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sábado, 24 de outubro de 2015

BRASIL: O PAÍS MAIS ATINGIDO POR RAIOS NO MUNDO

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), são 57,8 milhões de raios por ano. A maior parte cai nas regiões Sudeste, com 26% das descargas elétricas, seguida pelas regiões Norte e Nordeste. Não à toa, também temos índices muito altos de pessoas acertadas por raios – pelo jeito não é tão difícil assim um raio pegar você. O livro “Brasil, que raio de história”, conta que, entre 2000 e 2014, o número médio de mortes por ano foi de 111 vítimas. A maior parte das mortes causadas por raios não acontece quando ele atinge a cabeça da pessoa, mas sim quando acerta o solo próximo de alguém: a corrente elétrica é tão forte que acaba matando quem está em pé por perto. A maior parte das pessoas acertadas por raios estavam em áreas de cultivo agropecuário, dentro de casa, dentro de carros e ônibus, embaixo de árvores, em campos de futebol e coberturas de prédio. FONTE: megaarquivo.com/2015/10/24/10-912-natureza-brasil-e-o-pais-mais-atingido-por-raios-no-mundo/

domingo, 6 de setembro de 2015

BRASIL TEM 88% DOS CASOS DE ROTEADORES DOMÉSTICOS INFECTADOS POR MALWARE

A Trend Micro, empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança, lançou relatório com os dados sobre ameaças cibernéticas que ocorreram durante o segundo trimestre de 2015 em diversos países, incluindo o Brasil. O estudo, batizado de “A Rising Tide: Novos Hackers Ameaçam Tecnologias Públicas”, aponta que o Brasil abrigou 88,1% dos ataques a roteadores domésticos por mudança de DNS. O número fica ainda pior por conta do salto do market share, já que no primeiro trimestre de 2015 o país abrigou apenas 14% dos ataques. O aumento no número de ataques envolvendo roteadores é alarmante porque esses dispositivos desempenham um importante papel em redes domésticas. Os criminosos que têm controle de roteadores vulneráveis podem ter uma visibilidade de todos os dispositivos conectados, bem como todas as informações que trafegam por eles. Segundo o estudo da Trend Micro, a hospedagem de URLs maliciosas feitas por hackers e o número de acessos a sites atingiu no Brasil a média de quase 800 milhões em junho, o maior número da América Latina. O número de vítimas que clicaram em sites maliciosos totalizou em junho mais de 4 milhões de pessoas. No terreno do spam o Brasil lidera. Em maio mais de 13 milhões de spams foram enviados. O número de malwares detectados no último trimestre ultrapassou 2 milhões e 500 mil na detecção de softwares infectados. fonte: idgnow.com.br/internet/2015/09/03/brasil-tem-88-dos-casos-de-roteadores-domesticos-infectados-por-malware/

domingo, 5 de abril de 2015

5° GERAÇÃO DE PROCESSADORES INTEL CORE DESEMBARCA NO BRASIL

A Intel anunciou nesta terça-feira, 31/3, o lançamento no Brasil da quinta geração da sua família de processadores, apresentada oficialmente pela empresa em janeiro deste ano. No que a Intel classifica como “uma das mais rápidas transições do mercado”, a chegada dos novos Intel Core ao país acontecerá por meio de pelo menos 12 computadores de diferentes fabricantes, como Acer, Dell, HP, Lenovo, LG e Samsung. Muitos desses aparelhos, inclusive, foram lançados agora em março no país e já estavam à mostra em um evento para a imprensa realizado pela Intel nesta terça, 31. A lista inclui novos modelos de notebooks tradicionais, dispositivos 2 em 1, Ultrabooks™, Chromebooks, desktops All-in-One e mini PCs para consumidores e empresas. Contando com a microarquitetura Broadwell, a quinta geração do Intel Core é feito pelo processo de fabricação de 14 nanômetros, o que permite que as máquinas equipadas com o chip abram mão das já clássicas ventoinhas de refrigeração – isso porque o consumo é de cerca de 15 watts. A empresa destacou também que a nova geração possui consumo mais eficiente de nergia, chegando a usar 15% menos energia do que processadores da geração anterior e cerca de 50% a menos do que uma máquina com quatro anos de uso. De acordo com a Intel, a nova geração do chip é 37% menor do que a anterior. Outras mudanças positivas incluem gráficos 3D até 22% melhores, conversão de videos até 50% mais rápida e duração de bateria maior - até uma hora e meia a mais, aponta a companhia. Vale notar que o lançamento da Quinta Geração da tecnologia Intel Core traz 14 novos processadores para consumidores e empresas, incluindo 10 processadores de 15W com a Intel® HD Graphics e quatro de 28W com a Intel® Iris™ Graphics. FONTE: idgnow.com.br/ti-pessoal/2015/03/31/quinta-geracao-de-processadores-intel-core-desembarca-no-brasil/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

OS MELHORES ESTADOS PARA SE VIVER NO BRASIL

Pese os lamentos de algumas pessoas que não acreditam que suas cidades apresentem baixos índices de desenvolvimento humano (IDH), em outubro passado mostramos a lista que atesta que nem sempre os grandes centros exibem os melhores números. As grandes cidades, como todos sabemos, são esse fenômeno espacial, que cria condições propícias à aglomeração de indivíduos heterogêneos e isso nem sempre favorece o desenvolvimento. Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o desenvolvimento de um lugar nem sempre se mede pela quantidade de pessoas, mercado de trabalho ou número de ruas. O Distrito Federal é o primeiro colocado no ranking de unidades da federação, seguido por São Paulo e Santa Catarina. Em verdade, esta lista revela alguns novos números de um velho problema: a desigualdade. Conquanto tenha sido a região Nordeste a que mais cresceu nos último dez anos, entre as 500 cidades do Brasil consideradas com as melhores condições para viver, mais de 90% estão nas regiões Sul e Sudeste. Por outro lado, entre as 500 piores, mais de 95% estão no Norte e Nordeste. Ainda que o IDHM seja um índice que permite conhecer grande parte da realidade do desenvolvimento humano dos municípios brasileiros, ele não abrange todos os aspectos do desenvolvimento humano. O que eu quero dizer é que não é uma classe de representação da "felicidade" das pessoas e nem indica realmente "qual o melhor lugar no mundo para se viver"; afinal o melhor local sempre será aquele que escolhemos viver. Ainda assim ele sim sintetiza 3 das mais importantes dimensões do desenvolvimento humano, que são a longevidade, o nível de educação e a percepção de renda. Ademais o IDHM é acompanhado por mais de 150 outros indicadores socioeconômicos, que dão suporte à análise. Confira abaixo o ranking dos melhores estados para se viver: 1º Posição Distrito Federal- IDHM -0,824; 2º Posição São Paulo- IDHM -0,783; 3º Posição Santa Catarina- IDHM -0,774; 4º Posição Rio de Janeiro- IDHM -0,761; 5º Posição Paraná- IDHM -0,749; 6º Posição Rio Grande do Sul- IDHM -0,746; 7º Posição Espírito Santo - IDHM -0,740; 8º Posição Goiás - IDHM -0,735; 9º Posição Minas Gerais - IDHM -0,731; 10º Posição Mato Grosso do Sul- IDHM -0,729; 11º Posição Mato Grosso- IDHM -0,725; 12º Posição Amapá - IDHM -0,708; 13º Posição Roraima - IDHM -0,707; 14º Posição Tocantins- IDHM -0,699; 15º Posição Rondônia- IDHM -0,690; 16º Posição Rio Grande do Norte- IDHM -0,684; 17º Posição Ceará - IDHM -0,682; 18º Posição Amazonas - IDHM -0,674; 19º Posição Pernambuco - IDHM -0,673; 20º Posição Sergipe - IDHM -0,665; 21º Posição Acre - IDHM -0,663; 22º Posição Bahia - IDHM -0,660; 23º Posição Paraíba - IDHM -0,658; 24º Posição Piauí - IDHM -0,646; 24º Posição Pará - IDHM -0,646; 26º Posição Maranhão- IDHM -0,639; 27º Posição Alagoas - IDHM -0,631; Faixas de desenvolvimento humano: Muito Alto: 0,800 - 1,000; Alto: 0,700 - 0,799; Médio: 0,600 - 0,699; Baixo: 0,500 - 0,599; Muito Baixo: 0,000 - 0,499; Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013

sexta-feira, 16 de maio de 2014

YELLOWSTONE: ERUPÇÃO LEVARIA A EVACUAÇÃO DOS EUA PARA O BRASIL

O governo dos EUA estaria trabalhando em um secreto plano de evacuação em massa caso o mega vulcão de Yellowstone entrar em erupção? Milhões de cidadãos norte-americanos poderiam acabar se mudando para o BRASIL, Austrália e Argentina se o mega vulcão de Yellowstone entrar em erupção plena, hipótese que vem sendo cada vez mais defendida de estar próxima de acontecer. Os teóricos da conspiração afirmam que os cidadãos norte-americanos sobreviventes poderiam ser realocados para a Austrália, BRASIL e na Argentina.Última grande erupção foi há 70 mil anos atrás. O Mega vulcão poderia ser reclassificado como ‘extinto’ – apesar de que recentemente pesquisadores reverem seu tamanho que seria de fato 2,5 vezes maior do que eles imaginavam. O Site de notícias Sul-Africano Praag afirma que foi oferecido US$ 10 bilhões por ano ao Congresso Nacional Africano, durante 10 anos, para se construir abrigos temporários para os norte americanos em caso de uma erupção em Yellowstone, como parte dos planos de contingência que está sendo elaborado pelo governo dos EUA.
Área de grande beleza natural: A gigantesca caldeira do vulcão de Yellowstone (circulado em vermelho) em Wyoming é o maior super-vulcão do mundo. Os teóricos da conspiração passaram semanas debatendo os planos, uma vez que foi reivindicada que os animais selvagens estão fugindo da área (veja vídeo abaixo) demonstrado em vídeo – mesmo que os guardas do parque tenham dito, que de fato, eles estavam com medo dos turistas. O deslocamento dos animais foi descrito como porque: “Era um dia primaveril e eles estavam brincando. Ao contrário dos relatórios on-line, é uma ocorrência natural e não o fim do mundo “, disse o porta-voz do parque Amy Bartlett. Se o maior vulcão do mundo entrar em erupção, grande parte dos EUA seria deixado completamente encoberto por cinzas vulcânicas. No entanto, os pesquisadores dizem que não há sinais de uma erupção iminente. Búfalos selvagens abandonando a área do vulcão em gravação recente na região: “A chance de isso acontecer em nossas vidas atuais é extremamente insignificante”, disse Peter Cervelli, diretor associado de ciência e tecnologia no U.S. Geological Survey’s (USGS) Volcano Science, na Califórnia. ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=j_csBXWlUA4 Um estudo recente do maciço supervulcão sob o Parque Nacional de Yellowstone nos EUA – que os investigadores realizaram no local recentemente determinou que o tamanho do vulcão era de 2,5 vezes maior do que eles pensavam – e realmente ele poderia em breve estar extinto. Os pesquisadores analisaram a água e o gás da região, e concluíram que ele já poderia estar em seu “leito de morte”(à beira da extinção). ERUPÇÕES ANTERIORES De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, houve três grandes erupções do supervulcão de Yellowstone, nos últimos milhões de anos. A primeira foi cerca de 2,1 milhões de anos atrás, a segunda ocorreu 1,3 milhões de anos atrás e a última grande erupção foi em torno de 640 mil anos atrás.
No super vulcão de Yellowstone e alguns outros vulcões, alguns cientistas acreditam que acontecem fraturas e rachaduras em um padrão concêntrico ou anel-fractura na crosta da Terra. Em algum momento essas rachaduras chegam até ao reservatório de magma, liberando a pressão, e o vulcão explode. A enorme quantidade de material liberado faz com que o vulcão entre em colapso em uma enorme cratera, uma caldeira. De acordo com Ken Sims, da Universidade de Wyoming, as amostras de ar e água retiradas do maior vulcão do mundo sugerem que ele poderia estar se extinguindo. A equipe analisou a acidez em amostras de água e de radon no ar como parte de seu estudo sobre a condição do vulcão de Yellowstone.
O Geiser Old Faithful em erupção, expelindo água fervente no Parque Nacional de Yellowstone no inverno: Os pesquisadores agora dizem que o supervulcão gigante sob o parque poderia estar se extinguindo. Eles também analisaram como a água e o gás se misturam e como se levantam do chão em uma tentativa de melhorar os métodos de erupções prevendo e identificando as áreas mais voláteis do parque. No momento, o vulcão de Yellowstone é classificado como dormente, não tendo sofrido erupção nos últimos 70.000 anos. Se ele se tornar um vulcão extinto, ele nunca vai entrar em erupção novamente. No início de novembro do ano passado, uma equipe de pesquisadores da Universidade do Wyoming liderados por Sims espalharam lonas no chão coberto de neve perto de terraços brancos fora da área de Mammoth Hot Springs, onde piscinas de águas quentes são empilhadas sobrepostas como pequenas montanhas cheias de água cristalina.
Mammoth Hot Springs é um grande complexo de águas termais em uma colina de travertino em Yellowstone National Park ao lado do Fort Yellowstone eo Historic District Mammoth Hot Springs . Ele foi sendo criado ao longo de milhares de anos na medida que a água quente da primavera é refrigerado e depositado carbonato de cálcio (mais de duas toneladas flui em Mammoth a cada dia em uma solução). Embora essas fontes estejam fora dos limites da caldeira vulcânica, a sua energia tem sido atribuída ao mesmo sistema magmático que alimenta outras áreas geotérmicas do supervulcão de Yellowstone. Nenhuma árvore ou vegetação resiste e morre neste local. Sims estava estudando o quão rápido a água e o gás se misturam à medida que sobem para a superfície. Sua pesquisa pode vir a ajudar os cientistas a entender o que causa as erupções de vapor. Se eles sabem como o vapor de água sobe rápido e interage no parque, eles podem prever melhor quando uma área se tornará mais volátil. Apesar dos receios de que o supervulcão possa ser extinto, o parque continua sendo um dos laboratórios de pesquisa mais importantes do mundo, atraindo cientistas de renome internacional que estudam tudo, desde terremotos para as origens da vida para o poder escondido sob o solo desse vulcão. ‘Yellowstone está tão acima em várias áreas de muitas maneiras, que às vezes ele grita para você a resposta que está acontecendo em outros lugares “, disse Jacob Löwenstern, cientista responsável pelo Observatório de Vulcões Yellowstone. O parque original tem 40 quilômetros de extensão em lama de rocha derretida e cristal do primeiro parque nacional criado no país.
Emerald Spring Pool, com água quente (cerca de 85º C), na Basin Black Sand, no parque nacional de Yellowstone – e que os pesquisadores dizem que nunca pode entrar em erupção novamente… Em vez de um único cone com um furo, a caldeira do vulcão é um labirinto interligado de gás e água cobrindo quase 60 quilômetros do canto noroeste do estado do Wyoming, junto com partes dos estados de Montana e Idaho. Mais de 10.000 pontos de barro em ebulição, rios com águas ferventes e gêiseres agindo como válvulas de liberação de pressão da natureza, mantendo o super vulcão monstro aquecido evitando que ele exploda. E tudo se move. Mammoth Terraces, na porção norte do parque, podem crescer verticalmente até 3 metros por ano e se estender horizontalmente ainda mais longe. Nascente de água dissolve calcário sob a superfície; CO2 evapora e deixa para trás o carbonato de cálcio branco.
Este mapa do Serviço Geológico dos EUA mostra a gama de cinzas vulcânicas que foi depositado após os três enormes erupções ao longo dos últimos 2,1 milhões de anos. Alega-se que já existam planos de contingência em caso de uma nova erupção que poderia incluir a mudança de milhões de norte americanos para outros países,inclusive o BRASIL. Os terraços são construídos até suas aberturas se entupirem e a pressão dos gases forçar um ponto mais fraco para se abrir em outro lugar. “O calor do vulcão Yellowstone é o que impulsiona o sistema hidrotérmico”, disse Henry Heasler, geólogo do parque. ”Ele fica quente e sobe, e a câmara de magma, ou reservatório, está a uma profundidade relativamente rasa. (n.t. e os cientistas dizem que tudo isto pode estar acontecendo em um supervulcão que estaria à beira da extinção??). Fontes: http://www.dailymail.co.uk/ thoth3126

quarta-feira, 16 de abril de 2014

AS CIDADES BRASILEIRAS PODEM ESTÁ SENDO ENVENENADAS

Assunto desconhecido por grande parte da população, a discussão sobre a possível existência de “trilhas químicas” nos céus das cidades brasileiras começa já é debatida por grupos preocupados com o assunto. Nesta terça-feira (26), um avião foi flagrado no espaço aéreo de Rio Claro liberando a típica fumaça no céu da região central. Ao ver as fotos capturadas em Rio Claro, o catarinense Oberon de Mello, um dos principais estudiosos do assunto no Brasil, afirma veementemente: “Com certeza são chemtrails” (trilhas químicas, em inglês). Para Odebron, essas trilhas são, na verdade, parte de um plano secreto de governos ao redor do mundo. “Essas aeronaves pulverizariam agentes biológicos a altas atitudes, por motivos desconhecidos”, declara. A teoria mais aceita pelos envolvidos no assunto, é de uma tentativa dos governos em modificar o clima do planeta. Diferença entre trilhas químicas e trilhas de condensação Os adeptos da teoria indicam claras diferenças entre as trilhas químicas e as trilhas de condensação (essas seriam comuns e formadas pelo calor das turbinas na atmosfera gelada). Alguns artigos alertam que as aeronaves mais modernas já contam com sistemas em seus motores que impediriam a formação do vapor resultante da condensação. Além das trilhas, nossa equipe registrou outra aeronave, que aparentava estar próxima ao primeiro avião. Em nota, a Assessoria de Imprensa da FAB declarou: “devido à excelente visibilidade e contraste que a condição metereológica do momento proporcionou, há a impressão de proximidade em linha de visada, o que não ocorre de fato, devido à defasagem em altitude, de acordo com as regras de tráfego aéreo previstas”. A nota também diz que, assim como em uma estrada, podem ocorrer ilusões de ótica ao observar-se aerovias. Já para o estudioso catarinense, a presença de outra aeronave nas imagens não surpreende. “Eles sempre atacam em bando, pois uma trilha só, pode parecer pouco, mas muitas trilhas juntas formam nuvens artificiais que despejam os agentes tóxicos”, argumenta. O Engenheiro Aeronáutico Lourenço Campos, formado pela UNITAU, diz que a formação de trilhas de condensação (as que não são tóxicas) ainda existe. “Isso ainda é realidade nas aeronaves modernas, pois trata-se de um processo físico”. Entretanto, Campos não pôde garantir que a fumaça registrada nas fotos seja formada por trilhas de condensação. “Me estranha o fato de, aparentemente, a fumaça não estar saindo das turbinas”, salientou. Com toda a polêmica criada pelas teorias sobre as trilhas, até a Força Aérea Americana se posicionou. “Essa teoria é um embuste que tem sido investigado e refutado por muitas universidades credenciadas, organizações científicas e publicações de mídia”, declarou o órgão do governo americano. Já para o catarinense Oberon, esse seria só o início de uma série de eventos de ordem global. “Estudo a geoengenharia desde 2011, quando começaram os ataques no Brasil, e posso afirmar que existe muita coisa por detrás disso. É só a ponta do iceberg”. FONTE:http://www.diariodoestadoms.com.br/?pag=noticia.php&id=11231

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: INTENSIDADE DOS TEMPORAIS NO BRASIL AUMENTOU

Intensidade dos temporais no Brasil aumentou nos últimos 50 anos. Tendência é que nas próximas décadas chova até 20% mais nas regiões Sul e Sudeste do país, as mais afetadas por enchentes. Sistema de previsão melhorou, mas a desordenada ocupação urbana é a maior causa de tragédias. ”E as previsões e modelos para o futuro mostram que a tendência é seguir aumentando o volume de chuvas”, aponta José Antônio Marengo Orsini, chefe do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Mozar de Araújo Salvador, meteorologista da Coordenadoria Geral de Desenvolvimento e Pesquisa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), observou o mesmo fenômeno a partir de medições feitas na região metropolitana de São Paulo. Segundo ele, o número de dias chuvosos continua o mesmo, mas as chuvas caem com mais força.
Cientistas que pesquisam as mudanças climáticas preveem ainda um leve aumento nas temperaturas das regiões Sul e Sudeste, e calculam que, entre 2041 e 2070, deva chover de 15% a 20% mais nessa área. Até o fim do século, o clima deve estar cerca de três graus mais quente e de 25% a 30% mais chuvoso, apontou em 2013 o primeiro Relatório de Avaliação Nacional do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). DIMENSÕES DO DESASTRE Com o início da temporada de chuvas na região Sudeste, o risco de enchentes é iminente. No estado do Espírito Santo, 24 pessoas morreram, duas seguem desaparecidas, e os moradores ainda tentam voltar às suas casas depois que as chuvas bateram recordes históricos. No pico da enchente, 50 mil pessoas tiveram que deixar suas residências. Na capital Vitória choveu 746 milímetros em dezembro – 720 milímetros a mais do que no último mês de 2012. Dados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) apontam que foi o mês mais chuvoso desde que começaram a ser feitas medições pluviométricas, em 1924. No interior, as anomalias registradas pelo sistema de Defesa Civil do Estado foram ainda maiores: em Baixo Guandu, por exemplo, uma das cidades mais afetadas, a média histórica de chuvas para dezembro é 194 milímetros, conforme dados registrados ente 1931 e 2008. A enchente foi provocada pelo acumulo de 760 milímetros de chuva em dezembro de 2013. CHUVA FORTE NÃO É O PROBLEMA Mas o volume de água não é o maior problema, segundo Marengo Orsini. “A chuva não mata ninguém. O clima é apenas um deflagrador dos desastres naturais”, enfatiza. Ele explica que é o fator humano que transforma condições meteorológicas extremas em desastres naturais. Se a mesma condição – como chuvas fortes e alagamentos – ocorresse em uma área não habitada, isso não representaria necessariamente uma catástrofe, lembra. Essa constatação aponta diretamente para planejamentos urbanos equivocados – ou a total falta dele. “Algumas cidades nem têm plano diretor”, pondera Marengo Orsini. No entanto, ele explica que a ocupação desordenada não está restrita a áreas pobres ou invadidas. A ocupação de encostas onde no passado havia florestas também pode representar um risco. Zonas ribeirinhas também são um problema: “Há casas que foram feitas onde há 20 anos era um leito de rio, e agora o rio volta para reclamar seus direitos”. Obras mal-feitas, ocupações desordenadas e pessoas morando em áreas de risco transformam as cidades em cenários propensos a catástrofes naturais. Para o especialista do Inmet, a forte urbanização ocorrida especialmente a partir da década de 1970 teve influência direta no clima da própria região. “Áreas com cobertura vegetal emitem menos radiação, que é o que aquece o ar”, lembra Mozar de Araújo Salvador. Nas cidades, concreto, asfalto ou mesmo o vidro usado em prédios inteiros podem contribuir para o aquecimento do ar. O especialista prefere não relacionar as enchentes do Espírito Santo com o aquecimento global, mas assegura que, embora tenha sido uma ocorrência extrema e não sequencial, existe uma conexão lógica. Segundo ele, em um planeta mais quente deve ocorrer mais evaporação e, consequentemente, mais chuvas intensas. No entanto, apesar de o Inmet já ter completado um século de atividades, são poucas as cidades do país que mantêm registros meteorológicos tão antigos. Dessa forma, os cientistas têm dificuldades em fazer comparações ou identificar a ocorrência das mudanças. MORTES POR DESLIZAMENTOS O deslizamento de terra é a principal causa de morte em desastres naturais. Chuvas constantes saturam o solo e fazem com que a terra deslize de morros e encostas. E, por conta da formação geológica e da ocupação territorial, o litoral brasileiro é especialmente suscetível aos deslizamentos.
O Brasil também é o pais com a maior incidência de queda de raios em todo o planeta. De acordo com o diretor de Respostas aos Desastres da Defesa Civil de Santa Catarina, tenente coronel Aldo Baptista Neto, aparelhos de medição telemétrica – que verificam automaticamente o nível dos rios e enviam a informação digital direto a uma central de processamento – ajudam os centros de Defesa Civil a emitir os alertas de enchente. Os dados da telemetria são cruzados com as medições pluviométricas (do volume de chuvas) e aplicados a um modelo matemático da região. Essa modelagem digital, baseada em mapeamentos de solo, relevo, ocupação e históricos de enchente, assegura a precisão do sistema. As previsões meteorológicas, que podem ter uma precisão de até 90% em 48 horas, completam a base de dados para a geração de alertas. MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO Neto avalia de forma positiva as ações brasileiras em Defesa Civil. Ele vê uma mudança de comportamento da população depois da tragédia de 2008 em Santa Catarina e de 2011 na Região Serrana do Rio de Janeiro, com deslizamentos e centenas de vitimas. “Em regiões onde as enchentes são comuns, as pessoas já saem de casa antes de começar a chover”, exemplifica. Planos de Defesa Civil também são importantes para isso. Se os fenômenos naturais são incontroláveis, a resposta imediata antes que a situação se agrave e o resgate se torne difícil pode salvar vidas. O bombeiro sugere que cada família tenha seu próprio esquema: com documentos importantes, remédios de uso contínuo e mantimentos para 24 horas organizados de forma que possam ser rapidamente localizados caso precisem deixar suas casas. “As pessoas não podem esperar para sair de casa quando a água estiver na cintura. Elas precisam acreditar e atender ao pedido das autoridades para que deixem suas casas imediatamente e sigam para os abrigos indicados em caso de risco”, alerta Aldo Baptista Neto. Fonte: http://www.dw.de/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

WIKILEAKS REVELA QUE EUA TENTOU INTERFERIR EM PESQUISAS NUCLEARES NO BRASIL

BOMBA! O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearenseDalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves. A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”. DESARMAMENTO UNILATERAL A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial. Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo. fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/

domingo, 21 de agosto de 2011

COGUMELO QUE EMITE LUZ É ENCONTRADO NO BRASIL APÓS 170 ANOS



A pesquisa do grupo de cientistas da USP e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.
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O Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo.

"Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo", disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP.

"Este foi o maior, um grupo deles emite quantidade considerável de luz", afirmou.

'Flor de coco'

Crédito: Cassius V.Stevani_IQ_USP
Os cogumelos têm uma aparência amarelada

Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu garotos brincando com o que pensou serem vagalumes nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.

Chamado pelos locais de "flor de coco", o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.

"Fiquei sabendo que existiam ainda fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, me chegavam relatos de Tocantins e Goiás de um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz", diz Stevani.

"Mas fotografia mesmo vi só em 2005, uma tirada no Piauí", afirma ele, que já participou de expedições noturnas para a coleta do cogumelo.

"As buscas acontecem em noites escuras, de lua nova, com as lanternas desligadas", explica.

Curiosamente, o cogumelo ainda é conhecido popularmente em várias partes do país como "flor de coco".

Existem 71 espécies de fungos que emitem luz, 12 delas estão presentes no Brasil .

A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz, nem a razão disso.

Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo.

FONTE:BBCNEWS