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sábado, 31 de maio de 2014

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A SINUSITE

Sinusite é o nome que se dá à inflamação dos seios paranasais , também conhecidos como seios da face. A sinusite pode ser resultado de infecções (virais, bacterianas ou fúngicas), alergias ou alterações do sistema imune, incluindo doenças auto-imunes. O QUE SÃO SEIOS PARANASAIS? Os seios paranasais, também chamados de seios nasais ou seios da face, são cavidades cheias de ar dentro dos ossos do crânio e da face, comunicando-se com a cavidade nasal.
São 4 o número de seios paranasais, a saber: - Seio frontal; - Seio etmoidal; - Seio esfenoidal; - Seio maxilar. Os seios nasais desempenham várias funções, entre elas: - Umidificação e aquecimento do ar respirado pelo nariz. - Aumento da ressonância da voz. - Equilíbrio das pressões intracranianas quando há variações na pressão atmosférica (mergulhos, viagens de avião ou subidas a grandes altitudes). - Secreção de muco para proteção das vias aéreas superiores. - Absorção de impacto em casos de trauma (materiais ocos absorvem mais impacto do que materiais maciços). Os seios paranasais são bilaterais e simétricos, ligam-se à cavidade nasal por pequenos orifícios por onde é drenado o muco produzido. Quadros de alergia ou gripe, por exemplo, causam edema da mucosa nasal e aumento das secreções, obstruindo facilmente a drenagem dos seios da face. A impossibilidade de escoar o muco produzido leva à congestão dos seios paranasais e, consequentemente, à sinusite. O termo rinossinusite (rinite+sinusite) é tecnicamente mais correto que apenas sinusite, pois enfatiza a concomitante inflamação da mucosa nasal e dos seios paranasais. TIPOS: A sinusite pode acometer qualquer um dos 4 seios paranasais, podendo ser bilateral ou unilateral. A sinusite por ser classificada em: - Sinusite aguda: quando os sintomas duram menos de 4 semanas. - Sinusite subaguda: quando os sintomas duram entre 4 e 12 semanas - Sinusite crônica: quando os sintomas duram mais que 12 semanas. - Sinusite recorrente: quando há 4 ou mais episódios de sinusite durante o ano. A imensa maioria das sinusites agudas são de origem viral ou alérgica, porém, a obstrução e estase do muco nos seios favorece a proliferação de bactérias, podendo levar à sinusite bacteriana. Portanto, o paciente pode ter um quadro inicial de sinusite alérgica que, após contaminação com bactérias das vias respiratórias, se transforma em um quadro de sinusite bacteriana. As sinusites bacterianas que não são completamente curadas podem progredir para o quadro de sinusite crônica. SINTOMAS: Os sintomas da sinusite aguda incluem congestão nasal, corrimento nasal purulento (coriza com catarro), dor de cabeça, dor facial, dor na arcada dentária superior, dor em volta dos olhos, sensação de pressão quando se abaixa a cabeça, ouvidos entupidos, tosse (principalmente noturna), hálito ruim e/ou diminuição do paladar e do olfato. É comum a presença de dor quando fazemos pressão com os dedos sobre os seios nasais, principalmente nos seios frontais e maxilares, que são os mais superficiais. A maioria dos casos de sinusite viral ou alérgica melhora espontaneamente dentro de 10 dias. Sinusites bacterianas leves também podem ser autolimitadas, mas nos casos mais sintomáticos,com febre alta e coriza purulenta, a cura geralmente só vem com tratamento antibiótico. Quando há contaminação da sinusite por bactérias é comum surgir febre. Porém, como a gripe pode desencadear sinusite e também cursar com febre, nem sempre é fácil fazer a distinção entre uma sinusite viral e uma sinusite bacteriana. Como já foi salientado, uma sinusite pode começar como uma infecção viral ou um quadro alérgico e depois de alguns dias se transformar em sinusite bacteriana. Em muitos casos não é possível distinguir uma sinusite viral de uma sinusite bacteriana nos primeiros 10 dias de doença. A existência de uma rinossinusite bacteriana aguda deve ser suspeitada em pacientes com qualquer uma das seguintes características: 1) sinais ou sintomas de sinusite aguda com duração de 10 ou mais dias sem melhora clínica, 2) início do quadro já com sintomas mais graves, como febre maior que 39ºC e descarga nasal purulenta, com duração de pelo menos três dias consecutivos, 3) um quadro de sinusite aguda que melhora após poucos dias, mas subitamente volta a piorar, surgindo febre, dor na face e coriza purulenta. COMPLICAÇÕES: Como os seios da face apresentam íntima relação com órgãos nobres, como olhos, ouvidos e cérebro, a sinusite bacteriana pode levar a complicações graves. Portanto, é importante procurar atendimento médico sempre que houver associado à sinusite: - Febre acima de 39ºC; - Edema ou vermelhidão na face; - Edema e vermelhidão em volta dos olhos; - Visão dupla ou qualquer outra alteração visual; - Confusão mental; - Dor de cabeça muito intensa; - Rigidez de nuca; - Prostração intensa. A sinusite bacteriana, apesar de apresentar uma taxa de mortalidade baixa, é uma infecção que não deve ser negligenciada, principalmente quando existem os sinais descritos acima. Entre as suas possíveis complicações podemos citar a infecção dos olhos, meningite , abscesso cerebral, infecção dos ossos da face, otites e labirintite. DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico da sinusite é clínico. O otorrinolaringologista pode fazer uma rinoscopia (endoscopia nasal) para tentar visualizar diretamente os seios paranasais. Em caso de dúvida, pode-se lançar mão de exames de imagem. A radiografia de seios da face, muito usada antigamente, não é mais considerado um bom exame, pois não consegue identificar a sinusite até 40% dos casos. Quando ela é positiva, como na foto ao lado que mostra uma sinusite do seio maxilar esquerdo, o diagnóstica é confirmado. O problema é que se a radiografia for normal, não dá para descartar a existência da sinusite. O exame de imagem mais utilizado atualmente é a tomografia computadorizada (TC). Compare as imagens abaixo de duas tomografias computadorizadas dos seios da face e veja como a qualidade das imagens é muito superior.
SINUSITE EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA A TC da direita está normal e os seios nasais estão preenchidos apenas com ar (imagem preta). À esquerda, podemos ver uma TC de seios da face evidenciando sinusite bilateral, mais evidente no seio maxilar direito, que está completamente tomado por líquido (imagem cinzenta). As imagens fornecidas pela TC são muito mais bem definidas. Ao contrário do que ocorre na radiografia simples dos seios da face, uma tomografia computadorizada normal é capaz de excluir o diagnóstico de sinusite. TRATAMENTO: A maioria dos casos de sinusite aguda melhora espontaneamente em 7 a 10 dias. O tratamento, portanto, é basicamente sintomático. Mesmo as sinusites bacterianas costumam ter bom prognóstico. As complicações são pouco comuns. Para o tratamento das sinusites agudas não bacterianas estão indicados a lavagem da cavidade nasal com solução salina (soro fisiológico) e aplicação de corticoides nasais em spray. Compressas mornas sobre o rosto podem trazer alívio e ingestão vigorosa de líquidos ajuda a diluir as secreções. Fora essas orientações, mais nada é muito eficaz. Os descongestionantes nasais são geralmente usados em excesso e desnecessariamente. Quando necessário, indica-se o seu uso por no máximo 3 dias, uma vez que estas drogas estão associadas a recaídas, provocadas por congestão nasal de rebote. O paciente usa o descongestionante, apresenta alívio temporário dos sintomas, mas quando o suspende, a congestão nasal retorna rapidamente. O uso de anti-histamínicos, apesar de ser muito prescrito, não apresenta evidências de benefícios na sinusite. Durante as crises é importante evitar contato com fumaça de cigarro, pois este é um importante fator de irritação das vias aéreas. Os antibióticos só devem ser usados quando há evidências de sinusite bacteriana. Os mais usados são Amoxacilina com ácido clavulânico, Bactrim®, levofloxacino, moxifloxacino, claritromicina ou Azitromicina. Deve-se ter cuidado para não usar antibiótico indiscriminadamente para que não haja seleção de bactérias resistentes. Se a sinusite não tiver características de origem bacteriana, não há motivos para usar antibióticos. SINUSITE CRÔNICA: É aquela que permanece por mais de 12 semanas consecutivas apesar do tratamento. A sinusite crônica está muito associado à presença de desvio de septo nasal e/ou pólipos nasais. Os dois propiciam a cronicidade por causarem obstrução da comunicação entre os seios paranasais e as vias nasais. Outras causas de infecção crônica são a sinusite por fungos, doença do refluxo gastroesofágico, alergia respiratória recorrente, HIV, asma e fibrose cística. Enquanto a sinusite aguda costuma resolver-se sozinha em alguns dias, a sinusite crônica é uma inflamação mais difícil de ser controlada, devendo ser sempre avaliada por um otorrinolaringologista. Apesar de ser de difícil cura, ela pode ser controlada com tratamento adequado. FONTE:http://www.mdsaude.com/2009/12/sinusite-rinossinusite.html#ixzz33KpoZMgs

ANTIBIÓTICOS : TIPOS E INDICAÇÕES

O advento dos antibióticos no final da década de 1920 revolucionou a ciência e trouxe a medicina para a era moderna. Pela primeira vez fomos capazes de combater e vencer bactérias causadoras de diversas infecções, a principal causa de mortalidade à época. Neste texto vamos falar das principais classes de antibióticos, procurando explicar sucintamente o porquê do seu uso. O QUE É ANTIBIÓTICO? Consideramos antibiótico toda a substância capaz de matar ou inibir o crescimento de bactérias. Os antibióticos podem ser bactericidas, quando destroem diretamente as bactérias, ou bacteriostáticos, quando impedem a multiplicação das mesmas, facilitando o trabalho das nosso sistema imune no controle da infecção. Para ser efetivo e tolerável, o antibiótico precisa ser uma substância nociva às bactérias, mas relativamente segura para as nossas células. Isso não significa que não possa haver efeitos secundários, mas por definição, um antibiótico deve ser muito mais tóxico para germes invasores do que para o organismo invadido. De nada adiantaria matar bactérias que causam a pneumonia se também estivéssemos matando as células do pulmão. O primeiro antibiótico descoberto foi a penicilina, em 1928, pelo bacteriologista inglês, Alexander Fleming. A sua descoberta ocorreu por acaso quando suas placas de estudo com a bactéria estafilococos foram acidentalmente contaminadas por um fungo do gênero penicillium. Fleming notou que ao redor destes fungos não existiam bactérias, o que o levou a descobrir a penicilina, uma substância bactericida produzida por estes seres. Atualmente os antibióticos são substâncias sintéticas, produzidos em laboratórios, muitos deles derivados de substâncias naturais como é o caso da penicilina. Atenção: não confundir antibióticos com anti-inflamatórios. COMO UM ANTIBIÓTICO INDUZ RESISTÊNCIA? Um dos maiores problemas da medicina moderna é o uso indiscriminado dos antibióticos, o que tem levado ao surgimento de bactérias resistentes aos mesmos. Quando os primeiros antibióticos começaram a ser comercializados, tinha-se a ideia de que as doenças infecciosas estavam com os dias contados, e que era apenas uma questão de tempo para estarmos livres de qualquer tipo de infecção bacteriana. Porém, conforme o uso de novos antibióticos foram se tornando mais disseminados, cepas resistentes de bactérias foram surgindo e multiplicando-se, criando-se, assim, um ciclo vicioso que persiste até os dias atuais. Quanto mais antibióticos criamos, mais bactérias resistentes surgem. Mas se o antibiótico mata as bactérias, como ele induz a criação de cepas resistentes? A resistência aos antibióticos pode ser entendida através das leis da evolução e da seleção natural. Acompanhe o texto junto à ilustração abaixo. MECANISMO DE RESISTÊNCIA AOS ANTIBIÓTICOS Vamos imaginar uma infecção urinária causada pela bactéria E.coli. Quando há uma cistite, estamos falando de milhões de bactérias atacando a bexiga. Essas bactérias são da mesma espécie, mas não são exatamente iguais; não são clones. Quando escolhemos um antibiótico, optamos por aquele que é eficaz contra a maioria das bactérias presentes. Nem sempre o antibiótico mata 100% das bactérias. O que acontece é que se reduzirmos o número de bactérias para 5% ou 10%, a infecção desaparece porque nosso sistema imune é capaz de controlar o que sobrou. Porém, muitas vezes o nosso organismo não consegue se livrar completamente destas bactérias, permitindo que as mesmas se reproduzam e causem uma nova infecção, agora composta apenas por bactérias resistentes ao antibiótico escolhido inicialmente. Este é um exemplo simplificado do que ocorre na realidade. Geralmente são necessários alguns cursos repetidos do mesmo antibiótico, ao longo de meses ou anos, para que surjam bactérias resistentes. Este processo é nada mais do que a seleção natural, onde os mais fortes sobrevivem e passam seus genes para seus descendentes. Algumas espécies de bactérias são propensas a criar resistência, assim como alguns antibióticos causam resistência com mais facilidade. Alguns fatos, entretanto, favorecem o surgimento mais rápido de cepas resistentes. O principal é a interrupção precoce do tratamento. Se um antibiótico está prescrito por 10 dias, é porque sabe-se de antemão que este é o tempo necessário para matar praticamente todas as bactérias. Algumas bactérias mais fracas morrem com 24 horas, outras precisam de 7 dias. Se o tratamento é interrompido com 5 dias, por exemplo, as bactérias mais resistentes, que precisavam de mais tempo de antibiótico, continuarão vivas e poderão se multiplicar, levando, agora, a uma infecção bem mais resistente. Outro fator importante é o uso indiscriminado de antibióticos. Muitas das infecções que temos são causadas por bactérias que vivem naturalmente no nosso corpo, controladas pelo nosso sistema imune, apenas à espera de uma queda nas defesas para atacarem. Se o paciente usa muito antibiótico sem necessidade, como, por exemplo, para tratar infecções por vírus, ele estará previamente selecionando as bactérias mais resistentes, e, futuramente, quando houver uma real infecção bacteriana, esta será causada já por bactérias resistentes. COMO SABER QUAL ANTIBIÓTICO É MAIS EFICAZ? Através de estudos prévios conhecemos antecipadamente o perfil de cada espécie de bactéria. Por exemplo, sabemos que a E.coli, bactéria que causa infecção urinária, costuma ser sensível aos antibióticos Bactrim e Ciprofloxacina. Entretanto, pacientes com quadros de infecção urinária de repetição, com múltiplos cursos de antibióticos, podem ter E.coli resistentes a estes antibióticos. Além disso, nem toda infecção urinária é causada pela E.coli, podendo haver infecções por bactérias com perfis de sensibilidade completamente diferentes. Como saber, então, especificamente para cada caso, qual bactéria é responsável pela infecção e qual antibiótico é o mais indicado? A única maneira de se ter certeza do perfil de sensibilidade de uma bactéria é através do exame de cultura, que pode ser uma cultura de sangue (hemocultura), de urina (urocultura), de fezes (coprocultura) etc… Nestas análises, coletamos uma pequena quantidade de um fluido ou secreção que imaginamos conter a bactéria infectante e colocamos em um meio propício ao crescimento de bactérias. 48 a 72h depois conseguimos identificar exatamente qual bactéria está presente e realizar vários testes com diversos antibióticos, procurando saber quais são eficazes e quais são ineficazes. Este teste é chamado de antibiograma. Todo exame de cultura apresenta no seu resultado, o nome da bactéria identificada e uma pequena lista de antibióticos resistentes e sensíveis, para que o seu médico possa escolher qual a melhor opção. Quando o paciente encontra-se grave e não pode esperar por 72 horas para iniciarmos o antibiótico, optamos inicialmente por antibióticos fortes e que cobrem um amplo espectro de bactérias, trocando-o, após o resultados das culturas, pelo o antibiótico mais específico indicado pelo antibiograma. QUE INFECÇÕES SÃO TRATADAS COM ANTIBIÓTICOS? Qualquer infecção bacteriana pode e deve ser tratada com antibióticos. Infecções por vírus não melhoram com antibióticos e, portanto, não devem ser tratados com os mesmos. - Infecções com vírus devem ser tratadas com antivirais (quando necessário). - Infecções por fungos devem ser tratadas com antifúngicos. - Infecções por parasitas devem ser tratada com antiparasitários. - Infecções por bactérias devem ser tratadas com antibióticos. EFEITOS COLATERAIS: O efeito colateral mais comum são as náuseas e a diarreia. Alguns pacientes são alérgicos a determinadas classes de antibióticos, sendo as mais comuns, penicilinas e sulfas. Grávidas devem ter muito cuidado com antibióticos, pois algumas classes estão associadas a má formações. As penicilinas e cefalosporinas são as mais seguras. Nunca tome antibióticos sem autorização explícita do seu obstetra. Muitos antibióticos são eliminados pelos rins, por isso, podem se tornar tóxicos em pacientes com insuficiência renal, já que a sua eliminação torna-se afetada. Nestes casos, muitas vezes, faz-se necessário um ajuste da dose para evitar excesso de antibióticos na corrente sanguínea. DOSE E TEMPO DE TRATAMENTO: O tempo de tratamento e a dose dependem de 2 fatores: tempo de circulação da droga no sangue e perfil de resistência da bactéria. Uma mesma infecção pode ser tratada por tempos diferentes dependendo do antibiótico prescrito. Por exemplo, uma faringite pode ser tratada com: - Uma dose intramuscular única de penicilina benzatina. - 3 dias de Azitromicina 1 comprimido por dia. - 10 dias de amoxicilina 1 comprimido de 8/8h. Algumas infecções são facilmente tratadas com curtos cursos de um único antibiótico, como gonorréia, clamídia ou cistites. Outras, como a tuberculose, precisam de 3 antibióticos e um tratamento de pelo menos 6 meses para serem curadas. Nas infecções mais brandas, a escolha do antibiótico é empírica, baseada no conhecimento prévio de sensibilidade. Nos casos mais graves ou nas infecções que não respondem inicialmente aos antibióticos prescritos, uma cultura de material apropriado deve ser feita para melhor guiar a escolha do antibiótico. OS ANTIBIÓTICOS MAIS USADOS NA PRÁTICA CLÍNICA: a)PENICILINAS – A penicilina foi o primeiro antibiótico desenvolvido e deu origem a vários outros estruturalmente semelhantes. Os principais antibióticos derivados da penicilina são: - Amoxicilina; - Ampicilina; - Azlocilina; - Carbenicilina; - Cloxacilina; - Mezlocilina; - Nafcilina; - Penicilina; - Piperacilina; - Ticarcilina. A penicilina em si é atualmente pouco usada, pois a maioria das bactérias já é resistente a mesma. Porém, a penicilina ainda é indicada para sífilis, amigdalites e erisipela. É importante salientar que apesar de serem todas da família da penicilina, o espectro de ação entre cada uma é muito diferente, sendo a piperacilina, por exemplo, usada em infecções hospitalares, enquanto a amoxicilina é geralmente indicada para infecções simples das vias aéreas. b)CEFALOSPORINAS – As cefalosporinas surgiram logo depois da penicilina e apresentam mecanismo de ação muito semelhante a estas. Exemplos: - Cefaclor; - Cefadroxilo; - Cefazolina; - Cefixime; - Cefoperazona; - Cefotaxima; - Cefotetan; - Cefoxitina; - Ceftazidima; - Ceftriaxona; - Cefuroxima; - Cefalexina; - Cefalotina; - Loracarbef. Assim com nas penicilinas, as diferentes cefalosporinas apresentam espectro de ação muito variável, também podendo ser usadas para desde infecções graves, como meningite, até simples feridas de pele. c)QUINOLONAS – As quinolonas são muitos usadas para tratar infecções de bactérias originárias do intestino, entre elas, diarréias e infecções urinárias. As novas quinolonas também são eficazes para pneumonias. - Ciprofloxacina; - Enoxacina; - Levofloxacina; - Lomefloxacina; - Moxifloxacina; - Norfloxacina; - Ofloxacina. d)AMINOGLICOSÍDEOS – Os aminoglicosídeos são antibióticos usados na imensa maioria dos casos apenas de modo intra-hospitalar, pois são administrados por via intravenosa. São indicados para infecções graves. Existem algumas formulações para uso tópico ou como colírio. - Amicacina; - Gentamicina; - Canamicina; - Neomicina; - Estreptomicina; - Tobramicina. e)MACROLÍDIOS – Os macrolídios são geralmente usados para infecções das vias respiratórias, muitas vezes em associação com alguma penicilina ou cefalosporina, para acne, clamídia ou, em muitos casos, como substituto da penicilina em pacientes alérgicos. - Azitromicina; - Claritromicina; - Eritromicina. f)TETRACICLINAS – As tetraciclinas são atualmente usadas para o tratamento da acne, da cólera, algumas DSTs, e leptospirose. - Doxiciclina; - Minociclina; - Tetraciclinas. g)OUTROS GRUPOS: - Aztreonam; - Clindamicina; - Etambutol; - Imipenem; - Isoniazida; - Meropenem; - Metronidazol; - Nitrofurantoína; - Pirazinamida; - Rifampicina; - Trimetoprim-sulfametoxazol. FONTE: http://www.mdsaude.com/2011/02/antibioticos.html#ixzz33KkVwYt1

CONHEÇA OS REMÉDIOS QUE PODEM FAZER MAL AOS RINS

Os rins são os principais responsáveis pela filtração e eliminação de substâncias tóxicas do sangue. Porém, mesmo o rim pode sofrer efeitos adversos de algumas destas substâncias. Vários medicamentos usados frequentemente na prática médica podem causar lesão nos rins se forem usados de modo inapropriado. Damos o nome de drogas nefrotóxicas todas aquelas que apresentam potencial risco de causar lesão nos rins. Além da lesão direta de certas substâncias nos rins, existe também um grupo de drogas que são seguras em pessoas sadias, mas se tornam perigosas em pacientes que já apresentam doença prévia nos rins, fazendo com que haja piora da doença renal. Várias destas drogas são extremamente comuns e muitas vezes vendidas sem prescrição médica. Vamos falar um pouquinho das principais drogas nefrotóxicas, ou seja, dos remédios que podem fazer mal aos rins. ATENÇÃO: esse texto não tem como objetivo assustar ninguém, nem fazer propaganda contra medicamentos. O objetivo é mostrar como a auto-medicação pode ser perigosa e trazer prejuízos que as pessoas nem imaginam que possam acontecer. 1.) ANTI-INFLAMATÓRIOS: O grande vilão dos rins são os anti-inflamatórios não esteróides (AINES). O principal efeito é a redução da filtração renal, ou seja, da capacidade dos rins em filtrar o sangue. Pessoas sadias toleram essa alteração sem maiores complicações. O problema ocorre naqueles que tem insuficiência renal (principalmente em fases avançadas), e portanto, já apresentam a filtração renal diminuída de base. Esse grupo apresenta grande risco de falência renal aguda e, muitas vezes, necessitam de hemodiálise de urgência. O risco cresce a partir do 3º dia de uso. O anti-inflamatório é, portanto, uma droga contra-indicada em pacientes com insuficiência renal. Outra lesão relacionada aos anti-inflamatórios é a nefrite intersticial, uma espécie de reação alérgica localizada no rim. A nefrite intersticial pode ser causada por várias drogas além dos anti-inflamatórios e se apresenta principalmente como uma insuficiência renal aguda, com rápida elevação da creatinina. No caso da nefrite intersticial dos anti-inflamatórios ela apresenta uma característica especial que é a presença concomitante de proteinúria e síndrome nefrótica. É bom deixar claro que a nefrite intersticial não é uma reação comum, principalmente se levarmos em conta a quantidade de pessoas que tomam anti-inflamatórios no mundo. Um terceiro tipo de lesão, mais incomum ainda, é o induzido por uso crônico de anti-inflamatórios, mesmo em pessoas normais. Parece que para pessoas com rins normais desenvolverem lesão renal pelo uso prolongado de AINES , são necessários no mínimo 5000 comprimidos ao longo da vida. Isso equivale a 7 anos de anti-inflamatórios diários em um regime de 12/12 horas. O AAS (aspirina) também é um anti-inflamatório e deve ser usado com cautela em pacientes com doenças renais. 2.) ANTIBIÓTICOS: Os antibióticos também são causa de nefrite intersticial. Diferentemente da nefrite pelos anti-inflamatórios, no caso dos antibióticos a proteinúria é pequena, mas outros sintomas como febre e manchas vermelhas pelo corpo associado a insuficiência renal aguda, ocorrem com maior frequência. Vários antibióticos podem causar nefrite intersticial, principalmente as penicilinas, rifampicina, ciprofloxacino e trimetoprim/sulfametoxazol (Bactrim®). Alguns antibióticos são nefrotóxicos por natureza e devem ser evitados em doente renais crônicos. São eles: - Aminoglicosídeos: Gentamicina, Amicacina, Estreptomicina, Tobramicina e Neomicina; - Anfotericina B; - Pentamidina. 3.) ANALGÉSICOS: A lesão renal renal pelo uso prolongado de analgésicos era muito comum até a década de 80, e caiu vertiginosamente após a retirada da Fenacetina do mercado. Hoje as lesões relacionadas aos analgésicos são causados pelo uso diário e prolongado do Paracetamol (acetaminofeno), principalmente se associado ao ácido acetilsalicílico (AAS). Também são lesões raras, mas que existem. A Dipirona é muito pouco usada na Europa e nos EUA, por isso existem poucos estudos sobre seu toxicidade renal. 4.) CONTRASTE DE EXAME RADIOLÓGICO: Doentes com insuficiência renal devem evitar contrastes radiológicos sempre que possível. Se o exame for imprescindível, deve-se realizar uma preparação do paciente para minimizar os efeitos. Os principais exames que usam contrastes nefrotóxicos são: - Tomografia computadorizada; - Cateterismo cardíaco; - Urografia excretora; - Angiografia; - Ressonância magnética (perigoso apenas em insuficiência renal avançada). 5.) OUTRAS DROGAS: - LÍTIO: usada principalmente no distúrbio bipolar ( antigo distúrbio maníaco-depressivo) - ACICLOVIR: antiviral - INDINAVIR: anti-retroviral usado na SIDA (AIDS) - CICLOSPORINA: imunossupressor usado em transplantes e doenças auto-imunes - TACROLIMUS: igual ciclosporina - CICLOFOSFAMIDA: imunossupressor usado em doenças auto-imunes e algumas neoplasias Existem cada vez mais relatos sobre casos de lesão renal induzidas pelas chamadas ervas chinesas tradicionais. Já são mais de 150 casos de pessoas que usavam essas ervas para emagrecer e desenvolveram insuficiência renal aguda com necessidade de hemodiálise. Poucos são os procedimentos médicos isentos de riscos. A automedicação é perigosa e é importante conhecer os principais efeitos colaterais para poder detectá-los precocemente. Não é a toa que grande maioria dos médico passa por uma formação de pelo menos 10 anos. FONTE: http://www.mdsaude.com/2008/12/remdios-que-podem-fazer-mal-aos-rins.html#ixzz33KiIfhjV

SUPLEMENTOS DE CREATINA FAZEM MAL?

Afinal, suplementos de creatina fazem mal? Tomar creatina melhora o desempenho atlético? Creatina é anabolizante? Saiba o que os trabalhos científicos dizem. Suplementos de creatina começaram a ser usados por desportistas no início da década de 1980, ganhando grande popularidade na década seguinte após extensa divulgação na mídia do seu uso por atletas ganhadores da medalha de ouro nas Olimpíadas. Atualmente nos E.U.A cerca de 50% dos atletas universitários, 25% dos jogadores de basquetebol da NBA e 50% dos profissionais do futebol americano, referem consumir creatina regularmente para otimização do desempenho esportivo.
É bom deixar claro que a creatina não é um esteroide anabolizante, popularmente conhecido como “bomba”.Também não é considerado doping por nenhuma organização internacional, incluindo o comitê olímpico internacional. Antes de falarmos dos efeitos deste suplemento, sejam eles benéficos ou não, vamos entender o que é a creatina e qual a lógica por trás do seu uso, seja na academia do seu bairro ou por desportistas em competições internacionais. O QUE É CREATINA? A creatina é uma substância produzida a partir de 3 aminoácidos, estando presente em todos os animais vertebrados Nosso corpo, sejamos atletas ou não, produz creatina através de proteínas consumidas na alimentação. A creatina é sintetizada nos rins e fígado, sendo transportada para ser armazenada nos músculos. A principal função da creatina é fornecer energia para a contração dos músculos. Nas próximas linhas vou tentar simplificar um mecanismo fisiológico complexo. É importante ler com calma a próxima parte para pode entender por que a creatina funciona para alguns atletas e não para outros. COMO FUNCIONA? Como todo mundo sabe, os nossos músculos precisam de energia para funcionar. Esforços explosivos com demanda de força máxima do músculo, como no levantamento de peso ou na corrida de 100 metros rasos, são feitos através de um sistema energético chamado de fosfagênio. A energia para os chamados esforços explosivos é fornecida após uma reação química onde um nucleotídio (compostos ricos em energia) chamado adenosina trifosfato (ATP) perde uma molécula de fósforo virando adenosina difosfato (ADP). Cada vez que um ATP é transformado em um ADP, há liberação de uma quantidade de energia que é usada pelo músculo para se contrair. Imagine-se agora em uma academia de musculação. Você está em repouso e seu músculo está repleto de ATP. Você então, começa a fazer um exercício muscular com algum peso. O seu ATP muscular começa a ser quebrado rapidamente em ADP, liberando energia para que o seu músculo aguente o peso. O seu esforço é tão grande que em poucos segundos você consome todo o seu ATP e, a partir de então, já não consegue mais levantar o peso proposto. Você agora precisa descansar um pouco e esperar que os músculos voltem a ficar repletos de ATP. Mas aonde entra a creatina nesta história? A creatina é a substância que mais rapidamente consegue fornecer de volta a molécula de fósforo, transformando o ADP novamente em ATP. O nome correto da creatina é fosfocreatina. Neste processo de restauração do ATP, a fosfocreatina perde sua molécula de fósforo sendo posteriormente transformada em creatinina, uma molécula sem função que acaba sendo eliminada na urina. Como a creatinina é completamente eliminada pelos rins, ela serve como um marcador da função renal. Quando a creatinina começa a se acumular no sangue significa que os rins não estão trabalhando bem.
Na verdade, em esforços grandes e explosivos todo o ATP muscular é consumido em aproximadamente 3 segundos. Graças a creatina o músculo consegue prolongar seus estoques de ATP por pelo menos 10 segundos. Após esse tempo toda a creatina disponível é convertida em creatinina, e o ADP já não é mais imediatamente convertido em ATP. Surge então, o segundo modo de se produzir ATP, através do consumo dos estoques de glicose muscular (glicogênio) sem oxigênio. Este modo não restaura o ATP rápido o suficiente para exercícios de máxima utilização muscular que gastam ATP em ritmo frenético. Porém, para exercícios do tipo jogar futebol, nadar, ou corridas de média distância, ele é mais do que suficiente. O terceiro e último modo de se criar energia é através do consumo de glicose com oxigênio. Este é o modo usado nas atividades aeróbicas, como correr, pedalar ou nadar em ritmo cadenciado. Nestas modalidades o consumo de ATP é bem mais lento e, por isso, sua reposição também pode ser mais lenta. Na verdade sempre existe uma interposição entre os 3 sistemas. Quando se joga futebol, por exemplo, acabamos por utilizar os 3 mecanismos em momento diferentes da partida. Porém, essa é uma atividade que usa predominantemente o consumo de glicose como modo de se gerar ATP. Na musculação, onde os exercícios duram poucos segundos, usamos basicamente o sistema da creatina. SUPLEMENTOS DE CREATINA FUNCIONAM? Baseado no que foi explicado acima é fácil entender a lógica por trás da suplementação de creatina. Se houver mais creatina disponível no corpo, maior será o tempo que o sistema fosfagênio (ATP+creatina) consegue manter a geração de energia para atividades esportivas explosivas. A história da creatina é muito bonita e faz todo o sentido, mas a ciência é feita com comprovação prática das teorias. E aí surgem as primeiras controvérsias. Os primeiros trabalhos apresentavam resultados conflitantes. Enquanto alguns pesquisadores conseguiam demonstrar ganhos efetivos de massa muscular e rendimento com os suplementos de creatina, outros não conseguiam apresentar os mesmos resultados. Na verdade esses resultados discrepantes ocorriam porque existiam muitas diferenças entre os grupos analisados, seja na idade, tempo de treinamento, tipo de esporte praticado etc… Atualmente, após quase 20 anos de investigação, já há algum consenso entre os pesquisadores. A creatina parece sim proporcionar real ganho de massa muscular quando associado a um programa rotineiro de musculação. Porém, até 20% da pessoas, não se sabe bem por que, não apresentam nenhum benefício com esse suplemento. Os efeitos em mulheres e homens mais velhos são menos evidentes. Também não há evidências claras de benefícios para atividades que não usam predominantemente o sistema fosfagênio (ATP+creatina). Entre elas podemos citar: corrida (exceto 100 e 200 metros rasos), natação e ciclismo. A creatina é normalmente vendida sob a forma de creatina monoidratada. EFEITOS COLATERAIS Um dos grandes atrativos da creatina é o rápido efeito visual do produto. Em 1 semana já há ganho de peso e algumas pessoas realmente parecem apresentar algum grau de hipertrofia muscular. Porém, um ganho tão rápido costuma indicar apenas retenção de líquidos, o que pode ocorrer em suplementos de creatina que possuem elevado teor de sódio. Apesar de ainda não haver estudos definitivos, os suplementos de creatina, quando de boa qualidade e usados na dose recomendada, não parecem estar associados a nenhum efeito colateral importante em indivíduos saudáveis. Já é comprovado cientificamente que excesso de aminoácidos e proteínas causam aceleração da perda de função dos rins em pacientes com insuficiência renal crônica, por isso, o uso de creatina nestes pacientes é contraindicado. Na verdade, como ainda existem poucos estudos sobre a segurança dos suplementos de creatina, seu uso é desaconselhado em pessoas que não sejam completamente saudáveis. Os efeitos colaterais mais comuns da creatina são náuseas, diarreias, câimbras e desidratação. Existe ainda a hipótese de uma relação entre o consumo de creatina e aumento na incidência de cálculos renais. Em pessoas com asma, a creatina pode causar exacerbações da doença. CONCLUSÃO: A creatina proporciona sim, ganho de performance e massa muscular para atividades de explosão muscular não-aeróbicas. Porém, é necessário um programa de treino regular. É importante frisar que o produto não é livre de efeitos colaterais, e não são todas as pessoas que conseguem obter vantagens com o seu consumo. Atualmente o consenso é de que a creatina em doses até 20g por dia não faz mal a saúde, porém, ainda não há evidencias inequívocas de sua segurança a longo prazo. A creatina deve preferencialmente ser tomada com supervisão de um médico especializado em atividades esportivas e um profissional de educação física. Formulações de baixa qualidade e pouco controle técnico podem apresentar impurezas potencialmente danosas ao organismo. FONTE: http://www.mdsaude.com/2010/03/creatina.html#ixzz33Kf84Dqj

QUAIS OS PAÍSES MAIS SEDENTÁRIOS DO MUNDO?

O sedentarismo é um dos males mais comuns e também mais combatidos de nossa época, uma consequência negativa do progresso e da modernização da vida prática que paulatinamente nos fixou a um estilo de vida caracterizado pela inatividade, que pode reduzir paradoxalmente nossa expectativa de vida e que guarda relação direta com as condições econômicas e de industrialização de cada país.
Recentemente um grupo multinacional de pesquisadores liderado por Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas publicou na conceituada revista méica The Lancet um estudo classificando os países segundo o grau de atividade média de seus habitantes, levando em conta ademais outras condições como o gênero e a idade. Por último cabe mencionar que o mínimo de atividade física recomendável é de 30 minutos de exercício moderado ao dia, 5 dias na semana ou 20 minutos de exercício intenso ao dia por 3 dias. Estes dados foram a sua vez transformados em um mapa, pela revista The Economist, que facilita a visualização das estatísticas e permite uma leitura geral e rápida das mesmas. Destaca, primeiramente, que a inatividade parece se encontrar em relação direta com o rendimento médio que percebem os habitantes de um país, ainda que também com aspectos culturais que, como nos países árabes, impedem às mulheres de desenvolver uma vida como a que se leva no Ocidente (ao menos no que se refere a atividades de cuidado pessoal e entretenimento). As mulheres russas, croatas, luxemburguesas, gregas e iraquianas (só para citar algumas) são mais dinâmicas do que suas contrapartes masculinas. Malta ganha a corrida para a nação mais preguiçosa, com 72% dos adultos fazendo muito pouco exercício. O Brasil está "bem na fita" [Uhull!]: quase metade da população masculina é sedentária e mais da metade das mulheres passam bem longe de um exercício físico. Por outro lado, países muito menos industrializados como Benin, Bangladesh, Moçambique e Mongólia surpreendem pelo alto grau de atividade de sua população masculina, com mais de 90% dos homens realizando a atividade física mínima. Estes números são preocupantes já que segundo outro estudo publicado na própria Lancet, atividade física insuficiente tem aproximadamente o mesmo efeito sobre a expectativa de vida como o fumo. Fontes: The Atlantic /mdig

AS PROPRIEDADES MÁGICAS DO SÊMEN

Há alguns anos, um polêmico estudo da Universidade de Albany revelava, para a felicidade masculina, uma curiosa relação existente entre o estado de ânimo das mulheres e suas práticas sexuais: aquelas que regularmente faziam sexo oral sem proteção, eram mais felizes em comparação às que não praticavam ou então que faziam com preservativo. Os autores do estudo sugeriram que o sêmen pode modificar o humor feminino, já que contém estrona, oxitocina, cortisol, serotonina e melatonina, químicos estreitamente relacionados à felicidade, o que permitia supor que o sêmen pode ter propriedades antidepressivas. No entanto, um novo estudo liderado por Gregg Adams descobriu novas propriedades no sêmen: uma proteína chamada Fator de Indução da Ovulação (OIF, por suas siglas em inglês) que envia sinais ao cérebro para liberar hormônios femininas. Estes hormônios depois configuram o corpo para ovular, sem importar a etapa do período em que a mulher se encontre. A surpresa para Adams foi que já havia observado este fenômeno em camelos e, agora, em seres humanos. Gregg e seus colegas demonstraram que esta proteína ajuda a estimular a ovulação em mamíferos como coalas, coelhos, gatos e, por suposto, o ser humano; isto implica que a proteína também poderia determinar a fertilidade e infertilidade nas mulheres. De modo que além de ser condutor de espermatozóides, o líquido seminal também promove a ovulação através de um mecanismo que até há pouco a ciência desconhecia. Fonte: BigThink

sexta-feira, 30 de maio de 2014

16 GIFS ANIMADOS DE COMO AS COISAS SÃO FEITAS - PARTE 3

Conheça parte do processo de fabricação de produtos que você utiliza todos os dias, mas não tem ideia de como são feitos. 1- Canetas Marca Texto
Os marcadores são testados para garantir que não falharão. 2- Giz de cera
3- Livro
A capa é colocada junto com as páginas.
Em seguida todas as páginas são enquadradas numa máquina que as corta para atingir o tamanho perfeito. 4- Donuts
5- Batata Pringles
Uma máquina organiza as “batatas” de tamanhos iguais numa coluna e depois as coloca na embalagem. Curiosidade: Você sabia que as batatas Pringles são na verdade uma massa fécula de batata frita em rodelas? 6- Balão
Um molde em forma de balão é imerso em látex colorido.
Depois uma espécie de escova dá forma à extremidade. 7- Correntes
8- Molas
9- Biscoito da sorte
10- Ferro forjado decorado
11- Garfo
12- Pretzels
13- Garrafa de vidro – Se você olhar com atenção verá o formato da garrafa logo após o corte!
A forma das ferramentas de corte determina o formato do gargalo da garrafa.
14- Macarrão espiral
15- Palito de dente
16- Preservativo
Fonte: Huffington Post