Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
ENTENDA O QUE É CHOQUE SÉPTICO
O choque séptico, ou septicemia, é uma infecção generalizada que se dá quando as bactérias, fungos ou vírus de uma infecção local chegam à corrente sanguínea, espalhando-se por todo o corpo, causando sintomas do choque. Seu tratamento é feito com a internação do paciente na UTI, uso de antibióticos e de medicamentos, para regularizar a função cardíaca e renal.
O choque séptico provoca uma diminuição da pressão arterial, dificultando a chegada de sangue e de oxigênio no cérebro, coração, rins e outros órgãos. Isto leva à presença de sinais e sintomas como febre, dificuldade para respirar, pouca urina, inchaço e alterações da pressão sanguínea. Quando tratado a tempo, o choque séptico tem cura.
TRATAMENTO:
O tratamento para o choque séptico requer o uso de antibióticos. Além disso, pode ser que o paciente precise respirar por aparelhos, receber sangue, medicamentos para regularizar a pressão arterial e a função renal. O paciente diagnosticado com choque séptico deve ser internado na UTI (Unidade de terapia intensiva) até a sua alta.
CAUSAS:
O choque séptico pode ser causado por diversos fatores. O mais comum é a migração de bactérias, fungos ou vírus, que estão localizados num único órgão (como no caso da pneumonia, por exemplo), para a corrente sanguínea, espalhando-se por todo o corpo. Sondas e cateteres infectados são também outras possíveis causas de choque séptico.
DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico do choque séptico é feito com base em exames laboratoriais associados ao exame clínico do indivíduo. Chega-se ao diagnóstico de choque séptico quando o indivíduo apresenta, pelo menos, dois destes sintomas ao mesmo tempo: febre ou hipotermia; taquicardia; taquipneia; leucocitose ou leucopenia.
SINTOMAS:
Os sinais do choque séptico são:
- Infecção;
- Febre alta;
- Frequência cardíaca maior que 90 bpm;
- Frequência respiratória maior que 20 ipm (respiração rápida);
- Leucócitos acima de 12 000 ou abaixo de 4 000 cel/mm3;
- Pressão muito baixa;
- Inchaço;
- Pouca urina;
- Diminuição das plaquetas sanguíneas;
- Dificuldade em respirar;
- Perda da consciência ou confusão mental;
Os indivíduos mais suscetíveis ao choque séptico são os pacientes hospitalizados, devido à alguma infecção nos pulmões, abdômen, pele ou sistema urinário. Pacientes idosos, desnutridos e pós-cirúrgicos são também mais propensos a desenvolver o choque séptico.
CHOQUE SÉPTICO TEM CURA?
O choque séptico tem cura, apesar de ter uma alta taxa de mortalidade. A cura se dá quando o indivíduo é tratado rapidamente, mas, em caso de sepse grave, o quadro pode não melhorar e evoluir para a morte, se o indivíduo tiver outras doenças associadas.
Referência Bibliográfica:
HENKIN CS; COELHO JC; PAGANELLA MC; SIQUEIRA RM; DIAS FS. Sepse/ Uma visão atual. Acesso em Dez. 2011.
FONTE: TUASAUDE
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário