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sábado, 26 de novembro de 2016
VOCÊ SABE POR QUE O CÉU É AZUL E O PÔR DO SOL É VERMELHO?
Se você mora aqui na Terra, já deve ter olhado para o céu em um dia ensolarado. Isso pode parecer papo de louco, mas levanta um questionamento bastante interessante. Por acaso você já se perguntou por que o céu possui uma cor azul nessas condições? Por que não vemos a cor verde, amarela ou preta? E o por do sol? Já percebeu que do azul o céu passa a demonstrar uma tonalidade meio avermelhada?
O ser humano já tentou encontrar diversas explicações para isso. Há aqueles que simplesmente se contentam com a explicação de que “Deus quis assim”. Outros, porém, acham que o céu é dessa cor por causa da reflexão da água do mar, que domina a maior parte da superfície terrestre. No entanto, há aqueles mais conspiradores que acreditam que estamos vivendo em uma redoma que simplesmente foi pintada da cor azul. Exatamente como no filme “O Show de Thruman”.
CONHEÇA A FOSSA DAS MARIANAS, O LUGAR MAIS PROFUNDO DOS MARES
Se você costuma mergulhar e explorar as profundezas do mar através de excursões, vai se surpreender ao conhecer o lugar que vamos apresentar. Trata-se do ponto mais profundo dos oceanos. Um local onde poucos seres humanos já tiveram a oportunidade de visitar e somente o fizerem por conta de veículos especiais para suportar a alta pressão das águas.
Estamos falando da Fossa das Marianas. Um local tão, mas tão profundo que é difícil explicar usando exemplos da nossa realidade. Imagine o Monte Everest, por exemplo. Trata-se do ponto mais alto do mundo, com impressionantes 8.848 metros de altitude. Porém, mesmo se invertêssemos essa gigantesca estrutura, ela ainda não chegaria perto do ponto mais profundo dos oceanos.
A Fossa das Marianas
Esse local, localizado próximo as Ilhas Marianas – o que lhe rendeu o nome –, está situado na parte norte ocidental do Oceano Pacífico. A Fossa das Marianas possui 11.034 metros de profundidade, contando ainda com 2.500 km de extensão e 70 km de espessura. Porém, o local é extremamente acidentado, o que dificulta bastante a locomoção por lá. De acordo com estudos, essa trincheira foi formada entre 6 e 9 milhões de anos atrás. Ou seja, uma estrutura extremamente antiga. A Fossa das Marianas está localizada entre duas placas tectônicas – do Pacífico e das Filipinas –, as prováveis responsáveis por sua formação. Praticamente não há vida nesse local. Apenas alguns peixes bastante simples conseguem sobreviver ali. A Fossa das Marianas é considerada até hoje um dos lugares menos explorados pelo ser humano. Estudiosos defendem que o local é tão fundo que até foi utilizado como depósito de materiais radioativos. O argumento dos que queriam enterrar esse lixo era de que a pressão do mar empurraria toda a substância para o manto da Terra. Contudo, o Direito Internacional proíbe o despejo de lixo nuclear nos oceanos, ação que nunca foi comprovada.Os visitantes do ponto mais profundo dos oceanos
Embora seja extremamente profunda, a Fossa das Marianas já recebeu visitas do ser humano. O local foi inicialmente descoberto em 1951, recebendo o nome de batismo como “Depressão Challenger”. Em 1960, o homem finalmente conseguiu alcançar esse ponto profundo dos oceanos. A viagem aconteceu através de um batiscafo, um veículo em formato bastante singular que serve para aguentar toda a pressão da água. Apenas dois mergulhadores fizeram esse passeio nos anos 60, Jacques Piccard e Don Walsh. O perigo de permanecer na Fossa das Marianas era tão grande que eles passaram apenas 20 minutos por lá. A viagem até o local demorou cerca de 5 horas! Durante anos, o local ficou praticamente esquecido. Entretanto, no dia 25 de março de 2012, o premiado cineasta e então cinegrafista da National Geographic, James Cameron, resolveu fazer uma visita à Forra das Marianas. Caso você não esteja reconhecendo pelo nome, Cameron foi o responsável por sucessos de bilheteria, como Segredo do Abismo, Titanic, Avatar e o Exterminador do Futuro.A viagem de James Cameron
A viagem ao ponto mais profundo dos oceanos, dessa vez, foi toda registrada pelo canal National Geographic no vídeo acima. Nele podemos ver James Cameron se preparando para uma descida que levaria 2,5 horas, metade do tempo que levou a primeira visita ao local. Quando Cameron chegou a profundidade de 10.848 metros, ele não resistiu e postou a seguinte mensagem no Twitter: “Acabei de chegar ao ponto mais fundo do oceano. Chegar ao ponto mais baixo nunca foi tão bom. Mal posso esperar para dividir o que estou vendo com vocês”. Como os pesquisadores conseguiram fazer a internet funcionar lá embaixo ainda permanece um mistério. O famoso cineasta passou cerca de três horas na Fossa das Marianas. Lá, ele registrou diversos aspectos do local usando as diversas câmeras 3D instaladas no submarino. Embora o veículo fosse bem grande, Cameron ficou dentro de uma bola de aço bem pequena: apenas 109 centímetros de diâmetro. Tudo isso para protegê-lo da perigosa ação da pressão aquática que poderia facilmente matar qualquer um.Há vida na Fossa das Marianas?
Sabe aqueles peixes horripilantes que vemos em algumas imagens na web? Nem mesmo eles são capazes de sobreviver no ponto mais profundo dos oceanos. O lugar é tão, mas tão fundo que a intensa pressão praticamente impede a existência de qualquer forma de vida. Somente alguns peixes bem simples conseguem sobreviver nesse local. Caso eles fossem levados para a superfície, explodiriam por causa da falta de pressão que há aqui na atmosfera. As criaturas abissais, como aqueles peixes horrorosos que vemos em filmes, geralmente são encontrados entre 1.000 e 5.000 metros de profundidade.O desespero do fundo do mar
Você já se perguntou como seria viver em um lugar tão profundo como a Fossa das Marianas? Nem é preciso dizer que ser humano algum conseguiria sobreviver por conta da pressão das águas sobre ele. Na verdade, o homem não tem a capacidade de aguentar muitos metros de profundidade ao fazer mergulhos no mar. O vídeo acima, com certeza um dos mais angustiantes que você vai assistir em sua vida, mostra um mergulhador morrendo devido a alta pressão e a falta de oxigênio. Trata-se do russo Yuri Lipski, que morreu depois de atingir a profundidade de 91,6 metros no chamado Buraco Azul, um lugar bastante visitado por turistas no Egito. Toda a cena foi gravada pela própria câmera do mergulhador, o que torna tudo ainda mais horripilante. Com essa história, fica uma lição muito importante para a humanidade: jamais devemos subestimar os oceanos. Não importa se estamos falando do lugar mais profundo dos mares, como a Fossa das Marianas, ou um simples lago usado para mergulho. Devemos ter muito cuidado e jamais desdenhar os perigos oferecidos pelas águas traiçoeiras. fonte:http://ahduvido.com.br/qual-o-ponto-mais-profundo-dos-oceanossábado, 19 de novembro de 2016
LAGO DESCOBERTO SOB O MAR MATA TUDO QUE NADA ALI
Pesquisadores descobriram um “lago” no Golfo do México que fica no fundo do mar. Praticamente todo ser vivo que entra ali morre rapidamente, e é possível ver carcaças de caranguejos nas margens deste reservatório de água tóxica. Erik Cordes, professor de biologia da Universidade Temple (EUA), publicou suas descobertas na revista Oceanography.
“Foi uma das coisas mais incríveis do mar profundo. Você vai até o fundo do oceano e vê um lago ou um rio fluindo. Parece que você não está nesse mundo”, diz Cordes.
A água neste lago é cerca de 5 vezes mais salgada que o restante da água da região e contém concentrações tóxicas de metano[CH4] e sulfeto de hidrogênio[H2S]. Assim, ela não se mistura com o restante do mar.
Ela fica contida por uma pequena barragem de minerais e moluscos, mas esta barreira é frágil e se rompe em alguns pontos. Nesses locais, é possível ver a água mais escura fluindo como uma pequena cachoeira debaixo d’água.
Apenas bactérias, poliquetas e camarões conseguem sobreviver às condições deste ambiente. Para os caranguejos esse pode ser um local terrível, mas para os cientistas é como um parque de diversões para suas pesquisas. Eles podem explorar como alguns organismos conseguem sobreviver em habitats extremos.
“Muitas pessoas veem estes habitats extremos na Terra como modelos para o que poderemos encontrar quando formos para outros planetas”, explica Cordes.
FONTE:iflscience.com/environment/scientists-discover-a-lake-under-the-sea-those-who-swim-there-never-come-back-alive/
O SEGREDO PARA UMA VIDA SEXUAL FELIZ
De acordo com um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, para ter uma vida sexual feliz em um relacionamento a longo prazo, é preciso baixar as expectativas e trabalhar duro na cama.
Em outras palavras, você não pode acreditar na noção de “destino sexual”, e sim entender que, para ter satisfação sexual, é necessário fazer adaptações e conversar com seu parceiro sobre isso.
O estudo analisou ambas relações heterossexuais e homossexuais. Você pode lê-lo (em inglês) no Journal of Personality and Social Psychology.
Alma gêmea?
Como muitas outras coisas boas na vida, uma vida sexual feliz exige trabalho duro ao invés de uma “expectativa” de satisfação eterna simplesmente porque você e seu parceiro ou parceira são “almas gêmeas”. A pesquisa, feita por psicólogos canadenses, envolveu 1.900 participantes e concluiu que existem essencialmente dois grupos de pessoas (mesmo que muitas estejam em algum lugar no meio destes grupos): os que compreendem a necessidade de crescimento sexual e os que acreditam no “destino sexual”.Crescimento x destino sexual
Se você acha que o sexo é a chave do relacionamento, sua atitude em relação a ele pode determinar o sucesso da relação. “As pessoas que acreditam no destino sexual usam sua vida sexual como um barômetro para o quão bem seu relacionamento anda. Eles acreditam que os problemas no quarto significam problemas no relacionamento como um todo”, explicou Jessica Maxwell, doutoranda e principal autora do estudo, ao portal Big Think. Por outro lado, se você reconhece que mudanças podem acontecer e trabalhar para melhorar o sexo é uma parte normal de um relacionamento a longo prazo, você pode ter mais sucesso em mantê-lo. “As pessoas que acreditam no crescimento sexual não só acreditam que podem trabalhar em seus problemas sexuais, como não estão deixando isso afetar sua satisfação no relacionamento em geral”, acrescentou Maxwell.Reconhecer problemas sexuais
Todos os casais tendem a passar pela fase inicial de “lua de mel” do relacionamento, que dura cerca de 2 a 3 anos. Então, há um ponto de viragem. “Sabemos que desacordos no domínio sexual são um tanto inevitáveis ao longo do tempo”, disse Maxwell. “A vida sexual é como um jardim, e precisa ser regada e nutrida”. Curiosamente, enquanto as mulheres são tradicionalmente mais propensas a ter filosofias românticas como a ideia de “alma gêmea”, o estudo demonstrou que elas também são mais propensas a entender que o sexo precisa de esforço. Isso pode ser porque há alguma evidência de que é mais difícil para as mulheres obter satisfação sexual. Os pesquisadores ressaltam ainda a necessidade de conselheiros e terapeutas de casal de ajudar as pessoas a resolver questões sexuais, já que tais problemas são bastante normais, especialmente entre aqueles que se agarram demais à noção de “destino sexual”. “As crenças de destino sexual têm muitas semelhanças com outras crenças disfuncionais sobre sexo, e eu acho que é importante reconhecer e abordar isso”, concluiu Maxwell. fonte:http://bigthink.com/paul-ratner/new-study-discovers-the-secret-to-a-happy-sex-lifeSAIBA POR QUE A MAIORIA DAS MULHERES GEME DURANTE O SEXO
Dos romancezinhos mais água com açúcar aos filmes eróticos, quase todas as representações de orgasmos femininos mostram que ao sentir prazer, a mulher geme. Mas isso é uma necessidade física ou é um comportamento forçado para cumprir expectativas do que é considerado sexy?
Pesquisadores se perguntaram a mesma coisa. Em 2011, Gayle Brewer, da Universidade de Central Lancashire e Colin Hendrie da Universidade de Leeds (Reino Unido) publicaram na revista Archives of Sexual Behavior sua pesquisa sobre o tema, tecnicamente conhecido como “vocalização copulatória”.
No estudo, eles entrevistaram 71 mulheres heterossexuais e sexualmente ativas com idades entre 18 e 48 anos e constataram que muitas delas gemiam, mas não necessariamente quanto estavam tendo um orgasmo. 66% delas afirmaram que gemiam para acelerar o clímax do parceiro e 87% disseram que vocalizam para melhorar a autoestima.
“Enquanto os orgasmos femininos acontecem mais nas preliminares, as vocalizações copulatórias são relatadas com mais frequência antes e durante a ejaculação masculina”, escreveram os pesquisadores. As participantes do estudo também afirmaram que usam o som para aliviar o tédio, fatiga e dor ou desconforto durante o sexo.
Então a vocalização feminina seria apenas uma ferramenta para ajudar o parceiro “chegar lá” e para ajudar a mulher a lidar com momentos desagradáveis da penetração?
“Não há muita pesquisa nesta área, mas somos bombardeados pela mídia com imagens que nos dizem que gemer é associado com orgasmo e com prazer sexual. Então seria uma estratégia razoável gemer, já que os homens tendem a associar o gemido com orgasmo”, diz Kristen Mark, uma pesquisadora sobre sexualidade da Universidade de Indiana (EUA).
Apesar de a estratégia ter suas vantagens para que a mulher se sinta bem e para incentivar o parceiro, há também a desvantagem da comunicação ineficaz. Os gemidos podem sinalizar ao homem que ele está fazendo tudo da melhor forma para aquela mulher, quando alguns simples ajustes podem melhorar o relacionamento para os dois. “Use o gemido para sinalizar que você está excitada e que as coisas estão indo bem, e não para esconder que não estão”, orienta a educadora sexual Patty Brisben.
Para ela, é importante que as mulheres demonstrem o suas necessidades sexuais. “Temos que dar esse passo à frente e dar a nós mesmas permissão para ensinar. Usar a vocalização para ensinar ao seu parceiro o que é gostoso. É uma forma de dizer ‘pare, continue, sim, não”, sem parecer um guarda de trânsito”, brinca ela.
A especialista também acredita que os gemidos ajudem a própria mulher a atingir o orgasmo e que as mulheres passam por diferentes fases de maior e menor vocalização durante a vida. Ela também sugere que os homens adotem este sutil meio de comunicação. “A autoestima é uma via de mão dupla e, para suas parceiras durante o sexo, os homens deveriam se esforçar para emitir mais do que um grunhido no final. Isso não tem a ver com fingir uma coisa que não sente, mas sim ser mais presente sexualmente e entrar em sintonia com a outra pessoa”, diz.
Espontâneos ou não, os gemidos não acontecem apenas entre os seres humanos. Uma pesquisa sobre babuínos, por exemplo, revela que as fêmeas têm uma série de sons copulatórios, Quando estão mais perto da ovulação, elas têm uma vocalização mais complexa, e quando cruzam com machos com grande influência no grupo, emitem um som diferente. As fêmeas do gênero Macaca também vocalizam para ajudar os machos a atingirem o orgasmo.
FONTE: http://edition.cnn.com/2016/11/13/health/women-moan-sex/index.html
CONHEÇA O ATAQUE MAIS VELOZ DO REINO ANIMAL
O camarão mantis, também chamado de tamarutaca, lacraia-do-mar ou lagosta-boxeadora, é um minúsculo animal marinho com muitos talentos especiais.
Existem mais de 400 espécies de camarão mantis em todo o mundo, sendo que a maioria vive em águas subtropicais e tropicais.
O vídeo abaixo, produzido pelo pessoal da série Deep Look do canal KQED de San Francisco, nos EUA, mostra como algumas espécies usam golpes poderosos para abrir as conchas de caracóis saborosos, e como outras lançam apêndices afiados para capturar peixes.
Miríade de superpoderes
As espécies que golpeiam suas presas com garras que lembram martelos aceleram tão rápido quanto uma bala de calibre 22, algo possível graças a adaptações moleculares na superfície dessa garra. Ela é feita de um mineral duro chamado hidroxiapatita, disposto em pilares verticais. A quitosana, um carboidrato encontrado em conchas de crustáceos, fica empilhada atrás desta zona de impacto em diferentes orientações, o que torna difícil para uma única rachadura viajar através da casca do animal. Uma região estriada ao longo dos lados da garra comprime a estrutura inteira como uma fita em torno dos nós do punho de um pugilista. Inspirados pela natureza, os cientistas querem desenvolver materiais sintéticos que imitam a garra do camarão mantis. Eles esperam usar esses materiais para melhorar produtos como armaduras, capacetes de futebol e até mesmo carros e aviões.Visão
O vídeo do KQED se concentra em outra das adaptações do camarão mantis: sua visão. Os olhos do camarão são estranhos de várias maneiras. Para começar, cada globo ocular tem seis pupilas através das quais entra a luz. Isto faz da percepção de profundidade de camarão excelente, o que é muito importante dado que seu método de caça requer pontaria perfeita. O camarão também tem sistemas visuais únicos que usam 12 receptores separados para detectar cores. Em comparação, os seres humanos usam apenas três receptores para ver o arco-íris. Estranhamente, o camarão parece ter uma visão de cor menos clara do que a dos seres humanos. Um estudo de 2014 descobriu que os animais podem diferenciar as cores com comprimentos de onda de cerca de 25 nanômetros de distância, em comparação com os seres humanos, que podem diferenciar cores com comprimentos de onda apenas um nanômetro ou dois. No entanto, os receptores de cor estranha do camarão mantis podem permitir que ele faça seu processamento de cor no olho, ao invés de no cérebro, como os humanos. Isso poderia significar que os animais percebem cores muito rapidamente. Eles também podem ver a luz ultravioleta, que os seres humanos não podem.Polarização e comunicação
Os camarões mantis inegavelmente batem os seres humanos em uma área de visão: eles podem ver a luz polarizada. A luz solar atinge o olho de forma caótica, com comprimentos de onda viajando em todas as direções. Algumas superfícies, como as escamas de peixe, polarizam essa luz, reunindo, essencialmente, os comprimentos de onda e refletindo-os de forma mais organizada. O olho humano não pode ver essa polarização, mas o olho do camarão mantis pode. Algumas partes do corpo do animal também desempenham este truque de polarização, o que indica que o camarão talvez se comunique com outros usando essa coloração polarizada. A polarização é interessante para os pesquisadores médicos porque algumas lesões nos tecidos e até mesmo as células cancerosas aparecem de forma diferente sob uma lente polarizada. Em 2014, pesquisadores liderados por Viktor Gruev da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos EUA, desenvolveram um biossensor usando nanoestruturas metálicas que imitam o olho do camarão mantis. Um objetivo é usar este biossensor para detectar cânceres gastrointestinais mais cedo do que é possível usando a colonoscopia tradicional. fonte:livescience.com/56878-mantis-shrimp-stabs-smashes-in-video.htmlCONHEÇA 10 ANIMAIS ANTIGOS TÃO TERRÍVEIS QUANTO AOS DINOSSAUROS
Dinossauros predadores como o tiranossauro tendem a monopolizar as atenções no quesito “monstros pré-históricos”.
No entanto, muitos outros caçadores terríveis percorreram a Terra antes, depois e durante o seu reinado, de primos répteis a enormes anfíbios. Confira alguns deles:
1. Rhomaleosaurus
Habitando os oceanos do Jurássico até 183 milhões de anos atrás, o Rhomaleosaurus, ou “lagarto forte”, foi uma espécie de plesiossauro (uma ordem de répteis), criaturas que a maioria de nós conhece por seus longos pescoços. O Rhomaleosaurus era mais conhecido por sua força bruta do que por seus rápidos ataques, como seus primos delgados, que podem até mesmo ter sido presas comuns para o animal. Enquanto outros plesiossauros caçavam peixes menores, o Rhomaleosaurus teria caçado criaturas mais perto de seu próprio tamanho ou mastigado amonites de cascas duras.2. Crassigyrinus
Apesar de ser um dos menores animais nesta lista, o Crassigyrinus é formidável. Vindo do período carbonífero, mais de 300 milhões de anos atrás, com cerca de 2 metros de comprimento, este predador quase parecia um cruzamento entre uma salamandra e uma moreia, com um corpo longo sinuoso, quatro pernas atrofiadas e uma cabeça enorme, cheia de dentes longos e afiados. Devido aos seus grandes olhos salientes, acredita-se que o Crassigyrinus era um animal noturno, ou que habitava águas escuras e turvas. Como um crocodilo, sua estrutura óssea sugere uma grande dose de força muscular voltada para um incrível poder de mordida. Suas grandes mandíbulas eram capazes de abrir 60 graus.3. Smok
Polonês para “dragão”, Smok foi um gênero de predadores bípedes escamosos que viveram ao lado de dinossauros durante o período Triássico. O maior deles foi Smok Wawelski, ou Dragão de Wawel, com até seis metros de comprimento. Embora seu esqueleto pareça notavelmente com o de dinossauros predadores mais famosos, esta criatura é considerada um arcossauro, um grupo de répteis. Isso efetivamente faz do Smok um jacaré de duas pernas adaptado mais para corrida de velocidade do que natação.4. Aegisuchus
Do grego “crocodilo escudo”, este réptil do final do Cretáceo tinha um conjunto de mandíbulas altamente incomum, extremamente amplo e achatado, quase como o bico de um ornitorrinco. Além disso, seus olhos minúsculos eram provavelmente fracos. É possível que este animal dependia em grande parte de uma estratégia de emboscada para caçar, simplesmente esperando com suas mandíbulas abertas até uma presa ser pega entre seus dentes.5. Inostrancevia
Habitando a Terra 260 a 250 milhões de anos atrás, Inostrancevia era um gênero de animais semelhantes a répteis, parentes dos primeiros mamíferos. Acredita-se que eles possuíam tanto escamas quanto pelos eriçados. O maior desses animais tinha mais de 3 metros de comprimento, com dentes protuberantes de 15 centímetros. Eles eram musculosos e pesados, capazes de derrotar presas muito maiores do que eles próprios e morder através das peles blindadas e grossas de herbívoros escamosos.6. Koolasuchus
Imagine uma salamandra viscosa de mais de 5 metros de comprimento, com uma boca grande o suficiente para engolir um adulto médio. Se esse animal antigo se comportava de forma parecida com as pequenas salamandras modernas, então tentava comer absolutamente qualquer criatura menor que passava na frente dele. Isso incluiria muitos dos pequenos dinossauros que habitavam a Austrália durante o início do Cretáceo, tornando Koolasuchus o mais recente dos anfíbios gigantes no registro fóssil.7. Mastodonssauro
Outro anfíbio tipo salamandra do período Triássico, o mastodonssauro parecia um jacaré sem escamas, com um crânio alongado ostentando muitos dentes afiados e um par de presas do tamanho de facas na mandíbula inferior. Seus minúsculos membros eram provavelmente inúteis em terra, já que muitos espécimes fósseis parecem ter morrido quando seus habitats pantanosos secaram. Em condições mais ideais, o animal teria flutuado, predado peixes, anfíbios menores e qualquer animal que chegasse perto o suficiente da água. Com 6 metros de comprimento e mandíbulas de um metro, apenas os dinossauros muito maiores de seu tempo teriam sido muito grandes para o apetite deste animal.8. Batrachotomus
Mesmo sendo grande e respeitável, o mastodonssauro parece ter sido uma presa frequente de outra besta do pântano do Triássico, o Batrachotomus. Um arcossauro de 6 metros, este animal era muito mais parecido com um crocodilo do que o Smok, mantinha-se em quatro pernas poderosamente musculosas e teria sido capaz de correr em alta velocidade.9. Prionossuco
O último dos animais da ordem Temnospondyli desta lista é o maior deles. Esta salamandra gigante teria, pelo menos, 10 metros, conforme sugere um fóssil fragmentado encontrado. O animal viveu durante o período Permiano, 270 milhões de anos atrás, e seu crânio tem um formato parecido a de um arcossauro não relacionado, o gavial, sugerindo que os dois compartilhavam um estilo de vida similar. Isso teria feito do prionossuco um comedor de peixe com uma mordida rápida, mas relativamente fraca, ideal para emboscar presas no leito de um rio barrento.10. Saurosuchus
Com um nome que significa “lagarto crocodilo”, o Saurosuchus foi um caçador de quatro patas do Triássico, com provavelmente dez metros de comprimento, significativamente maior do que até mesmo o Smok. Apesar do nome, ele não é agrupado com os crocodilos diretamente. Na verdade, tem sido difícil classificá-lo e ele é atualmente considerado um membro do grupo réptil Loricata, possivelmente ancestral aos arcossauros e uma série de outros grupos. A estrutura de suas pernas sugere um estilo de vida relativamente lento. O animal só era provavelmente capaz de rajadas curtas e rápidas. Como um dos maiores predadores do Triássico na América do Norte, no entanto, teria havido muito poucos animais que o Saurosuchus não estava disposto a atacar se tivesse a oportunidade. fonte:http://listverse.com/2016/09/22/10-non-dinosaur-terrors-of-the-past/
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