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segunda-feira, 12 de março de 2012

COMO O CHUMBO DETONA COM O SEU CÉREBRO


Você já ouviu falar no Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BNDF, na sigla em inglês)? É uma substância química (uma proteína) que estimula a saúde neurológica e é fundamental na execução das sinapses (interações entre neurônios) no hipocampo. Há muito tempo os cientistas sabem que o chumbo faz mal ao cérebro, mas os motivos nunca ficaram muito claros. Um novo estudo, no entanto, sugere que a chave do processo é justamente o BNDF.
A contaminação por chumbo chega até os seres humanos por três vias principais: ar, água e cadeia alimentar. Geralmente, os que estão mais expostos ao risco são mineradores e trabalhadores de indústria do minério, bem como pessoas que moram em áreas próximas a esses locais. O risco de ingestão pela via oral, por exemplo, pode acontecer pelo simples fato de a pessoa beber água que passou por uma tubulação de chumbo.
Quando os níveis de chumbo no sangue ultrapassam determinado nível, os sintomas mais verificados já são conhecidos: problemas intestinais e ósseos, náuseas e tonturas. Sobre o cérebro, já se sabe que o chumbo diminui as capacidades cognitivas e reduz o QI. E pesquisadores de várias universidades americanas resolveram investigar a origem destes danos.
Os átomos de chumbo, conforme os cientistas verificaram, atrapalham o transporte da proteína BNDF pelo cérebro. Ela é levada ao axônio e às células dendríticas (dois pontos vitais para a saúde das sinapses) através de microtúbulos que cobrem as regiões cerebrais em questão. O chumbo tem o poder de desregular e reverter a fluidez desse transporte, daí o seu potencial nocivo.
É justamente por esse motivo, os danos às sinapses, que o chumbo prejudica diretamente a inteligência e a capacidade de aprender. E a questão parece ser ainda mais grave: a obstrução do BNDF é apenas um dos danos do chumbo ao cérebro. Descobrir uma solução para isso será a cura de apenas uma parte do problema.
FONTE:ScienceDaily

COMO EMAGRECER COMENDO CHOCOLATE


O que você pensaria se te contassem que existe um tipo de chocolate capaz de controlar seu apetite e ajudá-lo a emagrecer? Pesquisadores americanos fizeram um experimento nutricional com consumidores de chocolate amargo, monitorando os indicadores de saúde relacionados à alimentação, e garantem que ele é um redutor natural de apetite.
Nem todos os chocolates apresentam esse resultado: apenas o chocolate amargo (conhecido como dark chocolate em inglês), ingerido em doses moderadas, proporciona tal efeito. Os pesquisadores, que publicaram seu estudo na revista Nurition and Diabetes (Nova Iorque, EUA), procuraram 16 homens jovens para uma dieta pontuada com porções de dois tipos de chocolate: ao leite e amargo.
A cada trinta minutos, ao longo de cinco horas, os voluntários da pesquisa ingeriam 100 gramas de chocolate amargo ou ao leite, e eram perguntados a respeito de seus níveis de apetite. Aqueles que estavam na “dieta” de chocolate ao leite disseram ter maior vontade de comer alimentos doces e gordurosos.
Para que as impressões não ficassem apenas no discurso, todos os participantes ganharam um almoço ao estilo “tudo-o-que-puder-comer” logo depois do período de testes. Aqueles que passaram o dia à base de chocolate amargo consumiram em média 17 calorias a menos que o outro grupo. Mas qual o motivo dessa diferença?
Dentro do corpo, o que acontece é o seguinte: uma maior quantidade de gordura ajuda o alimento a passar pelo aparelho digestivo (estômago e intestino) mais rapidamente. Existe mais gordura no chocolate ao leite em relação ao amargo. Por essa razão, o amargo permanece mais tempo em digestão, nos dando a sensação de estarmos saciados, e automaticamente com apetite menor.
É preciso, no entanto, tomar cuidado com alguns produtos. O chocolate amargo de fato tem mais cacau e menos gordura que a “concorrência”, o que inclusive ajuda a evitar problemas cardiovasculares e diminuir o risco de diabetes. Mas a quantidade de outros componentes, como o açúcar, varia de acordo com a região em que o chocolate é fabricado.
O Brasil, por exemplo, é o quarto maior produtor de chocolate do mundo, mas as porcentagens de açúcar nas marcas daqui (inclusive nas de chocolate amargo) estão acima da maioria das outras nações representativas do setor. Para que realmente seja possível perder peso comendo chocolate amargo, é necessário analisar as informações nutricionais no verso da embalagem.
FONTE: Rodale

A MAIORIA DOS REMÉDIOS PRA EMAGRECER NÃO FUNCIONA


Uma pesquisadora da Universidade do Oregon revisou estudos sobre os suplementos de emagrecimento, e trouxe más notícias para os que esperam um remédio mágico para perder peso: isso não existe.
Melinda Manore revisitou as evidências de centenas de suplementos para perda de peso, uma indústria que só nos Estados Unidos movimenta U$ 2,4 bilhões (R$ 4,21 bi). De acordo com ela, não existe nenhuma comprovação de eles ajudam aperder peso significativamente, e muitos ainda trazem problemas de saúde.
Alguns produtos, como o chá verde, fibras e suplementos com pouca gordura, podem ter benefícios modestos na perda de peso (cerca de dois quilogramas), mas é importante saber que a maior parte dos remédios foram testados como parte de uma dieta de redução de calorias.
“Para a maioria das pessoas, a não ser que elas alterem a alimentação e comecem a se exercitar diariamente, nenhum suplemento vai ter um impacto grande”, comenta Manore.
Manore analisou remédios que entram em quatro categorias: produtos que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes como a cafeína e a efedrina que aumentam o metabolismo, produtos que contém ácido linoleico conjugado, que modificam a composição do corpo diminuindo as gorduras, e supressores de apetite, como as fibras solúveis.
Ela descobriu que muitos produtos não passaram por bons testes clínicos, que examinassem a efetividade do remédio, e a maior parte das pesquisas não incluiu exercício físico. A maioria dos produtos mostrou menos de um quilo de redução do peso, quando comparado aos grupos com placebo.
“Eu não sei como você elimina o exercício da equação”, comenta Manore. “O exercício é crucial não só para perder peso e manter a massa muscular, mas também para manter o peso”.
Em geral, o que as pessoas querem é perder peso e manter ou aumentar a massa magra. Não há evidência de que algum suplemento faça isso. E alguns têm efeitos colaterais, desde simples, como gases, até muitos sérios, como derrames e problemas de coração.
Manore comenta que a chave para perder peso é comer alimentos integrais, frutas, vegetais e carnes magras, reduzir o número de calorias ingeridas, e se manter em movimento. Dependendo do indivíduo, aumentar a quantidade de proteínas pode ser bom (especialmente aqueles que não querem perder a massa magra), mas o único modo de perder peso é modificar o estilo de vida.
“Adicionar fibras, cálcio, proteína e tomar chá verde pode ajudar”, afirma. “Mas nenhum desses vai ter muito efeito a não ser que você se exercite, coma frutas e vegetais”.
As linhas gerais de Manore, sobre estilo de vida, incluem:
>>Não saia de casa pela manhã sem ter um plano para a janta. Comer espontaneamente geralmente dá margem para opções mais pobres.
>> Comece a refeição com muita salada, molhos de baixa caloria ou uma sopa com base de legumes. Você vai se sentir muito mais cheio e não vai comer tanto depois. Melhor ainda: peça apenas um aperitivo como extra à salada.
>> Ache formas de se manter em movimento, principalmente se o seu trabalho é sedentário. Manore afirma que ela usa telefones sem fio para poder andar enquanto conversa. Durante reuniões longas, peça para ficar em pé ou caminhe por pequenos períodos, assim você não fica sentado o tempo todo.
>> Coloque vegetais em toda refeição possível. Coloque no molho da massa, junto às carnes, ou apenas coma frutas e vegetais sempre que der fome.
>> Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes.
>> Tente comer as frutas e vegetais ao invés de bebê-los. Comer uma maçã é melhor do que um suco de maçã. Também é melhor comer alimentos que ocupam mais espaço, como frutas maiores.
>> Elimine os alimentos processados. Manore comenta que algumas pesquisas mostram que esse tipo de comida é pior para a digestão.
FONTE:ScienceDaily

CRUSTÁCEO GIGANTE É ENCONTRADO NO FUNDO DO MAR


Se você pedisse uma porção desse crustáceo, só viria um. Cientistas descobriram um enorme animal escondido abaixo de sete quilômetros nas águas da costa da Nova Zelândia.
A criatura, chamada supergigante, é um tipo de anfípode, que normalmente tem em torno de 2 a 3 centímetros de comprimento.
Mas estes animais, descobertos na Fossa de Kermadec, são mais de 10 vezes maiores: o exemplar mais excepcional encontrado media 34 centímetros. “Foi como encontrar uma barata do tamanho de um pé”, comparou o pesquisador Alan Jamieson.
Os animais estranhos foram encontrados numa armadilha de metal grande, que tinha sido equipada com uma câmera. Sete espécimes foram capturadas na armadilha e nove foram vistas no filme gravado pela equipe da Universidade de Aberdeen, na Escócia, e do Instituto Nacional da Água e Pesquisas Atmosféricas (Niwa), na Nova Zelândia.
O maior exemplar pego tinha até 28 centímetros de comprimento, enquanto o maior visto em câmera tinha 34 centímetros de comprimento.
Os anfípodes geralmente são encontrados em grande número na parte inferior de fossas oceânicas, vales profundos e estreitos no fundo do mar. As criaturas são pequenas, mas extremamente ativas, e parecem prosperar em lugares onde a pressão é maior do que mil vezes ao nível do mar.
O nome “supergigante” foi cunhado após espécimes grandes serem capturadas na década de 1980, na costa do Havaí. Desde então, eles foram vistos na Antártida, onde cresceram a 10 centímetros. A nova descoberta ofusca esses dados, é claro.
Segundo os pesquisadores, um animal tão grande e visível passar despercebido por tanto tempo é a prova de quão pouco sabemos sobre a vida na Nova Zelândia, no seu habitat mais profundo e único.
Ao longo dos últimos anos, os cientistas se surpreendem cada vez pela diversidade de vida nesses locais que deveriam ser estéreis, que são muito escuros, frios e com muita pressão. É a beleza intrigante da vida.
FONTE:BBC

REFRIGERADORES ATÔMICOS PARA RESFRIAR AO NÍVEL MÁXIMO


Os objetos mais gelados do futuro talvez sejam criados com um refrigerador que atua em nível atômico. Os métodos de controle sobre a matéria que os cientistas atingiram podem levar a criação de objetos super gelados, que por sua vez podem criar novos estados da matéria e computadores quânticos incríveis.
Os cientistas já conseguem resfriar a matéria em vários graus abaixo do zero absoluto, a temperatura mais fria teoricamente, correspondente a -273,15 graus Celsius. Ainda assim, eles querem chegar mais longe, para entender melhor fenômenos extremos, como a supercondutividade, onde os elétrons viajam sem resistência através dos objetos.
Agora, os físicos revelam uma nova forma de criar matéria super gelada, com uma ideia similar aos refrigeradores comuns. Esses usam um fluído refrigerante que circula na área a ser congelada, absorvendo o calor e se resfriando novamente.

Átomos gelados
Primeiro, os pesquisadores gelaram átomos de rubídio usando lasers. Quando ajustados da maneira correta, os raios forçam os átomos a crescerem de uma maneira que emitem mais energia do que absorvem.
Nesses experimentos, os átomos acabam liberam luz, desenvolvendo uma pequena pressão sobre eles. Os cientistas usaram isso para controlá-los, movendo-os e até criando colisões.
Os pesquisadores então resfriaram ainda mais os átomos com um método de evaporação, do mesmo modo que um copo de café vai perdendo calor – os átomos mais quentes saem, deixando apenas os mais frios.
Finalmente, eles usaram uma técnica com laser conhecida como “entrelaçamento ótico”. Quando dois átomos se colidem nesse método, as excitações de ambos se anulam, sendo removidos do sistema – retirando a entropia, a quantidade de energia que sobra – e acalmando o grupo de átomos.
No experimento com os rubídios, a entropia foi removida com sucesso. Em princípio, eles podem atingir temperaturas 10 a 100 vezes menores do que o já registrado – o que significa muito abaixo do zero absoluto.

Matéria exótica
Essa pesquisa pode ajudar a “criar estados exóticos da matéria, nunca vistos antes”, comentou Markus Greiner. “Quem sabe quais seriam as propriedades desses materiais?”, disse.
A habilidade de criar arranjos perfeitos de átomos também pode ser “um grande começo para um computador quântico de uso geral”, afirmou Greiner. Esse tipo de computador explora a natureza bizarra da física quântica – como as partículas subatômicas que podem girar em duas direções diferentes, ao mesmo tempo – para realizar cálculos muito mais rápidos do que o comum.
Pesquisas em computadores quânticos são, na maior parte do tempo, para criar dispositivos que solucionariam problemas específicos, mas o entrelaçamento óptico pode levar a computadores com uso geral, para resolver vários tipos de problema.
FONTE:LiveScience

NOVA ESTRATÉGIA PODE TRANSFORMAR COMPUTADORES QUÂNTICOS EM REALIDADE


Nos últimos anos, vários métodos têm sido aplicados em busca da criação de um poderoso computador quântico, que revolucionaria a computação ao permitir o uso de qubits (unidade de informação que vai além do código binário de 0 e 1) e faria cálculos muito mais rapidamente do que um computador normal. Até o momento, nenhuma tecnologia desenvolveu tal aparelho, mas isso pode ser alcançado a partir do conceito de hibridismo de tecnologias.
Esta possibilidade está sendo estudada por cientistas de várias universidades europeias. Como se trata de computadores quânticos, estes trabalhariam com a menor partícula quântica “controlável”, o átomo. A ideia, em linhas gerais, é usar os próprios átomos como qubits, que permitem um novo leque de cálculos computacionais.
O problema é que não é fácil fazer os átomos desempenharem esse papel. Os experimentos mais avançados, até hoje, conseguiram prender em um campo elétrico não mais do que 14 átomos, por poucos minutos, para fazê-los atuar como qubits. A solução para isso já é conhecida, mas apenas teoricamente: usar fios supercondutores.
A partir de experimentos semelhantes voltados para o mesmo fim, cientistas descobriram que fios supercondutores podem ser “programados” para se comportar como qubits, o que eliminaria a necessidade de átomos. Mas o meio ambiente tende a destruir estes mini fios disfarçados de qubits, já que forçam uma condição não natural. Dessa maneira, é muito difícil manter fios supercondutores nesta função.
E neste ponto entra o hibridismo: se não dá para usar apenas átomos ou apenas fios supercondutores como qubits, talvez um computador quântico possa ser composto de ambos. Para isso, estão desenvolvendo a seguinte ideia: um disco rígido (HD) feito a base de átomos, responsável pela memória do computador, associado a um CPU composto de fios supercondutores, para o qual as informações seriam lançadas.
Em outras palavras, pretendem dividir um computador quântico em duas partes: uma fica sob responsabilidade dos átomos e outra é controlada por fios supercondutores. Em cada uma, os componentes seriam capazes de desempenhar o papel de qubits. Para que isso seja possível, o plano é usar um avançado chip feito de diamante.
De todos os materiais testados, o diamante é o que melhor consegue manter um estado elétrico alterado em seu interior (pré requisito necessário para a existência de um qubit), e também o que “segura” tal estado por um maior período de tempo.
Com um chip de diamante, os cientistas esperam que tanto o HD atômico quanto o CPU de fios possam alcançar o máximo de sua eficiência. Ainda não está claro, contudo, como um chip de diamante poderia ser moldado para dar conta desta tarefa. Este é o próximo desafio dos pesquisadores.
FONTE:Science News

FUTURO:CHIP DA HP MOVIDO A LASER REVOLUCIONARIA COMPUTAÇÃO

Até 2017, a HP espera construir um chip de computador que inclui 256 microprocessadores amarrados com feixes de luz.
Com o codinome Corona, o dispositivo movido a laser lidaria com dez trilhões de operações de pontos flutuantes por segundo (FLOPS, que é uma unidade de medida que serve para mensurar a capacidade de processamento de um computador). Em outras palavras, se você colocar apenas cinco deles juntos, você se aproxima da velocidade dos supercomputadores atuais.
O chip de 256 núcleos iria se comunicar em surpreendentes 20 terabytes por segundo, com memória de 10 terabytes por segundo. Isso significa que o chip executaria aplicações de memórias intensivas cerca de duas a seis vezes mais rápido que um chip equivalente feito com fios elétricos.
O Corona também precisa de muito menos energia, ou seja, poderia lidar com 10 a 18 quintilhões de operações de pontos flutuantes por segundo. Isso é 100 vezes mais rápido que o supercomputador mais rápido de hoje.

Fotônica integrada
O chip ótico usa uma tecnologia conhecida como “fotônica integrada”. Redes de telecomunicações e computadores de alta velocidade já usam a luz para enviar informação mais rápida e eficiente.
O Corona é apenas um dos vários esforços para construir chips super rápidos que podem estourar a barreira exascale, incluindo Runnemede da Intel, Angstrom do MIT, Echelon da NVIDIA, e projetos X-Calibur da Sandia. Todos procuram usar fotônica integrada, de alguma forma, mas a tecnologia é o cerne da questão para o Corona HP 256-core.
O problema é que um pouco da tecnologia necessária para construir o Corona não existe. Mas isso está mudando. Recentemente, investigadores e fabricantes de chips encolheram dispositivos ópticos de comunicações de modo que eles podem ser colocados em chips.
Há dois obstáculos que impedem a continuação da intensificação do desempenho de chips no ritmo atual: quanto mais núcleos de processadores enfiarmos em cada chip, mais desafiador é coordená-los. E, como sistemas de computadores ficam maiores, a movimentação de dados dentro e fora de memória torna-se um dreno de energia enorme.
A fotônica integrada pode ajudar com ambos os problemas, proporcionando alta velocidade de baixa potência a comunicações.
A tecnologia também pode desempenhar um papel central na promoção da largura de banda e redução do consumo de energia da internet, principalmente para suporte a serviços de vídeo.
Interferência eletromagnética também é uma preocupação crescente para dispositivos móveis e eletrônicos de automóveis. Todas essas tecnologias eventualmente vão exigir fotônica integrada.

O que falta
A peça que falta do quebra-cabeça é uma forma de gerar luz: o laser. Lasers semicondutores são amplamente utilizados em equipamentos de telecomunicações, impressoras e aparelhos de DVD. Estes lasers são similares aos chips de computador e são pequenos, mas nem de longe o suficiente para serem usados como fontes de luz para circuitos ópticos construídos em chips de computador. Para isso, você precisa fazer lasers microscópicos.
Não é possível fazer um laser de silício, por isso os pesquisadores tentam fazer lasers de outros materiais semicondutores, que são mais ou menos compatíveis com o padrão de chip. Estes são geralmente de fosforeto de índio ou arseneto de gálio. Esta é a abordagem que a Intel, HP e Universidade da Califórnia em Santa Barbara estão tomando.
Já o Instituto de Tecnologia de Massachusetts recentemente surgiu com uma nova abordagem: germânio. O material produz um laser que emite luz no comprimento de onda utilizado por redes de comunicações, que opera em até 120 graus Celsius e pode ser prontamente cultivado em silício.
Especialistas apontam que essa tecnologia se provar eficiente, o chip pode ser realidade até antes de 2017.
FONTE:Gizmodo