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domingo, 22 de junho de 2014
ANOMALIA MAGNÉTICA NA AMÉRICA DO NORTE
Um relatório sombrio preparado pelo Comandante-em-Chefe da Força Aérea tenente-general Viktor Bondarev da missão científica acaba de concluir que a ida realizada por 4 aeronaves estratégicas Tupolev Tu-95 e 2 Ilyushin Il-78 de reabastecimento aéreo que "eletronicamente varreram "sobre" anomalias magnéticas "do Alasca à Califórnia e adverte que um" evento catastrófico "pode estar se aproximando para esta região.
Os oficiais dos EUA , deve-se notar, caracteriza esta missão puramente de científica como um " bombardeiro "que veio dentro de 50 milhas da Califórnia , mas que suas forças aéreas foram capazes de repelir por sua mobilização de caças F-15 .
Este relatório, no entanto, afirma que esta missão científica foi necessária porque uma "anomalia magnética misteriosa grave" foi detectada pelo satélite Kosmos 2473 em 03 de junho e que ocorre na região de Yellowstone doOeste dos Estados Unidos” o que resultou no que é chamado de uma escalada de terremotos."
O mais importante a se notar sobre a "anomalia magnética" de 03 de junho de Yellowstone, este relatório continua, é que as medições de satélite mostram que está sendo precipitado pela escalada de tremores misteriosos a bater as montanhas Brooks Gama, no Alasca , e que os sismólogos estão ainda sem saber como explicar .
As informações relativas à ligação destes dois "eventos", este relatório diz, foi ainda verificado pela Pesquisa Geológica dos Estados Unidos ( USGS ) com mapas de anomalias magnéticas e de dados para a América do Norte , mostrando uma estranha magnética "perturbação / ondulação" que emana da Cordilheira Brooks e terminando em Yellowstone em 3 de junho, ambas as áreas, é importante notar, sendo parte das Montanhas Rochosas que se estendem por mais de 4,830 km (3,000 milhas) a partir da parte norte da Columbia Britânica, no oeste do Canadá, para o Novo México , no sudoeste dos Estados Unidos.
De grande preocupação para as autoridades militares russas relativas a esses "eventos", General Bondarev diz em seu relatório, que foi o "efeito catastrófico" que eles tem notado sobre os avançados " magnetoception " sistemas de navegação inercial empregados por muitos aviões de guerra dos EUA-OTAN-Rússia, que utilizam estes dispositivos altamente sofisticados de vôo de aeronaves.
Embora nenhuma aeronave militar da Rússia estava perto da "zona magnética perturbadora" que emana do Yellowstone em 3 de junho, o relatório diz que, dois aviões militares dos EUA estavam em seus "limites" na região do Sul da Califórnia, em 4 de junho, enquanto este "evento" ainda estava "ativo" causando-lhes tanto a falhar.
Os dois caças americanos enviados em 4 de junho, o relatório continua, foram identificados como um FA-183 da Marinha dos EUA que caiu quando o piloto tentava pousar a bordo do porto Carl Vinson, e um jato da Marinha dos EUA um Harrier AV-8B que caiu em uma comunidade residencial em Imperial , a cerca de 90 km a leste de San Diego, ambas ocorrendo em poucas horas um do outro.
Este relatório observa que nenhuma aeronave civil teria sido afetada por esta estranha "anomalia magnética" como só o avião militar mais avançado a empregar esses sistemas de voos coordenados "geomagnético-satélites" que lhes permitam "abraçar o terreno" não muito diferente dos sistemas magnéticos usados por pássaros e insetos para navegar .
Preocupações russas relacionadas com "anomalias magnéticas", é importante notar, estão relacionadas com o pólo norte magnético mudando rapidamente , que desde 2005 vem se movendo a uma velocidade de 40 km (25 milhas) por ano a partir do Ártico Canadense para a Sibéria.
Assustador é que pesquisa independente do ano passado (2013) adverte, ainda, que essa mudança ainda está ganhando velocidade e de acordo com este pesquisador deve chegar a Sibéria em, pelo menos, 2 anos.
ASSISTA O VIDEO: http://www.youtube.com/watch%3Fv%3Dnbh9VI2PL0I
Um dos efeitos do pólo norte magnético mudando rapidamente ser notado a mais, este relatório nota, são os sistemas de pista de aeroportos que estão sendo perturbados por causa disso, e como podemos ler uma dessas em 2.011 por exemplo que ocorreu nos: EUA
"Aeroporto Internacional de Tampa foi forçado a reajustar suas pistas na quinta-feira para explicar o movimento dos campos magnéticos da Terra, informações que os pilotos dependem de navegar aviões. Graças às flutuações da força, o aeroporto fechou sua pista principal até 13 de janeiro para alterar os sinais taxiway para explicar a mudança, disse a Administração Federal de Aviação.
Os pólos são gerados por movimentos dentro núcleos interno e externo da Terra, embora o processo exato não é exatamente compreendido. Eles também estão constantemente em fluxo, movendo-se alguns graus a cada ano, mas as mudanças são quase nunca de tal magnitude que requerem pistas ajustando, disse Paul Takemoto, porta-voz da FAA. "
Os aspectos mais arrepiantes do relatório do general Bondarev relativos a estes "eventos" são as equações que ele usa ao postular que o que está ocorrendo agora na América do Norte com essas "anomalias magnéticas misteriosas"que ocorre ao longo de um grande extensão das Montanhas Rochosas, e quando combinados com a rápida mudança do pólo norte magnético e crescente evidência de mudança climática global, dar "grande credibilidade" para o que é chamado de " A Teoria da Terra em Expansão ".
A hipótese da Terra expandindo ou crescente afirma que a posição e o movimento relativo dos continentes é, pelo menos parcialmente, devido ao volume de terra aumentando e está em contraste com o de placas tectônicas, mas que novas descobertas relacionadas com " teorias Aether "e matéria escura , General Bondarev resume, significa "grave consideração" deve ser dada às palavras da Universidade da Califórnia, Davis, ao cosmólogo Dr. Andreas Albrechtque advertiu: "Nós batemos alguns problemas realmente profundos com cosmologia Ð com matéria escura e energia escura, que nos diz que temos que repensar a física fundamental e tentar algo novo.""Podemos estar à beira de uma catástrofe norte-americana" um evento ", que pode mudar o mundo para sempre, devemos estar preparados."
Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
AQUECIMENTO NO ÁRTICO PODE ALTERAR CLIMA DA EUROPA E AMÉRICA DO NORTE
Corrente de jato está perdendo força e pode sair da trajetória, diz estudo. Para cientista, situação vai se repetir com mais frequência.
O aquecimento do Ártico pode afetar de forma prolongada a "corrente de jato" (jet stream) polar, um elemento chave para o clima na América do Norte e na Europa, afirmam cientistas americanos.
Em um estudo, os pesquisadores indicam que a corrente de jato - composta de ventos que sopram de oeste para leste a grandes altitudes - está perdendo força e tende a se prolongar e se desviar mais facilmente de sua trajetória, segundo Jennifer Francis, professora de climatologia na Universidade Rutgers de Nova Jersey.
"Quando a corrente de jato perde força - o que tem ocorrido nas duas últimas décadas -, os fenômenos meteorológicos tendem a durar mais", explicou Francis, autora principal desta pesquisa apresentada no fim de semana na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), celebrada este fim de semana em Chicago (norte).
"Isso parece sugerir que as características do tempo mudam", afirmou a cientista, para quem esta situação ocorrerá cada vez com maior frequência.
É por essa razão que os Estados Unidos vivem neste ano um inverno particularmente frio e com tempestades de neve sucessivas do centro até o sul, algo pouco habitual. Ao contrário, zonas nórdicas como o Alasca desfrutam de um inverno incomumente clemente.
Este fenômeno pode derivar do aquecimento que o Ártico sofreu nas últimas décadas, quando as temperaturas aumentaram de duas a três vezes mais rápido do que no resto da Terra, revelou James Overland, cientista da Agência Americana Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), que participou da apresentação do estudo.
A mudança da corrente de jato ocorre em parte devido à diferença entre a temperatura do Ártico e as latitudes médias, explicou. Se essa diferença for grande, a velocidade da corrente se acelera; se acontecer o contrário acontece, perde força.
Levando em conta os fenômenos meteorológicos extremos registrados nos últimos anos nos Estados Unidos - recordes de temperaturas alta ou seca - e em outras partes do mundo - como o forte calor que castiga atualmente a Austrália -, os cientistas tentam agora descobrir se se trata de uma simples variação natural do clima ou um aquecimento do planeta, relacionado às atividades humanas.
MAIOR IMPACTO NA AGRICULTURA
Francis considera esta conclusão prematura, porque "os dados sobre este fenômeno e seus efeitos abrangem um período muito curto que torna difícil fazer uma interpretação clara".
"Quando tivermos mais índices, acredito que poderemos começar a distinguir a influência das mudanças climáticas", afirmou.
Mark Serreze, diretor do Centro Nacional Americano sobre o estudo da Neve e do Gelo, afirmou durante a conferência da AAAS que as mudanças no Ártico e o impacto das mudanças climáticas nas latitudes médias "são um novo campo de pesquisa controverso com argumentos contra e a favor".
"O forte aquecimento que poderia ser responsável por este fenômeno está relacionado com o degelo no oceano ártico que constatamos desde estes últimos anos", acrescentou.
"A calota polar atua como uma cobertura que separa o oceano da atmosfera e, se essa tampa é retirada, o calor que a água contém se espalha pela atmosfera", o que explica estes desajustes atmosféricos, detalhou o cientista.
O impacto na agricultura é uma das principais consequências deste fenômeno nas latitudes médias dos Estados Unidos.
"Veremos mudanças nas precipitações e nas temperaturas que poderiam estar relacionadas com o que acontece no norte", previu Serreze, para quem "as mudanças do Ártico afetam todo o clima do planeta".
Jerry Hatfield, diretor do Laboratório Nacional para a Agricultura e o Meio Ambiente em Iowa (centro), lembrou que os Estados Unidos não são o único país afetado.
"No mundo produzimos a maior parte das colheitas nestas latitudes medianas e as temperaturas têm um grande impacto nos cultivos como na pecuária e na produção de carne", destacou.
fonte:http://g1.globo.com
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
AQUECIMENTO GLOBAL PODE SER A CAUSA DA ONDA DE FRIO NA AMÉRICA DO NORTE
A forte onda de frio que tem castigado a América do Norte é resultado de um 'desvio' do ar do Ártico para o sul e o aquecimento global pode ser a causa deste evento incomum, afirmou um especialista nesta segunda-feira (6).
O ar do Ártico costuma ficar confinado no topo do mundo devido a um potente vento circular chamado vórtice polar, explicou Dim Coumou, cientista sênior do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK), perto de Berlim.
Quando o vórtice perde força, o ar começa a se dirigir para o sul, levando neve e frio excepcionais para latitudes intermediárias.
A mudança climática também é impulsionada por mudanças em um vento de altitude elevada chamada corrente de jato.
Esta convecção, que costuma circundar o hemisfério norte de forma robusta e previsível, começa a oscilar, criando círculos de clima extremamente frio ou de um clima moderado fora de época, dependendo da localização.
"Nós vimos uma forte oscilação da corrente de jato e o ar frio associado ao vórtice polar se moveu na direção sul. Neste caso, sobre as regiões leste do Canadá e dos Estados Unidos, levando este clima frio extremo", afirmou Coumou.
Ele destacou que o fenômeno se repetiu nos últimos anos.
O que impulsiona o vórtex polar é a diferença de temperaturas entre o Ártico e as latitudes medianas, disse Coumou.
Antes agudo, este diferencial foi perdendo nitidez nos últimos anos à medida que o Ártico - onde as temperaturas estão subindo cerca de duas vezes acima da média mundial - aquece, explicou.
"Nós temos visto este tipo de onda de frio com mais frequência nos últimos invernos na Europa, mas também nos Estados Unidos", disse Coumou em entrevista por telefone.
"A razão pela qual nós vemos estas fortes oscilações ainda não é totalmente conhecida, mas está claro que o Ártico está esquentando muito rapidamente. Temos dados confiáveis sobre isto. As temperaturas no Ártico aumentaram muito mais do que em outras partes do globo", acrescentou.
No mês passado, cientistas europeus indicaram que o volume de gelo marinho em novembro tinha sido cerca de 50% maior do que há um ano.
Apesar dessa recuperação, o gelo marinho mantém baixas próximas do recorde documentado e a tendência geral é de recuo, afirmaram.
Coumou alertou que o gelo marinho do Ártico "é apenas um dos fatores importantes" por trás da disfunção do vórtice polar.
"Outros fatores incluem a cobertura de neve, eventos de aquecimento estratosférico ou outros fenômenos de curto prazo", afirmou.
FONTE: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente
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