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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

PELA 1° VEZ CIENTISTAS OBSERVAM O VIOLENTO INÍCIO DE UMA SUPERNOVA

Cientistas observaram os efeitos imediatos da formação de uma supernova pela primeira vez, detectando apenas 3 horas depois da explosão o enorme brilho da morte de uma estrela supergigante vermelha. O evento foi batizado de SN 2013fs, e foi a primeira chance que os pesquisadores tiveram de estudar uma supernova tão jovem. Normalmente o brilho resultante de sua formação só é descoberto alguns dias depois. Neste caso, foi mais sorte que qualquer outra ação mais ativa; os telescópios já estavam apontados para a região correta por coincidência. A supernova aconteceu na galáxia chamada NGC 7610, que está a 160 milhões de anos-luz da Terra. Depois da luz desta explosão anciã ter viajado por 160 milhões de anos através do espaço, ela finalmente atingiu a Terra em 2013, onde foi detectada em uma inspeção automática do céu que acontecia no observatório Palomar, perto de San Diego, na Califórnia. “Até alguns anos atrás, flagrar uma supernova uma semana depois da explosão já era considerado pouco tempo. Este já não é mais o caso, e com novas inspeções automáticas e totalmente robotizadas, temos flagrado eventos um dia ou até menos depois da explosão”, diz o astrofísico Ofer Yaron, do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel.

Cenário da explosão

Ao identificar a luz apenas algumas horas depois da explosão, cientistas tiveram a rara oportunidade de examinar as condições cósmicas que cercavam a estrela pouco antes da explosão. O brilho da supernova é visível por cerca de um ano, mas para observar o cenário da explosão, é preciso descobrir a supernova o quanto antes. No caso da SN 2013fs, observações mostraram que a estrela estava cercada por um disco de fragmentos que havia sido ejetado pela estrela no ano anterior à explosão. Essa camada de material cobriu a estrela com uma nuvem de gás de 10 bilhões de km de profundidade, antes de ser destruída pela supernova. “Antes de virar supernova, a estrela passa por instabilidades muito significantes no seu interior, afetando as camadas externas e superfície, o que causa essa perda de massa logo antes da explosão”, explica Yaron. “É como se a estrela soubesse que está no fim da vida e que vai morrer logo, e expulsa o material como se fosse o último suspiro”. SN 2013fs é uma supernova do tipo II, o tipo mais comum de explosão estelar, envolvendo estrelas entre 8 e 50 vezes a massa do Sol. “O fato dela ser do tipo comum II e estar com material ao seu redor significa que esse fenômeno de grande perda de massa logo antes da explosão pode ser comum entre colapsos de supernovas”, diz o cientista. Em breve poderemos confirmar se a perda de massa realmente é normal nesse tipo de explosão ou não, já que a tecnologia dos telescópios tem melhorado rapidamente. O esperado é que em pouco tempo possamos identificar essas explosões apenas minutos depois delas acontecerem. Essa possibilidade deverá ajudar cientistas a estudar essas mortes violentas das estrelas com grandes detalhes. Eles até esperam observar uma supernova na Via Láctea – contanto que ela não aconteça muito perto de nós. “Se você perguntar a um nadador no mar, ele não quer ver um tubarão. Mas se perguntar a um mergulhador, isso é tudo o que ele quer ver”, compara Yaron. FONTE:sciencealert.com/scientists-have-witnessed-the-violent-beginnings-of-a-supernova-for-the-first-time

CONHEÇA TRAPPIST-1 E SEUS 7 PLANETAS

Os astrônomos descobriram o primeiro sistema conhecido que hospeda 7 planetas do tamanho da Terra em torno de uma estrela, 3 deles em sua zona habitável. A apenas 39 anos-luz de distância de nós, os pesquisadores já identificaram os tamanhos, órbitas e massas da maioria dos planetas, sugerindo que todos podem ser rochosos. Em alguns, água líquida pode existir na superfície. A notícia é empolgante justamente porque esse pode ser o sistema com melhores chances de abrigar vida extraterrestre até agora. Faça um passeio conosco pelo notável TRAPPIST-1:

1° PARADA: A estrela

TRAPPIST-1 é uma estrela fraca um pouco maior do que Júpiter. Ela possui cerca de 8% do tamanho do nosso sol e brilha apenas 0,05% quanto ele. Os planetas em sua volta realizam órbitas apertadas, todas mais próximas do que Mercúrio em torno do sol. A maior parte da luz de TRAPPIST-1 está em comprimentos de onda infravermelhos, invisíveis ao olho humano, razão pela qual o telescópio Spitzer foi a ferramenta ideal para obter mais detalhes sobre os seus planetas. Anãs superfrias como TRAPPIST-1 são estrelas com vidas extremamente longas – essa poderia potencialmente continuar queimando por mais 5 trilhões de anos, muito tempo além da nossa estrela (que está no meio do caminho de sua vida de 10 bilhões de anos). Isso faz de TRAPPIST-1 uma boa candidata para abrigar vida, pelo tempo que ela tem para se desenvolver e evoluir. As estrelas anãs representam cerca de 75% da população estelar da Via Láctea. Planetas em suas zonas habitáveis parecem estar muito próximos e em perigo de explosões de radiação, mas modelos sugerem que alguns planetas poderiam suportar as condições para se tornar propícios à vida, se suas atmosferas e campos magnéticos forem fortes o suficiente.

2° PARADA: O planeta mais íntimo da estrela

O mais próximo dos 7 planetas, TRAPPIST-1b, orbita ao redor da estrela uma vez a cada 1,51 dias. Isso significa que está a 1,64 milhões de quilômetros dela, 4,27 vezes a distância média da Terra à lua. TRAPPIST-1b possui cerca de 1,09 vezes o raio da Terra, e 0,85 vezes sua massa, de acordo com cálculos preliminares – medidas que sugerem que ele é provavelmente rochoso. Por causa da proximidade a sua estrela, no entanto, 1b provavelmente está “preso” a ela, como a lua à Terra, o que significa que orbita com os mesmos lados voltados para TRAPPIST-1 todo o tempo. Apesar da frieza da estrela, 1b está perto o suficiente para que qualquer água presente ferver ou sublimar como vapor.

3° PARADA: Mais um mundo quente

Como 1b, TRAPPIST-1c orbita próximo o suficiente da sua estrela para que a água líquida provavelmente não exista em sua superfície. Tem 1,06 vezes o tamanho do raio da Terra e 1,38 vezes sua massa, e orbita ao redor da TRAPPIST-1 a cada 2,42 dias, no que seria 5,83 vezes a distância média da Terra à lua. Como TRAPPIST-1b, 1c foi descoberto ano passado, com base em observações do escurecimento da estrela conforme os planetas passavam por ela. Ele orbita a anã cinco vezes a cada oito órbitas do 1b, uma “ressonância” que sugere que os planetas poderiam ter se movido mais para perto da estrela em algum ponto.

4° PARADA: O mais leve

O TRAPPIST-1d tem apenas 0,41 vezes a massa da Terra, o que o torna o planeta mais leve com uma massa conhecida no sistema (os pesquisadores não sabem ao certo a massa e o raio do planeta mais distante, 1h). O pequeno mundo tem um raio de 0,77 vezes o da Terra e orbita a estrela a cada 4,05 dias, a uma distância equivalente a 8,16 vezes a da Terra à lua. Como seus vizinhos mais próximos, a superfície de 1d é provavelmente muito quente para sustentar água líquida. Ele orbita a estrela três vezes para cada oito órbitas do 1b.

5° PARADA: Bem-vindo à zona habitável

O TRAPPIST-1e é o mais íntimo dos planetas que estão na zona habitável da estrela – uma órbita na qual a água líquida poderia potencialmente existir em sua superfície, tornando-o mais acessível à vida. Mesmo que 1e seja provavelmente preso a sua estrela, como todos os planetas no sistema, os pesquisadores disseram que ainda poderia ser habitável se tiver a atmosfera certa para equilibrar o calor na sua superfície. Ele recebe quase tanta luz de sua estrela quanto a Terra do sol, sugerindo que poderia ter temperaturas semelhantes. 1e orbita a estrela a cada 6,10 dias, a uma distância de 10,8 vezes a média da Terra à lua. Tem um raio 0.92 vezes o da Terra e 0,62 vezes a sua massa. Para cada 8 órbitas de 1b, 1e orbita 2 vezes a TRAPPIST-1. Mais uma vez, as órbitas ressonantes dos planetas sugerem que eles viajaram de mais longe para mais perto da estrela. Mais para fora, haveria mais gelo; apesar disso, a configuração poderia significar que os planetas são mais propensos a ter água prontamente disponível.

6° PARADA: Vistas deslumbrantes

Da superfície de TRAPPIST-1f, um intrépido viajante espacial veria um belo conjunto de planetas vizinhos se o céu estivesse limpo. 1f também está na zona habitável da estrela. No seu céu, o 1e pareceria aproximadamente do tamanho da lua vista da Terra, e a estrela pareceria aproximadamente três vezes mais grande do que o sol no nosso céu. 1f orbita a estrela a cada 9,21 dias, o que é mais agradável em comparação com os planetas mais interiores, embora ainda muito mais rápido do que o planeta com a órbita mais curta do sistema solar: Mercúrio a cada 87,97 dias. O 1f orbita a TRAPPIST-1 a distância média de 13,3 vezes a da Terra à lua, tem 1,04 vezes o raio do nosso planeta e 0,62 vezes a sua massa. Dá 1,33 voltas na sua estrela para cada oito órbitas de 1b. Por fim, ele é potencialmente rico em água, e recebe aproximadamente a mesma quantidade de luz estelar que Marte recebe do sol.

7° PARADA: Ficando frio

O TRAPPIST-1g está bem na borda do que os pesquisadores acham que é a zona habitável da estrela –é um pouco frio, mas provavelmente não muito frio para que exista água líquida na sua superfície. 1g orbita a estrela a cada 12,35 dias, a uma distância de 17,4 vezes a da Terra à lua. O planeta tem 1,13 vezes o raio da Terra – o maior dos medidos – e 1,34 vezes sua massa. Além disso, recebe aproximadamente a mesma quantidade de luz estelar que algum lugar em nosso sistema solar entre Marte e o cinturão de asteroides. Vale ressaltar que a zona habitável de qualquer sistema planetário não é algo bem definido. Os contornos da zona dependem, por exemplo, da composição atmosférica de um planeta. O puxão gravitacional que os planetas em TRAPPIST-1 exercem um sobre o outro pode potencialmente aquecê-los, mudando a zona habitável ao redor da estrela, tornando os planetas mais distantes capazes de sustentar a água líquida. A radiação da estrela também pode afetar onde a água líquida pode persistir.

8° PARADA: O misterioso

TRAPPIST-1h é o mais distante dos exoplanetas de sua estrela. Os cientistas pensam que ele tem uma órbita que dura cerca de 20 dias, a 23,3 vezes a distância média da Terra à lua. O telescópio Spitzer o viu passar pela TRAPPIST-1somente uma vez, então suas estatísticas são muito menos determinadas do que a de seus vizinhos. Ele parece ter 0,76 vezes o raio da Terra, e sua massa é desconhecida. De qualquer forma, deve estar fora da zona habitável da estrela, com uma superfície gelada demais para a existência de água líquida. fonte: space.com/35805-earth-size-exoplanets-trappist-1-tour.html

BACTÉRIA DE 4 MILHÕES DE ANOS FOI ENCONTRADA NA MAIS PROFUNDA CAVERNA DO MUNDO

Os cientistas descobriram uma antiga cepa de bactérias chamada Paenibacillus em uma das cavernas mais profundas do mundo. Sombriamente, ela parece ser resistente a todos os antibióticos que a medicina moderna já conseguiu criar.

Caverna Lechuguilla

As bactérias ficaram escondidas por mais de 4 milhões de anos, o que sugere que existem outras igualmente poderosas que podem desenvolver resistência a certos tipos de antibióticos sem a influência dos seres humanos e dos nossos medicamentos. Uma teoria é de que elas desenvolveram tal resistência através da exposição a “antibióticos naturais” no ambiente subterrâneo. A cepa foi descoberta cerca de 305 metros no subsolo da caverna Lechuguilla, no Novo México(EUA), um ambiente cientificamente importante ao qual somente algumas equipes de pesquisa têm acesso. Cientistas da Universidade de Akron, nos EUA, e da Universidade McMaster, no Canadá, usaram amostras da caverna para identificar 5 formas pelas quais a Paenibacillus bloqueia antibióticos, com o objetivo de ajudar a descobrir como vencer essa resistência no futuro. Os antibióticos funcionam bloqueando os mecanismos que as bactérias prejudiciais usam para nos infectar, mas o problema é que esses patógenos estão evoluindo rapidamente e encontrando novos mecanismos para substituir os bloqueados mais rápido do que podemos entendê-los. Além desse problema, temos o fato de que nosso aumento no uso de antibióticos em hospitais e outras indústrias, como a agricultura, parece estar ajudando a resistência a antibióticos a evoluir ainda mais rapidamente. “Identificamos alguns mecanismos únicos de resistência que nem sequer emergiram em bactérias que nos deixam doentes, o que é emocionante, porque isso significa que temos tempo”, explica a pesquisadora Hazel Barton, da Universidade de Akron. Isso é parte da razão pela qual esta estirpe de bactérias antigas é de tanto interesse. Ela existia mesmo antes dos seres humanos aparecerem, então sua resistência independente parece vir de algum outro tipo de pressão ambiental, ainda desconhecido.

Testes

Os testes mostraram que as bactérias eram resistentes a 18 antibióticos diferentes, incluindo a daptomicina, que é usada como uma “droga de último recurso”, quando todas as outras já falharam. A principal defesa usada pela Paenibacillus é produzir mutações em células individuais que são passadas para a próxima geração. Nesta fase, esta bactéria resistente não torna seres humanos doentes, mas se evoluir para se tornar patogênica – o que pode acontecer com ou sem intervenção humana -, a equipe espera já ter encontrado uma maneira de derrotá-la. Bem como a caverna Lechuguilla abriga bactérias antigas resistentes a medicamentos, também pode conter os ingredientes para novos antibióticos. “Esse é o próximo passo deste estudo”, disse um dos membros da equipe, Gerry Wright, da Universidade McMaster. A menos que possamos ficar um passo à frente desses patógenos, a resistência antimicrobiana se tornará um grande problema no futuro, tornando as curas para certas doenças tão arriscadas quanto as próprias doenças. fonte:sciencealert.com/scientists-find-4-million-year-old-bacteria-that-antibiotics-can-t-touch

NOVAS EVIDÊNCIAS PODEM FINALMENTE EXPLICAR O MISTERIOSO "STONEHENGE" AMAZÔNICO

Mais de 450 imensos marcos foram descobertos no Acre, no norte do Brasil, revelando os últimos vestígios de uso da terra de sociedades antigas, antes que a folhagem densa da floresta amazônica os ocultasse séculos atrás.Por enquanto, ninguém sabe exatamente para que os locais misteriosos eram usados. No entanto, um novo estudo sugere que esse “Stonehenge” da Amazônia são evidências de sociedades indígenas habitualmente alterando a paisagem amazônica por centenas de anos antes da chegada dos europeus nas Américas.

Os nativos e a floresta

Os marcos, chamados de geoglifos, cobrem aproximadamente 13 mil quilômetros quadrados e começaram a aparecer na década de 80 no Acre, uma vez que áreas de floresta do estado foram devastadas para fins agrícolas. “O fato de que esses locais ficaram escondidos por séculos sob floresta madura realmente desafia a ideia de que as florestas amazônicas são ecossistemas imaculados”, disse a arqueóloga Jennifer Watling, da Universidade de São Paulo. Watling e sua equipe analisaram amostras de solo retiradas de dois desses locais, a fim de reconstruir cerca de 6.000 anos de história da floresta ao redor dos marcos.
Ao analisar fósseis microscópicos de plantas chamados fitólitos no solo, os cientistas puderam estimar a extensão histórica da vegetação antiga. Já os níveis de carvão vegetal indicaram o histórico de desmatamento por meio da queima da floresta.

As primeiras alterações de paisagem

As amostras mostraram que a floresta era dominada por bambu há pelo menos 6.000 anos. As leituras de carvão vegetal revelaram que os seres humanos se mudaram para a área em torno de 4.000 anos atrás – nesse ponto, as palmeiras começaram a aparecer em maior número. O pico da queima de florestas para limpar terras ocorreu entre cerca de 2.300 e 1.400 anos atrás – época na qual as primeiras terraplanagens foram feitas. Trincheiras parecem ter sido escavadas em vários momentos entre os séculos I e XV, com valas de até 11 metros de largura e 4 metros de profundidade. Embora a forma e a extensão desses locais já tivessem sido determinadas por meio de observações aéreas, os pesquisadores nunca entenderam o propósito original desses marcos.

Stonehenge amazônico

É improvável que os locais tenham sido aldeias, uma vez que a escavação não apresenta quantidades significativas de artefatos culturais. O layout também sugere que os sítios não foram construídos por razões defensivas. Em vez disso, a análise do solo sugere que as áreas foram usadas para encontros rituais de algum tipo, e podem ter sido visitadas esporadicamente pelas sociedades da época. “É interessante notar que o formato dos geoglifos, com uma vala externa e recinto de parede interna, são o que classicamente descrevem sítios ritualísticos como o Stonehenge”, explicou Watling.

Não se engane: os índios não desmatavam a Amazônia

Enquanto os antigos moradores das florestas que cavaram as valas podem ter usado fogo para limpar as florestas, os pesquisadores sugerem que eles não queimaram despreocupadamente grandes extensões de vegetação – mas sim seletivamente limparam pequenas parcelas de terra. A finalidade era provavelmente criar espaços e mercados comuns onde colheitas valiosas como palmas eram negociadas, além de outros produtos rendidos pela floresta. “Apesar do enorme número e densidade de geoglifos na região, podemos estar certos de que as florestas do Acre nunca foram devastadas tão extensamente, ou durante tanto tempo, como foram nos últimos anos”, Watling afirmou em um comunicado à imprensa. Os pesquisadores acham que esses mercados eram temporários, com grama e árvores recuperando rapidamente seções queimadas de floresta tropical uma vez que as pessoas se mudavam.

Temos que aprender com eles

Se a hipótese estiver correta, é mais um forte contraste com o desmatamento desenfreado e nocivo que tem ocorrido na Amazônia em tempos mais recentes – quase 20% da floresta brasileira desapareceu em pouco mais de quatro décadas. Embora as descobertas sugiram que o desmatamento na Amazônia é algo que os seres humanos têm feito há milênios, também mostram que alterar espaços verdes para o ganho humano não precisa ser um processo nocivo ou permanente, se for feito com cuidado. Nesse sentido, os pesquisadores esperam que seu estudo sirva como um exemplo para melhor administrar e cuidar da floresta tropical hoje. “Nossa evidência de que as florestas amazônicas têm sido administradas por povos indígenas muito antes do contato europeu não deve ser citada como justificativa para o uso de terra destrutivo e insustentável praticado hoje. Deve servir para destacar a engenhosidade de regimes de subsistência passados que não levaram à degradação florestal e a importância do conhecimento indígena para encontrar alternativas mais sustentáveis de uso da terra”, resumiu a pesquisadora. FONTE: sciencealert.com/new-evidence-could-finally-explain-the-purpose-of-amazon-s-mysterious-stonehenge

CONHEÇA 25 ANIMAIS ATERRORIZANTES DO MUNDO REAL

1. Tubarão tarpete

Esse tubarão da ordem Orectolobiformes passeia discretamente pelo fundo do oceano, parecendo um carpete velho, mas é capaz de engolir outros tubarões inteiros.

2. Peixe-pescador-boca-de-lobo

Esse peixe é um habitante de águas profundas e escuras. Além de possuir sua própria “vara de pescar”, sua enorme mandíbula abre horizontalmente, não verticalmente.

3. Lacraia dragão rosa choque

A lacraia dragão é um diplópode cuja cor rosa choque serve, provavelmente para afastar os predadores. É um aviso de que ela produz substâncias venenosas.

4.Peixe lobo marinho

Esse peixe da família Anarhichadidae pode pesar mais de 30 kg e é conhecido por pular em barcos ou em terra para capturar presas.

5. Rei das vespas

A Megalara garuda é chamada de “rei das vespas”, porque chega a 5 centímetros de comprimento e o macho possui longas mandíbulas em forma de foice.

6. Lula verme

Essa bizarra lula, que é metade verme, vem do gênero Teuthidodrilus e não poderia ser mais horrível. Supostamente, os tentáculos ajudam o animal a respirar e agarrar coisas.

7. Traça 3 pontos

A larva da traça Harrisimemna trisignata sobrevive apenas por ser muito repugnante para se tocar. A criatura descarta cabeças – sim, suas próprias cabeças, no plural mesmo – e as lembranças decapitadas ficam penduradas ali junto com o resto do seu corpo, para serem usadas como armas, caso seja necessário.

8. Aie-aie

Esse primata de Madagascar é noturno e arborícola. Embora inofensivo, seus dedos longos são basicamente o produto de um belo filme trash de horror. Eles servem para o animal conseguir caçar larvas nos buracos das árvores.

9. Porco-do-mar

Esse parente dos pepinos-do-mar vive nas profundezas engolindo lama do fundo do mar.

10. Siluro

Esse enorme peixe de água doce pode chegar a 3,5 metros e pesar 170 kg. Seu apetite voraz pode inclusive fazê-lo engolir pássaros no ar.

11. Peixe olhos de barril

Esse peixe tem uma cara triste e uma cabeça transparente. Essas bolas verdes são seus olhos.

12. Rã-golias

Essa rã, que pode ter o tamanho de um gato, come roedores, morcegos e outros sapos.

13. Lagosta das profundezas

A Dinochelus ausubeli tem uma garra que mais parece uma serra elétrica. A lagosta é cega, e usa essa garra para caçar presas.

14. Besouro girafa

Esse besouro aterrorizante de Madagascar usa o pescoço longo para combater rivais e construir ninhos.

15. Aranha de Darwin

Caerostris darwini é uma espécie de aranha que produz uma teia resistente, que pode se estender mais de 20 metros. É endêmica de Madagascar, e os cientistas creem que é forte o suficiente para capturar um pássaro.

16. Aranha pescadora

Essa aranha do gênero Dolomedes não precisa de teia. Ela pega suas presas na água. Algumas podem tentar matar morcegos também.

17. Carrapato paralisante

Ixodes holocyclus é um inseto cruel que pode imobilizar. Nativo da Austrália, a fêmea libera uma substância paralisadora.

18. Caranguejo Yeti

Kiwa hirsuta é uma espécie horripilante de caranguejo que cultiva bactérias nos pelos de seus braços para comer.

19. Raia elétrica

Essa raia pode liberar 220 volts de eletricidade, suficiente para derrubar um adulto. Água salgada amplifica seu efeito.

20. Morcego linguarudo

Anoura fistulata é um morcego cuja língua pode se estender mais do que o comprimento de seu corpo. É nativo da América do Sul.

21. Geoduck

Panopea generosa, ou geoduck, é uma espécie de molusco bivalve marinho grande demais para sua casca. É considerado uma iguaria – bem da nojenta, para não dizer outra coisa… Pode viver 140 anos e pesar até 9 kg.

22. Larva de peixe-zebra

A larva deste peixe tem poderes de Wolverine: pode regenerar de tudo, desde barbatanas a coração e cérebro.

23. Formiga-pote-de-mel

Essa formiga é uma despensa viva: se enche de néctar durante a estação chuvosa, e depois alimenta suas colegas boca-a-boca.

24. Taturana oblíqua

Essa taturana possui espinhos venenosos. Eles podem causar hemorragia interna. E nem adianta não tocá-la: a bicha pode lançar esses espinhos no ar.

25. Peixe pérola

Carapus mourlani é uma espécie de peixe que normalmente vive dentro de uma estrela do mar ou de um pepino do mar. Esses filhos da mãe entram no ânus de pepinos para se alimentar de suas gônadas. Às vezes, entram em dupla, para não ficar sem o rala-e-rola. É mole? FONTE: cracked.com/photoplasty_2291_25-terrifying-real-animals-that-will-haunt-your-dreams/

sábado, 25 de fevereiro de 2017

QUANTO TEMPO EM MÉDIA DURA UMA RELAÇÃO SEXUAL?

Esse é um assunto polêmico e que chama atenção de todo mundo. Afinal, qual é a duração da relação sexual em média? Você saberia responder a essa pergunta? Ou saberia responder qual a média de duração da relação sexual para você e seu parceiro (ou parceiros)? Sim, esse é um assunto bastante complicado. Porém, tudo fica ainda pior quando lembramos que não há consenso quando a proposta é definir quando “tudo” definitivamente começa. Como alguns casais podem querer prolongar um pouco mais as preliminares, a duração da relação sexual pode variar bastante nesses casos. Alguns, por outro lado, preferem partir direto para a “ação”. Dessa forma, a duração da relação sexual pode cair drasticamente. Também há aqueles que ficam no meio termo, não estendendo demais ou indo muito direto ao ponto. Além disso, ainda há outro agravante. Algumas pessoas, com o objetivo de se valorizar, acabam passando informações que não são fidedignas. Isso geralmente acontece com os homens, que superestimam a duração da relação sexual para passar uma boa impressão para suas parcerias. De qualquer forma, para a definição do tempo médio do ato sexual, foi preciso estabelecer um padrão.

O “padrão” para o ato sexual

Para chegar a uma conclusão, cientistas precisaram definir um padrão. Isso foi necessário para estabelecer quando o “cronômetro” começaria a contar. Muitos podem não concordar com essa decisão, mas ela foi essencial para chegarem a um resultado definitivo para a duração da relação sexual. O padrão é: o momento em que se inicia a penetração até o momento que o homem chega ao orgasmo. Sim, a pesquisa levou em conta apenas a parte reprodutiva do coito. Nada de considerar as preliminares ou quaisquer interrupções ou episódios que aconteçam entre o momento do ato sexual. Esse estudo foi realizado com 500 casais ao redor do mundo e trouxe resultados realmente surpreendentes. Agora, chega de papo e vamos logo conhecer o tempo médio da relação sexual.

Média de duração da relação sexual

Indo direto à resposta: 5,4 minutos. Sim, a média de duração da relação sexual foi de menos de 6 minutos. Achou pouco? Pois saiba que, na verdade, os resultados variaram bastante, mostrando que esse resultado pode estar um pouco subestimado. Os resultados obtidos apontam que alguns levam apenas 33 segundos enquanto outros conseguem manter a penetração por até 44 minutos. Isso significa uma variação de mais de 80 vezes entre uma medição e outra. Surpreendentemente, os testes mostraram que o uso de preservativo e o fato de o pênis ser circuncidado não afeta na duração da relação sexual. Além disso, o país em que você vive também não interfere na duração média da relação sexual. A menos que você more na Turquia. Por lá, o tempo do ato sexual não chega a ultrapassar 3,7 minutos em média. Por fim, outro resultado surpreendente dessa pesquisa: casais mais velhos costumam ser mais rápidos! Isso contraria totalmente o que muitos imaginavam. E aí, quanto tempo você leva nas suas relações sexuais? fonte: iflscience.com/plants-and-animals/how-long-does-sex-normally-last

O QUE ACONTECERIA SE UMA BOMBA ATÔMICA EXPLODISSE DENTRO DE UM VULCÃO?

O vulcão é uma estrutura geológica que sempre fascinou a humanidade. Porém, além do fascínio, ele também assustou muito os seres humanos. Afinal, quem nunca assistiu filmes ou ouvir falar de vulcões que entraram em erupção e causaram estragos gigantescos? De forma semelhante aos vulcões, as bombas atômicas também são verdadeiras armas de destruição em massa. Nem é preciso pensar muito para se lembrar dos estragos causados em Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial. A gente até já fez uma matéria com as 10 bombas atômicas mais poderosas do mundo. Diante desses fatos, eis um questionamento: o que aconteceria se jogássemos uma bomba atômica dentro de um vulcão? Qual seria o estrago causado por essa ideia nada brilhante? Será que estaríamos diante do fim da humanidade? Descubra agora o que aconteceria entre a união do vulcão e bomba atômica.

Vulcão e bomba atômica

Uma explosão gigantesca. Uma nuvem de poeira tão densa e extensa que impediria totalmente a passagem da luz do som aqui na Terra. Bilhões de pessoas morrendo a todo o momento. Cidades inteiras sendo dizimadas por uma onda de choque e calor sem precedentes. Não, não é isso que aconteceria com a união entre um vulcão e bomba atômica. O cenário descrito, na verdade, se parece muito com um relato de filme de ficção científica. A união entre essas duas armas de destruição em massa é muito menos romântica e assustadora. Na verdade, jogar uma bomba atômica em um vulcão seria um completo desperdício. Muitos acham que por simplesmente cair no magma a bomba seria detonada. Porém, isso não aconteceria. É preciso muito mais energia para explodir todos os elementos químicos que compõe a arma que destruir as cidades de Hiroshima e Nagasaki.

E se a bomba explodisse?

Sim, se a bomba explodisse dentro do vulcão o cenário seria outro. Na verdade, ele poderia ser tão devastador como qualquer explosão nuclear. A diferença seria a quantidade de magma e destroços que seriam lançados por todos os lados. A destruição seria gigantesca, como muitos devem imaginar. Se estivermos falando de uma bomba Tsar, a bomba de hidrogênio mais poderosa que já foi construída, os estragos poderiam ser realmente inimagináveis. A montanha que envolve o vulcão poderia ser completamente destruída. As rochas seriam lançadas a quilômetros de distância, podem facilmente destruir quarteirões inteiros no impacto. O magma lançado poderia chegar ainda mais longe. Se em contato com a água, poderia causar estragos significativos na fauna. O calor seria o suficiente para exterminar cidades próximas e declarar o fim de qualquer resquício de vida em um raio de aproximadamente uns 50 quilômetros. Achou pouco? Agora imagine a nuvem de poeira que a explosão levantaria. Ela demoraria vários meses para ser completamente dispersada, o que causaria ainda mais estragos para a flora da região.

Isso pode acontecer?

Para nossa sorte, ninguém ainda teve a brilhante ideia de fazer a união entre um vulcão e bomba atômica. Um fator que acaba dificultando bastante a realização dessa proeza é o custo de produção de uma arma dessas. Como muitos devem imaginar, não é nada barato produzir uma bomba atômica e ainda desperdiçá-la em um vulcão. Porém, mesmo dito isso, seria praticamente impossível que alguém tivesse a capacidade de explodir a bomba atômica exatamente no ponto certo em que a detonação causaria o maior estrago. No final das contas, a explosão seria até mesmo atenuada pelas paredes da montanha. Seria muito mais inteligente jogar o explosivo diretamente no alvo que se pretende destruir. fonte:http://ahduvido.com.br/uniao-de-vulcao-e-bomba-atomica