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sábado, 11 de fevereiro de 2017

CONHEÇA 7 FORMAS DE AUMENTAR A SEGURANÇA E A PRIVACIDADE NO FACEBOOK

O Facebook destacou algumas medidas que ajudam a controlar e a manter a segurança na rede social. O conjunto das ferramentas abaixo está disponível na Verificação de Segurança e na Verificação de Privacidade, que podem ser feitas a qualquer momento a partir de um computador ou dispositivo móvel.

1-Ative os alertas de login

Conhecida como autenticação em duas etapas, as Aprovações de Login garantem uma camada extra de segurança toda vez que você acessa sua conta no Facebook a partir de um dispositivo diferente. Você recebe um código para usar com sua senha para completar o processo de login.

2-Adicione chaves de segurança físicas em sua conta

Com as chaves de segurança, você pode ativar as aprovações de login utilizando um dispositivo USB. As chaves de segurança podem ser adquiridas por meio de empresas como a Yubico, e suportam o padrão universal 2nd Factor (U2F) da FIDO Alliance.

3-Defina uma senha complexa

Certifique-se de que sua senha tenha ao menos 6 caracteres e tente usar uma combinação complexa que inclua números, letras e pontuações. Se vir uma mensagem informando que a senha inserida não é forte o suficiente, tente combinar letras maiúsculas e minúsculas. Sua senha do Facebook deve ser diferente das outras senhas que você usa para acessar outros serviços, como o e-mail ou a conta bancária.

4-Crie contatos de confiança

Selecione os amigos com os quais você pode entrar em contato se precisar de ajuda com a sua conta no Facebook, criando contatos de confiança (por exemplo, se esqueceu sua senha do Facebook e não consegue enviá-la para sua conta de e-mail para redefini-la).

5-Saiba como lidar com spam

Se você clicou em alguma coisa que acabou sendo spam ou se a sua conta está criando publicações, eventos, grupos ou Páginas indesejadas, siga algumas etapas e remova esses conteúdos. Entre outras ações, você deve verificar seu histórico de login para checar se não há acessos suspeitos a sua conta, executar uma análise das suas publicações e curtidas recentes, e verificar o Registro de atividades para excluir o conteúdo indesejado.

6-Phishing

O Phishing é uma tentativa maliciosa de obterem acesso à sua conta ou gravarem suas informações pessoais ao levarem você a inserir as suas informações de login ou outras informações confidenciais em um site falso. Fique atento a mensagens com erros de digitação e de grafia, links que levem para destinos diferentes do local indicado no e-mail e mensagens que pedem informações pessoais. O Facebook nunca pedirá a senha da sua conta ou dados como número do CPF e de cartão de crédito. Lembre-se que você pode denunciar emails de phishing ao phish@fb.com ou por meio dos links de denúncia que aparecem no Facebook.

7-Escolha quem vê o que você posta

No Facebook, você pode usar a seleção da audiência para definir quem você quer que veja seus posts — somente seus amigos, qualquer um ou pessoas especificamente selecionadas por você. Mais informações estão disponíveis no site https://www.facebook.com/about/basics fonte: http://idgnow.com.br/internet/2017/02/07/7-formas-de-aumentar-a-seguranca-e-privacidade-no-facebook/

domingo, 22 de novembro de 2015

CONFIRA 14 PREVISÕES DE SEGURANÇA PARA 2020, SEGUNDO A McAffe

O futuro será da computação pervasiva e das máquinas inteligentes. O que, no fim das contas, deve acarretar dilemas e desafios gigantescos de segurança. As ameaças ficarão mais sofisticadas eficazes? Foi o que tentou responder o Relatório de Previsões de Ameaças do McAfee Labs, divulgado esta semana pela Intel Security. O relatório apresenta opiniões de 33 líderes de segurança cibernética do McAfee Labs, do Gabinete do CTO, da Foundstone Professional Services e de equipes de Pesquisa Avançada de Ameaças da Intel Security. O ponto de vista coletivo revela consequências de curto (2016) e longo prazo (2020) para as organizações .

Ameaças Cibernéticas para 2016

As previsões sobre as ameaças para 2016 atravessam todas as tendências, desde as prováveis ameaças relacionadas ao ransomware (vírus sequestrador), ataques a sistemas automotivos, ataques às infraestruturas, o armazenamento e a venda de dados roubados entre outros prováveis problemas: · HARDWARE - Os ataques a todos os tipos de hardware e firmware continuarão, assim como o mercado de ferramentas que os tornam possíveis se expandirá e crescerá. As máquinas virtuais serão atacadas com êxito por meio de rootkits no firmware do sistema. · RANSOMWARE - Redes de anonimato e métodos de pagamento continuarão a alimentar a crescente ameaça do ransomware. Em 2016, um número maior de criminosos cibernéticos inexperientes aproveitarão as ofertas de serviços de ransomware , o que agilizará ainda mais o seu crescimento. · TECNOLOGIAS VESTÍVEIS - As tecnologias vestíveis que não contarem com proteção integrada de segurança serão os alvos preferidos dos criminosos cibernéticos, porque eles poderão coletar dados extremamente pessoais. Mais importante ainda, o fato de elas sincronizarem-se com os smartphones cria possibilidades de acesso a dados valiosos. As tecnologias vestíveis oferecem uma série de superfícies de ataque: kernels do sistema operacional, software de rede e WiFi, interfaces de usuário, memória, arquivos locais e sistemas de armazenamento e software de controle de acesso e segurança. E como eles são na maioria das vezes utilizados com aplicativos da Web para fins de compartilhamento, as máquinas virtuais na nuvem e os aplicativos da Web representam outras superfícies de ataque. · ATAQUES ATRAVÉS DE FUNCIONÁRIOS - As empresas vão continuar melhorando suas posturas de segurança, implementando as mais recentes tecnologias, trabalhando para contratar pessoas talentosas e experientes, criando políticas eficazes e mantendo a vigilância. Assim, os atacantes provavelmente mudarão seu foco e atacarão cada vez mais através dos funcionários, visando, entre outras coisas, os sistemas residenciais deles, que são relativamente desprotegidos, para obter acesso às redes das empresas. · SERVIÇOS NA NUVEM - Os criminosos cibernéticos, empresas concorrentes e agentes de Estados nacionais atacarão cada vez mais os serviços de nuvem, os quais gerenciam uma quantidade cada vez maior de informações confidenciais. Essas informações podem ser sobre estratégias de negócios de organizações, estratégias de carteira de empresas, inovações de última geração, dados financeiros, planos de aquisição e alienação, dados de funcionários, entre outros dados. · AUTOMÓVEIS - Os pesquisadores de segurança continuarão se dedicando às novas maneiras de explorar o hardware automotivo conectado que não conta com recursos básicos de segurança. A região de ataque dos automóveis podem incluir sistemas de acesso aos veículos, unidades de controle de motor (UCM), UCMs de direção e frenagem, UCMs de motor e transmissão, UCMs do sistema avançado de assistência ao motorista, sistemas de chave remota, entrada passiva sem chave, receptor V2X, Bluetooth, USBs, OBD IIs, UCMs de airbag, aplicativos de link remoto e acesso por smartphones. · DEPÓSITOS DE DADOS ROUBADOS- Informações pessoais roubadas estão sendo vinculadas entre si em grandes depósitos de dados, tornando os registros combinados mais valiosos para os criminosos cibernéticos. No próximo ano acontecerá o desenvolvimento de um mercado negro ainda mais robusto para obter informações pessoais, nomes de usuário e senhas roubadas. · ATAQUES À INTEGRIDADE - Um dos novos vetores de ataque mais significativos serão os comprometimentos, discretos e seletivos, da integridade dos sistemas e dados. Esses ataques envolverão a captura e a modificação de operações ou dados em favor dos autores dos crimes, tais como uma pessoa mal-intencionada que altera as configurações de depósito do salário da vítima para depositá-lo numa conta diferente. Em 2016, o McAfee Labs prevê que testemunharemos um ataque à integridade do setor financeiro, no qual milhões de dólares poderão ser roubados por criminosos cibernéticos. · COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES SOBRE AMEAÇAS - O compartilhamento de informações sobre ameaças, entre as empresas e os fornecedores de segurança, aumentará rapidamente e amadurecerá. Poderão ser tomadas medidas legislativas para que empresas e governos compartilhem informações sobre ameaças com o setor público. O desenvolvimento de práticas recomendadas nessa área se intensificará, surgirão métricas de sucesso para quantificar a melhoria da proteção e o compartilhamento de informações sobre ameaças entre os fornecedores do setor se expandirão.

Previsões até 2020

A perspectiva para 5 anos tenta prever como mudarão os tipos de autores de ameaças, como mudarão os comportamentos e objetivos dos atacantes e também como o setor enfrentará esses problemas nesses próximos anos: · ATAQUES NO SISTEMA OPERACIONAL BAIXO - Os atacantes procurarão pontos fracos no firmware e no hardware para reagir ao reforço dos aplicativos e sistemas operacionais contra os ataques convencionais. A isca será o amplo controle que os atacantes podem conseguir com essas investidas, pois eles podem ter acesso a qualquer número de recursos e comandar recursos de administração e controle. · FUGA DA DETECÇÃO - Os atacantes evitarão a detecção procurando novas superfícies de ataque, empregando métodos de ataque sofisticados e tomando a iniciativa de fugir das tecnologias de segurança. Entre os estilos de ataque difíceis de detectar estarão ameaças sem arquivo, infiltrações criptografadas, malwares que evitam áreas restritas (sandbox), explorações de remote shell e protocolos de controle remoto, além dos ataques já mencionados do sistema operacional baixo cujo alvo explorado são os registros-mestres de inicialização (MBR), a BIOS e o firmware. · NOVOS DISPOSITIVOS, NOVAS SUPERFÍCIES DE ATAQUE - A queda dos custos de desenvolvimento de dispositivos levará a uma explosão de novos produtos e, se a história dos novos paradigmas de informática nos ensinou alguma coisa, esse fato pode indicar que muitos serão projetados com a proteção de segurança em segundo plano. Embora ainda não tenha acontecido o pico da IoT (Internet das Coisas) e dos ataques às tecnologias para vestir, poderemos prever para 2020 que as bases desses sistemas proporcionarão níveis de penetração substanciais a ponto de atrair os atacantes. · A GUERRA CIBERNÉTICA MUDARÁ A ECONOMIA - A guerra cibernética entre países continuará sendo um compensador geopolítico, deslocando o equilíbrio de poder em muitos relacionamentos internacionais. O McAfee Labs prevê que os ataques cibernéticos nas áreas de coleta de informações e de manipulação clandestina de mercados em favor dos agressores se tornarão mais eficazes. · RESPOSTA DO SETOR DE SEGURANÇA - O setor de segurança desenvolverá instrumentos mais eficazes para detectar e corrigir ataques sofisticados. Será possível desenvolver uma análise comportamental para detectar atividades irregulares de usuários, as quais podem indicar o comprometimento de contas. Provavelmente, as informações compartilhadas sobre ameaças proporcionarão aos sistemas uma proteção mais ágil e de melhor qualidade. A segurança integrada à nuvem pode melhorar a visibilidade e o controle. Finalmente, a tecnologia de detecção e correção automatizadas prometem proteger as empresas contra os ataques mais comuns, liberando os profissionais de segurança de TI para se concentrar nos incidentes de segurança mais graves. "Acompanhar, prever e se antecipar aos adversários exige que tenhamos o mesmo nível de troca de informações, computação em nuvem, capacidade de distribuição, agilidade de plataformas e também os mesmos recursos humanos que os criminosos cibernéticos normalmente empregam", prosseguiu Weafer. "Para vencer os combates contra as ameaças futuras, as organizações devem ver mais, aprender mais, detectar e reagir com mais agilidade e aproveitar ao máximo todos os recursos técnicos e humanos à sua disposição". Para saber mais, leia o relatório completo: Relatório do McAfee Labs com Previsões de Ameaças (mcafee.com/us/resources/reports/rp-threats-predictions-2016.pdf). FONTE: idgnow.com.br/internet/2015/11/19/especial-confira-14-previsoes-de-seguranca-para-2020-segundo-a-mcafee/

domingo, 27 de julho de 2014

VC SABE O QUE É SSL?

Com o aumento do uso da Internet para fins comerciais, tornou-se imprescindível a criação de meios que possibilitem a comunicação entre duas pessoas, através da rede, em total segurança. Dentre os diversos protocolos de segurança existente, existe um muito importante, que merece nossa atenção. Trata-se do SSL (Secure Socket Layer). Ele permite que aplicativos cliente/servidor possam trocar informações em total segurança, protegendo a integridade e a veracidade do conteúdo que trafega na Internet. Tal segurança só é possível através da autenticação das partes envolvidas na troca de informações. ENTENDENDO O FUNCIONAMENTO: Uma conexão utilizando SSL é sempre iniciada pelo cliente. Quando um usuário solicita a conexão com Chaves de segurança são trocadasum site seguro, o navegador web (Firefox, Internet Explorer, Opera, Chrome, etc.) solicita o envio do Certificado Digital e verifica se: a) O certificado enviado é confiável. b) O certificado é válido. c) O certificado está relacionado com o site que o enviou. Uma vez que as informações acima tenham sido confirmadas, a chave pública é enviada e as mensagens podem ser trocadas. Uma mensagem que tenha sido criptografada com uma chave pública somente poderá ser decifrada com a sua chave privada (simétrica) correspondente. Pense na mensagem como sendo uma fechadura e que ela possui duas chaves, umas para trancar (criptografar) e outra para destrancar (decifrar) a porta. Um pouco complicado não?! O desenho abaixo deixa mais claro a ideia envolvida por trás do SSL.
PARA SABER MAIS: - Um servidor web protegido pelo protocolo SSL possui uma URL que começa em "https://", onde o S significa “secured” (seguro, protegido). Alguns algoritmos famosos de criptografia utilizam o protocolo SSL. Veja abaixo alguns deles: o DES e DSA - algoritmo de criptografia usado pelo governo americano. o KEA - usado para a troca de chaves pelo governo americano. o MD5 – muito usado por desenvolvedores de software para que o usuário tenha certeza que o aplicativo não foi alterado. o RSA - Algoritmo de chave pública para criptografia e autentificação. o SHA-1 -também usado pelo governo americano. A versão 3.0 do SSL exige a autenticação de ambas as partes envolvidas na troca de mensagens. Ou seja, tanto cliente quanto servidor deve fazer autenticação e afirmar que são que dizem ser. FONTE:tecmundo.com.br/seguranca/1896-o-que-e-ssl-.htm

domingo, 13 de julho de 2014

É FÁCIL ROUBAR UMA BOMBA NUCLEAR?

Quando acabou a guerra fria entre os Estados Unidos e a Rússia, no começo dos anos 90, a ameaça de desastre nuclear parecia ter se atenuado. Os acontecimentos de 11 de setembro de 2001 mudaram essa interpretação. Quando terroristas sequestraram quatro jatos de passageiros e usaram dois deles para destruir o World Trade Center, em Nova York (em inglês), foram renovados os temores quanto à possibilidade de que material nuclear roubado viesse a ser utilizado em ataques futuros. Dados dos serviços de inteligência demonstram que esses temores não são completamente infundados. As autoridades da Rússia, país equipado com um vasto arsenal de armas nucleares e materiais usados na produção de bombas, reportaram centenas de tentativas de contrabando depois de setembro de 2001. As autoridades dos EUA e a CIA reconheceram ter identificado complôs terroristas cujo objetivo era obter informações nucleares. A Marinha dos EUA tem um codinome para a "captura, roubo ou perda de uma arma nuclear ou componente" - a situação é definida como "Broken Arrow" (essa situação é mostrada no filme "A Última Ameaça", dirigido por John Woo e estrelado por John Travolta em 1996). Perceba que a definição da marinha inclui tanto uma a arma nuclear em si quanto os componentes de uma arma. Por que é importante estabelecer uma distinção entre as partes de uma bomba e seu todo?
Existe a possibilidade de que alguém roube uma bomba nuclear inteira, mas isso não seria muito provável. Como você pode ver nesse artigo, amas nucleares intactas não são algo que se possa enfiar no bolso e sair caminhando. Trata-se de objetos grandes e facilmente reconhecíveis, de modo que os responsáveis pela segurança de um arsenal nuclear teriam de ser muito incompetentes para permitir que alguém conseguisse roubar uma bomba dessas. Cenário muito mais provável envolveria uma ou mais pessoas roubando diferentes componentes necessários a uma bomba e os montando de modo a produzir uma arma funcional. Com as informações e os materiais adequados, bombas de eficiência variada poderiam ser produzidas. Uma recente violação de segurança no Laboratório Nacional de Los Alamos, nos EUA, em novembro de 2006, levou as autoridades a se preocupar com a possibilidade de que um funcionário tivesse fornecido a terceiros informações sobre controles especiais de acesso que permitiriam a detonação de uma bomba [fonte: CBS News]. O elemento mais importante de que um terrorista necessitaria seria o principal ingrediente de uma arma nuclear: urânio altamente enriquecido (HEU), plutônio, ou ambos. Da mesma maneira que uma bomba nuclear intacta, no entanto, essas duas substâncias não são algo que se possa roubar facilmente. Nem o HEU, nem o plutônio existem na natureza, e sua produção é muito dispendiosa e difícil. No entanto, tanto os Estados Unidos quanto a Rússia mantiveram grandes estoques de plutônio retirado de armas nucleares desmanteladas, e ambos dispõem de "excedentes" de HEU. Essas quantidades imensas de material nuclear são utilizadas, ou existem planos de utilizá-las, em usinas ou centros de pesquisa de energia nuclear, o que agrava o risco de roubo de informações ou materiais caso medidas apropriadas de segurança não sejam tomadas. A fim de obter o volume de plutônio ou urânio necessário a obter massa supercrítica - o ponto além do qual o material está comprimido de maneira a criar uma reação nuclear descontrolada - também é necessária certa quantidade de explosivos convencionais, como o TNT. Adquirir TNT e um detonador seria provavelmente a parte fácil na construção de uma bomba nuclear. Construir ou produzir um revestimento metálico para abrigar os componentes internos da bomba seria o último passo básico importante. Ainda que em determinado nível seja possível que todas essas etapas, e muitas outras, mais complicadas, sejam superadas para possibilitar o sucesso, uma pessoa determinada a adquirir uma bomba ou seus componentes teria de ser extremamente poderosa, bem informada e capacitada, para conseguir sucesso. Seria impossível realizar a tarefa sozinho, já que uma equipe técnica seria necessária para montar a arma. Isso pode parecer fácil no cinema, mas na prática é muito mais difícil. Assim, até que ponto é eficiente a segurança em torno das armas nucleares? Os Estados Unidos, por exemplo, normalmente empregam barreiras, guardas, câmeras de vigilância, sensores de movimento e verificações de antecedentes de pessoal em qualquer situação na qual exista um arsenal desse tipo de armas [fonte: CFR]. Erros humanos ou corrupção são sempre possíveis, evidentemente, de modo que nenhuma dessas precauções é infalível.
Placas postadas na cerca e no portão, protegendo a principal área técnica do Laboratório Nacional de Los Alamos, informam os visitantes sobre as providências de segurança. As armas nucleares em si são protegidas por diversas medidas de segurança. Uma das principais precauções é um sofisticado sistema de segurança eletrônica conhecido como cadeia de ação permissiva, sob o qual dois códigos corretos precisam ser inseridos para acionar uma bomba. Isso emprega o princípio da "regra de dois homens", o que torna quase impossível que uma pessoa detone uma bomba sem ajuda. Outros países talvez não disponham de segurança de primeiro nível, o que eleva o risco de que haja roubo de material. A Rússia vem sendo constantemente mencionada como exemplo de esforços de segurança dúbios - o fim da guerra fria e a dissolução da União Soviética complicaram a situação, porque as autoridades não conseguiram manter registros adequados. O governo russo é notório pelo tratamento ruim que dava aos seguranças e a outros funcionários nas instalações de armas nucleares, o que incluía atrasos de salário constantes. Em lugar de irem para casa contentes, os trabalhadores poderiam se sentir tentados a ganhar dinheiro rapidamente vendendo informações secretas ou contrabandeando materiais perigosos. Os Estados Unidos também dispõem de informações limitadas sobre os dispositivos de segurança nas armas nucleares russas propriamente ditas e, por isso, não se sabe ao certo que providências os criadores dessas armas tomaram para proteger o mundo contra a detonação de um dispositivo nuclear. Outra preocupação é o mercado negro de materiais nucleares, no qual plutônio e o urânio não enriquecido podem ser negociados. As chances de se produzir uma bomba com esse "lixo nuclear" é extremamente baixa, mas o material ainda assim pode ser utilizado nas chamadas bombas sujas - explosivos comuns que poderiam espalhar radioatividade perigosamente em caso de explosão. Momentos de risco Uma longa história de acidentes quase catastróficos com armas nucleares faz com que algumas pessoas imaginem se deveríamos nos preocupar mais com roubos de armas nucleares ou com manipulação negligente desse tipo de material. O Centro de Informações de Defesa aponta que, embora o número de acidentes reportados seja incerto, até mesmo o Departamento da Defesa norte-americano reconhece que "pelo menos um acidente nuclear sério ocorreu quase a cada ano", desde o início da Era Atômica [fonte: CDI]. Em 1965, por exemplo, um avião que estava equipado com armas nucleares e que não estava preso devidamente ao convés rolou para fora do porta-aviões USS Ticonderoga e afundou em uma região oceânica de cinco mil metros de profundidade, próxima à costa do Japão. Em outro acidente marítimo, em 1981, uma bomba nuclear que estava sendo retirada de um submarino caiu mais de cinco metros e quase atingiu o navio USS Holland. Um sistema de freio de emergência deteve a queda logo acima do casco. Um bombardeiro B-47, em vôo sobre Mars Bluff, Carolina do Sul, em 1958, lançou acidentalmente uma bomba atômica que não explodiu, mas deixou uma cratera de 22 metros de diâmetro e oito metros de profundidade. Um incidente na Carolina do Norte foi menos destrutivo, mas mais apavorante. Em 1961, um bombardeiro B-52 que levava duas bombas de hidrogênio de 24 megatons caiu em Goldboro, Carolina do Norte. Nenhuma das bombas explodiu, mas em uma delas apenas um dos seis dispositivos de segurança funcionou como previsto. Teria sido um desastre 1,8 mil vezes pior do que a bomba que explodiu sobre Hiroshima [fonte: Nuclear Files] fonte: hsw.uol.com.br/roubar-bomba-nuclear.htm

domingo, 4 de maio de 2014

FALHA DE SEGURANÇA AFETAM LOGINS DE FACEBOOK, GOOGLE E MICROSOFT

Depois do Heartbleed, falha no protocolo OpenSSL, foram encontradas vulnerabilidades graves nas ferramentas de login OAuth e OpenID, utilizadas em boa parte dos grandes sites, como Facebook, Google e Microsoft. Um estudante de PHD de Singapura, Wang Jing, identificou a falha, chamada de “Covert Redirect”, que consegue usar domínios reais de sites para verificação de páginas de login falsas, enganando os internautas. Os cibercriminosos podem criar links maliciosos para abrir janelas pop-up do Facebook pedindo que o tal aplicativo seja autorizado. Caso seja realizada esta sincronização, os dados pessoais dos usuários serão passados para os hackers. Wang afirma que já entrou em contato com o Facebook, porém recebeu uma resposta de que “entende os riscos de estar associado ao OAuth 2.0″ e que corrigir a falha “é algo que não pode ser feito por enquanto”. O Google afirmou que o problema está sendo rastreado, o LinkedIn publicou nota em que garante que já tomou medidas para evitar que a falha seja explorada, e a Microsoft negou que houvesse vulnerabilidade em suas páginas, apenas nas de terceiros. A recomendação do descobridor da falha para os internautas é que evitem fazer o login com dados de confirmação de Facebook, Google ou qualquer outro serviço sem terem total certeza de que estão em um ambiente seguro. Especialistas: erro é difícil de corrigir O site CNET ouviu dois especialistas em segurança virtual sobre o assunto. Segundo Jeremiah Grossman, fundador e CEO interino da WhiteHat Security, afirma que a falha “não é fácil de corrigir”. Segundo Chris Wysopal, diretor da Veracode, a falha pode enganar muita gente. “A confiança que os usuários dão ao Facebook e outros serviços que usam OAuth pode tornar mais fácil para os hackers enganarem as pessoas para que elas acabem dando suas informações pessoais a ele”, afirma Wsyopal. FONTE:CNET/ techtudo

terça-feira, 29 de abril de 2014

QUEBRADO SISTEMA DE SEGURANÇA DAS REDES WI-FI

A maior fraqueza do WPA2 foi encontrada na etapa de autenticação, que representa um ponto de entrada muito mais acessível para um invasor. Um trio de cientistas da Grécia e do Reino Unido acaba de criar mais uma dor de cabeça para os milhões de usuários das redes sem fio, ou Wi-Fi. Eles mostraram que existem várias falhas que podem ser exploradas por invasores no sistema de segurança usado nos roteadores wireless. Existem várias maneiras de proteger uma rede sem fios. Algumas geralmente são consideradas mais seguras do que as outras - embora não por muito tempo. O protocolo WEP (Wired Equivalent Privacy), por exemplo, foi quebrado há vários anos, e hoje não é mais recomendado como uma maneira de manter os intrusos longe das redes privadas. Agora foi a vez do protocolo WPA2 (Wi-Fi protected access 2), considerado um dos sistemas de segurança sem fio mais fortes disponíveis atualmente. Achilleas Tsitroulis e seus colegas afirmam que este sistema de segurança das redes sem fio pode ser violado com relativa facilidade por um ataque malicioso. Eles sugerem que os especialistas em segurança e os programadores encarem o problema como uma questão de urgência, a fim de eliminar as vulnerabilidades do WPA2. Contudo, se o protocolo não puder ser salvo, outros terão que ser desenvolvidos. FALHAS NA SEGURANÇA DAS REDES WI-FI: Os pesquisadores mostraram que é possível ter êxito em um ataque de força bruta na senha do WPA2, embora o tempo necessário para quebrar um sistema aumente conforme as senhas ficam mais longas - a criptografia de 256 bits disponível no WPA2 permite criar senhas com uma sequência alfanumérica e com caracteres especiais de até 63 caracteres. Mas a maior fraqueza do WPA2 foi encontrada na etapa de autenticação, que representa um ponto de entrada muito mais acessível para um invasor. Como parte das medidas de segurança do WPA2, os roteadores devem reconectar e reautenticar os aparelhos periodicamente, compartilhando uma nova chave a cada reautenticação. Esse processo deixa uma porta aberta, ainda que temporariamente - um "temporariamente" que é tempo suficiente para um scanner sem fio rápido e um intruso insistente. MEDIDAS DE PROTEÇÃO: E o que os usuários devem fazer para proteger suas redes sem fios? Os pesquisadores sugerem que os usuários usem o protocolo de criptografia mais forte disponível em seu equipamento, escolham a senha mais complexa e longa possível, e limitem o acesso a aparelhos conhecidos através do endereço MAC (endereço de controle de acesso de mídia). Vale a pena também aprender como atualizar o software do seu roteador - uma visita ao site do fabricante pode ajudar - e ficar atento às atualizações de segurança. E depois talvez seja melhor cruzar os dedos - pelo menos até que um novo sistema de segurança seja criado e se torne disponível. Bibliografia: Exposing WPA2 security protocol vulnerabilities Achilleas Tsitroulis, Dimitris Lampoudis, Emmanuel Tsekleves International Journal of Information and Computer Security Vol.: 6, 93-107 FONTE:INOVACAOTECNOLOGICA

terça-feira, 15 de abril de 2014

NÃO É SEGURO COMER: CONHEÇA 3 ALIMENTOS PERIGOSOS

Nós sabemos que qualquer alimento pode ser contaminado, e, aliás, os benefícios e malefícios das comidas são um assunto muito debatido. Mas, antes de se comprometer a uma vida de dieta de astronauta com pílulas e vitaminas, saiba que é mais provável que você fique bem ao comer qualquer coisa. “Nós temos um sistema alimentar muito seguro”, explica Shelley Feist, diretora executiva da Parceria para a Educação e Segurança dos Alimentos. Existem apenas três alimentos realmente arriscados, os quais você deveria evitar completamente. Conheça-os: LEITE CRU Fãs de leite cru (que significa que ele não foi pasteurizado ou homogeneizado) dizem que ele tem mais bactérias benéficas e enzimas do que suas contrapartes processadas, mas a ciência não provou qualquer uma dessas alegações. E o leite cru pode ser contaminado de várias maneiras: ao entrar em contato com fezes de vaca ou bactérias que vivem sobre a pele de vacas, a partir de uma infecção do úbere da vaca, ou de equipamentos sujos, entre outros. O processo de aquecimento especial que conhecemos como pasteurização é a única forma eficaz de matar a maioria, senão todas, as bactérias prejudiciais, que podem incluir salmonela, listeria, e E. coli. Nos EUA, 86 surtos de alimentos relataram intoxicação com leite cru entre 1998 e 2008, resultando em 1.676 doenças, 191 hospitalizações e duas mortes. O leite cru é responsável por quase três vezes mais hospitalizações do que qualquer surto de doença de origem alimentar. Não é de admirar que a venda de leite cru seja ilegal em cerca de metade dos estados dos EUA. BROTOS CRUS Quando vegetais foram identificados como culpados pelo surto de intoxicação alimentar que matou pelo menos 50 pessoas na Europa no verão passado, você provavelmente se perguntou: o que há de errado com os vegetaizinhos? Já os especialistas de segurança alimentar não se surpreenderam. Nos EUA, houve pelo menos 30 surtos de doenças transmitidas por alimentos a partir de brotos crus ou levemente cozidos desde 1996. Todos os tipos de broto podem ser perigosos quando não completamente cozidos. Isto é em grande parte por causa de como eles crescem, que oferece as condições perfeitas para as bactérias (como a salmonella ou E. coli ) se multiplicarem. Evite comer fora de casa, já que você não pode saber o quão bem eles foram cozidos. E os ferva antes de comê-los: pesquisas mostram que você pode matar a salmonela por imersão de couve contaminada em água fervente por cinco segundos. OSTRAS CRUAS DO GOLFO DO MÉXICO Todo mundo sabe que comer mariscos crus pode ser arriscado (e totalmente desaconselhável), mas os do Golfo do México são ainda piores. As águas no Golfo são mais quentes que as do noroeste do Pacífico e outros pontos populares do fruto do mar, tornando possível que uma bactéria chamada Vibrio vulnificus prospere. “A ostra é um filtro, o que significa que concentra todos os contaminantes na água”, explica William E. Keene, epidemiologista americano. “Uma série de toxinas podem entrar em uma ostra, mas nenhuma é remotamente tão ruim quanto Vibrio vulnificus”. Pessoas saudáveis que ingerem V. vulnificus podem ter vômitos, diarreia e dor abdominal, mas para qualquer pessoa com um sistema imunológico comprometido, ele pode infiltrar-se na corrente sanguínea, causando uma doença grave e potencialmente fatal chamada septicemia (com chance de morte em um terço dos casos). E ter uma condição médica pré-existente o coloca em risco particular de ficar terrivelmente doente. A boa notícia é que várias empresas grandes de frutos do mar, como o Legal Sea Foods e a Costco, exigem que as ostras do Golfo sejam pasteurizadas antes de serem servidas, assim como o estado da Califórnia – e nesses lugares o risco é bem menor. Pasteurizada ou não, a tática mais simples é evitar ostras cruas do Golfo completamente. FONTE:CNN