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segunda-feira, 30 de junho de 2014

PESQUISADORES DESCOBREM PROTEÍNA CAPAZ DE BARRAR CÂNCER DE PÂNCREAS

Pesquisadores do Instituto Hospital do Mar de Pesquisas Médicas (IMIM) de Barcelona identificaram uma nova proteína, galectina-1, que poderia barrar o crescimento do câncer de pâncreas e aumentar a sobrevivência dos pacientes em 20%. Esta proteína poderá ser adotada como um possível remédio para o tratamento deste tipo de câncer, sem efeitos adversos, sugere o trabalho, que será publicado no próximo número das revistas Câncer Research e Oncoimmunology. Segundo o IMIM, os pesquisadores comprovaram pela primeira vez os efeitos da inibição desta proteína em ratos com este tipo de câncer e os resultados mostraram um aumento da sobrevivência de 20%. Até agora, as estratégias para tratar este tumor focavam em atacar as células tumorais e tinham pouco sucesso. Os últimos estudos mostraram que tentar destruir o que rodeia o tumor é possivelmente uma estratégia melhor. "Nossa contribuição vai nesta direção, já que reduzir a galectina-1 afeta principalmente o sistema imunológico e as células da estrutura que rodeiam as células tumorais, denominadas estroma, o que faz com que a Galectina-1 tenha um grande potencial", disse a doutora Pilar Navarro, coordenadora do grupo de pesquisa em mecanismos moleculares de tumores do IMIM. "Vimos também que a eliminação da galectina-1 em ratos não tem efeitos colaterais, por isso pode se tratar de uma abordagem terapêutica segura e sem efeitos adversos", explicou a pesquisadora Neus Martínez. Em parceria com o Serviço de Anatomia Patológica do Hospital do Mar, que se encarregou de analisar algumas amostras, foram estudados os tumores pancreáticos de ratos com altos níveis de galectina-1 e após eliminá-la. Os pesquisadores perceberam que os tumores sem a proteína mostravam menos proliferação, menos vasos sanguíneos, menos inflamação e ainda tinham um aumento do componente imunológico, sobretudo em tumores menos agressivos. O câncer de pâncreas é um dos tumores com pior previsão que existe, com uma sobrevivência aos cinco anos do diagnóstico inferior a 2%. Embora não seja um tumor muito frequente, é a quarta causa de morte por câncer nos países desenvolvidos porque por ser assintomático é diagnosticado tarde demais, quando ele já desenvolveu metástases e pela ineficácia dos tratamentos atuais. FONTE: http://zip.net/bqnVcn

domingo, 16 de fevereiro de 2014

SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE PÂNCREAS

Algumas das CAUSAS do câncer de pâncreas são: - Fumar ativamente ou passivamente; - O consumo excessivo de gorduras, carnes e de bebidas alcoólicas; - Exposição à substâncias químicas como os derivados do petróleo e solventes de tinta, por exemplo. Em caso de pancreatite crônica ou de diabetes mellitus que não é devidamente tratada Indivíduo que tenham problemas digestivos graves como pancreatite crônica ou que tenham sido submetidos a alguma cirurgia para reparar uma úlcera no estômago, no duodeno ou que tenham sido submetidos à retirada da vesícula biliar têm maiores chances de desenvolver o câncer de pâncreas e devem estar atentos aos primeiros sinais e sintomas da doença. A realização de exames de sangue, fezes, urina de 6 em 6 meses pode ser úteis e caso algum destes exames mostre alterações significativas o médico pode receitar a tomografia computadorizada ou ressonância magnética para observar os órgãos internos. Se diante destes exames o médico achar que o pâncreas ou o fígado encontram-se comprometidos a biópsia do tecido pode evidenciar a presença de células cancerígenas. Todas as causas acima citadas estão relacionadas a uma sobrecarga no pâncreas e qualquer outra doença que possa de alguma forma afetar o comprometimento deste órgão também pode acabar gerando um câncer pancreático. O câncer no pâncreas, também chamado de Adenocarcinoma, raramente é descoberto precocemente. Porém, a doença apresenta alguns SINTOMAS, tais como: - Dor aguda na região abdominal superior, que irradia para as costas; - Perda de peso, em aproximadamente 10% do peso inicial do paciente; - Cor amarelada na pele e nos olhos e coceira por todo o corpo, causados pelo acometimento do fígado. Pode ocorrer ainda uma hemorragia interna causada pelo rompimento de vasos sanguíneos do sistema digestivo, devido à pressão realizada pelo aumento de volume do pâncreas. Esta hemorragia interna pode gerar a melena, que é a presença de sangue nas fezes, o que as deixa muito mal cheirosas e enegrecidas. Ao identificar estes sintomas, o indivíduo deve procurar o médico o mais rápido possível e o câncer no pâncreas poderá ser detectado através de exames de imagens como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética, por exemplo. TRATAMENTO: A forma de tratamento eleita pelos médicos irá variar conforme o comprometimento do órgão. Radioterapia, quimioterapia e cirurgia para a retirada de parte do órgão são as hipóteses, até o momento. O tratamento para câncer de pâncreas depende do grau de comprometimento do órgão, se ele já afetou outros tecido próximos e se já houve metástase. Este tratamento pode variar entre radioterapia, quimioterapia e cirurgia, isoladas ou em combinação. A quimioterapia utilizando fluoruracila (5-FU), ácido folínico ou gencitabina pode aumentar o tempo de vida do paciente. O paciente deve ficar internado para receber os tratamentos e a família deve estar ciente do quadro do paciente e das suas implicações futuras. Como em todos os outros casos de câncer é possível que o tumor alastre-se por uma grande área e o indivíduo fique gravemente debilitado e, além dos sintomas inicias, podem surgir outros sintomas ainda mais incômodos, mas a toma de analgésicos e antitérmicos pode trazer algum conforto, embora não possa curar a doença. TRATAMENTO PALIATIVO: É indicado quando a doença é descoberta numa fase avançada e as chances de cura são mínimas. Este tipo de tratamento visa diminui a dor e o desconforto do paciente, e pode ser feito em meio hospitalar ou em casa com o uso de analgésicos que podem aliviar a dor. fonte: tuasaude