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sexta-feira, 17 de outubro de 2014
CONHEÇA 10 TRAÇOS DE PERSONALIDADE CONSIDERADOS RUINS QUE PODEM SER BONS
Existe uma polaridade dos traços de personalidade. Alguns são considerados “bons”, como ser gentil e humilde, e outros “ruins”, como ser preguiçoso e pessimista. Mas, como tudo na vida, a personalidade também não é tudo “preto no branco”.
Confira 10 características que muitas vezes são percebidas como negativas, mas que podem fazer bem para as pessoas:
COMO FUNCIONA O TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE
Você já olhou para o céu à noite e imaginou como o Universo se parece bem de perto? A maioria de nós é forçada a observar as estrelas apenas com nossos olhos, procurando por pequeninos pontos de luz na vasta noite escura. Mesmo que você tenha a sorte de usar um telescópio no solo - cuja clareza depende de fatores atmosféricos, como nuvens e clima - ele não oferece a nitidez que merecem esses objetos celestiais estonteantes.
O principal problema ao observar a luz de estrelas
distantes usando telescópios no solo é que a luz deve passar por toda a atmosfera terrestre. Além das nuvens e do clima, a atmosfera terrestre é um lugar fervilhante: há poeira, correntes de ar quente se elevando, correntes de ar frio descendo e vapor de água. Todos estes fatores juntos acabam produzindo imagens embaralhadas das estrelas e limitando
a utilidade dos telescópios no solo.
Nebulosa da Borboleta (NGC 6302), capturada pela Câmera Planetário de Campo de Visão Amplo 3, instalada na missão corretiva de 2009. A riqueza de detalhes dos gases liberados pela estrela central ainda não havia sido vista anteriormente.
Em 1946, um astrofísico chamado Dr. Lyman Spitzer (1914-1997) propôs que um telescópio no espaço revelaria imagens muito mais claras e de objetos mais distantes do que qualquer telescópio no solo. Essa era uma idéia impressionante levando-se em consideração que ainda não havia sido lançado sequer um foguete ao espaço. Conforme o programa espacial americano foi se desenvolvendo e se aprimorando nas décadas de 60 e 70, Spitzer tentou convencer a NASA e o Congresso Americano a desenvolverem um telescópio espacial. Em 1975, a Agência Espacial Européia (ESA) e a Nasa começaram a desenvolvê-lo. Em 1977, o Congresso aprovou fundos para o telescópio espacial, e a Nasa nomeou a Lockheed Martin Aerospace Company como a principal empreiteira a supervisionar a construção. Mais tarde, em 1983, o telescópio espacial recebeu seu nome em homenagem ao astrônomo americano Edwin Hubble, cujas observações de estrelas variáveis em galáxias distantes confirmou que o universo estava em expansão e apoiou a teoria do "Big Bang".
O Telescópio Espacial Hubble, o simplesmente Hubble, levou oito anos para ser construído, portaria 5 instrumentos científicos, mais de 400 mil peças e quase 42 mil quilômetros de fiação. O Hubble era 50 vezes mais sensível do que os telescópios no solo e tinha uma resolução 10 vezes melhor. Após um longo atraso, devido ao desastre do ônibus espacial Challenger, o Hubble entrou em órbita em 1990. Desde seu lançamento, o Hubbled remodelou nossa visão do espaço, com cientistas escrevendo milhares de artigos científicos baseados nas descobertas do telescópio sobre coisas importantes como a idade do universo,buracos negros gigantes ou que estrelas parecem estar à beira da morte.
Imagens como esta, da Nebulosa "Esquimó"(NGC2392),só se tornaram possíveis com o telescópio espacial Hubble.
Reparos e atualizações de instrumentos
Quase que imediatamente a entrada do Hubble em funcionamento, os astrônomos descobriram que não conseguiam focar o telescópio, pois o espelho primário havia sido fabricado com uma dimensão errada, na fábrica da Perkin-Elmer Corporation. Embora o defeito no espelho fosse 50 vezes menor do que um fio de cabelo humano, ele era o bastante para o Hubble apresentar aberração esférica e produzir imagens embaçadas. A solução dos cientistas foi usar "lentes de contato" substitutas chamadas COSTAR (Substituição Axial de Ótica Corretiva do Telescópio Espacial) para corrigir o defeito no Hubble. O COSTAR consistia de vários pequenos espelhos menores que interceptam o feixe do espelho defeituoso, compensam o problema e reenviam o feixe de luz correto aos instrumentos científicos no foco do espelho. Pequenos espelhos que compunham o COSTAR. O COSTAR substituiu um dos instrumentos científicos, quando foi instalado por astronautas do ônibus espacial, durante uma missão de manutenção em 1993. Astronautas do ônibus espacial fazem a manutenção no Hubble. Imagem da galáxia M100 antes (esquerda) e após (direita) a instalação do sistema de ótica corretiva. Quando o Hubble foi testado, após a missão de manutenção, as imagens melhoraram muito. Agora todos os instrumentos colocados no Hubble têm sistema de ótica corretiva incorporada para o defeito do espelho, e o COSTAR não é mais necessário, e o Hubble continua enviando para a Terra imagens impressionantes. Os triunfos do Hubble continuam a se acumular graças a um design único que permite aos astronautas reparar e atualizar o telescópio enquanto ele permanece em órbita. Os reparos mantêm o telescópio funcionando consistentemente, enquanto as atualizações de instrumentos trazem uma grande quantidade de novas descobertas e ciência. Última missão corretiva A última atualização de instrumentos do Hubble, feita em maio de 2009, praticamente trocou todos os instrumentos do telescópio. Durante cinco caminhadas espaciais, astronautas instalaram dois novos instrumentos, repararam dois que estavam inativos e substituíram componentes que manterão o telescópio em funcionamento até 2014. Muitos dos componentes do telescópio, especialmente os instrumentos, foram porjetados para ser facilmente removidos e substituídos durante missões de serviço. A prioridade científica principal da última missão, a SM4, foi a instalação dos dois novos instrumentos do Hubble, o Espectrógrafo de Origem Cósmica (Cosmic Origins Spectrograph - COS) e a Câmera Planetária de Campo de Visão Amplo 3 (Wide Planetary Field Camera 3 - WFPC3). A WFPC 3 é o poder por trás dos estudos sobre energia escura e matéria escura, dobre a formação de estrelas únicas e a descoberta de galáxias extremamente remotas que estavam antes além da visão do Hubble. A câmera enxerga três diferentes tipos de luz: ultravioleta próximo, luz visível e infravermelho próximo, embora não o faça simultaneamente. O alcance da câmera é muito maior da que estava anteriormente no telescópio. Ela também tem uma resolução maior - a habilidade de distinguir detalhes - e uma visão de campo mais ampla. Essas duas imagens dos pilares superquentes que são berçários de estrelas da Nebulosa Carina demonstram como observações feitas em luz visível e infravermelho revelam vistas completamente diferentes e complementares de um objeto celeste. Na imagem de baixo, feita em infravermelho, é possível ver no interior das nuvens de gás e poeira as estrelas mais jovens se formando. A evolução da galáxia, a formação dos planetas, o surgimento dos elementos necessários à vida e a teia cósmica de gás entre galáxias são algumas das áreas de estudo do Espectrógrafo de Origem Cósmica (COS). Um espectrógrafo é um instrumentos que divide a luz dentro das cores que a compõem, revelando informações sobre o objeto que está emitindo a luz. O COS enxerga exclusivamente em luz ultravioleta e melhora a sensibilidade do Hubble a esse comprimento de onda em pelo menos 10 vezes, e até 70 vezes quando observando objetos extremamente fracos. O espectrógrafo substituiu o COSTAR, as lentes de contatos colocadas na primeira missão de reparo do Hubble. Além da câmera e do espectrógrafo, também a unidade central de comando do Hubble (Control Unit/Science Data Formatters - CU/SDF) foi substituída. Esse componente é responsável por receber as instruções enviadas pelos cientistas em terra, passar os comandos para os instrumentos científicos do telescópio, formatar os dados científicos coletados e transmiti-los para a Terra. A Câmera Avançada para Pesquisas (Advanced Camera for Surveys - ACS) e o Espectrógrafo de Imagens do Telescópio Espacial (Space Telescope Imaging Spectrograph - STIS) foram reparados. A ACS havia parado de funcionar parcialmente em 2007 devido a um curto circuito. Ela é a câmera burro de carga responsável por algumas das mais espetaculares imagens do Hubble. O STI é o espectrógrafo que vê luz ultravioleta, visível e infravermelho próximo. É conhecido por sua habilidade de caçar buracos negros. Enquanto o COS trabalha melhor com pequenas fontes de luz, como quasares e estrelas, o STI pode mapear objetos grandes, como galáxias. O STI teve uma falha de energia em 2004 e, na época, foi colocado em hibernação para possibilitar seu reparo em uma missão futura. A missão de reparos ao Hubble também levou mais energia ao telescópio espacial. Os astronautas trocaram as seis baterias de 62 kg de níquel-hidrogênio que alimentam os instrumentos do Hubble e que duraram cinco anos a mais do que o esperado. Também foram substituídos por novos e melhores, os seis giroscópios responsáveis por apontar o telescópio. Quando todos os seis giroscópios estão funcinando, três deles são usados para apontar e outros três ficam de reserva. Em 18 anos de funcionamento, os giroscópios acabaram sendo degradados pelo tempo: três estavam quebrados, dois, em uso e o terceiro restante foi desligado para ser usado apenas como backup de emergência. Quando a SM4 foi completada, o Hubble passou a funcionar com um total de cinco instrumentos - WFC3, COS, ACS, STIS e Câmera de Infravermelho Próximo, e Espectrógrafo de Múltiplos Objetos (Multi-Object Spectrograph - NICMOS).Por Dentro do Hubble
Informações sobre o Hubble: Comprimento: 13,2 m. Largura: 4,2 m. Peso = 11 toneladas. Abertura espelho primário: 2,4 m. Abertura espelho secundário: 0,3 m. Órbita: 612 km, inclinada 28,5º em relação ao equador. Período orbital: 97 minutos. Velocidade orbital: 28.000 km/h. Custo: US$ 2,2 bilhões, até o lançamento. Expectativa de vida: 30 anos, após o upgrade de 2009Como qualquer outro telescópio, o Hubble tem um longo tubo aberto em uma extremidade e espelhos que captam e trazem a luz até um foco, onde seus "olhos" estão localizados. Na verdade, o Hubble tem vários tipos de "olhos" na forma de vários instrumentos. Da mesma maneira que alguns animais conseguem ver diferentes tipos de luz, como a luz ultravioleta (insetos) ou luz visível (humanos), o Hubble também deve poder ver os diferentes tipos de luz que vêm dos céus. Esses vários instrumentos científicos fazem do Hubble o incrível instrumento astronômico que ele é. Porém, o Hubble não é apenas um telescópio com instrumentos científicos, mas também uma espaçonave. E, como tal, deve ter algum tipo de energia que o mova pela órbita. Para suprir as necessidades tanto do telescópio como da espaçonave, ele tem os seguintes sistemas: 1.Funções de telescópio: Ótica -espelho primário; -espelho secundário; -ótica de correção. 2.Instrumentos científicos: -Câmera Planetária de Campo de Visão Amplo 3 (WFPC3); -Câmera de Infravermelho Próximo e Espectrógrafo Multi-Objeto (NICMOS); -Espectrógrafo Imageador do Telescópio Espacial (STIS); -Câmera Avançada para Pesquisas (ACS); -Espectrógrafo de Origem Cósmica (COS); -Sensores de Orientação Fina (FGS). 3.Sistemas de espaçonave: -Energia; -Comunicações; -Navegação; -Computação; -Estrutura.
Funções do telescópio
Ótica O Hubble é um telescópio (desenho de Ritchey-Chretien). A luz entra no telescópio através da abertura e reflete no espelho primário, voltando a um espelho secundário, que reflete a luz através de um buraco no centro do espelho primário e chegando a um ponto focal atrás dele. No ponto focal, espelhos menores e parcialmente refletivos e transparentes distribuem a luz para os diferentes instrumentos científicos. Como já mencionamos, a ótica de correção era fornecida pelo COSTAR, inicialmente, mas agora é integrada aos novos instrumentos científicos. Inspeção pré-voo do espelho primário do Hubble. Os espelhos do Hubble são feitos de vidro e revestidos com camadas de alumínio puro e fluoreto de magnésio (ambos com espessura na casa dos milionésimos de centímetro) para fazê-los refletir luz visível, infravermelha e ultravioleta. O espelho primário pesa 828 kg e o secundário pesa 12,3 kg. Instrumentos científicos Ao olhar os diferentes comprimentos de onda, ou o espectro de luz, de um objeto celeste, é possível dizer várias de suas características ou propriedades. Para fazer isto, o Hubble foi equipado com vários instrumentos científicos, todos usando dispositivos de carga acoplada (CCD) para capturar a luz (em vez de filme fotográfico). A luz detectada pelos CCDs são sinais digitais, armazenados em computadores de bordo e reenviados à Terra. Estes dados digitais, então, são transformados nas fotos fantásticas que vemos nos noticiários e revistas. Mas vamos olhar cada um dos instrumentos individualmente. Câmera Planetária de Campo de Visão Amplo 3 (WFPC3) Assim como sua antecessora WPFC2, a Câmera Planetária de Campo de Visão Amplo 3 (WFPC3) é o olho do Hubble. Ela está configurada como um instrumento de dois canais. Sua cobertura ampla de comprimento de onda com alta eficiência 'só é possível devido a esse design de dois canais usando tecnologias de dois detectores. O feixe de luz que chega do Hubble é direcionado dentro da WPFC3 usando um espelho de remoção, e é direcionado para os canais de ultravioleta visível e infravermelho próximo. Os detectores sensíveis à luz nos dois canais são dispositivos d estado sólido. Para o canal de ultravioleta visível, é usado um CCD de grande formato, similar àqueles encontrados em câmeras digitais. No detector de infravermelho, a superfície cristalina fotosensível é composta de mercúrio, cádmio e telúrio (HgCdTe). A alta sensibilidade à luz do CCD de 16 megapixels, combinado com a visão de campo amplo (160x160 arcsegundos), rende cerca de 35 vezes de melhoria no poder de descoberta em realação ao imageador anterior mais sensível do Hubble, o canal ACS de alta resolução. O detector HgCdTe do canal de infravermelho próximo é uma versão altamente avançada e maior (1 megapixel) dos detectores de 65 mil pixels no antigo instrumento infravermelho próximo (NICMOS). A combinação da visão de campo amplo, sensibilidade e detector de ruídos baixos resulta em uma melhora de 15 a 20 vezes maior na capacidade da WPFC3 sobre o NICMOS. Uma inovação importante no projeto do canal de infravermelho próximo da WPFC3 resulta do fato de seu detector ter sido feito pra rejeitar luz infravermelha (calor efetivo) mais comprida em comprimento de onda que 1700 nm. Dessa forma, se torna desnecessário usar um criógeno (nitrogênio líquido ou sólido) para mantê-lo frio. Em vez disso, o detector é resfriado com um dispositivo elétrico chamado Thermo-Electric Cooler (TEC - Resfriador térmoelétrico). Isso simplificou bastante o projeto e deus à câmera uma vida operacional maior. Imagem feita pelo Hubble da nebulosa de Águia, usando a WFPC2, câmera que foi substituída pela WFC3. Espectrógrafo de Origem Cósmica (COS) O novo instrumento do Hubble vai estudar como galáxias, estrelas e planetas se formaram e evoluíram, e ajudará a determinar como os elementos necessários à vida, como carbono e ferro, foram formados pela primeira vez. Como um espectrógrafo, o COS não captura os tipos de imagens que tornaram o Hubble famoso. Em vez disso, ele vai realizar espectroscopia, a ciência de dividir a luz em componentes individuais, como as gotas de chuva dividem a luz do sol nas cores do arco-íris. O COS vai criar gráficos de linhas irregulares que revelam informação sobre temperatura, densidade, velocidade e composição química dos objetos que ele observa. A assinatura de espectro de gás quente emissor de ultravioleta é tão única quanto uma impressão digital, permitindo que os cientistas tenham uma amostra daquele gás tão distante. O Espectrógrafo de Origem Cósmica detectou gás imaculado ejetado pela remasnecente de supernova N132D. A supernova N132D está localizada na Grande Nuvem de Magalhães, a 170 mil anos-luz de distância da Terra. O COS e o STIS são complementares em suas capacidades. O STIS não estava funcionando desde 1997 e foi reparado na missão corretiva de 2009. Os dois espectrógrafos vão fornecer um conjunto completo de ferramentas espectroscópicas para a pesquisa astrofísica, o estudo das propriedades físicas dos objetos e fenômenos cósmicos, como planetas, estrelas, gases e poeira entre estrelas ou núcleos de galáxias. Qualquer objeto que absorve ou emite luz pode ser estudado com um espectrógrafo para determinar sua temperatura, densidade, composição química e velocidade. O COS tem dois canais. O canal de ultravioleta distante (FUV) cobre comprimentos de onda de 115nm a 177 nm, e o canal de ultravioleta próximo (NUV), de 175 nm a 300 nm. O canal de ultravioleta distante é especialmente sensível porque contém apenas um elementos óptico selecionável que realizar uma tarefa tripla: correção para a aberração esférica do espelho primário do Hubble, dispersão de luz dentro de seus comprimentos de onda, e foco no feixe de luz no detector de percepção de luz. Embora o canal NUV precise empregar quatro elementos ópticos para fazer seu trabalho, ele ainda fornece sensibilidade sem precedentes na faixa de comprimento de onda. Câmera de infravermelho próximo e espectrômetro multi-objeto (NICMOS) Ás vezes, gases e poeira interestelares podem bloquear nossa capacidade de enxergar a luz visível, emitida por objetos celestes. Porém, continua sendo possível ver a luz infravermelha, ou calor, dos objetos ocultos na poeira e no gás. Para ver essa luz infravermelha, o Hubble tem 3 câmeras sensíveis que compõem o NICMOS. O NICMOS é capaz de ver através do gás e poeira interestelar que bloqueiam a luz visível, como mostramos nesta imagem da nebulosa de Órion. Na imagem visível (WFPC2), vemos grandes nuvens de poeira com pouco ou nenhum detalhe. No entanto, quando examinamos a imagem de infravermelho (NICMOS), vemos estrelas além das nuvens. Imagens feitas pela WFPC2 (esquerda) e pelo NICMOS (direita) da Nebulosa de Órion. Por ser tão sensível ao calor, os sensores do NICMOS devem ser mantidos em uma "garrafa térmica" a - 196º C. Inicialmente, o NICMOS era resfriado com um bloco de nitrogênio congelado de 104 kg, mas agora ele é resfriado ativamente com uma máquina que age como uma geladeira. Espectrógrafo de imagens do telescópio espacial (STIS) Uma coisa é olhar a luz de um objeto no céu, outra é dizer do que ele é feito. As cores, ou espectro de luz, vindas de uma estrela ou outro objeto celestial, são uma impressão digital química desse objeto. Cada cor específica nos diz quais elementos estão presentes no objeto e a intensidade de cada cor nos diz a quantidade desse elemento presente. Então, para identificar as cores, os comprimentos de onda específicos da luz, o STIS separa as cores recebidas da mesma maneira que um prisma cria um arco-íris. Além da composição química do objeto, o espectro também pode nos dizer sobre a temperatura e movimento de cada objeto. Caso o objeto esteja se movendo, a impressão química pode pender para a extremidade azul (vindo em nossa direção) ou vermelha (distanciando-se de nós) do espectro. Por exemplo, a fenda da STIS está centralizada sobre o núcleo da galáxia M84 (o retângulo azul, no lado esquerdo da figura abaixo). Se não houver movimento, o espectro deveria ser o mesmo em toda a área da fenda. Porém, a luz no centro da fenda pende para o azul e para o vermelho, o que indica que essa área específica (um campo de 26 anos-luz a partir do núcleo) está girando a uma velocidade de 400 km/s. Astrônomos calcularam que, para criar uma rotação tão grande, deve haver um buraco negro gigante (aproximadamente 300 milhões de vezes a massa do Sol) no núcleo da galáxia. Imagens feitas pela WFPC2 (esquerda) e pela STIS (direita) da galáxia M84: a fenda da STIS está centralizada sobre a área mostrada no retângulo azul, à esquerda. Câmera avançada de pesquisas (ACS) A Câmera para objetos fracos (FOC) foi substituída em março de 2002. Agora, o Hubble ostenta a Câmera Avançada de Pesquisas (ACS), que, de acordo com a CNN.com (em inglês), oferece 10 vezes mais claridade ótica do que a FOC. Para aprender sobre a ACS, confira a página do Space Telescope Science Institute (em inglês) e da ACS da Ball Aerospace (em inglês). Sensores de direcionamento fino (FGS) Os FGS são usados para apontar o telescópio na direção desejada e fazer medidas detalhadas e precisas das posições das estrelas, da separação de estrelas binárias e do diâmetro de estrelas. Há 3 FGS no Hubble. Dois são usados para apontar o telescópio e mantê-lo fixo no alvo, procurando por estrelas "guias" no campo do Hubble, próximas ao alvo. Quando cada FGS encontra uma estrela guia, trava sua mira nela e manda a informação de volta ao sistema de navegação do Hubble, para manter esta estrela guia no campo. Enquanto dois FGS estão direcionando o telescópio, um fica livre para tirar medidas astrométricas (posições das estrelas). As medidas astrométricas são importantes na hora de detectar planetas, já que planetas em órbita fazem com que as estrelas deles oscilem em seu movimento pelo céu.Sistemas de espaçonave
Como já mencionamos, o Hubble também é uma espaçonave. E como tal, deve ter energia, comunicar-se com o solo e ser capaz de mudar sua orientação. Vamos aproveitar para dar uma olhada em todos esses sistemas. Energia Todos os instrumentos e computadores a bordo do Hubble precisam de energia elétrica, que é fornecida por dois grandes painéis solares, cada um deles medindo 12 metros. Os painéis solares fornecem 2.400 watts de eletricidade, o que é igual à eletricidade usada por 60 lâmpadas de 40 watts. Quando o Hubble está na sombra da Terra, a energia elétrica é fornecida por 6 baterias de níquel-hidrogênio, que fornecem a mesma capacidade de armazenamento de 20 baterias de carro. Elas serão recarregadas pelos painéis solares quando o Hubble estiver sob a luz do sol novamente. Comunicações O Hubble deve ter a capacidade de conversar com os controladores no solo para enviar os dados de suas observações e receber comandos sobre seus próximos alvos. Para isso, o Hubble usa uma série de satélites de transmissão chamados de Sistema de Satélite de Transmissão de Dados e Rastreamento (TDRSS), que é o mesmo sistema usado pela Estação Espacial Internacional. Sistema de comunicações utilizado pelo Hubble A luz que vem de um objeto é recebida pelo Hubble (2) e convertida em dados digitais. Depois, os dados são enviados ao TDRSS em órbita (3), que os transmite para a Ground Receiving Station (Estação de Recepção no Solo), em White Sands, no estado do Novo México (4), de onde os dados são transmitidos para o Goddard Spaceflight Control Center (Centro de Controle Espacial Goddard), da NASA (5), onde as operações do Hubble têm seu centro de comando. Finalmente, os dados são analisados pelos cientistas no Space Telescope Science Institute, situado em Baltimore, no estado de Maryland.(6). Na maioria das vezes, os comandos são transmitidos ao Hubble antes de acontecer uma observação planejada, mas nada impede que comandos sejam enviados em tempo real quando necessário. Navegação O Hubble deve se manter fixo em um alvo enquanto obtém uma imagem, algo que poderia levar várias horas, dependendo de qual instrumento está sendo usado pelo observador. Lembre-se de que o Hubble dá uma volta ao redor da Terra a cada 97 minutos, o que significa que focar em um alvo é como observar um objeto pequeno na praia quando se está parado no de que de um barco, se movendo rapidamente pela costa, balançando para cima e para baixo com as ondas. Para permanecer fixo em um objeto, o Hubble tem 3 sistemas de bordo: - Giroscópios - sente movimentos pequenos a grandes. - Rodas de reação - movem o telescópio. - FGS - sentem os movimentos finos. Os giroscópios controlam os movimentos maiores do Hubble. Assim como uma bússola, eles percebem o movimento do Hubble e dizem ao computador de vôo que ele se distanciou do alvo. Aí, a missão do computador de vôo é calcular quanto e em que direção o Hubble deve se mover para permanecer no alvo e faz as rodas de reação moverem o telescópio. O Hubble não pode ter motores de foguete ou propulsores a gás para navegar, como a maioria dos satélites fazem, já que os gases liberados ficariam próximos a ele e atrapalharam o campo de visão próximo. No lugar desses sistemas, o Hubble tem rodas de reação, orientadas em 3 direções de movimento (x/y/z ou arfada/rolamento/guinada). As rodas de reação são rodas volantes, como as que encontramos em uma embreagem. Quando o Hubble precisa se mover, o computador de vôo diz a uma ou mais rodas volantes em que direção girar e com que rapidez, o que lhe dá força de ação. De acordo com a terceira lei do movimento de Newton (para cada ação há uma reação de força igual e sentido oposto), o Hubble gira na direção oposta das rodas volantes até atingir seu alvo. Como mencionamos acima, os FGX ajudam a manter o telescópio fixo em seu alvo ao avistar estrelas guias. Dois dos três FGS encontram essas estrelas ao redor do alvo e dentro de seus respectivos campos de visão. Após encontrá-las, eles travam a mira nas estrelas guias e enviam informações para o computador de vôo manter essas estrelas dentro do campo de visão. Os FGS são mais sensíveis do que giroscópios, mas a combinação de giroscópios e FGS pode manter o Hubble fixado em um alvo por horas, apesar do movimento orbital dele. Computação O Hubble tem dois computadores principais que se encaixam ao redor do tubo do telescópio, acima dos compartimentos dos instrumentos científicos. Um computador se comunica com o solo para transmitir dados e receber comandos e o outro é responsável por navegar e por outras funções de manutenção. Caso haja uma emergência, também há computadores de reserva. Cada instrumento a bordo do Hubble também tem microprocessadores incorporados para mover rodas de filtro, controlar os obturadores, captar dados e se comunicar com os computadores principais. Estrutura O Hubble possui uma armação para sustentar o sistema ótico, instrumentos e sistemas de navegação. Para o sistema ótico, o Hubble possui um sistema de suporte feito de resina epóxi e grafite, como raquetes de tênis e tacos de golfe. O suporte tem 5 metros de extensão, 3 metros de largura e pesa 114 kg. O tubo usado para abrigar a ótica e os instrumentos científicos é feito de alumínio e rodeado por várias camadas de isolante, cujo objetivo é proteger o telescópio de mudanças bruscas de temperatura entre a luz do sol e a sombra.Limitações
O Hubble não pode observar o Sol porque a luz e calor intensos queimariam seus instrumentos, que são extremamente sensíveis. É por causa disso que o Hubble nunca é apontado para o Sol. Além disso, o Hubble não pode observar Mercúrio ou Vênus, que também estão próximos demais do sol. Também há certas estrelas que não podem ser observadas com o Hubble, por serem muito brilhantes para alguns dos instrumentos. Essas limitações de magnitude variam bastante com cada instrumento (WFPC2, NICMOS, STIS, FOC, FGS). Além do brilho dos objetos, a própria órbita do Hubble também limita o que pode ser visto. Algumas vezes, os alvos são obstruídos pela Terra durante o movimento na órbita, o que pode limitar o tempo que se gasta observando um determinado objeto. Além disso, o Hubble passa por uma seção do Cinturão de Van Allen, em que partículas carregadas, vindas dos ventos solares, são aprisionadas pelo campo magnético da Terra. Esses encontros podem criar muita radiação de fundo, que interfere com os detectores dos instrumentos científicos. Então, durante esses períodos, nenhuma observação pode ser feita. Apesar das falhas no começo de sua história, o Hubble tem se saído muito bem recentemente, obtendo muitos dados científicos e belíssimas imagens. Porém, ele não vai durar para sempre, o que explica a existência de planos para um novo telescópio espacial, chamado NGST (Telescópio Espacial da Próxima Geração). O NGST vai ser ainda mais sensível do que o Hubble e fornecer imagens melhores, de objetos ainda mais distantes (veja a página sobre o NGST da NASA - em inglês - para mais informações). A era dos telescópios espaciais óticos, iniciada pelo Hubble, promete revolucionar a astronomia tanto quanto ou até mais do que a primeira vez que Galileu usou o telescópio. fonte:http://ciencia.hsw.uol.com.br/telescopio-espacial-hubble.htmEXISTE APENAS UM PLANETA TERRA NO UNIVERSO?
Esse desenho do artista mostra um possível planeta parecido com a Terra com uma superfície rochosa, oceanos e atmosfera.
Na ciência relativamente nova da busca por planetas, nenhuma descoberta é mais valorizada do que a descoberta de um planeta como o nosso, um que possa suportar a vida. Até o final de agosto de 2007, quase 250 exoplanetas - planetas que orbitam estrelas que não nosso Sol -, foram descobertos [fonte: BBC News]. O anúncio de novos planetas quase se tornou uma rotina e alguns nem mesmo aparecem nos noticiários. Periodicamente, porém, ouvimos sobre exoplanetas que parecem similares à Terra ou sobre os quais cientistas especulam que possam conter água líquida, um dos ingredientes-chave para a vida baseada em carbono. Quantos desses planetas parecidos com a Terra existem lá fora, e eles são realmente parecidos com a Terra ou apenas esperamos que eles sejam? Neste artigo, daremos uma olhada em algumas "Terras" potenciais e o que elas podem nos dizer sobre o futuro da caça planetária.
Em agosto de 2007, cientistas anunciaram a descoberta de uma estrela que pode ter tido um planeta parecido com a Terra orbitando-a. A estrela era uma anã branca chamada GD 362, e está a 150 anos-luz da Terra, ainda dentro de nossa galáxia. Nenhum planeta parecido com a Terra parece orbitar a estrela agora, mas a presença de resíduos de asteróide pode nos dizer alguma coisa sobre um planeta que provavelmente já orbitou a estrela um dia.
Os resíduos, que vieram de um asteroide que já teve 200 quilômetros de comprimento, mostraram pouco carbono e altos níveis de cálcio e ferro. Isso significa que o material rochoso é muito parecido com o da Lua e das rochas que compõem a Terra. A presença desse material similar, dizem os cientistas, significa que um planeta parecido com a Terra pode ter orbitado a estrela há milhões de anos, antes de ela se tornar uma anã branca. A estrela também tem anéis similares aos de Saturno, e parte do material do anel pode ser de planetas e outros objetos que foram desmanchados pela gravidade da anã branca.
O diâmetro da GD 362 é de cerca de metade do diâmetro da Terra, mas sua massa é a mesma do Sol, o que torna a GD 362 muito mais densa do que nosso planeta. A GD 362, porém, começou como uma estrela parecida com o Sol em nosso sistema solar. Quando a estrela esgotou seu combustível, porém, ela inchou, virou uma gigante vermelha e depois ejetou sua casca externa. O centro dessa estrela então se transformou em uma anã branca, que já foi muito quente (mais de 100.000 Kelvin) e muito pequena. Uma anã branca retém cerca de metade de sua massa, mas se torna inacreditavelmente densa em razão de seu pequeno tamanho. Nosso Sol deve se tornar uma anã branca em cerca de cinco bilhões de anos. O processo destruirá Mercúrio, Vênus e, possivelmente, a Terra.
Então, quantos outros planetas parecidos com a Terra existem ou existiram lá fora? Ninguém sabe, mas muitos cientistas acreditam que é inevitável que outras Terras sejam encontradas. Um cientista da Nasa disse à BBC News que alguns cientistas acreditam que quase todas as estrelas têm planetas como a Terra orbitando-as [fonte: BBC News]. É claro, o entusiasmo ao redor da descoberta dessas outras Terras é baseado na idéia de que muitas contêm vida alienígena ou mesmo que, daqui a séculos, permitirão colônias espaciais humanas distantes, antes que nossa estrela exploda e destrua a Terra.
Outras Terras possíveis
Um dos principais objetivos da caça aos planetas é encontrar exoplanetas que tenham as características da Terra e possam, conseqüentemente, conter vida. Uma das chaves para essa busca é a Zona Goldilocks ou Cachinhos Dourados, em homenagem ao conto de fadas. Também chamada de zona habitável ou zona da vida, a Zona Goldilocks é uma área no espaço na qual um planeta está exatamente na distância correta de sua estrela-natal de forma que sua superfície não seja nem tão quente nem tão fria. Isso significa que o planeta poderia conter água líquida. Ao pesquisar potenciais candidatas a "novas Terras", os astrônomos procuram traços de atividade biológica, como a presença de oxigênio. Poucos planetas foram descobertos na Zona Goldilocks, mas em abril de 2007 astrônomos europeus anunciaram a descoberta de um. Ele também foi, naquele ponto, o planeta mais parecido com a Terra já descoberto. O planeta, chamado Gliese 581c, tem 19.300 quilômetros de diâmetro, não muito maior que a Terra (12 mil quilômetros de diâmetro). Ele orbita uma estrela vermelha maciça chamada Gliese 581, localizada na constelação de Libra, a 20,5 anos-luz da Terra. Gliese 581c orbita sua estrela bem de perto, completando uma órbita em apenas 13 dias da Terra. Essa órbita curta tornaria o planeta muito quente para a vida, exceto pelo fato de que a temperatura da superfície de Gliese 581 é 1/50 daquela do nosso Sol. Como está na Zona Goldilocks, a temperatura da superfície de Gilese 581c varia de estimados 32° Fahrenheit a 102° Fahrenheit (0º Celsius a 39º Celsius). A equipe de pesquisa que o descobriu acredita que ele tem uma atmosfera desenvolvida. O planeta pode não apenas conter água, mas ser inteiramente coberto por oceanos. Gliese 581c tem algumas coisas que agem contra ele. Sua gravidade é cerca de duas vezes mais forte que a gravidade da Terra, e ele recebe doses significantes de radiação de sua estrela. Ambos os fatores poderiam inibir o desenvolvimento de vida. Mesmo assim, Gliese 581c é incrível não somente por suas condições parecidas com as da Terra, mas também por causa de sua relativa proximidade com a Terra e sua localização na evasiva Zona Goldilocks. À medida que mais telescópios poderosos e precisos forem lançados no espaço, esforços futuros envolverão o exame das atmosferas dos exoplanetas em busca de oxigênio e metano e de planetas rochosos que se encontrem na Zona Goldilocks. Os cientistas também estão aumentando o uso de telescópios automáticos programados para procurar minúsculas variações no brilho de uma estrela causado por um planeta orbitante que passe em frente a ela. Com o ritmo cada vez mais rápido da descoberta de exoplanetas e um número praticamente infinito de estrelas no universo, muitas outras descobertas incríveis serão feitas. A descoberta ideal seria um planeta similar em composição à Terra que se localizasse na Zona Goldilocks e orbitasse uma estrela estável. É importante lembrar, porém, que as descrições populares de vida extraterrestre provavelmente são erradas. Algumas formas de vida podem não ser mais avançadas que bactérias. Outras podem ser altamente desenvolvidas mas irreconhecíveis, um pensamento que fez alguns cientistas defenderem a busca pela chamada vida estranha. fonte:http://ciencia.hsw.uol.com.br/outra-terra.htmOS MINERAIS MAIS MORTAIS DO PLANETA
Muitos dos aparelhos modernos simplesmente não existiriam sem eles. Minerais altamente mortais são usados na construção de componentes de equipamentos que podem ser encontrados tanto em apetrechos populares como telefones celulares quanto em sofisticados sistemas de defesa antimíssil. Também são achados em produtos como pilhas, peças de aviões, redes de comunicação, máquinas de raios-X, medicamentos e milhares de outros produtos. Só essa extrema necessidade pela valiosa matéria prima justifica os riscos na exploração e processamento de minerais altamente tóxicos.
Conheça os 9 minerais mais mortais do planeta:
9. Mercúrio (HgS)
Em inglês, o nome é Cinnabar. Em português, a tradução correta seria sulfeto mercúrico, porém, é mais popularmente conhecido como sulfeto de mercúrio ou apenas mercúrio. Trata-se de um composto de mercúrio e enxofre quase indissolúvel em água usado desde as antigas civilizações. Tradicionalmente, foi aplicado para dar cor na cerâmica e em tatuagens. Mais recentemente, passou a ser usado em equipamentos científicos como termômetros e barômetros, além de outras aplicações na indústria pesada como na produção de cloro e na recuperação de metais. Os interruptores de mercúrio também se tornaram bastante populares na eletrônica. Quando oxidado, no entanto, o elemento produz metil-mercúrio e dimetil-mercúrio, duas substâncias tóxicas que causam danos irreparáveis para o sistema nervoso infantil. É mortal mesmo em pequenas concentrações e pode ser absorvido por via respiratória, pelos intestinos ou através da pele. Muitas indústrias já eliminaram seu uso ou estão em processo de fazê-lo.8. Pirita (FeS2)
Por muito tempo a pirita, que também pode ser chamada de pirite ou pirita de ferro, foi o único composto onde a indústria conseguia encontrar enxofre e ácido sulfúrico, componentes usados para uma ampla gama de produtos. O enxofre é importante na fabricação de pneus e fungicidas, por exemplo. O ácido sulfúrico é essencial para vários processos industriais, entre eles o de produção de tintas e explosivos. Essa necessidade levou a grandes esforços para exploração do mineral causando efeitos devastadores para natureza, especialmente a contaminação de córregos que foram atingidos pelos detritos das minas, que chegavam até eles através de águas subterrâneas. Além disso, as piritas, quando misturadas com camadas de carvão e expostas ao ar, se queimam espontaneamente, liberando metais altamente tóxicos como o arsênico para atmosfera. Atualmente a Pirita não é explorada comercialmente em minas. Há escavações apenas para retirada de peças como amostra. O enxofre é obtido mais facilmente como subproduto do gás natural e do processamento do petróleo.7. Fluorita (CaF2)
Composta de fluoreto de cálcio, a Fluorita é uma bela pedra verde encontrada em minas onde geralmente também se acha ferro, carvão e cobre. Embora possa ser utilizada na fundição e em telescópios, por seu valor estético ela é muto usada em joias. Quando o fluoreto de cálcio é misturado com ácido sulfúrico, é gerado fluoreto de hidrogênio, um importante precursor químico industrial. Apesar de tanto valor comercial, a fluorita é bastante perigosa para quem tem que lidar com ela regularmente ou simplesmente mora perto de uma mina. O mineral contém flúor, um componente solúvel que, se absorvido em grandes quantidades pelo organismo, pode provocar a fluorose, uma dolorosa doença que enfraquece ossos e articulações. Tal condição atinge comunidades rurais na Índia, na China e boa parte do sudeste da Ásia, onde as pessoas bebem água contaminada ou inalam pó das minas. Estima-se que apenas na província chinesa de Guizhou o número de vítimas seja de dez milhões.6. Quartzo (SiO2)
Segundo mineral mais comum na crosta terrestre e o mais utilizado pela humanidade, o quartzo está presente na indústria óptica e eletrônica como abrasivo. Atualmente, os cristais de quartzo piezoelétricos são componentes obrigatórios em rádios e relógios eletrônicos. Só não se deve moer e inalar essa matéria prima. Isso seria um convite para a silicose, uma doença respiratória que tem como característica o fato de inchar os pulmões e gânglios linfáticos tornando difícil o ato de respirar. Trata-se de um processo longo. Só acontece depois de um período de exposição de 20 anos ou mais. Todavia, pessoas que trabalham com esse mineral em períodos de 5 a 15 anos já começam a perceber alguns sintomas. É possível também que essa rotina diária gere ainda um câncer no pulmão, doença que tem sido associada às indústrias como as de mineração, abrasivos e fabricação de vidros.5. Galena (PbS)
Galena é um minério a base de chumbo utilizado há muito tempo e que continua operacional. Os romanos a aplicavam em várias áreas, desde a produção de tubos, passando pela confecção de tintas e até na alimentação. Hoje, é encontrada em pilhas, balas, nos aparelhos de raios-X e caixas de reatores nucleares. Embora não seja tão danosa ao ser humano como o mercúrio, ela se acumula ao longo dos anos no organismo atingindo altos niveis de toxicidade. É um cancerígeno e pode causar defeitos congênitos. Por isso, também tem sido substituída por alguns setores industriais.4. Phenacite (BeSiO4)
O Phenacite é um mineral duplamente valioso. Por sua beleza, é uma pedra preciosa utilizada na indústria de joias. Sua composição química tem outro componente de grande valor, o berílio. Porém, aí é que fica também seu Calcanhar de Aquiles. O pó de berílio causa uma doença que foi apelidada de Doença Crônica do Berílio, que atinge de forma devastadora o sistema respiratório. E não há cura. Quando ela é contraída é para toda a vida. Os pulmões se tornam hiper-sensíveis ao metal, que provoca uma reação alérgica criando pequenos nódulos chamados de granulomas. Esses tumores tornam a respiração muito difícil e ainda aumentam a possibilidade do surgimento de outras doenças como a tuberculose, por exemplo.3. Erionite Ca3K2Na2[Al10Si26O72].30H2O (Z = 1)
Muito parecido com o amianto, o Erionite causa danos similares ao ser humano. Esse mineral da família do zeólito era usado como componente para fertilizantes devido à sua capacidade de filtragem, mas quando foi descoberta sua potencialidade de causar câncer o processo de mineração começou a ser interrompido no final dos anos 80.2. Hidroxiapatite (Ca5(PO4)3(OH))
Uma pedra chamada apatita é a provável fonte do fósforo usado no fertilizante jogado nos jardins para auxiliar no crescimento das plantas ou do flúor aplicado na água que chega em sua torneira visando prevenir as cáries. Porém, se ter dentes mais fortes é algo bom para evitar problemas mais graves na boca, a exposição à hidroxiapatite, seja diretamente nas minas ou no processamento da pedra, poderá criar depósito desse mineral nas válvulas cardíacas impedindo seu funcionamento normal e causando até a morte se não houver tratamento adequado.1. Crocidolite (Na2(Fe2 +,Mg) 3Fe3 + 2Si8O22(OH 2))
Esse é o material mais perigoso do mundo. Apesar da fórmula complicada, ele é conhecido simplesmente como amianto azul e já foi amplamente utilizado em uma série de aplicações comerciais e industriais. Tudo isso graças às suas duas principais características: resitência e flexibilidade. O declínio do amianto na indústria começou em 1964 quando Christopher Wagner revelou a conexão entre esse mineral e o câncer. Foi o suficiente para o mercado baní-lo em alguns seguimentos. Todavia, alguns setores ainda utilizam estruturas de amianto até hoje. fonte: ciencia.hsw.uol.com.br/os-minerais-mais-mortais-do-planetaquarta-feira, 15 de outubro de 2014
VEJA AS 10 URLS DO GOOGLE QUE VC DEVERIA DAR MAIS ATENÇÃO
O Google não é só o principal buscador da web, mas uma das maiores fontes de serviços online gratuitos. Se você é um dos milhões de usuários do Gmail, YouTube ou Google Drive, entre outros produtos, sugerimos conferir dez links com informações e funções úteis sobre o gigante das buscas e guarda-los em um lugar seguro – em algum momento você irá precisar deles.
1) Conta Google sem Gmail
Crie conta no Google sem Gmail. O primeiro link leva o usuário a uma página de criação de conta, sem a necessidade de usar o Gmail, serviço de e-mail do Google para novos usuários. Caso queira aproveitar contas já criadas em outros sites, como Yahoo, Outlook e Apple, basta inseri-lo no campo de e-mail (accounts.google.com/SignUpWithoutGmail) e criar sua conta Google normalmente. Você terá direito aos mesmos produtos que o Gmail oferece aos clientes.2) Veja como o Google o conhece
Veja como o Google entende as suas preferências. É sabido que o Google possui informações pessoais dos usuários, e uma boa medida disso são as configurações de anúncios (www.google.com/ads/preferences/) embutidas em cada conta. Para entender como você é visto pelos bots do Google na web, vale conferir quais interesses e preferências estão associados ao seu perfil e quais produtos da empresa exibem anúncios, por exemplo. A página oferece também um botão para desativar o rastreio de preferências, o que diminui a quantidade de dados sobre você, mas também tira a personalização dos banners de propaganda.3) Google Takeout
Obtenha os principais dados da sua conta com o Takeout (Foto: Reprodução/Paulo Alves) Pouca gente sabe que todas as informações já publicadas em ferramentas do Google podem ser facilmente baixadas para o computador. O recurso é oferecido pelo Google Takeout, uma espécie de check-out de uma conta dos servidores da empresa. É possível baixar fotos, publicações, vídeos curtos, histórico, contatos e muito mais de todos os produtos ativados na conta como a rede social Orkut.4) Remoção de conteúdo próprio
Se você tem uma conta no Blogger ou um videolog no YouTube, e tiver seu conteúdo roubado por alguém que também usa produtos do Google, é fácil pedir a remoção da postagem por meio da web. Na página Pedidos de Remoção Legal, há dicas de como proceder nesses casos, em que requerem provar que você é o dono legitimo do conteúdo antes de solicitar sua retirada de outras páginas.5) Visualize e exporte seu histórico de localização
O Google consegue rastrear vários de seus usuários, especialmente os que têm smartphones Android, e mantém um mapa de deslocamento diário. O recurso serve para vários propósitos, como sugestões do Google Now e de anúncios, mas pode ser desativado a qualquer momento, caso o usuários se sinta invadido. Basta acessar a página do histórico de localização e selecionar “Exportar para KML”.6) Histórico de pesquisa (incluindo voz)
Outro histórico mantido nos servidores do Google é o de buscas, que podem ser digitadas na web ou até faladas no celular com o comando “Ok, Google”. Existem gráficos com a quantidade de buscas organizadas por horários e dias da semana, em que você pode avançar para trás em qualquer dia do calendário para conferir o que foi pesquisado antes. Caso você se preocupe com rastros deixados pela rede, talvez valha apagar os itens da lista, o que fará o Google entender menos sobre você. O Hangouts do Google promete ser melhor que o WhatsApp!7) Gerencie contas inativas
Uma conta Gmail é tornada inativa após nove meses em desuso, o que pode comprometer fotos e outros conteúdos armazenados nela. Mas, o Google oferece uma maneira de recuperar esses dados por meio de uma conta de e-mail principal na página de Gerenciamento de Contas Inativas. Cadastre a conta que você mais usa para ser avisado quando os e-mails secundários entrarem em inatividade.8) Atividade da conta
Registro de atividades mostra todos os logins na conta (Foto: Reprodução/Paulo Alves) O Google também registra todas as vezes que você fez login usando seu e-mail e senha, o que pode ser útil caso suspeite que alguém está usando sua conta escondido. O registro de atividades (security.google.com/settings/security/activity) mostra data, sistema operacional e localização no mapa de cada vez que o login foi realizado. Portanto, vale conferir se você achar que está sendo invadido.9) Revogue acesso de dispositivos e serviços
Revogue acesso de dispositivos e serviços web (Foto: Reprodução/Paulo Alves) Outro recurso útil é o gerenciador de permissões da conta (security.google.com/settings/security/permissions), que inclui uma lista com todos os serviços web e dispositivos autorizados a utilizar sua conta Google. Caso tenha vendido um celular ou tablet e ainda não o tenha desautorizado, essa página permitirá fazê-lo com um clique. O mesmo vale para serviços que você não usa mais.10) Reset do Google Apps
A última dica é destinada para administradores do Google Apps em empresas. Indicada para casos de hack na conta, a página de reset de senha permite proteger o acesso de todos os produtos Google de pessoas não-autorizadas. Basta acesar este domínio na URL "https://admin.google.com/dominio/VerifyAdminAccountPasswordReset" (sem aspas) e trocar a senha no sistema. fonte:techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2014/10/lista-tem-10-urls-do-google-que-voce-deveria-dar-mais-atencao-veja.htmlSAIBA COMO CUIDAR DA BATERIA DO SEU CELULAR
Seu smartphone parece um pequeno milagre: um computador de bolso que pode fazer tudo o que você precisa e ainda lhe render vários outros caprichos.
Mas nenhum de seus superpoderes importa se a bateria acabar. E, com tudo que esse aparelhinho pode fazer, o descarregamento ocorre sempre mais rápido do que desejaríamos.
Com as baterias removíveis ficando cada vez mais raras, é preciso cuidar muito bem da que você tem. Felizmente, não é difícil manter as costumeiras baterias de íons de lítio de seu celular saudáveis.
Obviamente, a primeira regra para estender a vida útil da bateria é não desgastá-la jogando Candy Crush ou andando com Wi-Fi e GPS ativados quando você não está usando nenhum. Fora isso, no entanto, existem algumas regras básicas para o cuidado de sua bateria. Confira:
Não espere a bateria acabar para recarregá-la
Você já deve ter ouvido falar do “efeito memória” das baterias – se você recarregá-las antes delas ficarem totalmente vazias, elas “esquecem” parte da sua capacidade e passam a descarregar mais rápido. Esqueça isso. A memória da bateria é uma coisa real, sim, mas que se aplica apenas a baterias de níquel. Seu companheiro atual muito provavelmente tem uma bateria de íons de lítio, que precisa ser tratada de forma um pouco diferente. Para tirar o máximo proveito de uma bateria de íons de lítio, você deve tentar mantê-la acima de 50% de sua capacidade por mais tempo possível. Deixá-la descarregar totalmente não vai ajudar; na verdade, vai prejudicar um pouco sua vida útil se você fizer isso com muita frequência (ainda assim, é inteligente fazer uma descarga completa uma vez por mês para “calibração”). Também não é bom carregar seu celular ou outro gadget o tempo todo, pois as baterias de íons de lítio podem ficar superaquecidas. Felizmente para você, seu carregador é inteligente o suficiente para lhe ajudar com isso – ele “desliga” o carregamento uma vez que o dispositivo está 100%. Mas, para complicar um pouco mais, sua bateria não gosta particularmente de estar completamente cheia. Na verdade, ela vai se comportar o melhor se você tirá-la da carga antes dela atingir 100%. Deixá-la ligada na tomada quando já estiver cheia vai causar um pouco de degradação. Em resumo, se você realmente quiser otimizar a vida da sua bateria, você deve tentar fazer com que seu celular tenha sempre entre 40% e 80% de carga, recarregando-o para atingir esses níveis sempre que possível. Várias pequenas cargas não são tão ruins quanto ir de 0 a 100% o tempo todo, mas não são ótimas também.Mantenha seu dispositivo fresco
Nossos maus hábitos de carregamento graças ao treinamento que tivemos com as velhas baterias recarregáveis são prejudiciais, mas as baterias de íons de lítio têm um inimigo pior: o calor. A bateria de seu smartphone degradará muito mais rapidamente se estiver quente, não importando se está sendo usada ou não. A 0 graus Celsius (0°C), uma bateria de íons de lítio perde 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25°C, esse número salta para 20%. A 40°C, perde gritantes 35% da sua capacidade anualmente. Em condições extremas (60°C), a bateria perde 40% de sua capacidade a cada 3 meses. Claro, não é exatamente prático nem inteligente manter seu telefone na geladeira, mas com certeza ajuda evitar que ele passe longas estadias em carros fechados e outros ambientes quentes.Evite carregamento sem fio
Carregamento sem fio pode ser extremamente conveniente se o seu telefone é capaz de fazer isso, mas não vem sem desvantagens. Os carregadores sem fio existentes hoje têm o péssimo hábito de gerar um pouco de calor. E, enquanto o desperdício de energia é apenas uma chatice em geral, o calor vai prejudicar sua bateria no processo. É um pouco menos prático, mas o carregamento padrão na tomada vai manter sua bateria em melhor forma, especialmente se você já estiver em algum lugar quente.Não deixe a bateria totalmente descarregada, mesmo parada
Obviamente, usar a bateria irá-la degradar. Mas ela vai morrer lentamente mesmo se você deixar seu iPad no armário, parado. Há um truque para minimizar esse envelhecimento inevitável, porém: deixá-la pelo menos um pouco carregada. Se você estiver planejando abandonar por longo período um dispositivo com bateria de íons de lítio, tente deixá-lo com pelo menos 40% de energia da bateria. As baterias de íons de lírio não perdem 30% de seu poder ao mês como as baterias de níquel fazem, mas perderão talvez 5 a 10% de sua carga mensalmente. E quando as baterias de íons de lítio ficam muito baixas – literalmente 0% -, ficam seriamente instáveis e perigosas de se carregar. Para evitar desastres como explosões, elas têm circuitos de autodestruição que irão desativar uma bateria muitas vezes ainda boa se ela ficar descarregada totalmente.No fim, não esquente a cabeça com isso
As dicas são úteis, mas como não são capazes de fazer a bateria durar muito mais do que ela vai durar de qualquer maneira, é fácil ficar com preguiça de cuidar bem dela. Normalmente, uma bateria de íons de lítio dura de três a cinco anos, e muitos querem trocar seus aparelhos em algum momento entre esse período de qualquer maneira. O ligeiro dano causado por deixar seu telefone ligado durante toda a noite, todas as noites, ou usar carregamento sem fio, talvez não valha a inconveniência de trocar tais hábitos. Ainda assim, é muito fácil manter sua bateria razoavelmente saudável, evitando a tortura particularmente notória de deixá-la zerar por completo todos os dias, ou largá-la em um carro quente o tempo todo. Da próxima vez que você voltar para casa com potência de sobra, você vai agradecer a si mesmo por ter sido apenas um pouco cuidadoso. fonte:http://gizmodo.com/how-to-take-care-of-your-smartphone-battery-the-right-w-513217256NOVA BATERIA FICA 70% CARREGADA EM 2 MINUTOS E, TEM VIDA ÚTIL DE 20 ANOS
Pesquisadores desenvolveram uma nova, incrível e quase inacreditável bateria de íons de lítio. Ela é absolutamente inovadora e vai de encontro a tudo aquilo que a gente queria: é super-rápida para carregar e dura 10 vezes mais do que as baterias atualmente disponíveis no mercado.
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Cansado de esperar uma hora para o seu telefone carregar antes de sair de casa? Ou ficar sem bateria no meio do dia, exatamente nos momentos que você mais precisa dos seus aparelhos? Bom, você não é o único. Tanto que um grupo de pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, concentrou seus esforços para desenvolver uma solução.O que eles criaram foi uma bateria melhor.A nova bateria de íons de lítio
A nova bateria é assustadoramente eficiente. Ela é carregada a 70% de sua capacidade em apenas dois minutos. Como se isso já não fosse incrível o suficiente, ela também tem duração de 20 anos. As baterias recarregáveis de íons de lítio já são comuns em nossos celulares, tablets e notebooks, mas a maioria só dura em torno de 500 ciclos de recarga, o que é em torno de dois a três anos de uso normal. Sem contar que elas demoram cerca de duas horas para carregar completamente. A nova bateria melhora drasticamente o processo de recarga, e permite que você carregue o seu telefone celular enquanto procura suas chaves antes de sair de casa. Ela também ajuda a tornar os veículos elétricos uma alternativa mais viável para carros movidos a combustíveis fósseis, reduzindo os custos de substituição de baterias e permitindo que os motoristas recarreguem seus carros em minutos. Com isso, os carros elétricos seriam capazes de aumentar suas performances drasticamente em apenas cinco minutos de carga, o que é inclusive mais rápido do que o tempo necessário para a bomba de gasolina encher um tanque. O professor Chen Xiaodong, que liderou o estudo, disse em um comunicado à imprensa internacional que também é igualmente importante a possibilidade que agora teremos de reduzir drasticamente o lixo tóxico gerado por baterias descartadas, uma vez que essas novas baterias duram 10 vezes mais do que as que temos hoje em circulação no mercado.Como essa bateria foi descoberta?
A descoberta da bateria que promete revolucionar o nosso futuro aconteceu depois que os cientistas substituíram o grafite tradicional que compõe o ânodo (pólo negativo da bateria) em baterias de íons de lítio por um novo material de gel feito de nanotubos de dióxido de titânio que eles mesmos criaram para esse propósito específico. Esses nanotubos são mil vezes mais finos que um fio de cabelo humano e aceleram a velocidade com que os elétrons e íons podem ser transferidos dentro e fora das baterias, permitindo um carregamento super-rápido. Eles também permitem que mais energia seja armazenada nas baterias, o qye significa que ela pode agora oferecer 10.000 ciclos de recarga, em vez dos habituais 500.Preço?
E ainda tem como ficar melhor: as novas baterias serão relativamente baratas, já que o dióxido de titânio é barato e abundante no solo. A equipe publicou detalhes sobre seu gel de dióxido de titânio e já teve a tecnologia licenciada para eventualmente produzir os dispositivos. Eles esperam que as baterias cheguem ao mercado dentro de dois anos. fonte:sciencealert.com.au/news/20141410-26327.html
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