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sábado, 26 de novembro de 2016

PELA PRIMEIRA VEZ CÉLULAS VIVAS FAZEM LIGAÇÕES CARBONO-SILÍCIO

Os cientistas conseguiram fazer com que células vivas formassem ligações de carbono-silício, demonstrando pela primeira vez que a natureza pode incorporar silício, um dos elementos mais abundantes na Terra, nos blocos de construção da vida.A pesquisa foi publicada na revista Science. Depois do oxigênio, o silício é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre, e mesmo assim não parece ter nada a ver com a vida biológica. Enquanto os químicos já haviam conseguido fazer em laboratório ligações de carbono-silício antes, até agora tais ligações nunca foram encontradas na natureza. Essas novas células poderiam nos ajudar a entender mais sobre a possibilidade de vida baseada em silício em outras partes do universo. Não só o carbono e o silício são extremamente abundantes na crosta terrestre, como também são muito semelhantes em sua composição química. Uma das características mais importantes de ambos é a capacidade de formar ligações com quatro átomos ao mesmo tempo. Isso significa que são capazes de unir as longas cadeias de moléculas necessárias para formar a base da vida como a conhecemos – proteínas e DNA. No entanto, formas de vida baseadas em silício não existem fora do universo Star Trek, até onde sabemos. A pesquisadora Jennifer Kan, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, nos EUA) e sua equipe conseguiram fazer com que células vivas formassem ligações de carbono-silício, algo que elas não poderiam ter feito facilmente por conta própria. Mas a experiência é a prova de que esses laços podem ser formados na natureza – contanto que você tenha as condições certas. Os cientistas começaram isolando uma proteína que ocorre naturalmente na bactéria Rhodothermus marinus, que prospera nas fontes termais da Islândia. Eles gostaram dessa proteína, chamada enzima citocromo c, porque, embora seu papel principal seja o transporte de elétrons através das células, testes de laboratório revelaram que poderia facilitar os tipos de ligações que poderiam anexar átomos de silício ao carbono. Depois de isolar a proteína, eles inseriram o gene para ela em algumas bactérias E. coli para fazer se facilitava a produção de ligações carbono-silício dentro das células vivas. A equipe continuou a mutar o gene da proteína dentro de uma região específica do genoma do E. coli até que o esperado acontecesse. Após três rodadas de mutações, a proteína pode ligar o silício ao carbono 15 vezes mais eficiente do que qualquer catalisador sintético. O fato de que esta bactéria foi projetada para produzir ligações de carbono-silício mais eficientemente do que os químicos podem no laboratório é muito interessante. Primeiro, porque oferece uma maneira melhor de produzir as ligações que precisamos para fazer coisas como produtos farmacêuticos, produtos químicos agrícolas e combustíveis. E depois porque significa que uma forma de vida poderia, pelo menos parcialmente, ser baseada em silício. Se os pesquisadores continuarem a cultivar esses tipos de bactérias, poderíamos obter uma melhor compreensão de como essa vida poderia se parecer. FONTE:sciencealert.com/for-the-first-time-living-cells-have-formed-carbon-silicon-bonds

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE INAUGURAR NOVAS AMEAÇAS PARA A CIBERSEGURANÇA

Pode levar vários anos ou até mesmo décadas, mas hackers não serão sempre humanos. A Inteligência artificial, tecnologia que também promete revolucionar a cibersegurança, poderia um dia se tornar uma ferramenta para hacking. Organizadores do Cyber Grand Challange, uma competição patrocinada pela agência de defesa dos Estados Unidos, deram uma ideia do poder da IA durante o evento realizado em agosto. Sete supercomputadores competiram entre si para mostrar como máquinas conseguem de fato encontrar e reparar vulnerabilidades de software. Teoricamente, a tecnologia consegue ser usada para aperfeiçoar qualquer código, livrando de falhas que podem ser exploradas. Mas e se todo esse poder puder ser usado para propósitos maliciosos? O futuro da cibersegurança pode também pavimentar um caminho para uma nova era de ciberameaças.

Os possíveis perigos

Por exemplo, cibercriminosos podem usar essas capacidades para escanear um software para prever vulnerabilidades desconhecidas e então explorá-las por “vontade” própria. Entretanto, diferente de um humano, uma Inteligência da Artificial pode fazer isso com eficiência de máquina, claro. Hacks que consomem tempo para serem desenvolvidos podem se tornar commodities baratas nesse cenário catastrófico. É um risco que especialistas em cibersegurança já reconhecem, em uma época quando a indústria de tecnologia já está desenvolvendo carros autônomos, mais que robôs avançados e outras formas de automação. “Tecnologia sempre é assustadora”, disse David Melski, vice-presidente de pesquisa para a GrammaTech. A companhia de Melski estava entre as empresas que construíram um supercomputador para participar no Cyber Grand Challenge. Sua empresa agora está considerando usar essa tecnologia para ajudar vendedores a prevenirem falhas em seus dispositivos de Internet das Coisas ou tornar browsers mais seguros. “Entretanto, descobrir vulnerabilidades é uma faca de dois gumes”, ele disse. “Nós também estamos aumentando a automação de tudo”. Então não é difícil para especialistas em segurança imaginarem um potencial lado obscuro - um onde inteligências artificiais conseguem construir e controlar ciberarmas poderosas. Melski apontou o caso do Stuxnet, um worm malicioso desenhado para invadir um programa nuclear iraniano. “Quando você pensa em algo como o Stuxnet sendo automatizado, isso é alarmante”, disse.

Destacando o potencial

“Eu não quero dar ideias a ninguém”, disse Tomer Weingarten, CEO da empresa de segurança SentinelOne. Mas tecnologias direcionadas pela IA e que se rastejam pela internet, buscando vulnerabilidades, podem estar entre as futuras realidades, disse. Entretanto, companhias de tecnologia ainda não criaram uma inteligência artificial de verdade. A indústria, ao invés disso, desenvolveu tecnologias que conseguem jogar games melhor que humanos, atuar como assistentes digitais ou mesmo diagnosticar doenças raras. Empresas de cibersegurança como a chamada Cylance também tem usado uma espécie de inteligência artificial para impedir malware. Isso envolveu construção de modelos matemáticos baseados em amostras de malware que conseguem medir se certa atividade em um computador é normal ou não. “No final, você acaba com uma probabilidade estatística que diz se um arquivo é bom ou ruim”, disse Jon Miller, chefe de pesquisa na empresa de segurança. Mais de 99% das vezes o aprendizado de máquina aprende a detectar o malware. “Nós estamos continuamente acrescentando novos dados (amostras de malware) dentro do modelo”, disse Miller. “Quanto mais dados você tiver, mais acurado você poderá ser”.

Escalação

A desvantagem é que usar aprendizado de máquina pode ser caro. “Nós gastamos mais de um milhão de dólares por mês em modelos computacionais”, disse. O dinheiro é gasto em serviços para nuvem para rodar os modelos. Qualquer pessoa que usa tecnologias de IA para fins maliciosos pode encarar a mesma barreira para entrada. Além disso, elas também precisarão assegurar talentos para desenvolver a programação. Mas com o tempo, os custos de poder computacional vão cair inevitavelmente, disse Miller. Ainda assim, o dia quando hackers recorrerem ao uso de IA pode estar longe. “Por que isso ainda não foi feito? Por que não é necessário”, ele diz. “Se você quiser hackear alguém, já há falhas o suficiente conhecidas”. Atualmente, muitos hacks acontecem depois de um e-mail com phishing contendo malware é aberto pelo alvo. Em outras instâncias, vítimas colocam senhas fracas ou esquecem de atualizar seu software com o último patch, tornando-se alvos fáceis. Tecnologias como aprendizado de máquina têm mostrado o potencial para resolver alguns desses problemas, pontuou Justin Fier, diretor de ciberinteligência em segurança na Darktrace. Mas pode ser só uma questão de tempo antes que hackers eventualmente atualizem o seu arsenal. FONTE: http://idgnow.com.br/internet/2016/11/25/inteligencia-artificial-pode-inaugurar-novas-ameacas-para-a-ciberseguranca/

CONHEÇA 10 TENDÊNCIAS DE SMARTPHONES PARA FICAR DE OLHO EM 2017

Os usuários de smartphones terão muita coisa para ficar de olho em 2017. Os aparelhos ficarão mais rápidos, finos e talvez um pouco mais inteligentes do que você gostaria. A realidade virtual vai se espalhar pelos smartphones mais baratos, que também terão placas gráficas melhores, telas de maior resolução e mais armazenamento. Mais do que nunca, você vai usar seu smartphone para pagar por produtos e fazer login em sites. O deep learning poderia ajudar os smartphones a conhecerem melhor o comportamento dos usuários e melhorar a experiência mobile. Também poderemos ver um renascimento quanto aos designs dos smartphones, e o áudio sem fio pode substituir os conectores de fone de ouvido em mais dispositivos. E o padrão USB-C substituirá conectores e cabos de recarga mais antigos. Confira abaixo 10 tendências de smartphones para ficar de olho em 2017.

1-Novos designs

Os rumores estão cheios de novos desenhos de smartphones. Os principais deles incluem a Apple repaginar o iPhone e a Samsung apresentar um aparelho dobrável. Não há nenhuma certeza de que esses aparelhos chegarão ao mercado, mas, como em todo outro ano, espere por algo novo. Neste ano, a tendência mais quente eram os smartphones customizáveis como o Moto Z e o LG G5, que foram parcialmente inspirados pelo agora falecido Project Ara, do Google. Algumas inovações foram apresentadas neste ano, como o Lenovo CPlus, um protótipo de um smartphone dobrável que pode ser usado como um relógio. A LG e a Samsung também já falaram sobre celulares com telas dobráveis.

2-Chips mais rápidos

Os gráficos serão mais suaves, e as aplicações vão rodar de forma muito mais rápida nos smartphones do ano que vem. A Qualcomm já anunciou o Snapdragon 835, que poderá ser instalado em alguns smartphones Android premium de fabricantes conhecidas. Alguns deles podem optar pelo Mediatek Helio X30, que possui 10 núcleos, o maior número entre processadores mobile. Isso é um poder de processamento e tanto, e os aparelhos ficarão mais próximos dos PCs em desempenho geral.

3-Realidade Virtual

Um dos pontos de deixar os aparelhos mobile mais rápidos é permitir que eles rodem aplicações como realidade virtual, que exigem recursos pesados. Será possível conectar aparelhos ao óculos Google DayDream View VR para assistir a filmes, jogar games e passear por mundos virtuais. A realidade virtual atualmente ainda é limitada a alguns aparelhos top de linha, como o Samsung Galaxy S7, mas chegará a mais aparelhos intermediários no próximo ano. Os smartphones preparados para VR precisarão ter telas de alta resolução para entregar uma experiência visual impressionante.

4-LTE mais rápido

As velocidades de LTE vão ganhar um impulso e tanto com novas tecnologias de modem. Aparelhos como o Galaxy S7 e o iPhone 7 podem baixar dados em redes LTE (4G) com uma velocidade máxima de 600Mbps, e fazer upload a 150Mbps. As velocidades de download podem chegar perto de 1Gbps com o novo modem Snapdragon X16, da Qualcomm, que deve chegar aos aparelhos na segunda metade do próximo ano - é óbvio que alcançar essa velocidade também depende da capacidade da rede.

5-USB-C

2017 é o ano em que o padrão USB-C substituirá as já antigas entradas USB 2.0 nos aparelhos Android. O USB-C é extremamente versátil, já que pode ser usado para recarregar o aparelho, mas também para conectar dispositivos a monitores HD, headphones, flash drives e HDs externos.

6-Áudio wireless

Há uma boa chance de que a maioria dos smartphones ainda terão conectores para fone de ouvido. Mas, como a Apple e a Lenovo, alguns aparelhos poderão ganhar coragem para removê-lo. Esses celulares vão mudar para fones com conector USB-C e/ou fones Bluetooth. O que pode significar a dor de cabeça extra de precisar carregar um adaptador por aí ou ter de comprar um fone Bluetooth.

7-Recarga mais rápida

Os smartphones serão recarregados muito mais rapidamente com os cabos USB-C, que podem carregar mais energia para uma bateria. Também há tecnologias como a Quick Charge 4, Qualcomm, que chega em 2017 e ajudará os smartphones a recarregar a bateria para 5 horas em apenas 5 minutos.

8-Aparelhos inteligentes

Os smartphones de realidade aumentada Phab 2 Pro, da Lenovo, conseguem reconhecer objetos, mapear cômodos, e apresentar informações relevantes sobre objetos à vista na tela do aparelho. Esse é um bom exemplo de como os smartphones vão evoluir para enriquecer a experiência de usuário. As técnicas de deep-learning em smartphones também podem contribuir para tornar os smartphones mais amigáveis. Por exemplo, um aparelho pode aprender como o hardware está sendo usado por um aplicativo específico, e, com o tempo, modular melhor o uso de energia para aumentar a duração da bateria. Os smartphones já conseguem reconhecer imagens e vozes por meio de serviços online, mas melhorias de deep-learning podem permitir que essas habilidades estejam disponíveis também offline.

9-Bluetooth 5

Os aparelhos poderão receber em breve a nova especificação Bluetooth 5, que terá o dobro da velocidade e quatro vezes o alcance do seu antecessor, o Bluetooth 4.2. Uma conexão Bluetooth 5 pode se estender para até 400 metros em uma linha clara de visão, mas um alcance de 120 metros para locais com obstáculos é considerada mais realista por analistas. Com isso, você poderá usar um aparelho mobile para usar um alto-falante Bluetooth ou destrancar um carro a partir de uma distância maior.

10-Armazenamento

Espaço extra para armazenamento nunca é algo ruim em um smartphone, seja para guardar vídeos, fotos, apps ou games. Atualmente, o armazenamento interno pode alcançar 256GB e o armazenamento via micro SD chega a 512GB. Mas a SanDIsk mostrou recentemente um protótipo de um SD de 1TB. A empresa não forneceu uma data de lançamento para o produto, mas o importante é que cartões SD com mais capacidade estão a caminho. FONTE: http://idgnow.com.br/mobilidade/2016/11/24/especial-10-tendencias-de-smartphones-para-ficar-de-olho-em-2017/

NÓS SERIAMOS ASSIM SE PUDÉSSEMOS SUPORTAR ACIDENTES DE CARRO

Há algo que lembra um gafanhoto em Graham. Esta escultura do tamanho de um homem ostenta uma cabeça que se funde em seu torso, que é apoiado por um par de pernas fortes, elásticas. Mas o corpo carnudo de Graham, mesmo que estranhamente proporcionado, é definitivamente humano. Ele só está melhor adaptado à vida nas estradas do que o resto de nós. Graham foi idealizado pela Comissão de Acidentes de Transporte do governo australiano, e projetado pela artista de Melbourne Patricia Piccinini, para destacar como os seres humanos são mal equipados para sobreviverem a um acidente de carro.
“Eu aprendi muito sobre o que quebra quando as pessoas estão envolvidas em acidentes de carro”, disse ela em um e-mail para a revista Popular Science. “Nós evoluímos para sobreviver a quedas caminhando ou correndo, mas não às típicas velocidades no mundo dos carros.”
Para conceber um ser humano que está realmente adaptado para sobreviver à colisões de baixa velocidade, Piccinini consultou um cirurgião de trauma e um engenheiro de segurança rodoviária. “Eu estava sempre perguntando: o que é o mínimo que posso fazer ou alterar para proteger estas áreas vitais”, diz ela.” Quais estruturas já existem e como elas podem ser construídas em cima para que Graham permaneça sempre, obviamente, um ser humano?” Após esboçar Graham e desenvolver um modelo em 3D de computador, Piccinini e seus técnicos criaram um modelo em grande escala na plasticina e o usaram para criar um molde. “A partir daí um modelo é feito em silicone, que é pintada e tem o cabelo colocado nele”, diz ela. “É um processo de produção relativamente com padrão de efeitos especiais.”
Ao contrário de uma pessoa média, Graham tem uma caixa torácica cheia de airbags para absorver impacto e proteger seus órgãos. Embalando essas bolsas está um grande peito com costelas fortes. Seu crânio é destinado a absorver impacto também, e é grosso como um capacete. Tem zonas com dobras também, para retardar a cabeça conforme ela balança para frente em um acidente. Líquido cefalorraquidiano extra amortece seu cérebro, enquanto a gordura facial oferece estofamento em torno de suas orelhas e nariz (que é plano, para não quebrar). Graham também não está em perigo de sofrer o efeito chicote ou ter o pescoço quebrado, porque ele não tem um. Mesmo sua pele é mais resistente do que a nossa. E quando Graham é um pedestre, pernas fortes e muitas unida permitem-lhe saltar com segurança. Se um carro atingir Graham, os joelhos são garantidos por tendões adicionais que lhes permitem dobrar em todas as direções e evitar fracturas.
“Estamos visando atingir zero mortes e ferimentos graves nas nossas estradas, o que significa que todos na comunidade entendam por que eles precisam estar em carros mais seguros, dirigindo em estradas mais seguras e em velocidades mais seguras”, disse Emily Bogue, Gerente de Comunicações e Mídia da Comissão de Acidentes de Transporte. “Assim, com a nossa agência Clemenger, nós tivemos essa ideia de mostrar como nós teríamos que parecer se não estivéssemos tão vulneráveis.”
Graham vai ser exposto no lado de fora da Biblioteca Estadual de Victoria, até 08 de agosto, antes de viajar para outras galerias no estado de Victoria. Seus fãs podem usar a tecnologia de realidade aumentada do Google, o Projeto Tango, para ficar sob a sua pele para um olhar mais atento em suas adaptações. “A parte mais desafiadora e importante é ter certeza de que o projeto continua a ser uma obra de arte com o peso emocional de um diagrama de ideias científicas”, diz Piccinini. Seu recurso favorito de Graham é os olhos com alma. Graham pode inspirar algumas pessoas a refletirem sobre a nossa própria fragilidade, e outros a se embasbacarem com suas características pouco usuais. Piccinini diz que ela espera uma mistura. “No entanto, qualquer um que olha para o trabalho e se pergunta o que é, porque parece que ele faz pensar um pouco sobre a segurança rodoviária.” FONTE: https://www.curioso.blog.br/post/seriamos-pudessemos-suportar-acidentes-carro/

COMO VIVEM OS POVOS MAIS ISOLADO DO MUNDO

O mundo é um lugar gigantesco e quase infinito aos olhos de alguns. Por causa disso, não é surpresa nenhuma saber que há lugares nessa Terra em que pouquíssimas pessoas já tiveram a oportunidade de colocar seus pés. São os vilarejos mais isolados do resto do globo, com condições de sobrevivência praticamente nulas ou acesso limitado. Se alguma vez você já teve curiosidade de conhecer esses lugares, você está no lugar certo. Não é como se eu fosse te dar uma passagem de ida e volta para um local desses, mas irei apresentar os vilarejos mais isolados que você teria a oportunidade de conhecer. Depois de ler ao texto, quem sabe a vontade não é tão grande que você vai correndo arrumar as malas para visitar esses lugares?

1. Ilha de Páscoa

O primeiro local com um vilarejo da nossa lista é a Ilha de Páscoa, um lugar que realmente recebe certa quantidade de visitantes todos os anos. Isso acontece especialmente por conta das curiosas esculturas de pedras que estão presentes por ali. A ilha, uma das mais isoladas do mundo, possui uma vila com cerca de 4 mil habitantes. O local mais próximo da Ilha de Páscoa é outro monte de terra inabitado que fica a 1.931 km de distância. Depois disso temos o Chile, que fica a impressionantes 3.508 km. Por conta dessas distâncias gigantescas, o que dificulta qualquer ligação com o continente, o povo da região vive basicamente da agricultura e atividades ligadas ao turismo. O curioso é que a Ilha de Páscoa é um patrimônio territorial da Unesco, embora seja pertencente ao Chile.

2. Tristão da Cunha

O nome desse arquipélago é bastante peculiar, mas guarda uma história muito interessante. Descobertas pelo português Tristão da Cunha em 1506 – o que deu nome ao local –, as ilhas ficam localizadas ao sul do Oceano Atlântico, a quase 3 km da África do Sul. Apesar disso, o local só passou a ser habitado a partir de 1810, quando o norte-americano Jonathan Lambert chegou a e se declarou o dono daquelas terras. Porém, o reinado de Lambert não durou muito. Dois anos depois, o americano morreu em um acidente de barco. Depois disso, as ilhas foram dominadas pelo Reino Unido, permanecendo até hoje como território britânico. Em Tristão da Cunha vivem cerca de 300 habitantes, a maioria trabalhadores do governo que sobrevivem à base da agricultura.

3. Costa dos Esqueletos

Aqui está um lugar onde você provavelmente não gostaria de visitar. Localizado na costa do Oceano Atlântico da Namíbia, a Costa dos Esqueletos é um lugar verdadeiramente assustador. Trata-se basicamente de um deserto: inabitado, seco, quente (ao menos durante o dia) e totalmente isolado. Porém, alguns vilarejos conseguem sobreviver a esse território desafiador. Por lá, os seminômades da tribo Himba vivem de atividades bastante primitivas, como a caça e a coleta. Infelizmente, não há estimativas corretas de quantas pessoas vivem por ali, mas com certeza não estamos falando de números muito expressivos. Afinal, esse é um dos lugares mais perigosos para se viver em toda a Terra.

4. Oymyakon

Não é surpresa nenhuma saber que o vilarejo de Oymyakon é um dos mais isolados do mundo. A região, localizada na parte leste da Rússia, é considerada a porção de terra habitada mais fria do Mundo. Por lá, registra-se facilmente temperaturas abaixo dos -50 °C. A Rússia já é bastante conhecida por conta de seus invernos rigorosos, mas o vilarejo de Oymyakon praticamente extrapola esses limites. A vila local tem cerca de 500 habitantes, que vivem basicamente da pesca e caça de animais da região. Em 1933, a menor temperatura já registrada no local assusta de tão baixa: -67,7 °C. Chega a dar frio só de pensar em uma coisa dessas.

5. Vestmannaeyjar

O grupo de ilhas na Islândia com o nome praticamente impronunciável de Vestmannaeyjar é um dos mais icônicos da lista. Isso porque uma das imagens que retratam o arquipélago frequentemente é usada para descrever a solidão e o isolamento. Apesar disso, cerca de 4 mil pessoas sobrevivem nesse local, que se sustenta com base na agricultura e pesca. O conjunto de ilhas fica localizado ao sul da Islândia. Ele é considerado por muitos um verdadeiro paraíso para quem quer se isolar. Se for analisar bem a imagem abaixo, não há como duvidar que esse é um dos vilarejos mais isolados do mundo.

6. Ilha de Foula

Se você estava esperando encontrar um lugar praticamente inabitado nesta lista dos vilarejos mais isolados do mundo, pode parar de procurar. Na Ilha de Foula, região localizada no Oceano Atlântico e pertencente à Escócia, vivem cerca de 40 pessoas que sobrevivem com base na pesca, pastoreio e, recentemente, do turismo. Porém, os visitantes não podem chegar de barco à ilha, já que não há um porto. A sorte é que há um grande espaço onde pequenos aviões podem pousar, permitindo o embarque e desembarque de passageiros. O vilarejo em si possui nada menos do que 13 m², o que é bem menor do que um quarteirão em uma grande cidade brasileira. Por lá, os avanços tecnológicos praticamente nem chegaram e a população vive alheia a tudo o que ocorre em outras partes do mundo.

7. Estação McMurdo

Embora não seja tão frio quanto Oymyakon, na Rússia, a estação norte-americana localizada na Antártica também merece destaque entre os vilarejos mais isolados do mundo. O local, batizado de Estação McMurdo, abriga aproximadamente 1.300 moradores. Porém, esse número diminui drasticamente durante o inverno. Nesse período, as temperaturas mais altas chegam a -10 °C. Porém, os moradores por lá não podem reclamar. Já que o local foi construído para ser um centro de pesquisa, há conexão com a internet e vários lugares climatizados. Tudo isso para possibilitar o estudo e desenvolvimento de novas tecnologias. Resta saber se dá para pensar em alguma coisa passando tanto frio assim. FONTE:http://ahduvido.com.br/vilarejos-mais-isolados-mundo

CONHEÇA AS 5 CIDADES PERDIDAS MAIS PROCURADAS DA HISTÓRIA

A busca por cidades perdidas é um assunto que desperta muita curiosidade e atenção dos duvidadores de plantão. Afinal, como comprovar a existência de um local que nunca foi encontrado? Como saber se não estamos diante de uma lenda ou um conto para entreter e enganar as pessoas? Se você já teve a oportunidade de visitar as ruínas de Machu Picchu, no Peru, vai entender o que estamos falando. O antigo povo inca que viveu ali deixou provas concretas de que não estamos diante de uma fábula qualquer. Embora extintos, sabemos que eles existiram. Porém, mesmo diante desse panorama nebuloso, a humanidade ainda não desistiu de procurar por esses locais. Neste artigo, reunimos as cinco cidades perdidas mais procuradas da história. Prepare-se para mergulhar em culturas e épocas que até hoje movem e despertam a curiosidade de milhares de pessoas.

1. Atlântida

A lista não poderia começar com outra cidade perdida que não fosse Atlântida. Estamos falando de uma ilha lendária que ficou bastante conhecida por causa das menções feitas por Platão em sua literatura – além de um filme da Disney de 2001. E não estamos falando de um punhado de terra do tamanho de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco. De acordo com algumas correntes teóricas, Atlântida era tão grande quanto o continente australiano e estaria inserido no meio do Oceano Atlântico – daí o seu nome. A cidade ou ilha supostamente teria desaparecido há cerca de 10 mil anos devido a uma série de terremotos e inundações. Segundo os registros de Platão, Atlântida era uma cidade governada por dez reis que levaram a civilização a conquistar grandes feitos quando comparado a seus contemporâneos em outros continentes. A capacidade tecnológica desse povo teria sido capaz de prever as catástrofes que chegariam, forçando-os a migrar para a África. Embora controverso, há estudiosos que defendem com fervor a existência de Atlântida. Há até mesmo pessoas que se dizem descendentes do povo que vivia nessa cidade perdida. Inúmeras expedições já alegaram ter encontrado vestígios dessa civilização, mas nada ainda foi comprovado.

2. Avalon

A cidade perdida de Avalon é bastante conhecida – e procurada por aventureiros – por estar intimamente ligada à história do Rei Arthur. De acordo com a lenda, foi lá que a famosa espada Excalibur foi forjada, arma que somente uma pessoa com espírito nobre e direito ao trono da Bretanha poderia empunhar. Quem é gamer sabe a quantidade de jogos que brincam com esse nome para batizar a arma mais poderosa em muitas histórias. Porém, a cidade de Avalon também foi o lugar para onde supostamente o Rei Arthur foi levado após ter recebido uma ferida mortal durante a Batalha de Camlann. E é aqui que a história começa a ficar ainda mais interessante: a lenda conta que os cuidados que o rei recebeu por lá teriam feito com que ele se tornasse imortal. Ainda há aqueles que acreditam na tradição de que o Rei Arthur vai voltar para conduzir seu povo mais uma vez para a vitória (contra o quê nós ainda não sabemos). As histórias mais recentes sobre Avalon mencionam a cidade de Glastonbury, na Inglaterra, como o local onde seria localizada essa cidade perdida. Em 1191, alguns monges alegaram ter encontrado os túmulos e restos mortais do Rei Arthur e sua esposa, o que confirmaria a morte deste mito e acabaria com toda a graça que envolve esse misterioso local.

3. Lemúria

A cidade perdida de Lemúria surpreende pelo seu suposto tamanho e a influência que teve em um MMORPG bastante conhecido. De acordo com a lenda, esse local seria tão grande quanto a América do Sul e estaria localizado próximo à Austrália, no Oceano Índico ou Pacífico. Também chamado de “Continente Perdido de Mu”, a história desse local teve origem no século XIX por conta da teoria geológica do Catastrofismo. De acordo com estudiosos, o surgimento – bem como o desaparecimento – dessa ilha se deu por conta de sucessivas inundações e terremotos. Mas e a população que vivia na Lemúria? É aí que as coisas começam a ficar ainda mais estranhas. Teósofos (aqueles que estudam os “conhecimentos de Deus”) acreditam que a ilha era povoada por seres parecidos com macacos gigantes, mas com intelecto muito superior ao nosso. Aqueles que acreditam nessa ilha dizem que ela foi contemporânea de Atlântida, a primeira cidade perdida da qual falamos. Alguns nerds acreditam que o game MU Online foi inspirado na história de Lemúria, mas os criadores do jogo infelizmente nunca confirmaram essa informação.

4. Irã dos Pilares

Conhecida como “Atlântida das Areias”, Irã dos Pilares é outra cidade perdida que desperta a curiosidade de estudiosos, historiadores e duvidadores mundo afora. Isso porque ninguém jamais conseguiu provar a existência dessa que é a versão muçulmana da cidade perdida de Atlântida. De acordo com o Alcorão, o livro sagrada do Islã, Irã dos Pilares está localizada na região do sul do deserto da Arábia. Essa cidade supostamente teria sido destruída como punição por Deus. A sua civilização, composta por um povo conhecido como “Ad”, teria rejeitado um profeta enviado por Alá. O resultado foi uma tempestade de areia que perdurou por oito dias e sete noites, e tudo o que sobrou depois foi areia. No começo dos anos 1990, arqueólogos anunciaram ter finalmente encontrado os restos da cidade perdida do Irã dos Pilares por meio de antigas rotas de camelos e pontos de conversão. O local é conhecido como Ubar e tem despertado a atenção dos historiadores que querem definitivamente encontrar esse local que foi punido pela ira de Alá.

5. Jardim do Éden

Essa história todo mundo já conhece: no sexto dia da criação, em um lugar chamado de Jardim do Éden, Deus criou o homem. Porém, por causa do pecado cometido por Adão e Eva, eles foram obrigados a deixar o Paraíso e buscarem refúgio em outras partes desse mundo caído. Desde que os primeiros seres humanos foram expulsos do Jardim do Éden na crença criacionista e cristã, algumas pessoas ainda acreditam que o Paraíso existe nesta Terra. Até há uma região onde supostamente poderíamos encontrar vestígios desse lugar. O Golfo Pérsico, uma área de profundidade média de 50 metros e máxima de 90 metros, guarda características que se assemelham muito ao que está descrito na Bíblia. FONTE:http://ahduvido.com.br/top-5-as-cidades-perdidas-mais-procuradas

CONHEÇA AS 6 ARMAS MAIS LETAIS CRIADAS POR LEONARDO DA VINCI

Leonardo da Vinci era uma pessoa de talentos múltiplos. Além de pintor, cientista, arquiteto, matemático, músico e poeta, o artista renascentista se destacou por conta de uma habilidade bastante prezada em qualquer época da nossa história: a de inventor. Diversas criações desse sábio inspiraram o surgimento de máquinas e vários artefatos que hoje são encarados como “modernos”. Na realidade, o maior nome do Renascimento já havia criado vários conceitos que hoje são considerados banais para o ser humano. O tradicional equipamento de mergulho de profundidade (escafandro), o paraquedas, a asa-delta e até mesmo a bicicleta são creditadas à Leonardo da Vinci. Porém, outra categoria de produtos também parece fazer parte do portfólio do inventor. Dentro da sua mente, diversas armas de guerras foram criadas e muitas delas ganharam vida graças a tecnologia. O tanque de guerra, metralhadoras, canhões, helicópteros e carros de assalto são apenas alguns exemplos de como as invenções de Leonardo da Vinci também tinham um propósito sombrio. Não que o próprio artista tivesse o instinto para criar armas, mas seu contexto acabou forçando algo do tipo. Neste artigo, vamos conhecer as máquinas de guerra de Leonardo da Vinci e entender como algumas delas funcionavam. Antes de partirmos para essa lista da morte, vamos tentar entender o que motivava o cientista a criar essas máquinas de guerra. Leonardo di Ser Peiro da Vinci viveu entre os anos 1452 e 1519 na Europa antiga, permanecendo majoritariamente entre a França e a Itália. Durante essa época, o continente passava por diversas instabilidades e conflitos. Talvez por instinto de sobrevivência, e para garantir o seu sustento em um período tão conturbado, Leonardo da Vinci acabou colocando seus serviços à disposição dos senhores de guerra, nobres poderosos que poderiam financiar a criação de seus inventos. Dessa forma, o artista renascentista mundialmente reconhecido por obras como Mona Lisa e A Última Ceia, também ficou conhecido por conta das máquinas de guerra que criou para os nobres da época. É verdade que muitas delas nem chegaram a ver a luz do dia. Porém, elas mostravam a competência e genialidade de Leonardo da Vinci, o que provavelmente garantiu sua longevidade em uma época de mortes prematuras.

1. Tanque blindado

Uma das invenções relacionadas à guerra mais atribuídas a Leonardo da Vinci é o tanque blindado. Trata-se de um veículo fortemente armado, mas que também conta com uma proteção para aqueles que estão em seu interior. O inventor criou essa máquina para o Duque de Milão, mas nunca foi de fato construída por causa das limitações tecnológicas da época. Esse tanque blindado, também associado a um carro de assalto, possuía uma cobertura extremamente resistente para proteger aqueles que estivessem em seu interior. Na parte de dentro, vários canhões, dispostos em formato circular, desempenhariam a função de ataque dessa máquina de guerra. É muito fácil ver a inspiração dessa obra nos dias de hoje. O próprio tanque de guerra, utilizado por várias nações no globo, utilizam o conceito de proteção que foi criado por essa invenção. Historiadores também acreditam que os projéteis dessa máquina, balas que se desintegrariam antes do impacto para aumentar o estrago, inspiraram para a criação de algumas munições atuais.

2. Besta gigante

Uma das coisas que Leonardo da Vinci entendeu mais que seus contemporâneos foi o conceito de medo de guerra. É por isso que algumas de suas criações são mais assustadoras do que realmente eficazes para o combate. Um bom exemplo é a besta gigante. Esse é uma espécia de arco com dimensões desproporcionais que lançaria pedras igualmente grandes em direção aos inimigos. A construção teria 24 metros de comprimento e se movimentaria graças a três pares de rodas nas laterais. Além das dimensões, outro aspecto que manteria o medo das tropas seria a capacidade de lançar projéteis flamejantes em direção aos inimigos. Quão aterrorizante não seria ver uma bola de fogo gigantesca vindo em sua direção durante a guerra?

3. Metralhadora de canhão

O conceito de uma metralhadora talvez tenha sido uma das primeiras armas que Leonardo da Vinci criou. O artista provavelmente percebeu o efeito positivo que disparar vários projéteis de forma sequencial teria para uma guerra. Por isso, criar uma metralhadora de canhão montada sobre uma estrutura móvel fazia todo sentido para uma batalha. O projeto inicial de Leonardo era uma estrutura com 12 bocas dispostas em forma de leque. Esse formato serviria para aumentar o alcance da arma. Essa disposição também favorecia o carregamento, já que as outras extremidades do canhão estavam concentradas em apenas um lado. Porém, da mesma forma que o tanque blindado, essa é outra arma que não ganhou vida por conta das limitações tecnológicas do século XV.

4. Barco encouraçado

O conceito de barco encouraçado parece se inspirada na ideia do tanque blindado em alguns sentidos. A ideia é que a estrutura externa protegeria todo o interior, mas o diferencial é que tudo poderia se abrir para revelar um poderoso canhão para destruição. Enquanto estivesse fechado, esse navio seria usado para avançar e dizimar pequenos barcos que estivem pelo caminho. Porém, observando o desenho do barco, não se sabe como Leonardo da Vinci imaginou a propulsão dessa estrutura. Portanto, essa foi mais uma invenção do gênio que infelizmente não foi concretizada por conta da falta de tecnologia da época.

5. Catapulta

Embora o projeto de uma máquina para lançar objetos em direção às tropas inimigas não seja uma novidade para a época – como a besta gigante já mostrou –, a ideia da catapulta de Leonardo da Vinci se destaca por conta da engenhosidade e simplicidade. A arma usaria elásticos poderosos para disparar com força pedras gigantes em castelos e outras estruturas. Uma das vantagens era a facilidade de rearmar novamente a catapulta. Homens simples poderiam ser instruídos a fazer isso, o que dispensava engenheiros e presença de guerreiros com grande conhecimento técnico. Historiadores acreditam que essa catapulta tenha sido utilizada durante alguns confrontos, tendo desempenhado um papel importante em algumas vitórias.

6. Carro-ceifador

Essa é provavelmente uma das armas mais assustadoras já concebidas por Leonardo da Vinci. A sua simplicidade assusta tanto quanto o seu poder. O carro-ceifador seria uma carroça puxada por cavalos que levaria à frente um mecanismo de lâminas rotativas. O objetivo era avança em direção às tropas inimigas cortando as pernas dos soldados e cavalos que estivessem pelo caminho. Até mesmo o gênio inventor reconheceu a crueldade dessa arma. Além de extremamente assustador, esse invento trazia como desvantagem o fato de não fazer discernimento entre inimigos e aliados. Qualquer um que estivesse no caminho seria dilacerado pelas lâminas giratórios dessa máquina de guerra. Um perfeito horror que teria causado estragos inimagináveis se tivesse ganhado vida na época. FONTE: http://ahduvido.com.br/maquinas-de-guerra-leonardo-da-vinci