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domingo, 13 de dezembro de 2015

BURACO NEGRO NO CENTRO DA VIA LÁCTEA TEM CAMPOS MAGNÉTICOS OBSERVADOS PELA 1° VEZ

A maioria das pessoas pensa em buracos negros gigantes como enorme aspiradores de pó, sugando tudo o que fica ao seu redor. Mas os buracos negros supermassivos nos centros das galáxias são mais como motores cósmicos, convertendo a energia da matéria que cai neles em radiação intensa que pode ofuscar a luz combinada de todas as estrelas vizinhas. Se o buraco negro está girando, pode gerar jatos fortes que são lançados a milhares de anos-luz e formam galáxias inteiras. Acredita-se que estes motores de buracos negros são alimentados por campos magnéticos; e, pela primeira vez, astrônomos detectaram campos magnéticos fora do horizonte de eventos do buraco negro no centro da Via Láctea. “Entender esses campos magnéticos é fundamental. Ninguém tinha sido capaz de mostrar campos magnéticos perto do horizonte de eventos até agora”, disse o principal autor do estudo, Michael Johnson, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em entrevista ao site Phys.org. Os resultados aparecem na edição de dezembro da revista “Science”. “Já era previsto que esses campos magnéticos existissem, mas ninguém os tinha visto. Nossos dados colocam décadas de trabalho teórico em terreno observacional sólido”, acrescenta o pesquisador Shep Doeleman, que é diretor adjunto do Observatório Haystack do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

Telescópio gigante

Essa façanha foi alcançada usando o Telescópio Event Horizon (EHT) – uma rede global de telescópios de rádio que funcionam como um telescópio gigante do tamanho da Terra. Como telescópios maiores podem fornecer maiores detalhes, o EHT eventualmente vai poder mostrar características tão pequenas quanto 15 micro-segundos de arco (um segundo de arco é 1/3600 de um grau, e 15 micro-segundos de arco é o equivalente angular de ver uma bola de golfe na lua). Essa resolução é necessária porque um buraco negro é o objeto mais compacto no universo. O buraco negro central da Via Láctea, Sgr A* (Sagittarius A-estrela), pesa cerca de 4 milhões de vezes mais do que o nosso sol, mas o seu horizonte de eventos se estende por apenas 13 milhões de quilômetros – menor do que a órbita de Mercúrio. E uma vez que ele está localizado a 25 mil anos-luz de distância, este tamanho corresponde a incrivelmente pequenos 10 micro-segundos de arco de diâmetro. Felizmente, a intensa gravidade do buraco negro distorce a luz e amplia o horizonte de eventos, fazendo com que apareça maior no céu – cerca de 50 micro-segundos de arco, uma região que o EHT pode facilmente alcançar. O telescópio fez observações em um comprimento de onda de 1,3 mm. A equipe mediu como esta luz é polarizada linearmente. Na Terra, a luz solar torna-se polarizada linearmente por reflexões, é por isso que os óculos de sol são polarizados para bloquear a luz e reduzir o brilho. No caso de Sgr A*, a luz polarizada é emitida por eléctrons que se movem em espiral em torno das linhas de campo magnético. Como resultado, essa luz traça diretamente a estrutura do campo magnético. Sgr A* é cercado por um disco de acreção de material na órbita do buraco negro. A equipe descobriu que os campos magnéticos em algumas regiões perto do buraco negro são desordenados, com loops e espirais que se assemelham a fios de espaguete entrelaçados. Em contraste, outras regiões mostraram um padrão muito mais organizado, possivelmente na região onde os jatos seriam gerados. Eles também descobriram que os campos magnéticos oscilam em escalas curtas de tempo de apenas 15 minutos, mais ou menos. “Mais uma vez, o centro da galáxia está provando ser um lugar mais dinâmico do que poderíamos ter imaginado”, diz Johnson. “Esses campos magnéticos estão dançando por todo o lugar”.

Trabalho de equipe

Estas observações astronômicas usaram instalações em três localizações geográficas: o Submillimeter Array e o James Clerk Maxwell Telescope (ambos em Mauna Kea, no Havaí), o telescópio Submillimeter em Mt. Graham, no Arizona, e a Matriz Combinada para a Pesquisa em Astronomia de Milímetro de onda (CARMA, do inglês Combined Array for Research in Millimeter-wave Astronomy), na Califórnia. Como o EHT reúne dados, alcança uma maior resolução com o objetivo de observar diretamente o horizonte de eventos de um buraco negro pela primeira vez. “A única maneira de construir um telescópio que alcance toda Terra é montar uma equipe global de cientistas que trabalham em conjunto. Com este resultado, a equipe do EHT está um passo mais perto de resolver um paradoxo central na astronomia: por que os buracos negros são tão brilhantes?”, aponta Doeleman. fonte: http://phys.org/news/2015-12-event-horizon-telescope-reveals-magnetic.html

domingo, 21 de junho de 2015

NAVE ESPACIAL MESSENGER DETECTA CAMPO MAGNÉTICO DE 4 BILHÕES DE ANO EM MERCÚRIO

Usando dados obtidos a partir da já extinta nave espacial Messenger, da NASA, os cientistas mostraram que o campo magnético de Mercúrio poderia ter de 4 bilhões de anos, ultrapassando o da Terra em 400 milhões de anos.
Lançada em 2004, a sonda Messenger chegou à órbita de Mercúrio em 2011 e circulou o planeta por quatro anos, geralmente em altitudes variáveis entre 500 e 200 km. Depois de ficar sem combustível, a nave espacial terminou sua missão de 11 anos ao colidir com a superfície do planeta, em 30 de abril. Porém, durante vários meses antes do trágico final, a sonda foi capaz de orbitar cada vez mais perto da superfície, registrando o solo rochoso de Mercúrio em detalhes sem precedentes, fornecendo uma nova visão sobre a história e evolução do planeta mais próximo de nosso Sol. Agora, após a análise dos dados de uma série destas averiguações em baixa altitude - algumas a apenas 15 km do solo - os pesquisadores foram capazes de detectar vestígios de magnetização em antigas rochas na crosta, que eles dizem ser um sinal revelador de um campo magnético planetário, com cerca de 4 bilhões de anos. Evidências de um campo magnético e de um grande núcleo rico em ferro em Mercúrio, foram descobertas pela primeira vez, pela sonda Mariner 10, da NASA, em seus três voos rasantes no planeta, realizados em 1974. Messenger confirmou a presença deste campo magnético e estimou sua data. "Até esta observação, tudo o que nós sabíamos sobre a longevidade do campo magnético, ficou por conta da observação da missão Mariner 10", disse Catherine Johnson, geofísica planetária e principal autora do estudo, da Universidade de British Columbia, no Canadá. "Então, agora sabemos que havia um campo a cerca de quatro bilhões de anos, sobrepondo a interpretação mais simples, que seria a de que Mercúrio realmente teve um campo magnético”. Gerado pelo movimento do líquido derretido dentro do profundo núcleo do planeta - processo conhecido como geodínamo - o campo magnético é semelhante ao da Terra, só que muito mais fraco. Agora, os cientistas acreditam que ele poderia ser alguns bilhões de anos mais velho, embora os dois planetas tenham se formado ao mesmo tempo, cerca de 4,5 bilhões de anos atrás. Para identificar os campos magnéticos fracos presentes na crosta de Mercúrio, Messenger teve que ignorar a interferência magnética a partir de uma gama de outras fontes, incluindo o próprio campo magnético global, e as interações entre este campo e ventos solares, que geram correntes eletromagnéticas. As assinaturas magnéticas remanescentes foram detectadas em duas regiões ricas em crateras: a Suisei Planitia, e outra área marcada por grandes elevações, conhecida como Carnegie Rupes. Segundo Stuart Gary, assim que os pesquisadores determinaram as datas das rochas magnetizadas. Uma área que está mais cheia de crateras tem sofrido mais impactos de asteroides e meteoros do que outras áreas, e por isso, é mais velha. A missão Messenger já revelou muito sobre um dos nossos vizinhos mais próximos e, provavelmente, continuará revelando. "A missão foi planejada, originalmente, para durar um ano, ninguém esperava que ele fosse adiante. A ciência oriunda destas observações recentes é realmente interessante, e o que nós aprendemos sobre o campo magnético é apenas a primeira parte dela”, concluiu Johnson. FONTE: sciencealert.com/messenger-spacecraft-detects-4-billion-year-old-magnetic-field-on-mercury

terça-feira, 4 de novembro de 2014

NOVO DISPOSITIVO SEM FIO CARREGA SEU TELEFONE USANDO UM CAMPO MAGNÉTICO

Finalmente! Pesquisadores em os EUA desenvolveram um novo dispositivo chamado MagMIMO que pode carregar seu telefone sem fio usando um campo magnético, apontando para um futuro sem fio, onde todos os nossos dispositivos estão sendo cobrados onde quer que vamos. Essa massa feio de cabos que você está tyring se esconder debaixo da sua cama? Seu tempo está quase chegando ao fim. Cientistas do MIT inventaram um novo dispositivo que pode sentir onde o seu telefone está e disparar um campo magnético em sua direção para mantê-la carregada. Sem ligar necessário, sempre. Carregadores sem fio já deve existir, mas não são tão flexíveis quanto se poderia esperar. “Com o carregamento almofadas, você tem que lembrar de tomar o seu telefone fora do seu bolso e colocá-lo no teclado, posicionado exatamente no caminho certo”, principal pesquisador do MIT, Dina Katabi, disse Hal Hodson em New Scientist . “Em nossa visão queríamos ter telefone das pessoas cobrar no momento em que está sentado ao lado de sua mesa: eles vão para uma reunião, eles voltam, o telefone começa a carregar novamente. ” O protótipo MagMIMO resolveu o problema de orientação – não importa o caminho que está a enfrentar o seu telefone, e ele não precisa ficar imóvel, para que você possa usá-lo enquanto carrega. Neste momento, o telefone pode ser cobrado a uma distância de 30 centímetros, ea equipe está trabalhando para aumentar esse intervalo. O dispositivo funciona quase como uma boa comunicação de rádio antigo, onde roteadores Wi-Fi pegar em um computador conectar-se com eles e, em seguida, aumentar o sinal de volta. Mas em vez de usar as ondas de rádio, o MagMIMO utiliza campos magnéticos. “Um conjunto de bobinas de fio gera um campo magnético, e quando um telefone interrompe esse campo, MagMIMO sente isso e se concentra no telefone através da criação de um campo um pouco diferente com cada bobina”, diz Hodson em New Scientist . “Os campos magnéticos se reforçam mutuamente de modo a maximizar a força do campo de alcance global do telefone “. O campo magnético cria uma corrente elétrica na bobina, que cobra todos os telefones próximos. Na recente Conferência Internacional sobre Computação Móvel e Redes no Havaí, a equipe informou que a partir de uma distância de 30 centímetros, eles podem cobrar um iPhone completamente morto 4-100 por cento em cinco horas. Ela não usa mais energia do que os carregadores atuais, mas pode começar a trabalhar automaticamente em seu telefone, mesmo se ele ainda está sentado no seu bolso. Este é um desenvolvimento muito emocionante, porque ele está apontando para um futuro onde nós nunca vamos ter de ligar qualquer coisa em; Na verdade, nós nunca sequer a pensar em cobrar os nossos dispositivos, porque nós vamos ter energia sem fio em todos os lugares, assim como Wi-Fi é agora. Massa horrível de cordas, seus dias estão contados Fonte: newscientist.com/article/mg22329884.000-wireless-charger-powers-up-iphone-in-your-pocket.html

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA ESTÁ ENFRAQUECENDO 10 VEZES MAIS RÁPIDO DO QUE PENSÁVAMOS

De acordo com dados coletados por satélites da Agência Espacial Europeia (ESA), o campo magnético da Terra vem enfraquecendo ao longo dos últimos seis meses, a uma taxa bem mais rápida do que imaginávamos. Os maiores pontos fracos no campo magnético – com extensão de 600.000 quilômetros acima da superfície do planeta – surgem sobre o Hemisfério Ocidental, enquanto que o campo tem se reforçado em áreas como o sul do Oceano Índico, de acordo com os magnetômetros a bordo do conjunto de três satélites flutuantes chamado Swarm. Os cientistas que conduziram o estudo ainda não sabem porque o campo magnético está enfraquecendo, mas uma razão provável é que os polos magnéticos da Terra estão se preparando para virar. Normal até certo ponto Essa troca dos polos magnéticos não é algo inédito; aconteceu muitas vezes no passado. Uma vez a cada poucas centenas de milhares anos, os polos magnéticos mudam e a bússola passa a apontar sul em vez de norte. Essa troca dos polos magnéticos não é algo inédito; aconteceu muitas vezes no passado. Uma vez a cada poucas centenas de milhares anos, os polos magnéticos mudam e a bússola passa a apontar sul em vez de norte. Embora as alterações na intensidade do campo magnético sejam parte deste ciclo de inversão normal, os dados de Swarm demonstraram que o campo está enfraquecendo mais rapidamente do que no passado. Anteriormente, os pesquisadores estimaram que o campo estava enfraquecendo cerca de 5% por século, mas os novos dados revelaram o campo está realmente enfraquecendo a 5% por década, ou 10 vezes mais rápido do que se pensava. Assim, a inversão completa que deveria ocorrer em cerca de 2.000 anos, como foi previsto, poderia acontecer mais cedo. O que isso significa? Calma, não há nenhuma evidência de que um campo magnético enfraquecido resultaria no apocalipse na Terra. Durante a inversão de polaridade, não deve haver extinções em massa ou danos da radiação. Pesquisadores acreditam que nossas redes de energia e sistemas de comunicação podem estar em risco, no entanto. O campo magnético da Terra atua como uma bolha gigante invisível que protege o planeta da radiação cósmica perigosa que o sol vomita na forma de ventos solares. O campo existe porque a Terra tem uma bola gigante de ferro em seu núcleo rodeado por uma camada externa de metal fundido. As alterações de temperatura do núcleo e rotação da Terra agitam o metal líquido em torno do núcleo externo, criando as linhas do campo magnético. O movimento do metal em fusão faz com que algumas áreas do campo magnético fortaleçam enquanto outras enfraquecem. Quando o ponto de ebulição em uma área do núcleo externo diminui, menos correntes de partículas carregadas são libertadas, e o campo magnético sobre a superfície enfraquece. Cientistas da ESA esperam usar esses dados para fazer sistemas de navegação que levem em conta o campo magnético, tais como instrumentos de aeronaves mais precisos, dispositivos de previsão de terremotos e de identificação de áreas abaixo da superfície do planeta que são ricas em recursos naturais. FONTE: LiveScience.com/46694-magnetic-field-weakens.html

segunda-feira, 9 de junho de 2014

A INVERSÃO DOS POLOS E A REVERSÃO DO CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA

Um campo eletromagnético fluindo sobre os dois polos de seu eixo central Norte e Sul, resultando em um Tórus. Mudança nos Pólos norte e sul e a Inversão do campo magnético da Terra. Um número crescente de cientistas está começando a se preocupar de que a mudança dos pólos magnéticos já parece estar em curso e que isso seja o verdadeiro motivo por trás da aceleração das mudanças climáticas em todo o planeta. Não seria somente a ação do homem, a poluição do ar, a atividade vulcânica subterrânea e SUBMARINA e o consequente aquecimento dos oceanos, 0 degelo das calotas polares, mas também as mudanças em nosso SOL… Que como consequência já estariam provocando o começo lento e inevitável de uma mudança dos POLOS MAGNÉTICOS NORTE/SUL DA TERRA, fato que se imagina que já aconteceu e causou a destruição de civilizações inteiras no passado (Atlântida) e que seria um fator importante nas extinções em massa de populações do planeta. A NASA descobriu recentemente e divulgou informações sobre uma violação, mudança importante no campo magnético da Terra. Esta quebra no campo magnético da Terra sozinho, na medida em que está permitindo que os ventos solares altamente carregados energeticamente entrem-PENETREM na atmosfera da Terra, é suficiente para realmente atrapalhar e mudar o clima em todo o planeta. Não só esta aceleração na mudança dos pólos magnéticos estaria bagunçando o clima planetário, mas ela também pode ter efeitos importantes sobre geopolítica global. Estas mudanças magnéticas não só são capazes de causar enormes super tempestades globais, mas pode causar o colapso da civilização planetária, em diferentes culturas e levar países inteiros ao colapso, até mesmo servindo como desculpa para entrarem em guerra uns com os outros.
Tudo ainda continua a ser visto e analisado cientificamente, mas a reversão magnética dos pólos da Terra parece estar se acelerando e aumentando rapidamente e está afetando os padrões climáticos mundiais. A verdadeira questão é o quão ruim as coisas vão começar a ficar antes que tudo se instale em um retrocesso sem retorno até que se estabilize em um “novo estado normal?” Em um determinado momento da história humana, se pensava que o Pólo Norte estava na área que é hoje conhecida como a Baía de Hudson. Se a área da Baía de Hudson foi a última localização do Pólo Norte, para onde ele vai mais tarde? (pelos dados atuais ele parece estar se mudando para o interior da Rússia, a uma velocidade de 55 km por ano) E quão ruim as super tempestades e mudanças climáticas no planeta se transformarão antes de tudo se estabilizar em novos paradigmas? E poderemos parar de culpar uns aos outros por estarmos causando isso e trabalharmos juntos para sobreviver e manter a civilização intacta? O Centro Nacional de Dados Geofísicos do N.O.A.A. mantém um conjunto de dados anual das coordenadas da localização exata do pólo norte magnético, voltando até o ano de 1590, derivado de medidas iniciais a partir de localização de navios para as técnicas modernas atuais. Notando que tem havido muita comunicação de mudança de pólo, ultimamente, até o ponto onde o fenômeno está realmente causando questões do mundo real, tais como fechamentos temporários de aeroportos, mudanças nas suas coordenadas que são pintadas nas cabeceiras das pistas de pouso e decolagem, uma investigação mais profunda estava sendo necessária. Depois de transferir os 420 anos de registros de dados da posição do pólo norte do Geo Data Center do NOAA, configurá-lo para caber em uma planilha do Excel, adicionando uma fórmula complicada para determinar a distância exata entre 2 conjuntos de coordenadas de latitude e longitude, aplicando a fórmula a cada ponto de dados da série, e, finalmente, planejar tudo isso em um gráfico visual, é alarmante descobrir o aumento da rapidez e uma brutal aceleração de deslocamento do pólo norte em apenas e tão somente nos últimos 10 a 20 anos.
Gráfico de deslocamento anual do pólo norte magnético durante os últimos 420 anos, mudança que se ACELEROU DRASTICAMENTE NOS ÚLTIMOS 20 ANOS (indicado pela seta vermelha no final do gráfico) Desde 1860, a mudança dos pólos magnéticos bem mais do que duplicou a cada 50 anos. Isso é bastante significativo. Durante os últimos 150 anos, a mudança de pólo tem ido na mesma direção. Durante os últimos 10 anos, o pólo norte magnético se deslocou quase metade da distância total dos últimos 50 anos! Em outras palavras, a mudança do pólo NORTE aparentemente se acelerou substancialmente. Não se sabe se a mudança vai acelerar mais ainda ou se desacelerar nos próximos anos. Alguns dizem que uma inversão dos pólos da Terra já estaria atrasada, e esses fenômenos podem ser indicadores de que o início do processo de reversão JÁ COMEÇOU e de ser irreversível. (ModernSurvivalist) A hipótese de mudança de pólo magnético não deve ser confundida com a inversão geomagnética, a reversão periódica do campo magnético da Terra (efetivamente também mudando os pólos norte e sul magnéticos). A Inversão geomagnética tem mais aceitação na comunidade científica que a hipótese de deslocamento do pólo. A hipótese de mudança de polaridade é quase sempre discutida no contexto da Terra, mas outros corpos do Sistema Solar podem ter experimentado reorientação axial polar durante suas existências. A teoria diz que a crosta externa da Terra mudou e se moveu várias vezes no passado e que se moverá novamente no futuro.
Mudança do Polo Norte de acordo com os dados do NOAA, nos últimos 400 anos, com grande aceleração nos últimos 50 anos. Uma inversão geomagnética é uma alteração na orientação do campo magnético terrestre de tal modo que as posições de polo sul e norte magnético tornam-se trocadas definitivamente. O pólo norte magnético da Terra atualmente está à deriva do norte do Canadá para o interior da Rússia, na Sibéria com uma taxa anual de 55 km p/ano e atualmente em RÁPIDA aceleração. Também é desconhecido se esta deriva irá continuar a acelerar e na mesma taxa atual. A Sociedade humana planetária atual com a sua dependência de energia elétrica e efeitos electromagnéticos (por exemplo, rádio, comunicações por satélite, telefonia celular, transmissão de sinais de televisão, internet, produção e distribuição de energia elétrica, localização global/GPS) pode ser extremamente (É MUITO) vulnerável a apagões tecnológicos no caso de uma reversão de campo magnético completo da Terra. O Campo Geomagnético da Terra está passando por uma reversão. Não se sabe quando ela será concluída, mas já está bem encaminhada, vai continuar em 2013 e para além. O campo está se enfraquecendo com conseqüências de que a irradiação do sol e vindas do espaço profundo estar penetrando em nossa atmosfera. Mas a inversão também significa mudanças profundas acontecendo no interior da terra, com consequências de terremotos em locais que não estão familiarizados com eles e novos vulcões surgindo. Durante a inversão, podemos experimentar um aumento considerável da atividade sísmica, mesmo um enxame de terremotos.
As mudanças do Polo Norte desde 80 mil anos atrás, em quatro posições, sendo a de número 4 a situação “atual” que esta em mudança para o interior da Rússia. Três novos vulcões estão nascendo em vários locais submarinos do Oceano Pacífico neste momento. A reversão do Campo Geomagnético é um produto das mudanças que acontecem no interior da Terra. O núcleo está girando ligeiramente mais depressa do que a crosta externa que foi reduzida sua velocidade pelo efeito de arrastamento da lua através das marés. A rotação diferencial é o que gera o campo magnético. Como o núcleo gira, as linhas do campo magnético se comportam como o que acontece na superfície do sol quando o sol tem rotação diferencial do seu equador aos polos. A rotação diferencial em ambos os casos se estende as linhas do campo magnético, de modo que elas se enrolam em torno do sol ou da Terra. Em um determinado momento, em cada caso, o campo magnético encaixa as linhas e o campo se inverte e se reconstrói.O fluxo diferencial do sol ocorre muito mais rapidamente do que o da terra, de modo que o ciclo magnético do sol ocorre em cerca de 22 anos, em média. A Terra demora mais e é aperiódica devido ao enrolamento mais lento e a interação com a lua, o sol e dos demais planetas. Inversões de campo típicos pode levar centenas de milhares ou até milhões de anos. O estado atual da geomagnetosfera é muito caótico sem orientação norte-sul definitiva dos pólos . Em vez disso, é uma colcha de retalhos de pólos em todo o lugar. É análogo ao da superfície do sol durante um período máximo de manchas solares, onde existem muitos campos acoplados por meio de pares de manchas solares. Os restos do campo principal ainda existem, mas está enfraquecendo, com o pólo sul magnético mais perto do equador do que o pólo norte magnético. Imagens de satélite mostram que o campo global tem quebrado em muitas regiões locais com abundância de zonas neutras entre eles onde a radiação solar e cósmica pode chegar a penetrar até superfície da terra livremente, exceto pela atmosfera. Em março de 2010, o Space Weather (Clima Espacial) da NASA nos disse duas coisas. O primeiro é que o campo magnético da Terra já esta quase a zero em sua força total, quebrado em centenas de pequenos campos acoplados. O sol no momento esta relativamente calmo na emissão de flares de acordo com o que é observado pela atividade solar na terra. Estas zonas magnéticas estão mudando continuamente e há um presságio de mudança. Parece que o campo geomagnético estará globalmente neutro em torno de 2012/2013.
O campo eletromagnético do planeta é responsável pelas condições favoráveis da existência de vida em abundancia na superfície planetária. Qualquer alteração de intensidade e/ou colapso momentâneo causará um enorme impacto em toda a nossa civilização. Exatamente agora, a Terra está aberta à penetração de radiação ionizante de todas as fontes, mas o clima solar local e o cósmico esta relativamente calmo. Mas isso não vai continuar assim e é difícil saber com antecedência quando um evento de radiação virá do cosmos em geral. Com o sol, podemos ter um ou dois dias de antecedência a respeito de um evento de emissão de nuvem carregada de prótons, mas não para os raios gama, uma vez que vai bater no momento em que vemos sinais como uma ejeção de massa coronal. Onde os campos magnéticos caóticos estão no seu ponto mais fraco, é exatamente por onde as auroras polares vão nos mostrar e nos alertar de que se aproxima a radiação. A radiação ionizante significa um aumento de orientação na mudança evolutiva e doenças relacionadas com a mesma. Um sinal dos tempos é o aumento na atividade sísmica, inclusive em regiões que são considerados geologicamente estáveis e não sujeitas a terremotos. (Newsolio) A Magnetosfera da Terra é o que gera os pólos magnéticos do planeta. Ele também nos protege do vento solar prejudicial que emana do Sol e da radiação de fora do nosso sistema solar. Envelopa a Terra e se estende para fora da atmosfera. É por isso que as missões para a Lua e outros planetas são prejudicadas pela radiação, mas as missões em órbita sofrem menos.
Campo magnético total da Terra, sobre o Brasil na área azul mais escura (acima) existe a AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA do inglês, South Atlantic Anomaly; ), observar que as linhas de campo na região formam uma figura que se assemelha a um bico de um pato, por isso é chamada “El Pato”. Os cientistas sabem que a inversão dos polos já aconteceu muitas vezes no passado. A orientação da direção dos grãos magnéticos que permeiam sucessivamente a crosta da Terra, particularmente do fundo do mar são a peça principal da comprovação desse fato. Quando a rocha é nova e foi derretida os grãos magnéticos são livres para se alinharem com o campo magnético vigente. Na medida que a rocha esfria, os grãos estão congelados no tempo. Como o fundo do mar se expande para fora (no Atlântico), é regularmente listrado com as rochas orientados em direções diferentes. Isso indica que os pólos magnéticos já se inverteram muitas vezes ao longo da história da Terra. The South Atlantic Anomaly, a Anomalia (magnética) do Atlântico Sul (ou SAA) é a região interna do cinturão de radiação de Van Allen da Terra faz sua maior aproximação na superfície do planeta. Assim, para uma dada altura, a intensidade da radiação é maior nesta região do que noutro local. Os cinturões de radiação de Van Allen são simétricos com o atual eixo magnético da Terra, que está inclinado em relação ao eixo de rotação da Terra em um ângulo de ~ 11 graus. Além disso, o eixo magnético é deslocado a partir do eixo de rotação por ~ 450 km (280 milhas). Por causa da inclinação e deslocamento, o interior do Cinturão de Van Allen está mais próximo da superfície da Terra sobre o oceano Atlântico sul (a maior parte sobre o BRASIL), e mais distante da superfície da Terra ao longo do Oceano Pacífico Norte.
Alguns cientistas acreditam que essa anomalia é um efeito colateral da reversão geomagnética. Isto pode resultar de um mal-entendido da literatura existente, que menciona um enfraquecimento lento do campo geomagnético como uma das várias causas para as mudanças nas fronteiras da SAA desde a sua descoberta. O que é verdade é que, como o campo geomagnético continua a se enfraquecer, o interior do Cinturão de Van Allen vai se aproximar da Terra, com um aumento proporcional do SAA em determinadas altitudes. A porção de maior intensidade da SAA deriva para o oeste, a uma velocidade de cerca de 0,3 graus por ano, e é visível nas referências listadas abaixo. A velocidade de deriva da SAA é muito próxima do diferencial de rotação entre o núcleo da Terra e a sua superfície, que estima-se estar entre 0,3 e 0,5 graus por ano. (MaritimeConnector) A Anomalia do Atlântico Sul (SAA) é conhecida por estar crescendo em extensão e se espalhando desde a costa oeste da África do Sul, em direção ao Brasil, na medida em que o campo magnético interno da Terra se enfraquece rapidamente nesta região. Esta pode ser uma evidência inicial de uma futura reversão na direção do campo magnético interno da Terra. Não sabemos em detalhes exatamente o que ocorre durante essas inversões, incluindo as mudanças observadas no campo magnético e o tempo que uma reversão do campo magnético leva para se completar. No entanto, estes fatores são importantes para saber onde o risco de radiação pode ser aumentado e como a atmosfera pode responder. O campo magnético da Terra tem tido muitos altos e baixos e reviravoltas em seu passado. A última reversão foi de cerca de 800 mil anos atrás (n.t. na realidade foi há apenas 13 mil anos atrás, evento que ficou registrado como o dilúvio de Noé, mas foi o afundamento final da última Ilha/continente de Atlântida). Assim, a Terra é conhecido por ser capaz de voltar a gerar o seu campo magnético e tem feito isso durante a pré-história humana. Compreender o desenvolvimento da SAA pode, portanto, ser significativo para a compreensão do processo de reversão e seu impacto sobre a vida e o meio ambiente natural do planeta. (BrittishGeologicalSurvey) A MUDANÇA POLAR E O AUMENTO DOS TERREMOTOS
O aumento considerável no número de fortes terremotos nos últimos anos pode estar relacionado com o fenômeno da mudança magnética polar, e ambos são subprodutos do núcleo externo líquido de ferro turbulento em ebulição da Terra, se agitando em torno de um núcleo de ferro interno sólido tão quente como o Sol e girando mais rápido do que o rotação externa do próprio planeta. O Manto e a crosta da Terra estão flutuando em cima de um mar tempestuoso de condutores de eletricidade de ferro fundido líquido que produz o campo magnético do planeta pelo chamado efeito Dinamo. O pólo norte magnético foi localizado pela primeira vez em 1831 e tem sido regularmente monitorado até a medição mais recente tomada há algum tempo atrás, em 2001. Durante esse tempo, o pólo se moveu a uma incrível distância de 1,100 km. Na verdade, desde 1970, o pólo vem se movendo muito mais rápido, a partir de 10 km para 40 km por O deslocamento polar é causado por alterações substanciais na circulação do núcleo externo de ferro fundido da Terra. O Dr. Tony Phillips de Science News – NASA indicou os seguintes detalhes sobre reversões polares. Cerca de 400 reversões de deslocamento polar já teriam ocorrido durante os últimos 330 milhões anos, enquanto o intervalo médio entre reversões durante os tempos geológicos recentes tem sido de cerca de 200 mil anos. A última reversão de campo magnético da Terra ocorreu cerca de 780.000 anos atrás, e que hoje, aparentemente, uma nova reversão já estaria muito atrasada. A maioria das evidências recolhidas a partir de análise de certos tipos de rocha indica que um processo de reversão do deslocamento polar pode levar 1.000 ou até 8.000 anos para ser concluído.
No entanto, há também relatos e registros do próprio processo se completar muito, muito mais rápido do que isso, sendo o mais famoso a partir de medidas tomadas de rocha de lava nas Montanhas Steens, no Oregon, que indicam que o campo magnético foi mudando até 6 graus por dia, durante um deslocamento polar especial cerca de 16 milhões de anos atrás. Tudo o que estamos vendo aqui ultimamente em relação ao deslocamento magnético polar da Terra e os terremotos atualmente, tudo pode estar relacionado e pode ser reflexos de mudanças que estão ocorrendo nas profundezas da Terra abaixo de nossos pés. (Survivalist Moderna) Fontes: http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-geomagneticos/ http://thewatchers.adorraeli.com

quarta-feira, 21 de maio de 2014

CAMPO MAGNÉTICO DO SOL ESTÁ MAIS FRACO E SE INVERTENDO

Dados gerados pelo Laboratório Solar de Wilcox, indicam que o aguardado processo de reversão do campo magnético solar está em andamento e também revelam que a intensidade do fluxo magnético recente é quase a metade ao do século passado. Clique para ampliar Observações feitas por cientistas estadunidenses em 2013 indicavam que o campo magnético do Sol se inverteria totalmente até o final daquele ano, com possíveis efeitos em cascata em todo o Sistema Solar. A afirmação estava baseada em dados coletados desde janeiro de 1976 nas regiões polares do Sol. Agora, passados cinco meses desde o início de 2014, os dados coletados pelo Laboratório Solar de Wilcox, WSO, mostram que esse processo de reversão magnética ainda está em andamento e deve se concretizar nos próximos meses. Em entrevista concedida por e-mail ao Apolo11, o físico solar Todd Hoeksema, ligado á Universidade de Stanford, nos EUA e diretor do WSO, informou que o processo não ocorre de forma abrupta. Segundo ele, os novos campos magnéticos que se deslocam das latitudes baixas em direção aos polos se misturam com os campos antigos. Isso faz com que a polaridade nas regiões limítrofes equatoriais se invertam antes das regiões polares. "Algumas vezes o campo magnético polar se inverte mais de uma vez e isso parece estar acontecendo neste momento no hemisfério norte. Isso foi observado na metade de 2012 e parece estar ocorrendo outra vez em 2014", disse Hoeksema. O pesquisador também explicou que devido à inclinação da orbita solar não é possível coletar dados sempre da mesma região e isso se reflete nas grandes variações anuais observadas nas plotagens dos gráficos. "Se você observar apenas a plotagem referente à região norte verá inversões temporárias por volta do ano de 2010, mas a média de longo prazo não se inverteu até o verão de 2012. Ao que parece o polo sul se inverteu em junho passado, mas essa reversão ainda não está totalmente caracterizada", explicou o cientista. Essas conclusões podem ser observadas no gráfico acima, onde a linha negra mais sólida representa a média suavizada dos hemisférios solares norte e sul. Consequências À medida que o Sol gira, seu campo magnético induz uma corrente elétrica de alguns bilionésimos de amperes por metro quadrado que se estende por uma extensa área projetada a partir do equador solar chamada "esteira de corrente". Apesar da intensidade ser pequena, a corrente flui através de uma região de 10 mil km de espessura e milhares de quilômetros de largura. Durante a inversão de campo magnético, a esteira se torna muito ondulada e na medida em que a Terra orbita o Sol, todo o planeta mergulha para dentro e para fora dessa estrutura, o que pode provocar poderosas tempestades geomagnéticas na Terra. Diminuição do Campo Magnético Embora não tenha sido comentado pelo pesquisador, os dados observados e fornecidos pelo WSO mostram que entre dezembro de 2000 até dezembro de 2013, a intensidade do fluxo magnético solar durante os momentos máximos é praticamente a metade daquele observado entre 1976 e 2000. Enquanto no século passado os picos atingiram diversas vezes entre 1.5 e 2.0 Gauss, nos últimos 14 anos raramente ultrapassaram 0.8. Como as medições começaram apenas em 1976 isso não deve ser visto como uma tendência de enfraquecimento do fluxo magnético até que mais dados sejam coletados nos próximos anos. Artes: No topo, Sol registrado na manhã de 16 de maio de 2014 na cidade de São Paulo. na Sequência, gráfico elaborado pelo Laboratório Solar de Wilcox mostra o comportamento do campo magnético solar. A linha pontilhada vermelha representa o fluxo do hemisfério sul solar enquanto a linha fina cinza, o hemisfério norte. A linha azul mostra a média entre os dois hemisférios e a linha solida a média suavizada. Acima, explicação mais detalhada sobre o processo da reversão. Fonte: apolo11.com