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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

COMO SÃO FORMADAS AS PEDRAS PRECIOSAS?

O adjetivo não é utilizado em vão. Uma pedra preciosa pode levar milhares de anos até ser formada no centro da Terra. E outro longo período até ser descoberta pelo homem e exibida seja em uma joia ou de outra maneira. Esse processo natural ainda não conseguiu ser replicado com perfeição por mãos humanas ou por qualquer ferramenta desenvolvida com essa finalidade. Nenhuma produção artificial de pedras conseguiu gerar objetos de valor tão alto como aquelas que Terra fabricou em suas entranhas.

Formação de pedras é feita de 3 maneiras

A criação desses preciosos objetos ocorre por três diferentes caminhos. A formação magmática acontece através das lavas vulcânicas que se solidificam no interior da Terra. Elas se moldam, depois de pressões gigantescas, em cristais de alto valor. Entre eles estão os diamantes e as esmeraldas. Isso pode acontecer também na superfície por meio dos vulcões ou fissuras com o resfriamento da lava. O segundo movimento formador de pedras acontece pela ação da água e do vento sobre as rochas. São pedras que vão sendo criadas a partir da sedimentação de outras rochas. Elas se cristalizam a partir da evaporação. Nesse grupo de formação sedimentar estão o calcário, o argilito e arenito. A última maneira é a formação metamórfica. São as pedras criadas pela transformação química e física de outras rochas. Essa mudança acontece devido a variações climáticas, de pressão e por outros fatores externos como, por exemplo, deslizamentos. Enfim, são alterações que podem provocar a cristalização dessas pedras. Nesse grupo estão o granito, o quartzo e o mármore. Diamante é mineral mais resistente conhecido Extremamente popular nas joias, o diamante é o minerai mais resistente conhecido. Por isso, não é usado apenas na produção de ornamentos, mas também nas ferramentas industriais de corte e perfuração. Par a ser formada, essa pedra precisa de uma temperatura de aproximadamente 1500 graus centígrados e grande pressão. Ela é extraída de uma rocha chamada kimberlito, que chegou à superfície da Terra através das erupções de vulcões. Nem tão resistente quanto o diamante, mas bastante preciosa é a opala, que precisa de algo em torno de cinco milhões de anos para a formação de um centímetro. Ela é criada a partir da passagem das águas da chuva por solo arenoso que dissolvem a sílica do arenito. Esse material é levado através das fendas para áreas mais profundas e, com a evaporação das águas durante o período de seca, a sílica se reúne a outros materiais como magnésio, zircônio, prata e cobre formando opalas em cores variadas. Milhares de anos também são necessários para a formação da esmeralda, que tem origem nas rochas metamórficas, mas com influência também da lava. Com o resfriamento da massa quente nas fendas subterrâneas produz-se a mistura perfeita de substâncias como berilo (silicato de alumínio e berilo), crômio e vanádio, que produzem uma das mais belas e valiosas pedras do mercado das joias.

Antigas civilizações já valorizavam as pedras

A valorização dessas pedras começou já nas antigas civilizações. Em todos os períodos da história que se conhece há relatos do uso de joalheria e adornos por homens e mulheres. Enfeites moldados com ossos, conchas e madeira foram encontrados em escavações datadas da pré-história. Ao longo do tempo, naturalmente, a sofisticação dos adornos foi aumentando e quanto mais raro o objeto apresentado mais valor ele passava a possuir aos olhos da sociedade. No Egito Antigo, as joias eram usadas como forma de representar suas crenças e deuses. Tinham minérios como base. Os celtas, que habitam a região onde hoje se localizam alemães, suíços e austríacos, produziam joias em ouro e bronze. Os romanos preferiam o metal e pedras lapidadas.

Brasil é fonte de pedras preciosas

É possível encontrar pedras preciosas em boa parte do planeta, mas há maior concentração delas em alguns locais da Terra. O Brasil é um desses pontos privilegiados, assim como a Austrália, África do Sul, Estados Unidos e o sudeste da Ásia. O país sempre foi um local fértil para garimpo. As opalas, por exemplo, podem ser encontradas na Serra dos Matões, no Piauí. Em Carnaíba, na Bahia, existe a exploração comercial das esmeraldas. Ametistas, topázio, ágata e turmalina são outras pedras que brotam do subsolo brasileiro. fonte: ciencia.hsw.uol.com.br/como-s%C3%A3o-formadas-pedras-preciosas

NANOPIXELS ABREM CAMINHO PARA TELAS DE ULTRARRESOLUÇÃO

Pixels em nanoescala

Cientistas da Universidade de Oxford desenvolveram uma técnica para possibilitar o advento de telas de computador de "ultrarresolução", flexíveis e extremamente finas. Os pesquisadores usaram um material metálico que muda de estado e de cor ao entrar em contato com uma corrente elétrica. O contato forma nanopixels - a unidade mínima de uma imagem - de 300 nanômetros quadrados. Reunidos, esses pixels foram usados para formar imagens complexas e bastante detalhadas de 70 micrômetros de tamanho - veja na foto -, menores do que a espessura de um fio de cabelo. A técnica pode vir a ser usada na produção de telas de computadores vestíveis, lentes de contato inteligentes e telas dobráveis. Harish Bhaskaran, que coordenou o estudo, disse que, até onde sabe, a resolução das imagens produzidas por sua equipe é a mais alta já atingida. "Nunca vi outra tecnologia chegar perto de cem ou 200 nanômetros de resolução", afirmou. Porém, ele ressalvou que serão necessários "pelo menos cinco anos" para que a descoberta gere resultados práticos.

Imagens paradas

A nova técnica usa uma camada muito fina de uma liga de metais composta por germânio, antimônio e telúrio, conhecida pela sigla GST. Este material é comumente usado em sistemas de controle de temperatura, porque absorve ou libera calor ao mudar de estado. Como as suas propriedades ópticas também mudam com essa transição, o material é útil em equipamentos de armazenamento de dados, como DVDs. Os pesquisadores interpuseram esta liga entre duas folhas de um material transparente capaz de conduzir eletricidade, produzindo uma camada com 0,0002 milímetro de espessura. Depois, aplicaram descargas elétricas em diferentes pontos desta superfície para criar uma imagem. Ao mudar de estado, os pixels também mudaram de cor. A equipe ainda não gerou imagens em movimento, mas disse que os nanopixels podem ser ativados e desativados para criar este efeito, o que exigirá o desenvolvimento de um aparato que os controle individualmente em tempo real. Bibliografia: An optoelectronic framework enabled by low-dimensional phase-change films. Peiman Hosseini, C. David Wright, Harish Bhaskaran. Vol.: 511, 206-211. DOI: 10.1038/nature13487. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nanopixels&id=010110140728

CONHEÇA A NOVA TELA DE SMARTPHONES INQUEBRÁVEL E FLEXÍVEL

A camada transparente de eletrodos na superfície do polímero pode ser extremamente resistente e flexível , suportando repetidas vezes a pressão do toque sobre a fita adesiva e testes de flexão , que prevê um smartphone touchscreen inquebrável.

Telas à prova de trincas

Você imagina um smartphone sem uma tela sensível ao toque? Difícil? Então tente algo mais fácil, como uma tela sensível ao toque mais fina, e muito mais resistente do que as atuais e, além disso, totalmente flexível.Pois ela já está pronta, ao menos em escala de protótipo. "O irritante problema das telas de smartphones trincadas pode ser resolvido de uma vez por todas com esta tela sensível ao toque e flexível," disse o Dr. Yu Zhu, da Universidade de Akron, nos Estados Unidos. "Esperamos que este filme vá para o mercado como um concorrente de verdade ao ITO." ITO é uma sigla para óxido de índio-estanho (Indium Tin Oxide), o material com que as atuais telas de smartphones são fabricadas. E mesmo sendo a grande inovação do hardware que tornou possíveis tantas funcionalidades de software, as telas de ITO sofrem de algumas debilidades graves. A principal é que elas se quebram, mas há também o fato de que são caras, sendo as maiores responsáveis pelo preço final dos aparelhos. A nova tela desenvolvida pela equipe do professor Zhu é feita com uma camada transparente de eletrodos depositados sobre uma superfície de polímero, o que a torna resistente e flexível, tendo resistido a mais de 1.000 flexões sem degradação. A película resultante oferece o mesmo grau de transparência que o ITO, mas apresenta melhor condutividade, o que significa que as telas responderão melhor a toques leves. Graças à flexibilidade, a tela pode ser fabricada em larga escala a um custo baixo, por meio de um sistema industrial contínuo por impressoras de rolo (roll-to-roll). Bibliografia: A Tough and High-Performance Transparent Electrode from a Scalable and Transfer-Free Method Tianda He, Aozhen Xie, Darrell H. Reneker, Yu Zhu ACS Nano Vol.: 8 (5), pp 4782-4789 DOI: 10.1021/nn500678b fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tela-smartphones-inquebravel-flexivel&id=010110140703

CONHEÇA O CELULAR CONTROLADO PELAS MÃOS SEM TOQUE

Controlar o seu celular com gestos das mãos - sem tocar na tela - pode ser mais fácil do que se imaginava. Tudo o que é necessário são os próprios sinais eletromagnéticos gerados e captados pelo aparelho. As ondas de rádio emitidas pelos celulares são refletidas de volta para eles pelas mãos de formas tão características que é possível identificar gestos com grande precisão. Chen Zhao e seus colegas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram então um algoritmo que reconhece as reflexões do sinal do celular em cada posição, incluindo variações apenas nos dedos. Em testes com voluntários, o programa reconheceu oito movimentos de bater, quatro movimentos laterais e dois gestos de deslizar - tudo com uma precisão de 87%.

Controle sem toque

A ideia da equipe é que os usuários possam controlar seus celulares sem tocar neles, sobretudo quando estiverem longes de seus aparelhos. "Isto permite a interação com o celular quando as telas sensíveis ao toque e as câmeras não estão visíveis," disse o professor Matthew Reynolds, orientador do grupo. Assim, se o telefone estiver em seu bolso e tocar em hora imprópria, uma leve ondulação dos seus dedos será suficiente para silenciá-lo. Ou fazer um movimento de deslizamento com a mão pode mudar o volume ou saltar para a próxima música. O programa feito pela equipe para demonstrar essas possibilidades, chamado SideSwipe, será oficialmente apresentado durante uma conferência sobre interfaces no Havaí, em Outubro. Bibliografia: SideSwipe: Detecting In-air Gestures Around Mobile Devices Using Actual GSM Signals Chen Zhao, Ke-Yu Chen, Md Tanvir Islam Aumi, Shwetak Patel, Matthew S. Reynolds http://www.keyuc.com/research/SideSwipe/SideSwipe_UIST2014.pdf fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celular-controlado-pelas-maos-sem-toque&id=010150140919

CRIADO FIOS DE DIAMANTE COM PROPRIEDADES EXTRAORDINÁRIAS

Pela primeira vez, cientistas descobriram como produzir nanofios ultrafinos de diamante que prometem propriedades extraordinárias, incluindo força e rigidez maiores do que as dos nanotubos e polímeros mais fortes existentes hoje.

Fios de diamante

O diamante é um cristal de carbono extremamente duro - por muito tempo o material mais duro conhecido pelo homem. Assim, parece difícil imaginar alguém usando fios de diamante para tecer "cordas cristalinas". Pois foi justamente isso que fizeram Thomas Fitzgibbons e seus colegas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Partindo de moléculas de benzeno, a equipe sintetizou os cristais de diamante em formato de longas fibras - autênticas nanocordas de diamante. Os fios de diamante demonstraram propriedades extraordinárias, superando não apenas os polímeros mais resistentes que se conhece, mas também deixando para trás a incrível resistência dos nanotubos de carbono, que alguns já acreditam ser suficiente para tornar realidade os elevadores espaciais. "Do ponto de vista da ciência básica, nossa descoberta é intrigante porque as fibras que formamos têm uma estrutura que nunca havia sido vista antes," disse o professor John Badding, líder da equipe. Fibras de diamante superam nanotubos e polímeros
O próximo objetivo dos pesquisadores é descobrir uma técnica para produzir os nanofios de diamante de forma contínua.

Extremamente útil

O núcleo das nanofibras é uma longa fita de átomos de carbono organizados da mesma forma que as unidades básicas da estrutura atômica do diamante - anéis de seis átomos de carbono em zigue-zague, chamados ciclohexano. "É como se um joalheiro incrivelmente talentoso tivesse amarrado juntos os menores diamantes possíveis para formar um longo colar em miniatura," disse Badding. "Como essa fibra é essencialmente diamante, esperamos que ela se mostre extremamente rígida, extremamente forte - e extremamente útil." Os fios de diamante foram produzidos submetendo o benzeno a pressões extremamente elevadas, e depois diminuindo essa pressão lentamente, dando tempo para que os átomos de carbono reagissem entre si e se ligassem em tetraedros quase perfeitamente organizados. O próximo objetivo dos pesquisadores é descobrir uma técnica para produzir os nanofios de diamante de forma contínua. "As altas pressões que nós usamos para fazer a primeira nanofibra de diamante limitam nossa capacidade de produção a apenas alguns milímetros cúbicos de cada vez, de forma que ainda não conseguimos produzi-la em quantidade suficiente para que elas sejam úteis em escala industrial," disse Badding. Bibliografia: Benzene-derived carbon nanothreads. Thomas C. Fitzgibbons, Malcolm Guthrie, En-shi Xu, Vincent H. Crespi, Stephen K. Davidowski, George D. Cody, Nasim Alem, John V. Badding. Nature Materials. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nmat4088. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fios-de-diamante&id=010160140922

O QUE SÃO MOTORES FOTÔNICOS?

Os filmes de ficção científica são muito mais charmosos do que a realidade quando o assunto são as naves espaciais. Na realidade virtual, motores que emitem apenas luz aceleram as naves a velocidades de dobra espacial e levam nosso heróis para mundos distantes, senão num piscar de olhos, pelo menos no tempo de um intervalo comercial. Agora, cientistas do Instituto Bae, Estados Unidos, construíram o primeiro motor de foguete movido apenas pela luz, trazendo para mais perto da realidade o que a ficção não se cansa de apregoar. E como não poderia deixar de ser, movido pela luz de um raio laser.

Fótons

As partículas de luz, os fótons, têm sido considerados ineficientes para produzir empuxo ou propulsão porque eles têm massa igual a zero e não possuem carga elétrica. Mas, na ciência, as leis não existem para serem sempre seguidas, mas para serem modificadas - e isso vai acontecer sempre que elas restringirem a imaginação dos cientistas. Embora não tenham elaborado nenhuma nova teoria revolucionária da física, a equipe do Dr. Young Bae deu um jeitinho para que as teorias atuais não os atrapalhassem. Eles resolveram o problema da ineficiência inerente aos fótons fazendo com que esses fótons ficassem refletindo inúmeras vezes entre dois espelhos.

Propulsão de luz

Utilizando um laser fotônico e um sofisticado sistema de amplificação do feixe de fótons, os cientistas demonstraram que a energia fotônica pode gerar uma propulsão amplificada entre duas espaçonaves fazendo com que os fótons fiquem refletindo milhares de vezes entre as duas. Com um fator de amplificação de 3.000, a propulsão fotônica é equivalente ao empuxo que atualmente só pode ser gerado por aparatos de laser enormes e com consumo de energia elevado demais para serem utilizados em pequenas sondas espaciais ou satélites artificiais.

Voo em formação

Motor fotônico - Criado primeiro motor espacial acionado pela luz. Embora a propulsão a laser agora demonstrada tenha um sem-número de aplicações futuras, os objetivos do Dr. Bae são bastante imediatos. Ele quer utilizar a propulsão por fótons para construir conjuntos de pequenas naves espaciais capazes de fazer voo espaciais em formação, com uma precisão nanométrica. Integrando a propulsão por luz nas chamadas espaçonaves ancoradas - umas ancoradas às outras - será possível a construção de gigantescos telescópios espaciais, muito mais poderosos do que os atuais. A NASA e a Agência Espacial Européia já têm feito experiências com esse tipo de vôo coordenado de sondas espaciais, mas as tecnologias de propulsão atuais são muito rudimentares para o nível de precisão exigido, por exemplo, de um telescópio espacial cujas imagens são formadas por inúmeros sensores espalhados por centenas de metros. A propulsão a laser agora demonstrada tem uma precisão 100.000 vezes maior do que a precisão dos experimentos de voos espaciais em formação já testados ou em estudos. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010130070305

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CUIDADOS COM OS CORANTES DOS ALIMENTOS

A legislação brasileira em relação aos corantes alimentícios é mais permissiva que a dos Estados Unidos, Áustria e Noruega, tanto que muitas substâncias aqui usadas são proibidas nesses países. Assim, há motivos de sobra para que a presença de corantes seja destacada no rótulo dos alimentos e medicamentos, especialmente os voltados ao público infantil. A legislação brasileira em relação aos corantes alimentícios é mais permissiva que a dos Estados Unidos, Áustria e Noruega, tanto que muitas substâncias aqui usadas são proibidas nesses países. Assim, há motivos de sobra para que a presença de corantes seja destacada no rótulo dos alimentos e medicamentos, especialmente os voltados ao público infantil. Além das reações alérgicas que podem acometer qualquer pessoa, estudos recentes apontam que corantes e conservantes podem estar relacionados à hiperatividade e a distúrbios de concentração em crianças. Por isso, fique de olho na embalagem do produto e conheça os principais efeitos associados a cada tipo de corante:

Corante: Amarelo crepúsculo

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Pode provocar: Reações anafilactoides, angioedema, choque anafilático, vasculite e púrpura. Reação cruzada com paracetamol, ácido acetilsalicílico, benzoato de sódio (conservante) e outros corantes azoicos como a tartrazina. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Finlândia e Noruega.

Corante: Amarelo quinolina

Pode provocar: Suspeito de causar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio.

Corante: Amarelo tartrazina.

Pode provocar: Reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, náusea, broncoespasmo, urticária, eczema, dor de cabeça, eosinofilia e inibição da agregação plaquetária à semelhança dos salicilatos. Insônia em crianças associada à falta de concentração e impulsividade. Reação alérgica cruzada com salicilatos (ácido acetilsalisílico), hipercinesia em pacientes hiperativos. Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. No Brasil, nos EUA e na Inglaterra seu uso deve ser indicado nos rótulos.

Corante: Azul brilhante

Pode provocar: Irritações cutâneas e constrição brônquica, quando associado a outros corantes. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega, Suécia e Suíça.

Corante: Vermelho 40

Pode provocar: Pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia e Suíça.

Corante: Vermelho ponceau 4R

Pode provocar: Relacionado a anemia e doenças renais, associado a falta de concentração e impulsividade e pode provocar hiperatividade em crianças quando associado ao benzoato de sódio. Banido nos EUA e na Finlândia.

Corante: Vermelho eritrosina

Pode provocar: Suspeito de causar câncer de tireoide em ratos. Banido nos EUA e na Noruega.

Corante: Vermelho bordeaux

(mistura de amaranto e azul brilhante). Pode provocar: Crises asmáticas e eczemas. Banido nos EUA, na Áustria, Noruega e Rússia. FONTE:idec.org.br/consultas/dicas-e-direitos/cuidados-com-os-corantes-dos-alimentos