Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
domingo, 6 de julho de 2014
ESTRELA ESTÁ PRESTES A DEVORAR OS SEUS 2 PLANETAS
Astrônomos do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica descobriram dois mundos num sistema solar envelhecido prestes a serem engolidos pela sua estrela.
Os planetas Kepler-56b e Kepler-56c serão engolidos pela sua estrela em 130 milhões e 155 milhões de anos, respectivamente - um curto espaço de tempo para os padrões astronômicos.
"Até onde sabemos, esta é a primeira vez que dois exoplanetas conhecidos num único sistema têm uma previsão da 'hora da morte'", diz o astrônomo Gongjie Li.
A estrela Kepler-56, que está a 3.000 anos-luz de distância da Terra, está a tornar-se uma gigante vermelha e já aumento para quatro vezes o tamanho do nosso sol. À medida que continua a envelhecer, ele vai crescer mais e as suas marés vão ficar mais fortes.
Tal facto irá arrastar os planetas para dentro, rumo à sua eventual extinção. O nosso sol também se tornará uma gigante vermelha daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos, expandindo-se para engolir Mercúrio e Vénus.
Enquanto Kepler-56b e Kepler-56c se aproximam da crescente estrela, o calor intenso vai evaporar as suas atmosferas e as marés estelares vão esticá-los ao ponto de se tornarem numa forma de ovo.
O único sobrevivente do sistema será Kepler-56d, um planeta gigante gasoso que orbita a uma distância segura, nomeadamente uma distância superior a 10 vezes a distância dos seus irmãos que estão condenados.
fonte: http://io9.com/the-end-is-imminent-for-alien-worlds-orbiting-a-planet-1585919095
CONHEÇA A HISTÓRIA DE 8 ALUCINÓGENOS
Durante quase toda a história da humanidade, as pessoas viveram rodeadas de alucinógenos, consumindo-os para diversos fins.
Desde o seu uso em tratamentos de sintomas em determinadas patologias até à sua convencional utilização no âmbito recreativo, os alucinógenos têm benefícios e malefícios.
A sua presença é invariável e estrutural, modificando pessoas, culturas e sociedades. Conheça aqui a história de alguns dos maiores e mais influentes alucinógenos.
1. LSD
LSD é comumente conhecido como "ácido", mas o seu nome científico é dietilamida do ácido lisérgico. A droga foi sintetizada pela primeira vez em 1938 a partir de uma substância química chamada ergotamina.
Ergotamina é produzida por um fungo de grãos que cresce no centeio. O LSD foi originalmente produzido por uma empresa farmacêutica sob o nome de Delysid, mas ganhou má reputação na década de 1950, quando a CIA decidiu pesquisar os seus efeitos no controle da mente.
2. AYAHUASCA
Ayahuasca é uma mistura alucinante de infusões amazónicas centrada em torno do cipó Banisteriopsis caapi. A bebida tem sido usada por tribos indígenas sul-americanas para rituais espirituais e de cura.
Como acontece com outros alucinógenos, o ayahuasca provoca muitas vezes experiências emocionais muito intensas (o vômito também é comum). Em 2006, Kira Salak, da National Geographic, descreveu a sua experiência com ayahuasca no Peru para a revista.
"Eu nunca vou esquecer o que era a miséria esmagadora a certeza de interminável sofrimento Ninguém para ajudá-lo, não há como escapar onde quer que olhasse:.... Escuridão tão espessa que a ideia de luz parecia inconcebível", escreveu.
"De repente, eu rodei por um túnel de fogo, lamentando figuras me chamando em agonia, me implorando para salvá-los. Outros tentaram me aterrorizar. Você nunca vai sair daqui, disseram eles. Nunca. Nunca.", acrescentou.
No entanto, quando se soltou das alucinações, a sua depressão paralisante foi aliviada. São experiências como esta que levaram os pesquisadores a investigar os usos de alucinógenos como terapia para transtornos mentais.
3. PEIOTE
Peiote é um cacto que obtém a sua energia alucinatória da mescalina. Como a maioria dos alucinógenos, a mescalina liga-se aos receptores de serotonina no cérebro, produzindo sensações elevadas e visões caleidoscópicas.
Grupos indígenas no México têm usado o peiote em cerimónias há milhares de anos, e outros cactos produtores de mescalina têm sido muito utilizados por tribos da América do Sul para os seus rituais.
4. COGUMELOS MÁGICOS
O ingrediente "mágico" nos cogumelos alucinógenos é a psilocibina, um composto que se decompõe em psilocina no corpo. A psilocina liga-se aos receptores de serotonina em todo o cérebro, e pode causar alucinações, assim como cinestesia, ou a mistura de dois sentidos.
Sob sua influência, por exemplo, uma pessoa pode sentir que consegue cheirar cores. De acordo com a tradição humana de comer qualquer coisa que possa alterar a sua mente, as pessoas têm ingerido cogumelos mágicos há milhares de anos.
5. PCP
Mais conhecido pelo seu nome de rua, "pó de anjo", o PCP é a sigla inglesa para fenciclidina. A droga bloqueia os receptores no cérebro para o neurotransmissor glutamato. É mais perigosa do que outros alucinógenos, com sintomas de esquizofrenia e efeitos colaterais desagradáveis.
A droga foi testada como anestésico nos anos 1950 e usada rapidamente para adormecer animais durante cirurgias veterinárias. Mas na década de 1960, o PCP tinha batido nas ruas e estava sendo usado como droga de recreação, famosa pelos sentimentos de euforia e invencibilidade.
Infelizmente, um efeito colateral de toda aquela euforia às vezes é um comportamento verdadeiramente destrutivo, incluindo usuários que tentam saltar de janelas ou de outra forma de auto-mutilação. Sem mencionar que doses elevadas podem causar convulsões.
6. IBOGAÍNA
Derivada da planta iboga Africana, a ibogaína é outro alucinógeno com uma longa história de uso tribal. Mais recentemente, o medicamento tem-se mostrado promissor no tratamento da dependência.
No entanto, o seu uso como terapia é complicado. A droga pode causar problemas de ritmo cardíaco e o vômito é um efeito colateral comum. Cerca de 1 em 300 usuários morrem devido à droga.
7. SALVIA DIVINORUM
Salvia divinorum, também conhecida como vidente de sálvia ou de adivinho, cresce nas florestas de Oaxaca, no México. As pessoas Mazatec nativas têm utilizado o chá feito das folhas em cerimônias espirituais, mas a planta também pode ser fumada ou mastigada pelos seus efeitos alucinógenos.
8. ECSTASY
Ecstasy, "E" ou "X" são os nomes de rua para o MDMA, ou metilenodioximetanfetamina. A droga atua na serotonina do cérebro, causando sentimentos de euforia, energia e distorções de percepção.
Ele também pode modificar a temperatura do corpo, aumentando o risco de insolação. Estudos em animais sugerem que o MDMA provoca mudanças a longo prazo e potencialmente perigosas no cérebro.
O MDMA foi sintetizado pela primeira vez por um químico à procura de substâncias para parar sangramentos em 1912. Ninguém prestou muita atenção ao composto na altura, mas na década de 1970, o MDMA tinha batido nas ruas.
Ele era popular em raves e boates e entre aqueles que gostavam de música psicadélica. Hoje, o ecstasy ainda é uma droga comum de rua, mas os pesquisadores estão investigando se pode ser usado para tratar o transtorno de estresse pós-traumático a ansiedade relacionada ao câncer.
FONTE: Livescience.com/16286-hallucinogens-lsd-mushrooms-ecstasy-history.html
ENTENDA O QUE SÃO DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
DST é a sigla para doenças sexualmente transmissíveis, também chamada de doenças venéreas. As DST são um importante problema de saúde pública em todos os países. Entre as complicações mais comuns das doenças sexualmente transmissíveis estão a infertilidade, o câncer do colo do útero, a doença inflamatória pélvica e o aumento do risco de contaminação pelo HIV.
QUAIS SÃO AS DST MAIS COMUNS?
Existem várias doenças sexualmente transmissíveis, causadas por diferentes tipos de germes, incluindo bactérias, vírus, parasitas e protozoários. Entre as DST mais comuns, podemos citar:
- Cancro mole (cancroide).
- Chato (pediculose pubiana).
- Clamídia.
- Donovanose (granuloma inguinal).
- Gonorreia .
- Hepatite B.
- Hepatite C.
- Herpes genital.
- HIV / AIDS .
- HPV / condiloma acuminado.
- Linfogranuloma venéreo.
- Sífilis.
- Tricomoníase.
Das DST citadas acima, as que apresentam maior incidência, em ordem decrescente, são HPV, clamídia, tricomoníase e gonorreia.
Candidíase, hepatite A e vaginose bacteriana (infecção pela bactéria Gardnerella) não são consideradas doenças sexualmente transmissíveis, apesar de eventualmente poderem ser transmitidas por esta via. Do mesmo modo, algumas infecções intestinais, como amebíase, giardíase, shigeloses e outras, podem ser transmitidas pela via sexual se houver contato com fezes contaminadas, como nos casos de penetração anal ou anilingus (sexo oral no ânus).
Para ser considerada uma DST a doença precisa ter a via sexual como modo de transmissão principal.
COMO SE PEGA UMA DST?
Parece um bocado óbvio perguntar como se pega uma doença sexualmente transmissível, porém, a maioria das DST pode ser transmitidas por outras vias que não a sexual.
Por exemplo, HIV e Hepatites B e C podem ser transmitidas através de agulhas contaminadas, transfusão de sangue ou de mãe para filho durante a gravidez. A sífilis pode ser transmitida através do beijo, caso existam lesões na boca. Já a pediculose pubiana (chato) pode ser transmitida através de toalhas ou roupas íntimas.
Portanto, DST é uma doença que é preferencialmente, mas não necessariamente, transmitida pela via sexual.
Das 3 vias sexuais (anal, vaginal e oral), a via anal é aquela que apresenta maior risco de transmissão e contaminação. Só para se ter uma ideia, um homem que é passivo em uma relação anal com parceiro contaminado apresenta 30 vezes mais chances de se contaminar com HIV do que um homem que é ativo em uma relação vaginal com uma parceira contaminada.
Algumas DST são mais contagiosas que outras. O risco de contaminação com uma única relação sexual vaginal é muito maior para doenças como hepatite B, gonorreia e clamídia do que para HIV, sífilis e HPV, por exemplo.
O sexo oral é a forma com menor taxa de transmissão, porém ela não é isenta de riscos. A pessoa que recebe o sexo oral costuma ter menos riscos, pois seu órgão genital só tem contato com a saliva. O parceiro(a) que fornece o sexo oral sofre mais riscos, pois tem contato com secreções vaginais ou penianas contaminadas.
Em geral, mulheres ou homens homossexuais têm maiores riscos de contaminação que homens heterossexuais. O risco mais baixo ocorre em mulheres homossexuais, contanto que não se compartilhe dildos ou qualquer outro objeto para penetração.
Já ter uma DST aumenta o risco de ter outras. Indivíduos com herpes genital ou gonorreia, por exemplo, se tiverem relações sexuais com pessoas portadoras do HIV aumentam muito seu risco de contaminação. A inflamação e as lesões genitais causadas por uma DST favorecem o contágio por outras DST.
FATORES DE RISCO:
O principal fator de risco para se contrair uma doença sexualmente transmissível é ter vida sexual ativa. A melhor maneira de se prevenir contra as DST é não praticar sexo. Porém, isso é uma opção viável para apenas um minoria das pessoas. Naqueles que não pretendem praticar o celibato, usar preservativos e não ter uma vida promíscua é a melhor conduta.
Quando se estuda a população que tem ou já teve alguma doença venérea, algumas dados são encontrados com certa frequência, podendo ser caracterizados como fatores de risco para contaminação. Através destes estudos é possível afirmar que as doenças sexualmente transmissíveis são mais comuns nas pessoas que apresentam as seguintes características:
- Idade entre 15 e 24 anos.
- Solteiro.
- Múltiplos parceiros sexuais.
- Início precoce da vida sexual.
- Pratica de sexo sem preservativos.
- Consumo frequente de álcool.
- Usuários de drogas.
- Relações sexuais com prostitutas.
Além dos fatores acima, indivíduos que já tiveram uma DST têm maior risco de terem outras.
SINTOMAS:
O grupo das doenças sexualmente transmissíveis é bastante heterogêneo, por isso os sintomas são muito variados. De modo didático, podemos dividir o quadro clínico das DST em 3 grandes grupos.
1- Corrimento uretral (uretrite):
A inflamação da uretra, canal que drena a urina, é a principal característica de várias DST. Os sintomas mais comuns da uretrite são a ardência para urinar, chamada de disúria e o corrimento peniano ou vaginal. Nas mulheres, além do corrimento é possível haver dor e sangramento vaginal.
Gonorreia, clamídia, tricomoníase e outras causas menos comuns, como infecções por Mycoplasma genitalium e Ureaplasma urealyticum são as principais DST que cursam com uretrite, como principal característica.
2- Úlceras genitais:
Outra manifestação comum de doenças sexualmente transmissíveis é aparecimento de úlceras nos órgãos genitais. As DST com essa característica são a sífilis, donovanose (granuloma inguinal), linfogranuloma venéreo, herpes genital e o cancro mole.
Cada DST costuma formar úlceras com características próprias. Por exemplo: a sífilis cursa com úlcera indolor e limpa; o cancro mole com úlcera dolorosa e purulenta; o herpes costuma ter múltiplas pequenas úlceras muito dolorosas, etc.
Nas mulheres, as úlceras podem surgir dentro da vagina, não sendo facilmente visíveis. Na sífilis, que cursa com úlcera indolor, a lesão pode até passar despercebida.
3- Sintomas gerais:
As doenças sexualmente transmissíveis também podem se apresentar com sintomas sistêmicos, por acometimento de órgãos internos.
A DIP (doença inflamatória pélvica) é uma infecção grave dos órgãos reprodutores feminino, como útero, trompas e ovários. Pode ser surgir como complicação da gonorreia ou da clamídia.
A inflamação do fígado é o quadro típico das hepatites B e C, mas podem também ocorrer na gonorreia disseminada e na sífilis secundária.
O HIV pode causar febre, faringite e o aparecimento de gânglios pelo corpo.
Em geral, cada DST tem seus sintomas específicos. É preciso ler individualmente sobre cada doença para conhecer seus sintomas.
PREVENÇÃO
Como já foi dito, a melhor maneira de se prevenir contra uma DST é não ter relações sexuais. Todavia, esta orientação é impraticável para a imensa maioria da população. Portanto, é preciso pensar em outros modos de prevenção para as doenças venéreas.
As vacinas são métodos com elevada eficiência na prevenção de doenças. O problema é que atualmente só existem vacinas para duas DST: HPV e hepatite B.
Portanto, o método preventivo mais eficaz contra doenças sexualmente transmissíveis ainda é a camisinha. A camisinha não é um método 100% eficaz, mas apresenta uma taxa de sucesso bastante elevada.
Estudos mostram que os preservativos feitos à base de látex e poliuretano são impenetráveis às partículas virais de HIV. O material é altamente seguro. As falhas surgem geralmente pelo mal uso do preservativo, permitindo que o mesmo saia do pênis ou que se rompa durante a relação sexual. Em geral, o uso da camisinha reduz em até 90% o risco de transmissão do HIV.
A camisinha também é muito efetiva na prevenção das outras DST, principalmente da gonorreia em homens. Por motivos ainda não bem entendidos, a DST que apresenta a menor taxa de prevenção com a camisinha é a tricomoníase. Mesmo assim, o uso regular do preservativo reduz em mais de 30% a chance de contaminação. O preservativo pode não ser um método perfeito, mas ele ainda é muito melhor do que ter relações desprotegidas.
A camisinha é ineficaz contra a pediculose pubiana, conhecida popularmente como chato. Esta doença é causada por um tipo de piolho que se aloja nos pelos pubianos, área não coberta pela camisinha. Portanto, durante o ato sexual, o contato íntimo entre as áreas de pelos púbicos não é evitado pelo uso do preservativo, tornando este método ineficaz contra a transmissão do Phthirus pubis, agente causador da pediculose pubiana.
Nos homens, a circuncisão é um modo eficaz para reduzir o risco de contaminação por DST. Estudos mostram que homens circuncidados apresentam até 50% menos chances de se contaminarem com o HIV através de relações com mulheres quando comparados com homens que não se submeteram a circuncisão. Este benefício só está comprovado em relações heterossexuais.
A circuncisão protege apenas o homem. A taxa de transmissão do HIV para as mulheres é a mesma, independente do homem ser ou não circuncidado.
A circuncisão também parece diminuir a taxa de contaminação do homem contra sífilis, herpes e HPV, mas não contra gonorreia, tricômonas e clamídia.
TRATAMENTO
O tratamento das DST depende, obviamente, da sua causa. Algumas DST têm cura, outras não.
Infecções como sífilis, gonorreia, clamídia, linfogranuloma e tricômonas podem ser curadas com uso de antibióticos apropriados.
As infecções por hepatite B e C têm tratamento, mas a taxa de cura não é alta. Muitos pacientes vivem cronicamente com estas infecções.
O HIV tem tratamento, mas ainda não tem cura. O mesmo ocorre com a herpes genital.
O HPV não tem tratamento, mas em muitos casos o corpo consegue se livrar do vírus espontaneamente. O problema é o risco aumentado de câncer de colo do útero que as mulheres contaminadas apresentam.
FONTE: mdsaude.com/2012/06/o-que-e-dst.html#ixzz36j0SvfAw
CONHEÇA OS TIPOS DE CORRIMENTO VAGINAL E SUAS IMPLICAÇÕES
Corrimento vaginal é o nome que damos à secreção de fluidos pela vagina. O corrimento vaginal pode ser algo completamente normal ou um sinal de doença ginecológica.
CORRIMENTO VAGINAL NORMAL
Antes de falarmos sobre o corrimento vaginal fisiológico, isto é, corrimento vaginal normal, não relacionado a doenças, temos que fazer uma rápida revisão da anatomia ginecológica feminina.
É muito comum a confusão entre vagina e vulva. Quando olhamos para a genitália externa feminina o que vemos é a vulva; da vagina só conseguimos ver o seu orifício externo, pois a vagina propriamente dita é um canal que fica no interior do corpo e termina no colo do útero, como pode ser visto na ilustração abaixo.
O corrimento normalmente se origina na vagina e só se torna perceptível quando sai pelo orifício externo da mesma. Em alguns casos, o corrimento pode ter origem no colo do útero.
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
Todas as mulheres em idade reprodutiva podem ter um corrimento vaginal normal, chamado corrimento vaginal fisiológico. Este corrimento é formado pela combinação de células mortas da vagina, bactérias naturais da flora vaginal e secreção de muco; costuma ter entre 1 e 4 ml de volume diário e sua função é umedecer, lubrificar e manter a vagina limpa, dificultando o surgimento de infecções. O pH normal da vagina é ao redor de 4,0 (muito ácido) e é mantido por substâncias produzidas pelas bactérias naturais da flora vaginal, principalmente os lactobacillus, bactérias que não causam doenças. Este pH baixo inibe o crescimento e a proliferação de outras bactérias potencialmente danosas ao nosso organismo.
O corrimento vaginal fisiológico é estimulado pelo estrogênio e, portanto, pode ter seu volume aumentado em períodos onde há maior estimulação hormonal, como na gravidez, uso de anticoncepcionais à base de estrogênios, no meio do ciclo menstrual, perto da ovulação ou dias antes da menstruação.
O corrimento vaginal normal costuma ser branco, leitoso ou transparente, espesso e com odor fraco. Uma das dicas mais importantes para identificar um corrimento fisiológico é a ausência de sinais ou sintomas de irritação, como dor, ardência, vermelhidão ou comichão na vagina e/ou vulva. Todavia, é importante salientar que uma discreta irritação na vulva pode ocorrer em algumas mulheres com corrimento fisiológico.
CORRIMENTO VAGINAL ANORMAL
A leucorreia ou corrimento vaginal não fisiológico é aquele relacionado a alguma doença ginecológica e pode ter várias causas. As mais comuns são as vaginites, também chamadas de colpites, que é a infecção da vagina, provocada normalmente por bactérias ou fungos. O corrimento também pode surgir por atrofia da mucosa da vagina após a menopausa, alergia a algumas substâncias, como espermicidas, ou pela presença de um corpo estranho na vagina.
Vamos falar resumidamente sobre as principais causas de vaginite e corrimento vaginal. Mais detalhes podem ser lidos nos textos específicos para cada uma das doenças descritas abaixo.
CANDIDÍASE
A Candida é um fungo que faz parte da flora natural de germes da vagina. A Candida vive normalmente na nossa pele e não costuma causar sintomas. Entretanto, sempre que há algum desarranjo nas condições habituais do nosso organismo, como uso excessivo de antibióticos, estresse, doenças como diabetes, imunossupressão, traumas, etc., a Candida pode começar a multiplicar-se excessivamente, passando a causar sintomas.
A candidíase vaginal normalmente se manifesta com prurido (coceira) e/ou ardência na vulva, dor para urinar, dor durante o ato sexual e um corrimento espesso, sem odor forte e esbranquiçado, muitas vezes comparado com queijo cottage.
GONORREIA E CLAMÍDIA
A gonorreia e a Clamídia são duas doenças sexualmente transmissíveis (DST) causadas respectivamente pelas bactérias Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis. Ambas as doenças causam uma cervicite (infecção do colo do útero) e podem cursar com corrimento vaginal, geralmente de aspecto mucopurulento (amarelo turvo). Outros sintomas associados incluem dor para urinar, dor durante o ato sexual, normalmente com sangramento pós-coito e irritação na vulva.
TRICOMONÍASE
É uma doença sexualmente transmissível causada por um protozoário chamado Trichomonas vaginalis. A vaginite causada pelo tricomoníase normalmente se apresenta com um corrimento fino, amarelo-esverdeado, de odor desagradável, associado aos outros sinais clássicos de vulvovaginite, como dor ao urinar, irritação da vulva e sangramento/dor durante o coito.
O Trichomonas vaginalis pode permanecer assintomático por muito tempo, tornando difícil saber exatamente quando houve a contaminação.
VAGINOSE BACTERIANA
É a principal causa de corrimento vaginal anormal. É uma infecção causada por alterações na flora natural da vagina, que resultam em uma redução no número de lactobacillus (bactérias “boas”) e um excessivo crescimento de bactérias aeróbicas (bactérias “ruins”) como Gardnerella vaginalis, Mycoplasma hominis, Prevotella, Porphyromonas, Bacteroides, Peptostreptococcus, Fusobacterium e Atopobium vaginae.
É muito comum se associar a vaginose bacteriana à bactéria Gardnerella vaginalis, porém, esta doença é causada pelo crescimento de múltiplas bactérias, e não só da Gardnerella. O termo vaginose é usado em vez de vaginite neste caso porque há pouca ou nenhuma inflamação da vagina, apenas proliferação bacteriana. O sintoma típico da vaginose é o corrimento vaginal fino e acinzentado, com odor muito forte, tipo peixe podre. Os outros sintomas de inflamação vulvovaginal, como dor ao urinar, coceira da vulva e dor ao coito são bem menos frequentes, estando na maioria dos casos ausentes.
A proliferação de bactérias e a queda no número de lactobacillus faz com que haja um aumento significativo do pH da vagina, sendo esta uma das dicas para o diagnóstico.
ATROFIA VAGINAL
Ocorre geralmente após a menopausa. O estrogênio estimula o corrimento fisiológico, e a sua falta provoca ressecamento e afinamento da mucosa vaginal. Esta atrofia vaginal pode levar à inflamação, com corrimento, dor para urinar e incômodo durante o ato sexual.
ALERGIA
Alergia ao lubrificante da camisinha, a espermicidas, a perfumes, sabonetes ou produtos de higiene íntima, etc., podem causar uma reação alérgica na vagina/vulva, levando ao aparecimento de corrimento.
OUTRAS CAUSAS MENOS COMUNS PARA CORRIMENTO VAGINAL:
- Infecção pelo HPV.
- Herpes genital .
- Câncer do colo do útero.
- Alergia ao sêmen (causa rara).
- Vulvovaginite pela bactéria Streptococcus.
- Corpo estranho retido dentro da vagina (absorvente interno ou camisinha “perdida”, por exemplo).
- Infecção pelo verme oxiúrus.
CORRIMENTO VAGINAL DE ACORDO COM SUAS CARATERÍSTICAS:
a. Corrimento marrom: o corrimento de cor marrom geralmente é aquele que contém sangue coagulado. Pode ser causado por restos da menstruação, traumas, infecções, corpo estranho, câncer ginecológico, implantação do embrião no útero nos primeiros dias de gravidez , atrofia vaginal ou gravidez ectópica.
b. Corrimento amarelado: o corrimento amarelado é geralmente sinal de infecção ginecológica, principalmente se acompanhado de mau cheiro, ardência ou coceira vaginal. A tricomoníase é talvez a principal causa deste tipo de corrimento, mas outras infecções também podem provocá-la, como gonorreia e clamídia.
c. Corrimento branco: o corrimento brancacento pode ser normal, principalmente se for fino e em pequena quantidade. Corrimento mais espesso e acinzentado, geralmente associado a sintomas irritativos, como coceira e dor vaginal, pode ser candidíase. Se houver cheiro forte, a vaginose é uma possibilidade.
d. Corrimento com cheiro: a vaginose e a tricomoníase são as principais causas de corrimento com cheiro forte.
DIAGNÓSTICO:
Para se distinguir corretamente os tipos de corrimento vaginal, faz-se necessário uma consulta com o médico ginecologista. Através do exame ginecológico é possível notar se há vaginite, cervicite ou apenas corrimento sem sinais de inflamação. Também é possível colher amostras do corrimento para avaliação do pH vaginal, investigação microscópica e cultura.
TRATAMENTO:
O tratamento depende da causa, variando desde antifúngicos ou antibióticos para as infecções, até cremes de estrogênio para a vaginite atrófica. Não há um tratamento único que sirva para todos os tipos de corrimento.
Se você tem corrimento vaginal, procure seu ginecologista para que a causa seja esclarecida e o tratamento adequado possa ser instituído.
FONTE: mdsaude.com/2011/03/corrimento-vaginal-vaginite.html#ixzz36iwGjMN0
VOCÊ SABE O QUE É VAGINOSE BACTERIANA?
A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela proliferação anormal das bactérias naturais da vagina, sendo a principal causa de corrimento vaginal nas mulheres em idade fértil. Ela está relacionada ao crescimento de várias bactérias, principalmente de uma, chamada Gardnerella vaginalis, que pode provocar corrimento com odor desagradável, tipo cheiro de peixe.
CAUSAS:
A vagina é um órgão naturalmente habitado por diversas bactérias, algumas “boas”, algumas “ruins”. Os lactobacilos são as bactérias “boas” e encontram-se normalmente em maior quantidade (cerca de 95% da população), impedindo o crescimento de bactérias potencialmente causadoras de doenças através do controle do pH vaginal e da competição por alimentos.
A vaginose bacteriana ocorre quando há uma ruptura deste equilíbrio, acarretando em uma diminuição dos lactobacilos e um crescimento da flora “ruim” que pode ser composta por diversas bactérias, entre elas: Gardnerella vaginalis, Prevotella, Porphyromonas, Bacteroides, Peptostreptococcus, Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum, Mobiluncus, Fusobacterium e Atopobium . De todas essas bactérias, a Gardnerella vaginalis parece ser o micro-organismo mais característico da vaginose, estando presente em mais de 96% dos casos.
Não sabemos ainda muito bem o que leva a essa desregulação da flora bacteriana natural da vagina, mas alguns fatores de riscos já são conhecidos:
- Múltiplos parceiros sexuais.
- Realizar ducha vaginal com frequência.
- Fumar.
- Uso recente de antibióticos.
- Uso de DIU.
A vaginose bacteriana é uma doença típica de mulheres em idade fértil; não sabemos o porquê, mas é mais comum em mulheres afrodescendentes.
A vaginose bacteriana não é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST) apesar do fato da promiscuidade ser um dos fatores de risco para o seu desenvolvimento. Mesmo mulheres virgens ou sem relação sexual recente podem ter vaginose bacteriana.
SINTOMAS
Duas em cada três mulheres com vaginose bacteriana não apresentam nenhum tipo de sintoma. Naquelas com sintomas, o mais comum é um corrimento acinzentado com forte odor, geralmente descrito como corrimento com cheiro de peixe. Este corrimento vaginal com mau cheiro costuma piorar após relação sexual.
Ao contrário das outras causas de corrimento vaginal que costumam cursar com vaginite (inflamação da vagina), a vaginose bacteriana causa pouca ou nenhum inflamação, portanto, não costuma cursar com sintomas de dor, coceira ou disúria (dor ou incômodo para urinar).
DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é baseada no conjunto de sintomas e achados laboratoriais. Se você tem queixas de corrimentos, o ginecologista fará um exame ginecológico completo e colherá amostras das secreções.
Através do exame das secreções é possível avaliar o pH da vagina (que fica menos ácido na vaginose) e procurar por micro-organismos através de um microscópio. Na vaginose há um teste simples, feito no próprio consultório, que consiste na adição de hidróxido de potássio 10% na secreção vaginal para aumentar a liberação do característico cheiro forte de peixe.
Através do exame no microscópio é possível identificar as chamadas clue-cells, células típicas da vaginose bacteriana. Também é possível identificar outros germes que causam corrimento que não a vaginose, como fungos, por exemplo.
A cultura das secreções para identificação de bactérias não tem papel no diagnóstico uma vez que até 60% das mulheres sem vaginose possuem Gardnerella vaginalis e outras bactérias em suas vaginas. Ter Gardnerella vaginalis não significa que necessariamente a mulher irá desenvolver vaginose.
COMPLICAÇÕES:
Mesmo nas pacientes sem sintomas, a vaginose pode causar algumas complicações. Entre elas podemos citar:
- Maior risco de contaminação por outras DSTs* caso haja relação com parceiro contaminado.
- Maior risco de transmissão de DSTs* para o parceiro caso a paciente esteja contaminada com alguma DST.
- Maior risco de doença inflamatória pélvica, principalmente após cirurgias ginecológicas.
- Maior risco de parto prematuro em grávidas.
* DSTs com risco de transmissão e contaminação aumentados:
- HIV.
- Gonorreia.
- Clamídia.
- HPV.
- Herpes genital.
TRATAMENTO:
Em cerca de 1/3 dos casos, a vaginose desaparece espontaneamente, devido à recuperação da população de lactobacilos. Portanto, só se indica tratamento caso existam sintomas ou se a paciente esteja prestes a realizar uma cirurgia ginecológica.
O tratamento, quando indicado, é feito com antibióticos por via oral ou intravaginal. Os mais prescritos são o metronidazol ou a clindamicina por sete dias. Uma outra opção é o tinidazol.
Quando é prescrito um curso de clindamicina por via intravaginal deve-se evitar relações sexuais com preservativos por até cinco dias após o término do tratamento, pois o antibiótico enfraquece o látex, diminuindo sua eficácia como barreira de proteção.
Como a vaginose não é uma DST, não é necessário tratar o parceiro. Em casos de relação homossexual entre mulheres ainda há dúvidas se o tratamento da parceira é necessário.
O tratamento da vaginose bacteriana em grávidas assintomáticas é controverso, pois não há provas de que o mesmo reduza a incidência de partos prematuros. Atualmente só o indicamos se a gestante tiver alto risco de parto prematuro ou apresentar antecedentes de parto prematuro relacionado à presença de vaginose.
O tratamento com antibióticos cura a vaginose mas não age diretamente nas suas causas. Por isso, a taxa de recorrência é alta, cerca de 30% em três meses e até 50% em um ano. Pacientes com mais de três episódios por ano se beneficiam de um tratamento a longo prazo, por até seis meses, com metronidazol intravaginal.
O consumo de iogurtes com lactobacilos não é eficaz na prevenção, uma vez que esses lactobacilos são diferentes daqueles que vivem na vagina.
FONTE: mdsaude.com/2011/07/vaginose-bacteriana-gardnerella.html#ixzz36isXlEVS
O QUE É O TESTE DE SCHILLER?
O teste de Schiller é um teste que pode ser usado durante o exame ginecológico para auxiliar o médico a encontrar áreas com lesões suspeitas no colo do útero.
O teste de Schiller foi batizado em homenagem ao médico Walter Schiller, que ao redor 1930 descreveu o método de pesquisar células cancerígenas no colo do útero através da coloração do mesmo com uma solução à base de iodo, chamada de solução de lugol ou solução de Schiller.
Uma forma alternativa de realizar o teste de Schiller pode ser feito substituindo o lugol por uma solução de ácido acético (vinagre).
O QUE É O TESTE:
Um dos objetivos do exame ginecológico é visualizar diretamente o colo do útero, também chamado de cérvix uterino. Em muitos casos, apenas a olho nu é possível notar a presença de lesões no colo do útero, sejam elas lesões inflamatórias típicas das cervicites, úlceras, feridas, etc. O teste de Schiller e o teste do ácido acético são feitos de forma a aumentar a nossa capacidade de identificar áreas com lesões do colo uterino, que muita vezes podem parecer normais ao olho nu.
O teste é feito com uma zaragatoa, uma espécie de cotonete muito comprido. O ginecologista encharca a ponta da zaragatoa, que é revestida de algodão, com iodo (ou ácido acético) e “pinta” toda a região do colo do útero, como se usasse um pincel. Após um minuto de espera, o médico volta a visualizar o colo do útero para tentar identificar áreas que ficaram pouco coradas.
A lógica por trás do exame é a seguinte: as células normais do colo uterino e da vagina são ricas em glicogênio, uma grande molécula feita de várias pequenas moléculas de glicose. O iodo consegue impregnar os tecidos ricos em glicogênio, mantendo-os escuros (pintados). Já as células cancerígenas ou pré-cancerígenas são pobres em glicogênio e, por isso, não se impregnam com o iodo, mantendo-se mais claras, geralmente amareladas, e facilmente distinguíveis do resto do tecido saudável, que permanecesse corado de marrom (cor do iodo).
Chamamos de teste de Schiller positivo toda vez que houver alguma área amarelada do colo uterino, que não fica corada com o lugol, sugerindo a presença de células atípicas. Por outro lado, o teste de Schiller negativo ocorre quando todo o cérvix uterino se cora de marrom, evidenciando a presença de tecido rico em glicogênio e, portanto, saudável, por toda a área pintada. Quando há áreas que não se coram, mas não ficam amareladas, em geral, consideramos que o teste é negativo.
O teste do ácido acético tem uma lógica semelhante, mas o mecanismo é diferente. O ácido acético desidratada as células de forma heterogênea, sendo o seu efeito mais pronunciado nas células atípicas que nas células sadias. O resultado final é uma coloração brancacenta em todo o tecido que for composto por células suspeitas.
Não há grandes diferenças de resultado entre ambos os testes. A coloração com o ácido acético deve ser o teste de escolha para as mulheres com história de alergia ao iodo.
A presença de manchas brancas no colo uterino após o uso do ácido acético ou a ausência de impregnação do iodo em certas áreas coradas com o lugol indicam a realização de colposcopia ou biópsia do tecido, caso existam alterações visíveis da morfologia do tecido não corado. Um teste de Schiller positivo não indica necessariamente a existência de um câncer. Ele é apenas o primeiro passo no rastreio de tumores.
UTILIDADE DO TESTE:
O teste de Schiller e do ácido acético foram muito utilizados durante décadas pelos ginecologistas. Entretanto, nos últimos anos, o seu uso tem se tornado menos frequente, principalmente em áreas com fácil acesso a novos recursos médicos e laboratoriais, que são mais sensíveis e específicos para o rastreio do câncer do colo do útero.
O teste de Schiller e do ácido acético podem estar falsamente positivo nas mulheres na menopausa ou nos casos de cervicite (inflamações/infecções do colo uterino). Também é bom lembrar que nem todas as células pobres em glicogênio são necessariamente malignas ou pré-malignas.
Atualmente, a forma mais comum de rastrear o câncer de colo uterino é através do exame de Papanicolau, chamado também de exame de citologia cervical. Durante o exame ginecológico, o médico colhe material do colo uterino e do seu orifício com uma espátula e uma escova de forma a captar células para que um médico patologista possa visualizá-las em um microscópio, à procura de células malignas. O material colhido no Papanicolau também pode ser usado para pesquisa do HPV, que é o vírus que causa o surgimento do câncer do colo do útero.
Muitos médicos já não consideram necessária a coloração do cérvix uterino como lugol ou ácido acético, pois o papanicolau é um exame mais confiável e com menores taxas de falsos positivos e falsos negativos.
O teste de Schiller ou do ácido acético, portanto, podem auxiliar no rastreio do câncer de colo do útero, mas eles não devem nunca serem usados como substitutos do exame de papanicolau, pois são inferiores.
A grandes vantagem do teste de Schiller é o fato dele ser muito barato, estando disponível mesmo em áreas com poucos recursos técnicos. Outra vantagem é a ausência de efeitos colaterais relevantes e de contra-indicações absolutas (as pacientes com alergia ao iodo podem usar o ácido acético).
FONTE: mdsaude.com/2014/06/teste-de-schiller.html#ixzz36iqfCuMk
ABDUÇÕES E CRUZAMENTOS ENTRE HUMANOS E ALIENÍGENAS
Abduções são uma série complexa de eventos e procedimentos dirigidos pelos sequestradores para abduzidos passivos ou controladas. Em raptos típicos ou comuns, os seres humanos são levados para fora de seu ambiente normal por alienígenas. As pessoas tornam-passivo e não pode resistir.
Eles são levados a bordo de um UFO, suas roupas são removidas e eles são feitos para mentir sobre uma mesa. Uma série de procedimentos físicos, mentais e produtivas são, então, administrado aos sujeitos. Corpos físicos das pessoas são sondados e examinados. O esperma e os ovúlos são colhidos.
Os alienígenas realizam procedimentos fixos durante o qual eles olhar nos olhos dos abduzidos a uma distância de apenas uma ou duas polegadas. Estes procedimentos "varredura mental" parecem ser manipulações neurológicas que dão aos estrangeiros a possibilidade de "entrar" mentes das pessoas.
Após os procedimentos da tabela, abduzidos relatam que eles são por vezes levados em outras salas onde eles são obrigados a ter a pele em contato com a pele com os bebês olham incomuns. Abduzidos dizer que esses bebês parecem ser cruzamentos entre humanos e alienígenas. Eles os chamam de "híbridos". Abduzidos também ver crianças híbridas, jovens mais velhos, adolescentes e adultos.
Às vezes os abduzidos relatam que eles são obrigados a realizar tarefas, que são "testadas" de alguma forma. Eles dizem que as máquinas são trazidos para examiná-los. Eles às vezes são obrigados a ter uma forma de relação sexual com outros seres humanos, e às vezes com adolescentes e adultos híbridos. Eles são devolvidos ao seu ambiente normal e em poucos segundos, eles esquecem o que acaba de acontecer com eles.
Remoção da roupa
As roupas são removidas do abduzido, aparentemente, por três razões: 1, facilita os procedimentos que os alienígenas estão prestes a fazer; 2, ajuda a prevenir a propagação da infecção e da doença para os híbridos e 3, que impede o roubo de instrumentos e outros artefatos.
O Exame
Durante anos, os pesquisadores pensaram que o exame foi o motivo de um rapto. Ele lhes permitiu pensar o fenômeno da abdução como um "estudo" ou "experimento". Na verdade, o exame, tendo lugar durante a maioria das abduções, raramente é o motivo de uma abdução. Pelo contrário, normalmente é um procedimento preliminar realizado antes de o principal objetivo do sequestro.
O exame é bizarro. Ele geralmente implica aliens correndo os dedos sobre o corpo de uma pessoa.
O que exatamente é realizado por esta é desconhecida. No entanto, evidências recentes sugerem que o exame é baseado principalmente neurologicamente com os seres com especial atenção para o sistema nervoso. Assim, examinar de perto o cérebro, a coluna vertebral, e outros sites neurológicos específicos.
Varredura mental
Aliens olham nos olhos do abduzido para se conectar ao nervo óptico no processo de varredura mental.
Varredura mental é um procedimento no qual um olhar pares alienígenas diretamente nos olhos de um abduzido a uma distância de alguns centímetros ou menos. A abduzida não pode fechar os olhos ou evitar o seu próprio olhar. Quando perguntado o que está acontecendo na mente do abduzido durante este procedimento, os abduzidos relatam ter uma variedade de estados emocionais e de ver as imagens.
A evidência sugere que o extraterrestre está neurologicamente se envolver com o nervo óptico e usá-lo como um canal através do cérebro e em outras vias neurais. O extraterrestre pode gerar qualquer emoção ou a imagem que ele quer que o abduzido a sentir ou ver.
Muito frequentemente a varredura mental está ligada a colheita de ovos. O extraterrestre solicita a estimulação sexual a um alto grau e, em seguida, em um momento específico começa um procedimento interno em que um óvulo é colhido.
Por causa da intensidade dos abduzidos de experiência muitas vezes erroneamente relatam que eles e o extraterrestre têm "colada" em uma pessoa, ou que o extraterrestre quer "experimentar o que é ser humano" por este procedimento. Eles também têm confundido a varredura mental para ter relações sexuais com o extraterrestre.
A colheita de Óvulos e espermatozoides
É um aspecto lamentável, mas constante do fenômeno de abdução que os estrangeiros tomar óvulos e espermatozoides a partir de pessoas em uma base rotineira. Para as mulheres, envolve a introdução de instrumentos que levam ovos ou recém-maduras ou invadir o ovário para folículos. Há algumas evidências que sugerem que os estrangeiros podem realizar a maturação do óvulo rápido e liberar através de varredura mental para fins de colheita. A colheita pode ser realizada em qualquer idade.
Para homens, o esperma é extraído mecanicamente por um dispositivo colocado na área genital. Às vezes, estes dispositivos são pequenos e portáteis, outras vezes eles são em carrinhos ou fixado à parede.
Às vezes as mulheres abduzidos são trazidos para as relações sexuais com homens. Estes são os procedimentos de coleta de esperma e não refletem qualquer interesse particular na sexualidade pelos alienígenas.
Implante Fetal e Extração
De tempos em tempos as mulheres têm procedimentos internos mais complicados.
Eles relatam que algo está sendo colocado neles. Às vezes, os extraterrestres lhes dirá após este procedimento: "Agora você está grávida." No dia seguinte, me sinto grávida. Um teste de gravidez precoce ou uma viagem para o seu ginecologista confirma isso. Depois de cerca de 9-11 semanas, outro abdução segue e o feto é removido.
Incubatório
Às vezes, as mulheres, e os homens e até crianças será levado para uma sala especial em que eles vêem muitos recipientes de líquido ou em colunas ou em linhas de encontro à parede. Suspenso em cada recipiente é um feto. Os alienígenas dizer o abduzido que um ou mais dos fetos é o abduzido do. Por que os alienígenas realizar esta "visão" é desconhecida.
Os bebês híbridos
Freqüentemente as mulheres são levados para uma sala cheia de bebês em suportes especiais.
Eles são obrigados a ter contato pele-a-pele com o bebê e, se um determinado procedimento foi realizado durante a fase de exame, eles são orientados a cuidar do bebê. Os abduzidos descrevem os bebês como parecendo um cruzamento entre humanos e alienígenas. Eles dizem que são "híbridos". Os bebês são fleumático e não têm as reações dos bebês humanos normais.
Muitas vezes, as vítimas pensam que os bebês estão doentes.
A evidência parece sugerir, no entanto, que este é o seu estado normal. Homens e crianças muitas vezes têm contato pele-a-pele com os bebês.
Crianças e Jovens
Os seres humanos são levados a uma sala especial, onde se deparam com crianças híbridas 2 anos de idade a 10. À medida que as crianças híbridas crescer, seu contato com os seres humanos se torna mais complexo. Como crianças que se envolvem em comportamentos de jogo, muitas vezes ajudado pelo abduzido que é necessário para ensinar-lhes jogos para jogar.
Eles são vistos às vezes brincando com seus brinquedos específicos. As crianças humanas são obrigadas a jogar com os híbridos como iguais e também ensiná-los jogos.
Criança Hibrida Adolescentes
Quando os híbridos são adolescente, seus papéis no fenômeno da abdução expandir. Eles são usados como auxiliares em procedimentos de abdução. Eles ajudam os alienígenas e híbridos adultos. Alguns deles têm dispositivos tecnológicos mais sofisticados para a sua diversão.
Outros têm mais contato com os seres humanos, às vezes de natureza sexual.
Adultos
Híbridos adultos têm vindo a jogar o que parece ser um papel cada vez mais importante no fenômeno da abdução. Eles foram descritos como a realização de procedimentos de abdução na companhia de extraterrestres. Nos últimos anos, os abduzidos descrevem eventos completos sequestros realizados por híbridos sem a supervisão de extraterrestres. Eles também se envolveram em relações sexuais com híbridos, ignorando os procedimentos de colheita e de implantação de ovos alienígenas de abduzidos do sexo feminino.
Projetos pessoais Híbridos
Os abduzidos relatam que alguns híbridos tiveram em curso, complexo, o contato com eles desde que eram crianças. Eles vêem o mesmo híbrido muitas vezes ao longo dos anos. A idade híbridos ao mesmo ritmo que os abduzidos. Seu relacionamento é geralmente reprodutivamente orientado. Às vezes, os abduzidos têm sentimentos muito positivos em relação a projeto , outros têm sentimentos extremamente negativos sobre o que eles consideram abusivamente. Alguns híbridos estão exclusivamente interessados na vida humana e das relações.Nenhum deles está interessado em aspectos políticos ou institucionais humanos da sociedade.
Procedimentos Neurológicos
A base neurológica de muitos dos procedimentos listados abaixo só agora está sendo identificado.
O significado completo desses procedimentos não é totalmente compreendido, mas eles são indicativos de 'capacidade de controlar os seres humanos "os aliens processos neurológicos.
Aspectos deste controle neurológico pode ser feito sem olhar (varredura mental) procedimentos.
Prevendo
Aliens, por vezes, colocar imagens na mente abduzidos que depois "vista" como se estivessem acontecendo na realidade. Estas visões são muitas vezes de cataclísmico eventos de guerra, explosões atômicas, destruição de meteoritos, terremotos, e assim por diante. Em outros momentos, eles podem ver cenas rotineiras de classe média piqueniques de vida, andando em um parque, e assim por diante. Embora a razão para que o conteúdo não seja totalmente compreendido, os dados recentes sugerem que a visualização dessas cenas tem uma importante função neurológica em que o sequestrado será solicitado a realizar alguma atividade no futuro.
Às vezes, as cenas de devastação característicos ou vida mundana são apresentados em uma tela. Muitas vezes, eles são acompanhados por olhando procedimentos realizados pelos alienígenas enquanto os abduzidos observar as telas.
Encenação
Abduzidos será obrigado a jogar fora uma "farsa", em que eles são feitos para acreditar que alguns eventos pré-arranjados estão ocorrendo e que eles devem interagir na cena (o que eles acreditam ser real) com os extraterrestres ou outros abduzidos. Isso também pode ser um procedimento neurológico para a atividade futura.
Testes (treinamento)
Os abduzidos são obrigados a sentar em um console e operar um dispositivo eletrônico, como para um objetivo específico. Pode-se manter um ponto entre as linhas em uma tela, ou apertando o botão "correta" ao ouvir um tom. Estes são considerados procedimentos de treinamento neurológico para a atividade futura.
Procedimentos Diversos
Existem muitos outros processos que abduzidos relatório. A maioria parece estar a serviço de objetivos específicos dos alienígenas para seu programa. Alguns dos procedimentos que os abduzidos relatório incluem sendo treinados para "resgatar" os seres humanos e alienígenas. Eles relatam sendo treinados em controle de multidões e pacificação. Eles relatam aprender a trabalhar ao lado de híbridos fazendo procedimentos de abdução. Eles são informados de que eles saberão o que fazer quando chegar a hora.
Híbrida
Fonte: UFOS ONLINE
Assinar:
Postagens (Atom)











.jpg)

