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segunda-feira, 9 de junho de 2014

NASA ESTUDA CONCEITOS AVANÇADOS DE PROPULSÃO ESPACIAL

Há poucos dias, a NASA anunciou uma nova rodada de seu Programa de Conceitos Avançados. Na edição de 2013, estão incluídas tecnologias como animação suspensa de astronautas, sondas espaciais 2D, transformers espaciais e outras: Uma categoria que mereceu uma atenção à parte foi a propulsão espacial, já que os limites da propulsão química são bem conhecidos, sendo uma tecnologia incapaz de nos levar além das vizinhanças da Terra. Os motores iônicos - a chamada propulsão elétrica - vêm sendo usados com sucesso em naves espaciais, mas têm limitações quando se fala em missões tripuladas de longa duração porque aceleram muito lentamente, embora de forma constante. Veja a seguir as propostas de conceitos avançados de propulsão espacial que receberão financiamento da NASA.
Sistema de propulsão pulsada a fissão nuclear Os sistemas nucleares são usados há décadas no espaço - as sondas Voyager, por exemplo, os artefatos humanos mais distantes da Terra, assim como o robô Curiosity, que está em Marte, são alimentados por fontes nucleares.Mas o que Rob Adams, do Centro Marshal da NASA, está propondo é diferente. Ele quer reativar a chamada Propulsão Pulsada a Plasma, que a própria NASA estudou nos anos 1960, por meio de um projeto chamado Orion. Esse sistema combina densidade de energia e impulso específico elevados - a fraqueza da propulsão química - com grande empuxo - a fraqueza da propulsão elétrica -, superando largamente o desempenho de todos os outros sistemas conhecidos. "O objetivo deste estudo é investigar a interligação dos aspectos técnicos e de desempenho das arquiteturas acessíveis a um Sistema de Trânsito Pulsado a Plasma (PPTS) com sistemas de voo tripulado e robótico," diz o engenheiro. "Também vamos estudar as preocupações científicas, técnicas, jurídicas, político/institucionais e ambientais que os interessados podem ter que poderiam dificultar a adoção do PPTS," concluiu.
Propulsão dupla para explorar o Sistema Solar Nathan Jerred, da Associação de Universidades de Pesquisas Espaciais, está propondo unir dois sistemas de propulsão já conhecidos e testados para obter o melhor de cada um deles. A ideia é juntar a propulsão elétrica - os motores iônicos, que têm energia e impulso específico elevados, mas baixo empuxo - com a propulsão termal - que tem elevado empuxo, mas gasta combustível demais. "A alta capacidade de empuxo do modo térmico é ideal para um escape rápido da órbita da Terra, para manobras orbitais drásticas e para inserção orbital. A alta eficiência do modo elétrico é ideal para viagens interplanetárias," defende Jerred. O projeto envolve testar o sistema de propulsão dupla, alimentado por fonte nuclear - um gerador de radioisótopos -, nos chamados cubesats, satélites artificiais de pequeno porte. Se tiver sucesso, o pesquisador afirma que isto transformará os cubesats em verdadeiros exploradores do Sistema Solar, que poderão ser enviados às centenas para os mais diversos destinos, já que são uma opção barata e de desenvolvimento rápido em relação às missões robóticas tradicionais.
Propulsão a Força Plasmônica Joshua Rovey, da Universidade de Missouri, também vislumbra meios de criar pequenas espaçonaves rápidas para ampliar os horizontes das pesquisas espaciais para além da órbita baixa da Terra. A plasmônica vem sendo largamente pesquisada no campo da eletrônica e das tecnologias optoeletrônicas. A plasmônica funciona com base em ondas superficiais de elétrons chamados plásmons de superfície. Os pesquisadores querem usar essas ondas elétricas para criar "campos de força plasmônica" induzidos por energia solar. "Nós vamos comparar nossos resultados com os propulsores estado da arte (por exemplo, a propulsão elétrica por eletroaspersão) e os geradores de torque (por exemplo, as rodas de reação). Vamos também avaliar a viabilidade da propulsão plasmônica para atender e/ou exceder as rigorosas exigências de futuras missões da NASA, disse Rovey. FONTE: inovacaotecnologica

sexta-feira, 23 de maio de 2014

ESTUDO INDICA QUE VENTO TRANSPORTA GERME CAUSADOR DE DOENÇA VASCULAR

Um germe procedente de uma região agrícola da China, levado pelo vento, poderia estar na origem da doença de Kawasaki, uma misteriosa síndrome vascular que afeta crianças pequenas, revelou uma equipe internacional de pesquisadores. A doença de Kawasaki, bastante rara mas cuja incidência está aumentando, é difícil de diagnosticar e pode causar danos permanentes às artérias, destacaram os autores do estudo publicado nesta segunda-feira (19) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Sem tratamento, 25% dos doentes desenvolvem aneurismas que podem causar ataques cardíacos e morte súbita. Descrita pela primeira vez em 1967, no Japão, e batizada com o nome de seu descobridor, Tomisaku Kawasaki, a causa dessa doença continua um mistério. Ao notar que um forte aumento dos casos de Kawasaki no Japão coincidia com certas características dos ventos no continente asiático, o climatologista espanhol Xavier Rodó, do Instituto catalão de Ciências Climáticas de Barcelona, simulou em computador a circulação de massas de ar e de partículas. Esse cientista constatou que a maioria dos casos se concentrava no Japão, onde sopravam ventos que se formavam em uma grande região agrícola do nordeste da China. Em 2011, Rodó e sua equipe equiparam um avião com um filtro de ar muito grande para poder captar amostras de aerossóis a uma altitude de 2.000 a 3.000 metros para evitar os contaminantes superficiais. Os cientistas captaram amostras durante os dias com maior incidência de casos do mal de Kawasaki e do vento que se forma no nordeste da China. A equipe de pesquisadores concluiu que "os novos indícios sugerem que a causa mais provável da doença de Kawasaki é uma toxina já formada, ou uma molécula ambiental", procedente do nordeste da China e que pode estar ligada à Candida. A cândida é um tipo de levedura que é a causa mais frequente de vários tipos de infecções fúngicas no mundo. Esse tipo de mofo foi vinculado a uma vascularidade das artérias similar à doença de Kawasaki em ratos de laboratório. A multiplicação de casos dessa doença no mundo, como nas Filipinas e na Índia, pode ser provocada pelo mesmo agente infeccioso que procederia de diferentes regiões, destacou a pesquisadora Jane Burns, da Universidade da Califórnia em San Diego, uma das co-autoras desse trabalho. FONTE: http://zip.net/bgnq4w

quarta-feira, 21 de maio de 2014

ESTUDO DE NEBULOSAS MOSTRA COMO O SOL VAI MORRER

O registro do Chandra (em rosa, no centro da nebulosa) é combinado a uma observação de um telescópio óptico. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Rochester, em Nova York, divulgaram uma série de imagens de nebulosas planetárias feitas pelo telescópio Chandra. Os registros fazem parte de um estudo desse tipo de objeto - que pode representar o futuro do Sistema Solar. O equipamento é administrado pela Nasa e pelo Observatório Smithsonian, da Universidade de Harvard. O estudo foi publicado no The Astronomical Journal. Os cientistas acreditam que o Sol - daqui a bilhões de anos - vai esgotar o hidrogênio de seu núcleo e, por causa disso, vai inchar e se tornar em uma estrela vermelha. As camadas mais externas da estrela começarão a emitir material até que no final sobrará apenas o núcleo - uma anã branca. O forte vento solar vai empurrar esse material e formará uma nebulosa planetária. Para entender melhor esse processo, os pesquisadores registraram 21 dessas estruturas com até 5 mil anos-luz de distância da Terra. Além disso, a pesquisa incluiu observações de outras 14 nebulosas que já haviam sido registradas pelo Chandra. O equipamento registra raios-X que, nos casos dessas nebulosas, os cientistas acreditam ser causado por ondas de choque dos rápidos ventos solares que colidem com o material ejetado. Ao comparar essas imagens com registros ópticos, os astrônomos afirmam ter encontrado conchas compactas que foram criadas por fortes ondas de choque. Segundo eles, essas conchas não têm mais que 5 mil anos, o que indica a frequência com que as ondas ocorrem. Cerca de metade das nebulosas estudadas tinham fontes de raios-X pontuais no centro, onde fica a anã branca, o que indica que essa estrela tem outra companheira nesses casos. Os cientistas afirmam que novos estudos serão necessários para entender o papel de uma estrela companheira na formação da estrutura de uma nebulosa planetária. O nome "nebulosa planetária" na verdade nada tem a ver com planetas. Quando esses objetos começaram a ser vistos, os astrônomos os acharam parecidos com os planetas Urano e Netuno nos fracos telescópios da época. O termo foi cunhado por William Herschel no século 18. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6220338-EI301,00-Estudo+de+nebulosas+mostra+como+o+Sol+vai+morrer.html

sexta-feira, 9 de maio de 2014

ESTUDO AFIRMA QUE ENERGIA SOLAR PODERÁ SER ENVIADA DO ESPAÇO PRA TERRA EM 30 ANOS

Seriam necessários diversos satélites com enormes painéis solares, que seriam enviados à órbita terrestre em etapas. Um estudo divulgado esta semana pela Academia Internacional de Astronáutica em Paris afirma que, em até 30 anos, será possível construir enormes painéis solares na órbita terrestre e enviar a energia gerada no espaço para o consumo na Terra. Seria uma forma de gerar energia elétrica com praticamente nenhum impacto ambiental. O Sol oferece uma fonte de energia renovável e limpa. Explorar o calor da estrela que ordena o Sistema Solar na Terra não é nenhuma novidade, o problema é que gerar eletricidade do Sol estando aqui crosta terrestre está longe de ser eficiente como forma válida de substituição de outras matrizes energéticas. É pensando nisso que a proposta do estudo olha para cima e diz que a resposta para o problema energético da Terra no longo prazo estará em órbita. Lá no espaço, sem ozônio e atmosfera para amortecer os raios solares, a capacidade de geração de energia é muito maior. Seriam necessários diversos satélites com enormes painéis solares, que seriam enviados à órbita terrestre em etapas. O acúmulo destas usinas orbitais formaria um sistema global de geração de energia que, em órbita na altura do Equador, seria capaz de gerar eletricidade 24 horas por dia a níveis de eficiência bem superiores do que as terrestres. Ma,s como enviar a energia gerada para o consumo na Terra? Não é possível instalar linhas de alta tensão entre as usinas em órbita e o planeta. A solução seria transmitir a energia em forma de raio laser ou com enormes antenas de microondas. Na Terra, estruturas receberiam a energia transmitida e se encarregariam do armazenamento e distribuição. Evidentemente, o projeto tem custos altos e só poderia sair do papel com vultuosos investimentos e apoio governamental – que ainda não foram oferecidos. Fonte:techtudo

terça-feira, 15 de abril de 2014

PESSOAS MATERIALISTAS SÃO MAIS INFELIZES,DIZ ESTUDO

Não importa quanto as tecnologias de mapas e GPS avancem, encontrar a felicidade nunca será uma tarefa fácil. Mais: nunca haverá só um caminho possível. O curioso é que algumas pessoas têm uma facilidade muito grande em associar a felicidade com bens materiais, de forma que “quanto mais coisas eu tenho, mas feliz eu sou”. Será mesmo? De acordo com um estudo realizado pelos pesquisadores da Universidade Baylor, nos Estados Unidos, as coisas não funcionam bem assim. Aliás, é o contrário. Segundo o estudo, publicado na revista americana Personality and Individual Differences, pessoas materialistas são mais propensas a serem deprimidas e insatisfeitas com a vida, em grande parte porque acham mais difícil ter gratidão pelo que elas têm. Jo-Ann Tsang, autora principal do estudo, intitulado “Porque materialistas são menos felizes? O papel da gratidão e necessidade de satisfação na relação entre materialismo e satisfação com a vida”, professora associada do núcleo de psicologia e neurociência da Universidade Baylor, explica melhor: “A gratidão é um estado de espírito positivo. Trata-se das outras pessoas. Pesquisas anteriores feitas por nós e outras equipes mostram que as pessoas são motivadas a ajudar quem as ajuda – e a ajudar os outros também. Nós somos criaturas sociais e assim nos concentramos em outras pessoas de uma forma positiva que faz bem à nossa saúde”. Mas, quando uma pessoa é materialista, ela não segue essa lógica. Pessoas materialistas tendem a ser centradas nelas mesmas. e apenas nelas. E COMO ISSO EXPLICA O FATO DE PESSOAS ASSIM SEREM INFELIZES? “Nossa capacidade de adaptação a novas situações pode ajudar a explicar porque ter mais coisas não nos faz mais feliz”, disse o coautor do estudo, James Roberts, professor da Escola de Negócios da Universidade de Baylor. “À medida que acumulamos mais e mais bens, nós não ficamos mais felizes. Nós simplesmente aumentamos o nosso ponto de referência”, disse ele. É como se nos acostumássemos muito rápido a um novo padrão de vida. E, assim, imediatamente passamos a querer algo mais. Vamos supor que você tenha sonhado a vida toda em ter uma casa grande e depois de muito trabalho, conseguiu comprar uma. “Essa nova casa de 2.500 metros quadrados, então, se torna a base para nossos desejos de ter uma casa ainda maior”, exemplifica o professor. Isso se chama “esteira de consumo”. Continuamos a comprar cada vez mais coisas, mas nunca chegamos mais perto da felicidade. Adquirir mais bens só acelera cada vez mais a tal da esteira. AMOSTRA: Os resultados do estudo foram baseados em uma análise de 246 membros do departamento de marketing de uma universidade particular de médio porte localizada no sudoeste dos Estados Unidos, com uma idade média de 21 anos entre os estudantes que participaram da amostra. Cada um deles respondeu um questionário de 15 minutos, usando uma escala de 15 itens de materialismo. Pesquisas anteriores sugerem que os materialistas são, em geral, menos satisfeitos com suas vidas. Eles são mais propensos a serem infelizes e têm baixa autoestima. Também são mais propensos a serem menos satisfeitos com suas relações e menos envolvidos em causas sociais. Enquanto isso, aqueles que são mais gratos pelo que conquistaram têm mais probabilidade de encontrar mais sentido na vida e serem, assim, mais felizes. É como diria o filósofo grego Epicuro: “Não estrague o que você tem desejando o que não tem. Lembre-se que o que você tem agora é o que um dia você sonhou”. FONTE:medicalxpress

domingo, 30 de março de 2014

CONHEÇA OS ODORES DA VAGINA

Voltando um pouco no tempo, mais precisamente para o ano de 1975, encontramos um curioso estudo que aborda os diferentes odores da vagina humana. O resumo do texto diz: “Uma análise por cromatografia gasosa de 90 amostras de secreção vaginal de 10 mulheres revelou que cada odor perceptível é composto por diferentes efluentes odoríferos. No total, quase 2,1 mil efluentes odoríferos foram observados”. E isso corresponde a apenas 16% de todos os picos de odores registrados a partir da cromatografia gasosa. Esses cheiros foram divididos em três categorias: neutro, agradável e desagradável. Nos dias imediatamente anteriores à ovulação, os pesquisadores observaram que os odores foram agradáveis e suaves. Pouco antes e logo depois da menstruação o cheiro foi considerado mais forte e desagradável. Os odores da vagina são mais complexos do que podem parecer. E mostram que cada mulher é completamente diferente de outra – mesmo que seja pelo cheiro. FONTES:Discover Magazine/Springer Link

sábado, 22 de março de 2014

ESTUDO DA NASA: "HUMANIDADE ESTÁ A BEIRA DO COLAPSO, APENAS A ELITE PODE RESTAURAR O EQUILÍBRIO"

Cientista conclui em um estudo sensacionalista financiado pela NASA que a humanidade está a beira do colapso e que a solução seria através de uma ação das elites. Nada surpreendente vindo da NASA, alardeando o mítico aquecimento global antropogênico e o mito da super-população, e colocando a elite como única salvadora. Veja a matéria do Yahoo News: A humanidade está na iminência de um colapso por conta da instabilidade econômica e do esgotamento dos recursos naturais. Essa foi a conclusão de um estudo financiado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Com o uso de modelos matemáticos a agência norte-americana previu o colapso do planeta Terra mesmo quando eram feitas estimativas otimistas, segundo o jornal britânico Independent. Usando como modelo o colapso de antigas civilizações, como Roma, Gupta (indiana) e Han (chinesa), a Nasa concluiu que a elite da atual sociedade elevou o padrão de consumo a níveis preocupantes, disparando um alerta de colapso da nossa civilização baseada em cidades e na industrialização. "Esse ciclo de crescimento-colapso é recorrente na história da humanidade", explica o matemático Safa Motesharri. Motesharri e sua equipe exploraram diversos fatores capazes de causar a extinção da sociedade, como as mudanças climáticas, o crescimento populacional, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que a junção desses fatores, aliada à escassez de recursos e a divisão da sociedade entre elite e massas termina por destruir esse arranjo social. Assim aconteceu em todos os impérios da Antiguidade, explica o cientista. Entretanto, o cientista não considera o fenômeno irreversível. Para evitar o colapso da sociedade, o cientista diz que será necessária uma ação das verdadeiras elites para restaurar o equilíbrio econômico e do uso dos recursos naturais - essa é a única maneira de deter o impacto da ação humana sobre o meio ambiente. E aí, você também acha que estamos a caminho de destruir nossa sociedade? Fontes: via Fórum Anti-NOM; Yahoo Notícias; http://www.anovaordemmundial.com/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

ESTUDO AFIRMA QUE HOMENS GORDINHOS PRODUZEM ESPERMA DE PIOR QUALIDADE

Os pesquisadores descobriram mais malefícios em estar acima do peso. Ao que tudo indica, as gordurinhas extras fazem mal para outras áreas do corpo. Os cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, juntamente como a Eunice Kennedy Shriver National Institute of Chil Health and Human Development, descobriram que homens com massa corporal elevada e circunferência abdominal acima do considerado saudável, produzem esperma considerado de qualidade muito inferior ao produzido por um homem com peso normal ou magro. A pesquisa foi publicada na revista Human Reproduction e levou em consideração um estudo com 500 casais entre os anos de 2005 e 2009. Em geral, homens com média de 31 anos e IMC por volta de 29,8 e circunferência abdominal de 100,8 centímetros, tiveram os piores resultados. Os voluntários demonstraram ter menos esperma na ejaculação e menos espermatozoide na contagem oficial. Em entrevista à Reuters, Michael Eisenberg, um dos responsáveis pelo estudo, disse: “Tudo que se relaciona ao esperma é importante. O líquido da ejaculação tem diversas substâncias que criam um ambiente seguro aos espermatozoides. Portanto, se esse líquido ocorre em volume baixo, pode ser um problema”. Fonte: Human Reproduction

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ESTUDO COMPROVA QUE EXTRATO DE MAÇÃ MATA CÉLULAS DE CÂNCER DE CÓLON MELHOR DO QUE DROGAS QUIMIOTERÁPICAS

Oligossacarídeos de maçãs matou até 46 % das células cancerígenas do cólon humano em vitro, e superou o medicamento de quimioterapia mais usado por uma larga margem a cada dose testada. E ao contrário das drogas de quimioterapia tóxicos, oligossacarídeos são naturais, e promove a saúde são compostos amplamente presentes em frutas e vegetais. A solução natural para a principal causa de morte por câncer? O câncer de cólon é atualmente a segunda maior causa de morte relacionada ao câncer em mulheres em todo o mundo, e a terceira principal causa para os homens. A droga de quimioterapia padrão de cuidado que utilizada para o cancro do cólon tem visto um sucesso limitado, e pode ter efeitos secundários graves, tais como o espasmo coronário, a neurotoxicidade, anemia e imunossupressão. Pesquisadores concentraram- se em maçãs como um meio natural para o tratamento e prevenção do câncer de cólon, porque eles são o fruto mais consumido em muitos países, e já demonstrou atividade contra o câncer de mama, câncer de ovário, câncer de pulmão, câncer de fígado e câncer de cólon. Oligossacarídeos da Maçã foram utilizados neste estudo porque as suas propriedades anti-cancerígenas foram estabelecidas em estudos anteriores, e eles podem ser mais barato, o bagaço derivado da maçã é um produto amplamente disponível de resíduos que sobraram da indústria de processamento de suco de maçã. Oligossacarídeos da Maçã são mais eficazes do que drogas de quimioterapia para matar células de câncer de cólon. Pesquisadores universitários em Xi'an, China polissacarídeos isolados (fibras de pectina e outras) a partir de bagaço de maçã e tratou-os com pectinase natural para quebrar suas moléculas em oligossacarídeos menores (que têm apenas três a dez unidades de açúcar por molécula). Os oligossacáridos foram então adicionados à cultura de cólon humano HT29 células cancerosas a várias concentrações, e em comparação com o fármaco de quimioterapia mais usado para o cancro do cólon. Para cada concentração testada, os oligossacáridos superou o fármaco quimio na indução de morte celular programada (apoptose). Por exemplo, com apenas 0,9 microgramas por mL (cerca de 0,9 ppm), oligossacarídeos matou 17,6 % do cólon câncer células após 36 horas, ao passo que o fármaco químico matou apenas 10,9 % (em uma concentração mais elevada de 1,3 microgramas por mL). Mais importante, porque os oligossacáridos de maçã não são tóxicos para as células saudáveis, podem ser utilizados em concentrações mais elevadas do que seria possível com a droga de quimioterapia. De 9,0 ppm, os oligossacarídeos matou 46 % das células do cancro do cólon (a droga quimio não foi testado a este nível). Alimento funcional com benefícios para a saúde - oligossacarídeos Oligossacarídeos vêm ganhando cada vez mais atenção recentemente por promover a saúde geral dos alimentos funcionais, e são, provavelmente, usados para enriquecer diversos alimentos que você já come (ou seja, como fruto-oligossacarídeos). Eles têm sido encontrados em estudos a fim de promover uma flora intestinal saudável, o açúcar no sangue de controle, e modulam o sistema imunitário. Oligossacarídeos ocorrem naturalmente em muitas plantas (frutas, vegetais e algas), bem como no mel e leite. Eles podem também ser formados por quebrar os hidratos de carbono mais complexos da fruta (por exemplo, pectina) por enzimas pectolíticas, como foi feito pelos investigadores neste estudo. Até certo ponto, esta reação também pode ocorrer quando se come a fruta em bruto, uma vez que as maçãs naturalmente contêm cerca de 1,5 % de pectina, bem como o enzima pectinase. No entanto, deve notar-se que a maioria dos processados ​​comercialmente sumo de maçã contém praticamente nenhuma enzima pectina ou ativo, e também contém apenas cerca de 10 % dos polifenóis dando a saúde em comparação com maçãs primas. Como de costume, comer fresco é muito mais saudável do que consumir a versão processada. Este novo estudo acrescenta mais evidências para os efeitos de promover a saúde anti-câncer e os efeitos oligossacarídeos, mesmo em baixas concentrações. O fato de estes oligossacáridos podem ser derivados a partir de um produto residual amplamente disponível da indústria de sumo de maçã (cerca de quatro milhões de toneladas de bagaço de maçã são produzidas anualmente) oferece a promessa de um medicamento de baixo custo, natural, no futuro. FONTE: http://olharparaofim.blogspot.com.br

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

NOVO ESTUDO APONTA QUE OS NÍVEIS DE CO2 CONTROLAM A TEMPERATURA DA TERRA

Através da utilização de um novo modelo de análise do clima, pesquisadores do Instituto de Estudos Espaciais da Nasa concluíram, que o dióxido de carbono manipula a temperatura da Terra. Apenas o vapor d’água e as nuvens não podem sustentar o efeito estufa sozinhos. Andrew Lacis, do Instituto, juntamente com David Rind e outros colegas, estudaram o efeito estufa do planeta, e concluiram que os gases de efeito estufa não-condensados, como o dióxido de carbono, ozônio, os clorofluorocarbonetos, óxido nitroso e metano, desempenham um papel central no efeito estufa. Enquanto o vapor de água e as nuvens são os principais agentes quando se trata de efeito estufa do planeta, Lacis e seus colegas descobriram que o vapor de água e as nuvens por si só não poderia prever “mecanismos de feedback” que ajudam a absorver a radiação infravermelha de saída sem a ajuda dos gases. Os pesquisadores chegaram à conclusão do seguinte modo: eles aceleraram o modelo climático atual, só que sem aerossois ou gases de efeito estufa sem condensação. O resultado foi que o efeito estufa do planeta “desmoronou”. Isso aconteceu porque o vapor d’água precipitou-se rápido demais da atmosfera. Lacis concluiu que o vapor de água funciona como um processo de feedback que contribui com 50% do efeito estufa, mas não pode sustentar o fenômeno sozinho. “Nossa simulação de modelagem climática deve ser encarada como uma experiência em física atmosférica, o que ilustra um problema de causa e efeito. Isso nos permitiu obter uma melhor compreensão da mecânica do trabalho de efeito estufa do planeta e nos permitiu demonstrar a relação direta que existe entre a crescente dióxido de carbono atmosférico e aumento da temperatura global “, explica Lacis. Segundo o estudo, essa informação está diretamente relacionada ao registro geológico, que mostra que os níveis de dióxido de carbono se deslocaram entre 180 partes por milhão durante idades de gelo para cerca de 280 partes por milhão durante períodos interglaciais quentes. Ao longo do século passado, tem havido aumento de um grau Celsius na temperatura global, o que significa que a diferença de temperatura média entre a idade do gelo e os períodos interglaciais é apenas cerca de 5 graus Celsius. Rind explica ainda que o enquanto o nível de dióxido de carbono aumenta, o vapor d’água volta à atmosfera em quantidades maiores. “Foi isso que derreteu as geleiras que uma vez cobriram a cidade de Nova York”, exemplifica. Segundo ele, estamos em “território desconhecido” hoje, como os níveis de dióxido de carbono quase 390 partes por milhão nesse período “superinterglacial”. “O resumo da ópera é que o dióxido de carbono atmosférico atua como um termostato para regular a temperatura da Terra”, pontua Lacis. “O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas documentou corretamente o fato de que a atividade industrial é responsável pela rápida expansão dos níveis de dióxido de carbono e outros gases estufa. Não é, pois, de se estranhar que o aquecimento global pode estar ligado diretamente ao aumento observado de dióxido de carbono na atmosfera e à atividade industrial humana em geral”, completa. FONTE:Daily Tech