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terça-feira, 1 de abril de 2014

O EXERCÍCIO FÍSICO É BOM PARA O CÉREBRO

Sabe-se desde longa data que o exercício é bom para os nossos corpos, mas uma nova pesquisa da Universidade da Austrália do Sul confirma que o exercício também é bom para o nosso cérebro. A pesquisa pode mudar a forma como a reabilitação física ocorre, com resultados que mostram que o exercício melhora a capacidade dos cérebros dos participantes em religar conexões nervosas. Num estudo com 25 adultos saudáveis​​, Michelle McDonnell e a sua equipa descobriram que o cérebro foi capaz de religar conexões nervosas mais eficazmente - fenómeno chamado de neuroplasticidade - após 30 minutos de andar de bicicleta a baixa intensidade. "Esta é uma descoberta excitante, porque sugere que o exercício pode ter efeitos sobre a capacidade do cérebro em religar e aprender em áreas não realmente envolvidas no exercício ", diz McDonnell. "Nós mostramos que o exercício aeróbico suave tem o potencial de preparar o cérebro para se religar a si próprio em pessoas com danos cerebrais, o que pode tornar a reabilitação mais eficaz", acrescentou. McDonnell está agora a explorar a capacidade do exercício para promover a neuroplasticidade em pessoas que tiveram um acidente vascular cerebral. Ela está a recrutar participantes do estudo que sofreram um acidente vascular cerebral há, pelo menos, seis meses. "Esta pesquisa pode mudar significativamente a reabilitação física para pessoas em recuperação de acidente vascular cerebral" afirma McDonnell. "Se o exercício estimula a neuroplasticidade em pacientes de reabilitação após o AVC, isso pode significar que as sessões de reabilitação podem envolver ciclismo suave antes de sessões de fisioterapia, o que seria uma grande mudança nas práticas de reabilitação", acrescentou. "Embora ainda seja cedo, acreditamos que certas substâncias químicas no sangue são libertadas quando fazemos exercício, podendo incentivar a neuroplasticidade, ou seja, o exercício pode ativar e afetar uma ampla gama de áreas do cérebro", concluiu McDonnell. FONTE: Science Alert

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