “Esse mercado cresceu muito no Brasil nos últimos 10 anos, sobretudo nas áreas relacionadas a pesquisa e desenvolvimento de equipamentos e seu uso no processo de reabilitação. Hoje, temos uma disponibilidade satisfatória de produtos comercialmente disponíveis para pacientes com artrite reumatoide e outras doenças”, conta o terapeuta ocupacional Pedro de Almeida, professor da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador de tecnologias assistivas para pacientes reumatológicos. Porém, ele ressalta que o custo ainda é bastante elevado, obrigando o terapeuta e o paciente a buscarem soluções adaptadas. “É importante observar que, embora existam muitos recursos de tecnologia assistiva em sites, catálogos de fabricantes e artigos, nem todos os pacientes vão precisar de dispositivos como órteses, adaptações de utensílios domésticos ou equipamentos similares”, lembra. Para uma pessoa com deformidades e rigidez nas articulações da mão, por exemplo, um abridor de garrafas adaptado pode ser de grande valia. Contudo, se o problema é no quadril, o mesmo objeto não faz o menor sentido. “Como a necessidade do recurso é motivada pela dificuldade de realizar atividades e ocupações específicas, cada paciente é um caso que precisa ser avaliado e atendido em suas particularidades”, insiste Almeida. Outro exemplo citado por ele é o da dor articular afetando atividades como cozinhar ou trocar de roupa. “Mas o paciente pode não precisar de uma órtese ou de um dispositivo assistivo. Ele pode modificar a forma como a atividade é feita, alterando o padrão de movimentos utilizados, e isso pode ser suficiente para ele”, ensina.” É importante que cada caso seja avaliado e tratado individualmente, pois a prescrição ou a aquisição de um recurso de tecnologia assistiva que não seja necessário implica não só em custo financeiro, mas também emocional para o paciente, podendo prejudicar o tratamento como um todo.” Pedro de Almeida lembra ainda que particularmente as órteses precisam ser fabricadas sob medida. No mercado, existem diversos modelos disponíveis, mas o formato é padrão e, muitas vezes, inadequado. “O terapeuta ocupacional é capacitado para confeccionar órteses personalizadas e moldadas sob medida, que são muito mais adequadas às demandas que o paciente apresenta. O Distrito Federal conta com uma Oficina de Órteses e Próteses, com terapeuta ocupacional, que faz esse serviço pelo Sistema Único de Saúde.” fontes: por Paloma Oliveto / Isabela de Oliveira / Saúde / Correio Braziliense// lersaude.com.br/descoberta-artrite-pode-ser-tratada-com-celulas-do-proprio-paciente/

sábado, 1 de outubro de 2016

ENTENDA COMO O ESTRESSE CHEGA AO CORAÇÃO

Estudo inédito mapeia como a tensão contínua leva ao infarto, ao derrame e a outros problemas cardíacos. Ela provoca inflamações nas paredes arteriais, comprometendo, por exemplo, o fluxo sanguíneo. Em tempos de convulsão social, quando todos parecem estar com os nervos à flor da pele, é bom respirar fundo e pensar duas vezes antes de se aborrecer com discordâncias políticas e de outra natureza. Caso contrário, o coração poderá sofrer as consequências. Se não chega a ser novidade que o estresse contínuo contribui para o surgimento de doenças cardiovasculares, agora, um estudo conseguiu rastrear os efeitos da tensão mental crônica desde o cérebro até as paredes das artérias. De acordo com os pesquisadores, surge uma evidência robusta de que preocupações excessivas causam inflamações que podem provocar infarto, parada cardíaca e acidente vascular cerebral. O trabalho, apresentado na 65ª sessão científica anual do Colégio Americano de Cardiologia, baseia-se em estudos de imagem que avaliaram a atividade bioquímica cerebral de 293 pessoas com média de idade de 55 anos. Todas haviam se submetido ao PET/CT, uma eficiente ferramenta de avaliação das alterações metabólicas, entre 2005 e 2008. À época, fizeram o exame para checar se tinham câncer — o resultado deu negativo. Além disso, nenhum apresentava problemas cardiovasculares. Com imagens bastante precisas e um método de marcadores fluorescentes, o PET/CT forneceu detalhes da atividade cerebral, da medula óssea e das artérias dos participantes. Eles foram divididos em 2 grupos, de acordo com o nível de ativação da amígdala — quanto maior, mais alto o nível de estresse. Essa região, que não tem nenhuma relação com a amígdala da garganta, é uma das mais primitivas do cérebro e está associada às respostas ao estresse e ao medo. Diante de uma situação perigosa, entra em ação, desencadeando um complexo processo fisiológico que inclui a liberação de hormônios e outras substâncias — é por isso que uma pessoa com medo ou raiva tem reações como sudorese, tremor e alteração nos batimentos cardíacos.

Amígdala ativa

Ao longo de 5 anos, os pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, acompanharam os participantes por meio de avaliações cardiovasculares. No fim desse período, descobriram que aqueles que integravam o grupo em que a amígdala era mais ativa apresentaram um risco 14 vezes maior de sofrer problemas cardíacos para cada unidade de aumento da atividade do estresse no cérebro. Além disso, enquanto entre essas pessoas o percentual de eventos cardiovasculares foi de 35% em 5 anos; no outro, a taxa caiu para 5%. “Esses resultados nos intrigaram. Acredito que eles iluminam, pela primeira vez, a relação entre a ativação de tecidos neurais (aqueles associados ao medo e ao estresse) e os eventos cardíacos subsequentes”, diz Ahmed Tawakol, codiretor do programa de PET/CT cardíaco do Hospital Geral de Massachusetts e coautor do trabalho. De acordo com Deepak Bhatt, diretor do Programa de Intervenções Integradas cardiovasculares do Hospital Feminino de Brigham, em Harvard, não há dúvidas de que o estresse desencadeie efeitos fisiológicos em todo o corpo, incluindo o coração. “Isso é especialmente verdade no caso de um estresse severo e agudo. Pessoas que recebem uma notícia traumática podem, em casos raros, sofrer um ataque cardíaco imediato”, observa Bhatt, que não participou do estudo. “Isso não é apenas um ataque de ansiedade ou pânico. Quando você faz o cateterismo nesses pacientes, vê que uma artéria que anteriormente estava aberta ficou obstruída. Da mesma forma, o estresse crônico, que vai se acumulando com o tempo, tem esse potencial”, complementa.

Medula óssea

Ahmed Tawakol conta que o aumento crônico da atividade no centro do medo cerebral estimula, na medula óssea, a produção de alguns tipos de células, inclusive os monócitos. Essas estruturas são importantes componentes do sistema imunológico, entrando em ação quando se precisa proteger o corpo contra algum agente externo que entra na corrente sanguínea. Em excesso, porém, provocam inflamações nos tecidos que estão associadas a diversas doenças e condições, de câncer a infarto. “Essa produção aumentada de monócitos foi visualizada pelo PET/CT nos pacientes que sofriam de mais estresse. No caso deles, as inflamações se instalaram na parede das artérias. Já sabemos, há bastante tempo, que a inflamação crônica arterial é um dos fatores de risco de doenças cardiovasculares”, conta Amorina Ishai, coautora do estudo. Segundo a especialista, a formação e o desenvolvimento de uma lesão aterosclerótica é um processo complexo e tem a inflamação crônica como componente patológico. “O papel dos monócitos é grande tanto no início da formação das placas quanto na progressão das mesmas”, observa. De acordo com a pesquisadora, no estudo apresentado durante a reunião do Colégio Americano de Cardiologia, não se buscou uma relação causal entre a ativação da amígdala, a produção de monócitos pela medula óssea e a inflamação das artérias. “O que visualizamos foi uma correlação, mas não podemos dizer com certeza, ainda, como isso tudo se relaciona”, explica. “Para compreendermos melhor a interação entre esses fatores, teríamos de desenhar um novo estudo que envolvesse uma intervenção de redução de estresse no cérebro ou da resposta emocional e constatar que isso reduziu os eventos cardiovasculares”, diz Ahmed Tawakol. “Se descobrirmos que tratar o estresse de alguma forma resulta na redução de doenças cardiovasculares, teremos uma janela para novos diagnósticos e novas intervenções. Certamente, temos interesse em testar a hipótese de que ferramentas para lidar com o estresse podem reduzir o risco cardíaco”, afirma.

Peso no quadril

Uma pesquisa do Hospital John Hopkins de Baltimore acrescentou evidências de que, para evitar riscos cardiovasculares, é melhor ter um formato corporal de pera (o peso concentrado nos quadris) do que de maçã (peso ao redor do abdômen). Os pesquisadores constataram que a obesidade abdominal é um forte preditor de doenças cardíacas graves em pacientes que têm diabetes 1 e 2, sem, contudo, apresentar sintomas de problemas no coração. O trabalho foi feito com mais de 200 homens e mulheres. A conclusão dos cientistas é de que a circunferência abdominal é um indicador melhor para risco coronariano que o índice de massa corporal, medida que considera peso e altura.

Depressão é fator de risco

estresseA depressão é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares, mas, até agora, não se sabia se a chance de sofrer um ataque cardíaco ou um derrame pode aumentar ou piorar caso haja alguma mudança no quadro dessa condição mental. Um novo estudo conduzido por pesquisadores do Instituto do Coração de Salt Lake City (EUA) mostra que tratar efetivamente o paciente depressivo pode reduzir a probabilidade de ele sofrer complicações cardiovasculares. O trabalho também foi apresentado no Colégio Americano de Cardiologia. “Com a ajuda de pesquisas anteriores, sabemos que a depressão está associada a riscos cardiovasculares a longo prazo, mas identificar que, a curto prazo, aliviar os sintomas da doença reduz o risco cardíaco do paciente pode ajudar essas pessoas a se comprometerem mais com o tratamento dos sintomas depressivos”, aposta Heidi May, epidemiologista e autora do estudo. “A principal conclusão de nossas pesquisas é: se a depressão não é tratada, o risco de complicações cardiovasculares aumenta significativamente”, avisa. A equipe liderada por May analisou dados do Intermountain, um banco de dados que contém informação de mais de 100 mil pacientes de Salt Lake City. Ele focaram em 7.550 pessoas que completaram pelo menos dois questionários sobre depressão ao longo de um ou dois anos. Elas foram categorizadas com base nos resultados da pesquisa como nunca deprimidas, não mais deprimidas, continuam deprimidas ou se tornaram deprimidas. Então, os pacientes foram acompanhados para verificar se haviam sofrido algum problema cardiovascular importante, como derrame, falência cardíaca, ataque cardíaco ou morte. No fim do estudo, 4,6% dos que não estavam mais deprimidos apresentaram ocorrência dessas complicações similar às taxas daqueles que jamais haviam sofrido depressão (4,8%). Já os que continuavam deprimidos e os que adquiriram o transtorno mental ao longo da pesquisa registraram percentuais de 6% e 6,4%, respectivamente.

Mais testes

Segundo May, o trabalho indica que um tratamento efetivo diminui o risco de sofrer problemas cardiovasculares a curto prazo. Contudo, ela ressalta que mais estudos são necessários para identificar exatamente como deve ser essa terapia. “O que fizemos foi simplesmente observar dados que foram coletados previamente. Para irmos além, precisamos fazer um teste clínico completo, que avalie o que observamos”, diz. Devido à natureza complexa da depressão, é difícil dizer se ela leva ao aumento de fatores de risco de problemas cardiovasculares ou se é justamente o contrário. Uma pista do trabalho de May é que mudanças nos sintomas depressivos podem causar mudanças fisiológicas imediatas, o que, por sua vez, reduzem a chance de ocorrências cardíacas. Mas a médica ressalta que essa questão não está fechada. fonte:por Paloma Oliveto / Saúde / Coreio Braziliense/lersaude.com.br/entenda-como-o-estresse-chega-ao-coracao/

CORAÇÃO: APRENDA LIMPAR SUAS ARTÉRIAS

As dicas para equilibrar a alimentação e controlar as taxas de colesterol parecem simples. Basicamente, é preciso diminuir o consumo de gorduras maléficas e aumentar o de alimentos naturais. Porém pouca gente sabe sobre os males que o colesterol alto pode causar ao coração e a real importância da alimentação equilibrada na prevenção e no controle do problema. reduzir o nível de colesterol é fundamental para manter o coração batendo forte. Segundo pesquisa da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), apenas 10% dos paulistas conhecem os males do colesterol ruim e 85% não o consideram um fator de risco para problemas cardíacos. Quando não controlado, o colesterol pode causar aterosclerose, prejudicar a circulação do sangue e até provocar infarto. “A aterosclerose é uma doença caracterizada pela obstrução dos vasos sanguíneos, causada pela formação de placas de ateroma, compostas principalmente pelo colesterol”, explica a cardiologista Viviane Cordeiro Veiga. Cerca de 80% das doenças cardiovasculares podem ser evitadas com alimentação saudável, exercícios físicos e o não consumo de cigarros. Portanto, fique de olho nos alimentos mais poderosos e conheça seus efeitos benéficos, tanto para prevenir o colesterol alto quanto para baixar as taxas.
O sedentarismo é responsável por 54% das mortes por problemas vasculares.

Feijão-caupi, o novo herói

Também conhecido como feijão-fradinho ou feijão de corda, essa espécie possui uma proteína chamada vicilina que, associadas às fibras do alimento, é capaz de reduzir o colesterol. A descoberta foi feita pela nutricionista Carolina Frota, durante pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo. O estudo, feito com hamster (animais que tem o metabolismo semelhante ao do ser humano), mostrou que a ingestão do feijão e da proteína isolada são capazes de diminuir, respectivamente, 49% e 22% o colesterol total. A pesquisa continua, agora investigando os benefícios do feijão-caupi para a saúde das pessoas. O objetivo é investir na proteína isolada. Esse tipo de feijão combina com saladas e pode ser usado como ingrediente de feijoadas vegetarianas, por isso, é fácil incluí-lo na alimentação. Durante a semana, varie com outros tipos de leguminosas, que também são ricas em fibras.

Cereal de todo dia

“A fibra solúvel da aveia reduz o colesterol ruim, limpando as artérias”, afirma a nutricionista Carolina Marques. Betaglucana é o nome dessa poderosa fibra que, quando ingerida, dissolve-se em água e forma um gel viscoso que capta o excesso de gorduras obtidas da alimentação e manda-o embora com as fezes. O consumo deve ser regular: pelo menos duas colheres (sopa) todos os dias. “O ideal é usar o farelo de aveia, onde as betaglucanas estão mais concentradas”, recomenda Carolina. Barato e versátil, o cereal pode ser acrescentado a diversos pratos prontos (sucos, sopas, saladas). A dica é polvilhar sobre salada de frutas – laranja, morango, kiwi e uvas são ótimas opções, pois contêm antioxidantes que reduzem a formação de placas de gordura nas artérias.

Quer variar? Aposte na linhaça

Assim como a aveia, essas sementinhas dão um toque especial a saladas, sopas, massas, sucos, vitaminas, frutas e o que mais a imaginação permitir. Com sabor semelhante ao de castanhas, a linhaça é rica em ômega 3. “É um tipo de gordura insaturada que reduz o colesterol total e o LDL (o colesterol ruim) e aumenta o HDL (o colesterol bom). Também reduz a pressão arterial”, diz a nutricionista Lilian Speziali. Cada 100 g de linhaça possui 33,5 g de fibras, o que também faz a diferença nas taxas de colesterol. Especialistas recomendam o consumo de duas colheres (sopa) diariamente. Como o organismo não consegue digerir facilmente as sementes inteiras, que possui casca resistente, o ideal é consumir em forma de farinha. Apesar de ser encontrada pronta no mercado, é melhor optar pelas sementes inteiras e triturá-las no liquidificador somente o que for consumir, já que perdem rapidamente os nutrientes em contato com o ar e a luz.

Mais vermelho no prato

O benefício mais famoso que o tomate exerce é a prevenção do câncer de próstata, já que o alimento é uma das melhores fontes de licopeno. A substância tem função antioxidante e é responsável pela coloração vermelha do tomate e de outros legumes e frutas, como pimentão, melancia e goiaba. Mas o licopeno faz muito mais pela saúde: inibe uma enzima que participa da produção do colesterol, colaborando com o controle e a redução de suas taxas.

2 quadradinhos por dia

Deliciar-se com um bombom pequeno ou dois quadradinhos de uma barra de chocolate vai além da melhora do humor. Afinal, esse doce tão querido por tanta gente é capaz de controlar as taxas de colesterol. Porém, o tipo e a quantidade vão determina se o chocolate fará bem ou mal à saúde do coração. A versão ao leite, por exemplo, tem grande quantidade de gordura e açúcar. Em excesso, eleva o peso corporal e a glicose no sangue. Já o tipo amargo é rico em polifenóis, substâncias antioxidantes que ajudam na redução do colesterol. Esse benefício se deve ao cacau, o dono dos antioxidantes. Por isso opte pelo chocolate com mais de 60% de cacau e consuma sempre em pequenas quantidades.
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.

Qual é o limite?

Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos. Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo. Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia: Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral). LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular. HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres. Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são: Até 150 mg/dL = normal; Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe; Entre 200 e 500 mg/dl = elevado; Maior que 500 mg/dl= muito elevado.

O que é VLDL?

Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês. Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça. Níveis do VLDL: Desejável : Até 30 mg/dl; Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl; Elevado : 40 a 99 mg/dl; Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.

O que faz o colesterol no organismo?

O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol. O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos. O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos. Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia. Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais. Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim. A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL. Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL. Veja esses exemplos: Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL. Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL. Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.

Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?

LDL (colesterol ruim): Menor que 100 mg/dL – Ótimo; Entre 101 e 130 mg/dL – Normal; Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto; Entre 161 e 190 mg/dL – Alto; Maior que 190 mg/dL – Muito alto. HDL (colesterol bom): Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim); Entre 41 e 60 mg/dL – Normal; Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo). Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.
Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.

Escolha a gordura certa

O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas. Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem. Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas: Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios. Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições. Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem. Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.
Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!

Frutas para o coração

Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!

Antioxidantes em cachos

Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches. Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.

Calorias do bem

Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado. Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce. FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/

CIENTISTA AMERICANO DIZ QUE MARTE FOI HABITADA NO PASSADO E SOFREU UM ATAQUE NUCLEAR, QUE ANIQUILOU TODA VIDA DO PLANETA

As armas nucleares estão frequentemente nas notícias mundiais aqui na Terra graças a Coreia do Norte. Nosso humilde planeta não é o único lugar que tem ou teve atividade nuclear de acordo com um cientista do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica. Dr. John E. Brandemburg afirma que marte teve duas explosões nucleares no passado.

Evidência de 2 grandes explosões nucleares em Marte

Brandemburg apresentou suas reivindicações na conferência de Espaço AIAA em setembro de 2016. Ele falou sobre as áreas das explosões nucleares, "Os locais estão localizados ao norte de Cydonia e Galaxias Chaos". Existe a possibilidade de que poderia ser artefatos culturais encontrado nesses locais. Quem fez isso? Se o cientista está correto sobre suas descobertas, ele abre a questão de quem poderia ter desencadeado as armas nucleares e, quando eles fizeram isso. Já para não falar como é que eles fazem isso! O trabalho de Brandemburg foi analisado pela primeira vez pelo Departamento de Defesa dos EUA, que eram eles quem lhe deram permissão para apresentar suas descobertas na Conferência AIAA, na Califórnia. Onde estão as crateras? Em caso de explosões nucleares, seria de esperar uma cratera, mas isso não é o caso. Tal como aconteceu em Hiroshima, as bombas podem ter sido projetados para explodir no ar para maximizar o dano isso significa que nenhuma cratera é deixada para trás. Brandemburg diz que foi o caso de Marte.Em vez disso, as ondas de choque são enormes o suficiente para causar mudanças catastróficas ao planeta vermelho e mudar drasticamente seu clima.O trabalho tem sido cuidadosamente estudado pelo Pentágono. FONTE: semprequestione.com/2016/09/cientista-americano-diz-que-marte-foi.html

MISTERIOSA MALETA DEIXADA PARA TRÁS POR OPERAÇÃO NAZISTA EM 1948 COM RESTOS DE UM ANTIGO ALIENÍGENA, CHOCAM PESQUISADORES

Nas montanhas do Cáucaso, na República Autônoma de Adygeya, foi encontrada uma maleta misteriosa chamada sociedade secreta Nazi Ahnenerbe. Os investigadores acreditam que os membros da SS estavam em Adygeya provavelmente interessado nos segredos das antas antigas e faz com que, naturalmente, alta radioatividade na área. Também é possível que os nazistas estivessem procurando tesouros de ouro no Conselho Cossaco (Cuban Council) perdidos durante a Guerra Civil Russa (1917-1923). Os pesquisadores também descobriram um mapa alemão de Adygeya em 1941, e foram surpreendidos pela sua precisão e perfeição. Estes objetos encontrados despertaram grande interesse dos especialistas. Historiadores sabem muitos detalhes sobre a operação Edelweiss em que os símbolos nazistas Wehrmacht foram erguidos no pico Elbrus, a montanha mais alta doa Europa, localizada em Kabardino-Balkaria no Cáucaso russo. FONTE: semprequestione.com/2016/09/misteriosa-maleta-deixada-para-tras-por.html

ENQUANTO REFORMAVAM UMA CASA NO EGITO, ALGUÉM ENCONTROU MOEDAS MISTERIOSAS QUE PARECEM PROVAR A EXISTÊNCIA DE ETS

É possível que esta antiga moeda descoberta recentemente mostre e prove a visita de alienígenas no planeta Terra? De acordo com muitos ufólogos tais provas são totalmente reais. Encontrar moedas não é nada novo. A história foi revivida através do site fenômeno UFO É interessante que representações semelhantes são encontrados em muitas moedas e imagens. Igualmente intrigante é a inscrição no reverso da moeda "OPPORTUNUS Adest", que em tradução livre significa "Estamos aqui no tempo devido." fonte:semprequestione.com/2016/09/enquanto-reformava-uma-casa-no-egito.html