Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

domingo, 16 de julho de 2017

CONHEÇA 13 QUALIDADES DE QUEM É EMOCIONALMENTE INTELIGENTE

Inteligência emocional é a capacidade que algumas pessoas têm, mas que todas deveriam ter, de interpretar os acontecimentos da vida e tomar atitudes saudáveis diante deles. Parece fácil, mas não é tão simples assim, e, se você quer saber um pouco mais sobre o assunto, confira a seguir algumas características presentes em quem tem um bom nível de inteligência emocional:

1 – Elas têm um bom vocabulário emocional

Todas as pessoas sentem emoções, mas poucas sabem reconhecer exatamente que tipo de emoção estão sentindo. Quem tem uma boa inteligência emocional não costuma falar apenas que está se sentindo bem ou mal, mas nomeia sentimentos como ansiedade, irritação, frustração, desânimo e por aí vai.

2 – Demonstram curiosidade pelas outras pessoas

Quanto mais você se importa com as outras pessoas e demonstra empatia, mais emocionalmente inteligente você é.

3 – Não se assustam com mudanças

São pessoas flexíveis e que se adaptam constantemente às novidades. Elas sabem que o medo da mudança é paralisante e geralmente nos impede de ter sucesso.

4 – Reconhecem suas fraquezas e seus pontos fortes

Autoconhecimento é uma coisa que essas pessoas dominam bem. Como estão sempre em busca de aperfeiçoamento, conseguem administrar bem as próprias qualidades e também os defeitos.

5 – São boas em julgar caráter

Conseguem interpretar ações, gestos e olhares das outras pessoas e não são enganadas com facilidade.

6 – Se ofendem com pouca frequência

Como se conhecem bem, não se ofendem com o que outra pessoa possa dizer sobre elas. São pessoas confiantes e de mente aberta.

7 – Sabem dizer não

Não são pessoas muito impulsivas e costumam colocar a saúde mental como prioridade, por isso sabem dizer não. Aliás, quem não consegue dizer não é geralmente quem mais sofre com stress, esgotamento e depressão.

8 – Aprendem com os erros

Elas também erram, é claro, mas não ficam remoendo aquilo que não saiu como o planejado e, inclusive, aproveitam o erro para aprender com ele.

9 – São solícitas e não esperam retorno

Pessoas emocionalmente inteligentes costumam dar pequenos mimos, bilhetinhos e demonstrar que se importam com os outros. Como não esperam nada em troca, acabam construindo bons relacionamentos.

10 – Não guardam rancor

Elas sabem que emoções negativas, quando acumuladas, só nos fazem mal. Quando alguém pisa na bola, conversam e geralmente perdoam – dependendo da gravidade do problema, é claro. Agora jogar na cara da amiga aquela briga de 10 anos atrás? Jamais.

11 – Não esperam a perfeição

Nada é perfeito, então não adianta teimar. Fazer o seu melhor, sim. Querer ser perfeito, não.

12 – Elas ficam sozinhas de vez em quando

Elas trabalham, lidam com amigos e familiares, cumprem tarefas domésticas e, frequentemente, gostam de ficar sozinhas, desconectadas das outras pessoas e do mundo. Dessa forma, ficam menos estressadas, meditam e exercitam a criatividade.

13 – Elas não dão importância à opinião de qualquer um

Guiar escolhas com base no medo do que pessoas que nem são próximas da sua vida podem dizer é, racionalmente pensando, bem esquisito. Ainda assim, muita gente faz isso – não os emocionalmente inteligentes, é claro. Eles sabem que a vida é curta demais para se preocupar com a opinião daquele cara mala do escritório sobre a foto que você postou no Instagram. fonte:http://motto.time.com/4117921/emotional-intelligence-signs/

sábado, 15 de julho de 2017

CONHEÇA AS PRINCIPAIS PARTÍCULAS HIPOTÉTICAS CANDIDATAS A MATÉRIA ESCURA

Segundo explicamos, ela é incrivelmente difícil de se detectar por não absorver ou refletir a luz e, portanto, por ser invisível. Por outro lado, a sua existência é real, já que a força gravitacional que ela exerce e sua interação com a matéria comum do Universo podem ser medidas — e os astrônomos acreditam que mais de 25% do cosmos são compostos por ela. Isso significa que, de acordo com Johar Ashfaque, um pesquisador da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, quando olhamos para o espaço, mesmo quando fazemos isso através dos equipamentos mais sensíveis e poderosos de que dispomos, só conseguimos ver uma pequena fração do que existe por aí. Segundo Johar, na verdade, para cada grama de átomos que existe no Universo, temos cinco vezes mais matéria escura — e, apesar de ela ser tão abundante, há décadas os cientistas tentam detectá-la. No entanto, embora a Ciência siga se esforçando para desvendar o mistério sobre o que, afinal, é a matéria escura, algumas partículas hipotéticas são consideradas fortes candidatas. Veja:

1. WIMPs

O nome WIMPs vem de Weakly Interacting Massive Particles (ou “Partículas Massivas que Interagem Fracamente” em tradução livre) e se refere a uma partícula hipotética que se comporta diferente da matéria como nós conhecemos. Modelos matemáticos apontaram que, se essa partícula existe, ela seria cinco vezes mais abundante do que a matéria comum — coincidindo com a quantidade de matéria escura presente no Universo. Segundo Johar, a WIMPs interagiria com a matéria comum através de sua força eletromagnética, o que permitiria explicar o motivo de a matéria escura ser invisível. Conforme explicou, cerca de 10 mil dessas partículas atravessariam cada centímetro quadrado do nosso planeta por segundo e apenas interagiriam por meio da gravidade e exercendo uma pequena força. Sendo assim, se algum dia os pesquisadores confirmarem a existência das WIMPs, suas características indicam que elas poderiam ser detectadas através de suas colisões — que afetariam as partículas carregadas aqui no nosso planeta, fazendo com que elas produzissem luz.

2. Áxions

De acordo com Johar, os áxions seriam partículas hipotéticas que se movem lentamente, possuem pouca massa, não contam com carga e apenas interagem fracamente com a matéria comum — o que significa que elas não seriam muito fáceis de se detectar. No entanto, os físicos acreditam que, se sua existência for confirmada, os áxions com uma massa específica poderiam explicar a natureza invisível da matéria escura, pois, se eles fossem um tiquinho mais leves ou mais pesados, nós poderíamos detectá-los. Além disso, se essas partículas existirem mesmo, elas seriam capazes de se degradar em pares de fótons, e os físicos poderiam focar sua busca nesses pares de partículas de luz para confirmar sua presença.

3. MACHO

Vai dizer que você não achou o nome “MACHO” divertido? Na verdade, ele é o acrônimo de Massive Compact Halo Object (ou “Objeto com Halo Compacto e Grande Massa” em tradução livre) e se refere a uma partícula hipotética que está entre as mais fortes candidatas a explicar a existência e a origem da matéria escura. Conforme explicou Johar, assim como acontece com as anãs marrons e brancas e as estrelas de nêutrons, as MACHOs (fala sério... o nome é ótimo!) também seriam compostas por matéria comum. Entretanto, o que torna essas partículas invisíveis é o fato de elas emitirem pouquíssima ou quase nenhuma luz. Uma forma de detectá-las seria através do monitoramento do brilho de estrelas distantes por meio de um fenômeno conhecido como “lente gravitacional”. Esse efeito é observado quando a luz emitida pelas estrelas desvia ao passar por objetos celestes massivos— como as galáxias, por exemplo — que desviam a luz de objetos que se situam atrás deles com relação aos observadores aqui na Terra.
Pois esse fenômeno visual pode fazer com que a luz emitida pelo objeto mais distante “entre em foco” graças à interferência do objeto mais próximo, intensificando o brilho do corpo que se encontra mais longe — o que permitiria aos pesquisadores estimar a quantidade de matéria escondida por ali. A dificuldade é que o efeito depende da quantidade de matéria — comum e escura — que existe em uma galáxia, e Johar disse que os cientistas acham pouco provável que uma quantidade suficiente desses corpos escuros possa se acumular de forma a justificar a abundância de matéria escura que existe no Universo.

4. Partícula de Kaluza-Klein

A teoria de Kaluza-Klein se baseia na existência de uma 5° dimensão invisível — além do tempo e das outras 3 dimensões do espaço, ou seja, altura, largura e profundidade. Essa teoria também prediz uma partícula que teria massa equivalente à de 550 a 650 prótons e que poderia explicar a existência da matéria escura. Segundo Johar, a partícula prevista por Kaluza-Klein poderia interagir com a matéria através do eletromagnetismo e da gravidade. Contudo, como ela estaria em uma dimensão que nós não conseguimos “ver”, isso explicaria o motivo de não sermos capazes de encontrá-la ao simplesmente apontar os telescópios para o céu. Por outro lado, como a partícula de Kaluza-Klein deveria se degradar na forma de partículas que podem ser medidas — como os fótons e os neutrinos —, os físicos estão tentando detectá-la através de experimentos com o Grande Colisor de Hádrons.

5. Gravitino

De acordo com Johar, a existência do gravitino foi prevista graças à combinação da teoria da supersimetria e da teoria geral da relatividade, ou seja, pelas teorias de supergravitação. A primeira delas — a da supersimetria — estabelece que todos os bósons (partículas que contam com spin inteiro, como é o caso dos fótons) possuem um supercompanheiro hipotético conhecido como “fotino” que, por sua vez, conta com um spin semi-inteiro. Basicamente, o gravitino seria o supercompanheiro do (também hipotético) gráviton — que seria a partícula responsável por transmitir a força da gravidade. Assim, em determinados modelos da supergravitação nos quais o gravitino tem pouca massa, ele poderia explicar a presença da matéria escura. fontes: https://theconversation.com/from-machos-to-wimps-meet-the-top-five-candidates-for-dark-matter-51516 // http://news.sciencemag.org/physics/2014/10/dark-matter-out-wimps-simps // http://beyondearthlyskies.blogspot.com.br/2015_07_01_archive.html // http://beyondearthlyskies.blogspot.com.br/2015_07_01_archive.html // http://holographicarchetypes.weebly.com/21st-century-god.html // http://www.homepages.ucl.ac.uk/~zcapjgs/neutrino.html // zmescience.com/space/astrophysics-space/dark-energy-dark-matter-11032014/

CONHEÇA 5 COISAS QUE SEU CORPO PODE FAZER PARA MELHORAR A SUA VIDA

Às vezes, buscamos formas de resolver algum incômodo profissional ou algum tipo de dor sem nem imaginarmos que nosso corpo pode nos ajudar a dar conta o recado. O Cracked reuniu uma série de dicas que podem ajudar você nos momentos de aperto, e elas são tão incríveis que não poderíamos deixar de compartilhar. Confira:

1. Gelo

Os orientais sempre tiveram uma preocupação com a saúde, e algumas técnicas bem antigas dessa cultura ainda são reproduzidas até hoje. A acupuntura, por exemplo, é uma prática bastante antiga, que estimula pontos hipersensíveis do corpo com a finalidade de diminuir a dor ou os sintomas de alguma doença – essa dor é geralmente em um ponto diferente da região que é pressionada. Um desses pontos de cura é chamado de Hoku e fica entre o dedo indicador e o polegar, como você pode ver na imagem abaixo. Para os orientais, o Hoku é um ponto poderoso, capaz de aliviar dores causadas por inflamação, por exemplo. Pesquisas recentes já comprovaram que uma massagem leve na região com um cubinho de gelo é, realmente, uma espécie de analgésico natural: consegue mesmo acabar com a dor. Só para você ter ideia, esses estudos mostraram que a mesma técnica é eficiente para aliviar até as dores do parto e, inclusive, as dores pós-parto. Se você está se perguntando se só funciona com gelo, a resposta é: sim. Outro estudo, focado em dores de dente, avaliou os efeitos de três formas de realizar a técnica de Hoku: massagem com gelo; massagem normal; e massagem normal de modo que os voluntários recebiam a informação de que só ela, sem o gelo, era capaz de curar dores de dente (a intenção aqui era testar um possível efeito placebo). O resultado? A massagem com o gelo se mostrou muito mais eficiente, capaz de acabar com a dor de dente de mais da metade dos participantes.

2. Cochilo poderoso

A humanidade já conseguiu ir até a Lua, já criou drogas poderosas para combater doenças graves, já desenvolveu tecidos impermeáveis, está planejando colonizar Marte, mas, mesmo assim, ainda não aprendeu a parar de deixar tudo para a última hora. Procrastinadores quase que por essência, insistimos em estudar para a prova de segunda-feira de manhã às 11h da noite de domingo. E achamos que nosso cérebro vai se lembrar de tudo o que lemos de um dia para o outro, sem descanso, funcionando à base do energético. Muito sensato. A boa notícia é que, enquanto não aprendermos a fazer as coisas com antecedência, parece que há uma forma de estimular nossa memória a funcionar melhor depois de maratonas de estudos – anote a receita agora, não vá deixar para depois. Na verdade, para se lembrar do que você estudou naquela noite em claro, você só precisa... dormir! A verdade é que já é cientificamente comprovado que, em vez de estudar a noite inteira sem parar, o melhor mesmo é tirar um bom cochilo durante a madrugada infernal. Então, antes de tomar litros de café como se não houvesse amanhã, poupe seu sistema digestório dessa overdose, diminua a quantidade de café e faça o esforço de tirar um cochilo no meio da sua maratona. Não é de hoje que sabemos que uma boa noite de sono nos ajuda a memorizar alguns assuntos e a consolidar novos aprendizados. A novidade é que dormir por 45 minutos no meio daquela noite que tem tudo para ser interminável pode ter o mesmo efeito restaurador do que uma noite inteira de sono – obviamente, isso serve apenas para aquelas noites em que você PRECISA ficar acordado. Um estudo alemão publicado em 2015 revelou que dormir entre 45 e 60 minutos em meio a uma maratona de estudos à noite pode melhorar em até cinco vezes a nossa memória. Isso acontece porque o cochilo longo melhora o desempenho do hipocampo, a região cerebral relacionada com a memória e a absorção de novos aprendizados. É ou não é uma boa notícia para quem de vez em quando se vê obrigado a passar a noite em claro?

3. Precisa de foco?

Às vezes é difícil conseguir se concentrar e, para auxiliar você a resolver esse problema, nada melhor do que a boa e velha natureza. Não que você precise de um motivo para passar algum tempinho admirando um jardim bonito, uma árvore carregada de frutas ou um canteiro de morangos, mas se é motivo que você procura, aqui está: a natureza pode ajudar você a se concentrar melhor. Nossa vida tem tanta informação que podemos dizer que nosso cérebro é uma árvore cheia de galhos, e nossos pensamentos, passarinhos saltitantes que pulam de um lado para o outro. Nesse sentido de descobrir o que faz com que uma pessoa consiga se concentrar, olhar para paredes brancas definitivamente não funciona. Admirar uma paisagem natural, no entanto, parece dar certo. E antes que você diga que não tem como visitar um parque todos os dias, fique tranquilo: funciona também se você olhar para alguma foto de natureza. Ufa! Pesquisadores da Universidade de Melbourne estudaram a fundo a questão da concentração em 150 voluntários, que tiveram que realizar tarefas consideradas estafantes e cansativas. Na primeira rodada, todos tiveram um papel semelhante. Depois, no entanto, os participantes tiveram um pequeno intervalo e viram algumas imagens. Os que observaram imagens de natureza, ainda que por apenas 40 segundos, conseguiram ter mais foco e, como se não bastasse, erraram menos na hora de realizar as tarefas.

4. A relação entre seu estômago e sua conta bancária

Pode parecer absurdo demais, mas a fome afeta nossa percepção visual, sabia? Isso acontece porque, quando nosso corpo sente que está na hora de fazer uma refeição, conseguimos ver os itens à nossa volta de maneira mais clara, como se eles estivessem ampliados. A lógica é simples: da mesma forma que conseguimos correr mais rapidamente quando estamos com medo, conseguimos raciocinar melhor quando estamos com fome. Estudos recentes sugerem que decisões financeiras devem ser tomadas quando estamos em jejum há algum tempo. A sugestão tem a ver com o fato de que a fome muda a maneira como percebemos situações de risco e de recompensa, de modo que passamos a ser mais sensatos. Um estudo realizado na Holanda em 2014 separou dois grupos de voluntários que participariam de um jogo de aposta – as pessoas de um dos grupos ficaram sem comer por 10 horas antes de se envolver nas atividades. O resultado? As pessoas que estavam com fome foram as que fizeram os melhores investimentos no jogo, pensando melhor em questões em longo prazo.

5. É bom chorar durante negociações

Quando pensamos em negociações financeiras, por exemplo, imaginamos que a pessoa que se dá melhor é aquela séria, compenetrada, confiante e que demonstra ter poder. A ciência, no entanto, diz outra coisa: bom mesmo é chorar. Em um experimento, 200 voluntários precisaram participar de um jogo de negociação, tentando técnicas de emoção diferentes cada vez. O ganhador? Aquele que parecia estar profundamente triste. O experimento foi repetido três vezes, e o vencedor era sempre aquele que chorava. O motivo? Bem... Mesmo os negociadores mais durões são humanos e capazes de sentir compaixão e simpatia. Antes que você já se prepare para chorar na próxima reunião de trabalho, o alerta: não é em toda situação que o chororô funciona. Para dar certo, a pessoa que chora precisa estar em uma posição hierárquica de poder inferior à do negociador. Outro fator que ajuda nesse sentido é fazer com que o negociador sinta que, por ajudar a pessoa com quem está negociando, poderá contar com ela no futuro. fonte: cracked.com/article_22988_5-surprisingly-easy-ways-to-trick-your-body-into-awesomeness.html

ARQUEÓLOGOS DESCOBREM OSSOS DE "GIGANTES" NA CHINA

Se você leu o título acima e foi logo imaginando que finalmente encontraram provas de que uma civilização de seres imensos, com vários metros de altura, viveram um dia aqui no nosso planeta, deixe a gente explicar desde já que, por “gigantes” — entre aspas! — os pesquisadores responsáveis pela descoberta se referem a humanos muito altos, medindo bem, bem acima da média esperada. Tendo esclarecido essa questão, vamos aos detalhes!
De acordo com Peter Dockrill, do site Science Alert, arqueólogos chineses escavando um sítio situado na Província de Shandong, situada no sudoeste do país, se depararam com ossos humanos de indivíduos que, em vida, teriam medido entre 1,8 e 1,9 metro de altura ou mais. Segundo os cientistas, essas pessoas foram sepultadas há cerca de 5 mil anos, durante o neolítico — e certamente teriam sido consideradas “gigantes” na época. Conforme explicou um dos arqueólogos envolvidos na descoberta, Fang Hui, chefe do Departamento de História e Cultura da Universidade de Shandong, no caso do indivíduo de 1,9 metro de altura, a estimativa foi feita com base apenas na estrutura óssea do sujeito, o que significa que, em vida, ele provavelmente mediria vários centímetros a mais.
Local onde as escavações estão sendo conduzidas (Science Alert/Universidade de Shandong). Para você entender melhor a razão de os arqueólogos terem chamado os indivíduos descobertos de “gigantes”, em 2015, a altura média de homens com 18 anos de idade que vivem na região de Shandong foi estimada em 1,75 metro, enquanto que a média na China não passou de 1,72 metro no mesmo ano. Os cientistas não sabem dizer qual era, exatamente, a média de altura há 5 mil anos no país, mas, a título de comparação, na Europa, os homens do mesmo período não mediam mais de 1,65 metro. Considerando ainda que a população chinesa atual provavelmente tem mais acesso a uma maior variedade de alimentos e a informações nutricionais, fica evidente que os indivíduos descobertos eram mesmo “gigantes” para a época.

Quem eram os gigantes?

As sepulturas foram encontradas em um sítio arqueológico situado no vilarejo de Jiaojia, anexo à cidade de Jinan, que vem sendo escavado desde o ano passado. Segundo Peter, até o momento, os pesquisadores encontraram as ruínas de 205 túmulos e 20 poços que serviam para sacrifícios nas proximidades de 104 residências, e eles acreditam que os indivíduos pertenciam à cultura Longshan. Veja mais algumas imagens no vídeo a seguir: Com relação à grande estatura dos exemplares descobertos, os arqueólogos argumentam que as pessoas da região já tinham desenvolvido a agricultura e provavelmente tinham acesso a uma rica e variada seleção de alimentos — e que essa abundância nutricional deve ter afetado a altura dos indivíduos. Outra coisa que os arqueólogos descobriram é que os indivíduos mais altos — entre os que foram encontrados — estavam em tumbas maiores e mais elaboradas, sugerindo que eles deviam ser considerados importantes na comunidade e ter um status mais elevado — e, provavelmente, mais acesso a alimentos de melhor qualidade. Cerâmicas e outros objetos encontrados nas sepulturas (Science Alert/Universidade de Shandong). Os arqueólogos também encontraram indicações de que essas pessoas viviam em casas com quartos e cozinhas separadas dos demais cômodos, mostrando o nível de avanço e prosperidade com o qual a população dispunha há 5 mil anos. Durante as escavações, os cientistas ainda recuperaram uma variedade de objetos de jade e cerâmica, assim como ossos de animais que, aparentemente, eram criados no vilarejo. O legal é que, segundo Peter, essas descobertas são preliminares e representam o trabalho realizado em 2 mil metros quadrados de uma área de um quilômetro quadrado que ainda deverá ser escavada. Portanto, é bastante possível que muitas outras coisas interessantes sejam encontradas — e muitos outros mistérios sobre esses intrigantes “gigantes” sejam desvendados. fonte: sciencealert.com/archaeologists-discover-the-ancient-remains-of-5-000-year-old-giants-in-china

CONHEÇA 7 LUGARES QUE VOCÊ NÃO PODE VISITAR

1 . Fort Knox (EUA)

Coordenadas: 37° 52′ 59.52″ N, 85° 57′ 54.9″ W. Conhecido pelo nome oficial de “United States Bullion Depository” — ou “Depósito de Ouro dos Estados Unidos” —, o Fort Knox foi construído em meados da década de 30 para guardar as reservas de ouro dos EUA. O edifício também já chegou a abrigar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, a Constituição, uma cópia da Magna Carta e várias joias, reservas e documentos históricos de países europeus durante a Segunda Guerra Mundial. O Fort Knox conta com dois andares, e a entrada ao cofre é guardada por uma porta com mais de meio metro de espessura pesando 20 toneladas. Além disso, originalmente, a estrutura foi construída com 750 toneladas de aço reforçado, 670 toneladas de cantoneiras também de aço, mais de 450 metros cúbicos de granito e quase 3.200 metros cúbicos de concreto. O forte é guardado por câmeras de segurança, alarmes, arame farpado, cercas elétricas, minas terrestres, guardas fortemente armados, microfones e por batalhões que formam parte das unidades do exército que montam acampamento na área. O motivo? Atualmente, o Fort Knox guarda um total de aproximadamente 4,2 milhões de quilos de ouro — apenas! —, e o acesso ao interior do cofre, obviamente, é terminantemente proibido.

2. Arquivos Secretos do Vaticano (Cidade do Vaticano)

Além de ser o local que guarda todos os atos já promulgados pela Santa Sé, assim como todo tipo de documento papal acumulado ao longo dos séculos, estima-se que Arquivos Secretos do Vaticano contam com quase 84 quilômetros de prateleiras repletas de materiais, e que eles contam com 35 mil volumes apenas no “catálogo seletivo”. Na verdade, os documentos guardados no local não são tão secretos assim e podem ser consultados publicamente — contanto que eles tenham mais de 75 anos. Além disso, existem índices disponíveis para quem quiser conferir quais são os textos e obras que constam no acervo geral. Contudo, o acesso físico aos Arquivos Secretos do Vaticano é terminantemente proibido, e, se você quiser verificar algum texto, primeiro é necessário enviar um pedido solicitando o documento específico que você deseja consultar.

3. Mezhgorye (Rússia)

Coordenadas: 54° 15′ 18″ N, 58° 6′ 7.2″ E. Mezhgorye é o nome de uma cidade militar fechada localizada próximo ao Monte Yamantaw, nos Montes Urais, na Rússia. A localidade foi fundada a partir da fusão das guarnições militares Beloretsk-15 e Beloretsk-16 — e possivelmente de uma terceira chamada Alkino-2 — em 1995 e ficou conhecida no resto do mundo após ser descoberta por satélites espiões norte-americanos no final dos anos 90. Segundo a estimativa de especialistas, Mezhgorye — que ainda está em construção — ocupa uma área de mais de 980 quilômetros quadrados e tem capacidade para abrigar uma população de 60 mil pessoas. Além disso, militares norte-americanos observaram vários projetos de escavação no local ao longo dos anos, o que levantou fortes suspeitas de que a cidade abrigaria uma instalação nuclear secreta e possivelmente um bunker. Os russos já apresentaram várias explicações a respeito da movimentação em Mezhgorye, alegando que a cidade não oferece qualquer risco aos EUA. Segundo disseram, o local funcionaria como um centro para trabalhos de mineração, que lá existiria um enorme cofre que guarda tesouros russos, um abrigo nuclear e um armazém para alimentos. No entanto, nenhuma dessas justificativas convenceu os norte-americanos completamente.

4. Bohemian Grove (EUA)

Localizado em Monte Rio, em São Francisco, mais precisamente na Bohemian Avenue 20.601, o Bohemian Grove é um clube extremamente exclusivo composto apenas por homens. A organização foi fundada no finalzinho do século 19, e os integrantes — membros da elite econômica, política e artística dos EUA — se reúnem anualmente durante duas semanas em um acampamento. Alguns dos membros mais ilustres do clube incluem ex-presidentes norte-americanos — como Eisenhower, Nixon, Ford, Reagan e o Bush pai e filho —, assim como figurões famosos como Mark Twain, William Hearst, Clint Eastwood e integrantes da família Rockefeller. Segundo os rumores, nesses retiros os sócios participam de uma série de cerimônias carregadas de simbolismos e rituais. A lista de espera para entrar no Bohemian Grove é de 15 a 20 anos, e é necessário que o aspirante seja convidado por dois membros do clube. Além disso, o candidato deve provar que frequentou alguma universidade de elite e que é muito bem relacionado. Uma vez aceito, o novo integrante precisa pagar uma taxa de iniciação de US$ 25 mil — além de taxas anuais de sócio no valor de US$ 5 mil.

5. Igreja de Santa Maria de Sião (Etiópia)

Coordenadas: 14° 7′ 49″ N, 38° 43′ 10″ E. Na verdade, não é a Igreja de Santa Maria de Sião que tem a entrada proibida, mas sim a Capela das Tábuas, que faz parte do mesmo complexo. E o motivo da restrição é o fato de o local supostamente guardar nada menos do que a Arca da Aliança, que teria sido levada de Jerusalém à Etiópia pela Rainha de Sabá e o filho do Rei Salomão. Segundo a tradição, a capela é guardada por um monge guardião que é escolhido para passar a vida inteira confinado no local — rezando e fazendo oferendas diante da relíquia. Antes de morrer, o guardião deve nomear quem será seu sucessor, e, no caso de que ele faleça antes de fazer isso, os membros do mosteiro de Santa Maria de Sião então devem se reunir e realizar uma votação para eleger o novo defensor da Arca. Muitos historiadores duvidam das alegações de que a verdadeira Arca da Aliança realmente se encontra no interior da Capela das Tábuas. Mas, como ninguém além do guardião pode ter acesso à relíquia, é impossível provar se o artefato é autêntico ou não.

6. Área 51 (Nevada - EUA)

A Área 51 possui vários usos oficialmente documentados. É uma parte da instalação da Força Aérea dos EUA em Nevada, é anexada à Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, é até um centro de desenvolvimento e teste de aeronaves e armas. Dotado com um grande hangar, pistas de aterrissagem, antenas de radar e edifícios administrativos, de alojamento e de restauração menores, parece corresponder ao seu papel suposto como instalação de testes e treinamento para novas tecnologias e sistemas de defesa. Mas este complexo de 90 mil hectares é considerado o lar de muito mais. Em 1947, em Roswell, depois dos avistamentos de um objeto semelhante a um disco nos céus, o Campo Aéreo do Exército em Roswell lançou um comunicado de imprensa dizendo que havia recuperado um objeto voador não identificado; Apenas para retrair totalmente a declaração pouco tempo depois. A lenda cresceu quando, supostamente, os ex-funcionários da base alegaram ter visto evidências de nave espacial alienígena. Os ufologistas ardentes afirmam que a Área 51 contém um complexo de túneis subterrâneos e armazéns que armazenam evidências de atividade extraterrestre. Estas afirmações são impossíveis de provar ou refutar, uma vez que a área é tratada como estritamente fora dos limites. O tráfego aéreo civil e militar é proibido a partir do espaço aéreo. É uma ofensa da corte marcial para um avião militar violar a zona de exclusão. A área 51 também não aparece em mapas produzidos pelo governo. O site está coberto com sinais que alertam os intrusos que o uso de força mortal é autorizado. Equipes de guardas de segurança imponentes vigilam atentamente as esgrimas perimetrais, que são liberadas com sensores de movimento.

7. RAF Menwith Hill (Inglaterra)

Enquanto esta estação de monitoramento eletrônico pertence ao Ministério da Defesa do Reino Unido, é administrada pelo Departamento de Defesa dos EUA. Oficialmente, uma parte da rede global de comunicação de defesa da América, a missão de Menwith é fornecer suporte de inteligência para os Estados Unidos, o Reino Unido e seus interesses aliados. Originalmente chamada Estação de Menwith Hill, em 1966, a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA) assumiu a administração. Hoje, a base serve principalmente como uma estação de campo NSA. O site é pontilhado com uma grande quantidade de radomas, usado para interceptar e monitorar comunicações. Acredita-se que a Menwith Hill seja um centro central para a rede ECHELON (America's Secret Global Surveillance Network). Controlando tudo de e-mails para conversas telefônicas, ECHELON é usado para "espionar" globalmente. Enquanto a rede é dita operar sob o FVEY, o acordo por governos da Grã-Bretanha, EUA, Austrália, Canadá e Nova Zelândia, nunca houve confirmação oficial de ECHELON realmente existente. A natureza clandestina e o fato de que existe uma forte presença americana em solo britânico levaram à implantação de uma forte força de segurança no solo para proteger o site. Além da cerca perimetralada com torres de vigia, o site é patrulhado por guardas armados e cães treinados. fontes: cntraveler.com/galleries/2014-05-21/off-limits-areas-at-famous-landmarks-around-the-world // oddee.com/item_98792.aspx // http://listverse.com/2010/01/06/top-10-places-you-cant-go// usmint.gov/about/about?action=fun_facts13 //therichest.com/rich-list/10-off-limits-places-you-have-zero-chance-of-visiting/

CONHEÇA 6 FATOS SOBRE MERCÚRIO

1. Alguns números

O menor planeta do Sistema Solar tem apenas 4.878,5 Km de diâmetro (a Terra tem 12.742 Km) e a gravidade lá funciona de maneira diferente. Sobre a variação de massa, uma pessoa que pesa 68 Kg aqui na Terra, pesaria apenas 25 Kg em Mercúrio. Um dia em Mercúrio dura o equivalente a 59 dias da Terra e um ano, o equivalente a 88 anos nossos. Lá, a variação térmica é gigantesca, e a temperatura alcança assustadores 426°C durante o dia e a bizarros -137°C à noite.

2. Acredite ou não, Mercúrio não é o planeta mais quente

Por estar mais próximo ao Sol, tendemos a pensar em Mercúrio como o planeta mais quente do Sistema Solar, mas a superfície planetária mais quente é a de Vênus, que chega a 462°C. Só para você ter ideia, em Vênus um pedaço de chumbo derreteria da mesma forma que um cubo de gelo derrete fora da geladeira aqui na Terra.
Tá vendo aquele pontinho preto ali no cantinho inferior esquerdo da imagem? É mercúrio passando pelo Sol.

3. Um pouco de química

Ainda não temos um modelo perfeito da formação química de Mercúrio, mas sabemos que ele é rico em ferro e que, ao contrário do que podemos deduzir, as altas temperaturas não acabam com os elementos químicos – na verdade, alguns deles são muito mais abundantes em Mercúrio do que na Terra. A formação tectônica de Mercúrio é bastante diferente da Terra, até mesmo porque o planeta tem uma atmosfera nada parecida com a nossa, e a ciência ainda busca estipular parâmetros de comparação no que diz respeito à formação dos planetas.

4. Mercúrio encolhe

Algumas falhas na superfície do planeta indicam que ele está encurtando. Essas informações foram coleadas pela Mariner 10, uma sonda espacial lançada pela NASA em 1973. De acordo com os especialistas que analisam as imagens enviadas pela sonda, esse encurtamento acontece em decorrência do resfriamento interior de Mercúrio, que continua a esfriar e a contrair. Isso tem provocado uma série de cataclismos no planeta.

5. Água

Mercúrio tem crateras em seus polos, e essas fendas impedem a chegada de luz solar no planeta, independente da sua posição rotacional. Nessas aberturas, há condições favoráveis para a formação de gelo, o que já foi confirmado pelas imagens feitas pela Mariner 10.

6. Exploração difícil

O Trânsito de Mercúrio, que é quando o planeta passa diretamente entre Sol e Terra, acontece 13 vezes a cada 100 anos. Apenas duas missões foram realizadas para explorar o planeta: a sonda Mariner 10, de 1973, e a MESSENGER, de 2011. O ambiente onde Mercúrio está localizado não é favorável – a luz solar lá é 11 vezes mais brilhante do que a que temos aqui na Terra, e a temperatura do planeta durante o dia é realmente muito quente. Além disso, a radiação é alta demais. A Mariner 10 realizou apenas 3 aproximações rápidas no planeta, e as informações coletadas pela sonda serviram de base para três décadas de pesquisas, o que foi fundamental para o desenvolvimento do MESSENGER. Ter colocado uma nave espacial na órbita de Mercúrio foi, sem dúvida, uma das grandes conquistas da NASA – só para você ter ideia, a trajetória do MESSENGER teve que ser calculada com base em diversos pontos de partida, saindo da terra, ao redor do Sol e de volta à Terra; depois, ao redor do Sol e de Vênus duas vezes; e ao redor do Sol mais quatro vezes até que, finalmente, conseguisse entrar na órbita de Mercúrio – tudo isso por causa da atmosfera do planeta, que não permite a manobra ideal para entrar em órbita. Foi como se o MESSENGER tivesse emprestado gravidade de outros planetas para compensar a baixa gravidade de Mercúrio. Por causa de toda essa manobra, MESSENGER viajou 8 bilhões de Km ao longo de 6 anos e meio até chegar à órbita do planeta, que está a 100 milhões de Km de distância da Terra. A trabalheira continuou quando o MESSENGER finalmente conseguiu entrar na órbita de Mercúrio, para que o calor não estragasse todo o equipamento e, claro, para que o frio extremo típico da noite de Mercúrio não congelasse tudo. A nave foi feita com um complexo sistema de aquecimento e refrigeração e, por isso, não foi destruída. Em 2018, mais uma missão será enviada a Mercúrio. O BepiColombo, elaborado por agências espaciais europeias e japonesas, colocará 2 satélites na órbita de Mercúrio, com a intenção de conseguir mais informações sobre a composição do planeta, sua atmosfera e magnetosfera. A estimativa é de que o BepiColombo atinja seu destino em dezembro de 2025. Viagem longa, hein! fonte:http://mentalfloss.com/article/501976/7-hot-facts-about-mercury

SONDA DA NASA CAPTURA FOTOS INÉDITAS DA MAIOR TEMPESTADE DO SISTEMA SOLAR

Se você acompanha de perto notícias relacionadas com astronomia, então deve estar por dentro das andanças da sonda espacial Juno da NASA. A pequena nave não-tripulada tem como missão levantar informações sobre Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar e, para isso, ela percorreu quase três bilhões de quilômetros — ao longo de mais ou menos cinco anos — até chegar ao gigante gasoso, em meados do ano passado. Desde então, a Juno vem conduzindo sua missão direitinho e ajudando os cientistas a desvendar uma porção de mistérios sobre Júpiter. Ela também tem enviado imagens espetaculares do planeta — e a última seleção foi registrada sobre a “Grande Mancha Vermelha”, a feição mais marcante da atmosfera jupiteriana.

Tempestade descomunal

De acordo com Ben Panko, do site Smithsonian.com, atualmente, a sonda espacial leva 53 dias para percorrer de um polo a outro de Júpiter, e no início desta semana, Juno fez a maior aproximação da Grande Mancha Vermelha já realizada por um dispositivo terráqueo até agora. As melhores imagens que existiam dessa imensa estrutura eram as que foram capturadas pelas sondas espaciais Voyager quando elas passaram por Júpiter em 1979. Essa turbulenta feição jupiteriana se encontra em atividade há mais de 300 anos e é um imenso ciclone com mais de 16.000 quilômetros de diâmetro — o que significa que o nosso planeta caberia com folga em seu interior! —, ventos que atingem mais de 600 km/h e cujas temperaturas podem passar dos 1.300 graus Célsius. Então, não é à toa que a Grande Mancha Vermelha é considerada a maior tempestade do Sistema Solar. Segundo Mark Kaufman, do site Inverse, a Juno sobrevoou essa descomunal formação a cerca de 9.000 quilômetros de altitude e aproveitou para registrar uma porção de imagens da tempestade. O sobrevoo durou 12 minutos e capturou panorâmicas com sua impressionante câmera — que conta com uma resolução de aproximadamente 3 quilômetros por pixel. Confira alguns dos cliques que já foram processados na galeria a seguir:
(NASA/ NASA/SwRI/MSSS/Juan Carlos Munoz © CC NC AS)(JPL NASA/Swri/MSSS/JunoCam/Carlos Galeano - Cosmonautika © PUBLIC DOMAIN)(NASA/ TiagoPanserini)(NASA/ Luigi Gallo © CC BY) Só a título de curiosidade, durante o século 19, os astrônomos estimaram que a Grande Mancha Vermelha media 40.000 quilômetros de diâmetro e, em 2015, o pessoal da NASA divulgou a informação de que ela parece estar diminuindo de tamanho — a uma taxa de mais ou menos 930 km/ano. Os pesquisadores não sabem dizer a razão do “encolhimento”, mas, quem sabe as leituras conduzidas pela Juno não os ajudam a descobrir! fonte: smithsonianmag.com/smart-news/peering-great-red-spot-180964037/