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sábado, 31 de maio de 2014
QUAIS SÃO AS ZONAS ERÓGENAS DO CORPO FEMININO?
Ainda que a resposta possa parecer evidente, não o é tanto. Os pontos erógenos não só respondem à fisionomia, isto é, a quantas terminações nervosas ocultam, senão que também dependem de nossas associações mentais, de modo que os lugares mais insuspeitos podem erotizar a base de imaginação.
Um relatório da Universidade de Indiana demonstrou que algumas mulheres podiam chegar ao orgasmo com simples caricias nos lábios, com pequenos golpes nos dentes e até com suaves carícias nas sobrancelhas. Existem, no entanto, certos rincões do corpo feminino que são uma aposta segura para despertar o desejo sexual, independentemente das preferências pessoais. Até o momento, só podíamos intuir, agora, uma equipe de cientistas canadenses elaborou um ranking preciso das zonas mais erógenas do corpo feminino.
Para isso, os pesquisadores declararam a sensibilidade das diferentes zonas do corpo da mulher, incluindo tanto as provavelmente sexuais (genitais, períneo, seios) como as mais neutras (pescoço, abdômen, antebraço). Um grupo de mulheres saudáveis compreendidas entre os 18 e 35 anos, prestaram-se ao trabalho de despir-se e recostar sobre uma maca para participar deste experimento, não tão altruísta. Os cientistas aplicaram um ligeiro toque de pressão, um mais intenso e também vibração em um lapso de 2 segundos em diferentes partes mencionadas para avaliar o nível de excitação que proporcionavam.
Os resultados revelaram que, quando se trata de tocar com leveza, o pescoço, o antebraço e as zonas próximas à vagina são as zonas mais receptivas, e a aréola do mamilo a que menos. Quando se trata de exercer pressão com força, o clitóris e os mamilos são os “botões” mais efetivos. Por último, quando se trata da vibração, o clitóris e os mamilos são os pontos que geram maior convulsão.
Se não conhecemos o suficiente os gostos de nossa colega de vigília, sempre podemos optar por algum destes pontos erotizantes, sem esquecer que todo ranking estará encabeçado pelo único órgão feminino que não cumpre outra função que a puramente sexual: o clitóris.
fonte: Time.com/98088/the-most-erogenous-parts-of-the-female-body-ranked-by-science
QUANTO MAIOR FOR SEU MEMBRO VIRIL, MAIOR É A PROBABILIDADE DE QUE SUA PARCEIRA ESTEJA SENDO INFIEL
Um novo estudo realizado no Quênia questiona o mito popular de que um membro grande é garantia de um maior prazer sexual para a mulher. Para este estudo, publicado na revista científica PLOSOne, os pesquisadores entrevistaram 545 casais a respeito dos hábitos de sua relação, indagando se a mulher teve em alguma ocasião aventuras extraconjugais.
Os resultados mostram que quanto maior era o pênis do marido mais provável era que sua esposa fosse infiel com um homem que tivesse um membro menor. A razão: um pênis muito grande tende a lastimar a mulher se sua vagina for pequena.
Os pesquisadores levaram em conta outros fatores, como violência doméstica, falta de satisfação sexual ou a idade da mulher, mas os resultados são consistentes. Das 545 mulheres, 6,2% tiveram aventuras durante o estudo de seis meses com homens mais adequados a sua anatomia.
A conclusão é clara, um membro grande pode ser mais atraente na imaginação, mas a verdade é que na hora do "rala e rola" o fundamental não é ter um órgão de um tamanho determinado, senão um que possa satisfazer a sua parceira.
Assista o video: http://www.youtube.com/watch?v=_czaqafJZCM
FONTE: Medical Daily / ndig
O QUE DÓI MAIS A INFIDELIDADE EMOCIONAL OU SEXUAL?
A sociedade em que vivemos nos habituou a considerar a infidelidade um assunto sério, grave em quase todos os casos. As relações de casal, construídas essencialmente sob o sistema da monogamia, dificilmente sobrevivem a que algum dos dois membros seja infiel ao outro, isto é, falte ao compromisso tácito que se estabelece entre ambos ao se envolver com outra pessoa.
Primeiramente, se perguntamos-nos que tipo de vínculo pode surgir entre duas pessoas para que seja considerado “importante” e não possa passar por alto? A convenção diz-nos que existem ao menos dois tipos de infidelidade: a sexual e a sentimental. Ou o intercâmbio é corporal ou emocional, em ambos os casos, com uma pessoa diferente a quem ostenta o “monopólio legítimo” desses dois aspectos da existência. O casal é quem supostamente deve-nos satisfazer tanto sexual como emocionalmente, só que às vezes não é assim, e o lugar comum assegura que então acontece uma infidelidade.
Se isto é assim, resulta interessante uma pesquisa recente da Universidade Estatal do Kansas (EUA), segundo a qual homens e mulheres reagem de formas muito diferentes à infidelidade sexual e à emocional, em especial quando se trata de assumir a situação.
Neste estudo 238 homens e 239 mulheres responderam a várias questionários nos quais se buscava traçar certo perfil da infidelidade em diferentes perspectivas. Assim, por exemplo, uma das perguntas que os voluntários tinham que responder era, hipoteticamente, que lhes angustiaria mais, imaginar que seu casal desfrutava de um apaixonado encontro sexual com outra pessoa ou, em outra situação, que seu casal estabelecia um laço emocional profundo com outra pessoa.
A análise das respostas mostrou que para um homem resulta mais dolorosa a possibilidade de que sua parceira seja infiel sexualmente, enquanto para as mulheres o pesar vem pelo lado emocional.
Isto, por suposto, dista muito de ser uma regra, mas talvez nos ajude a entender certas especulações sobre o comportamento amoroso humano.
FONTE: Huff Post/ ndig
O ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO SUPERA 10.000 VEZES A VELOCIDADE DA LUZ
Um experimento com fótons entrelaçados quanticamente parece demonstrar que a velocidade mínima de interação neste tipo de partículas é de 10 vezes a velocidade da luz.
Desde certo sentido comum contagiado de algumas ideias da física moderna acredita-se que não existe nada no universo que supere a velocidade da luz. No entanto, ao menos teoricamente, esta constante propõe-se só como um primeiro ponto que não é de todo impossível de superar.
E talvez mais que teoricamente, pois agora um grupo de pesquisa dirigido por Juan Yin, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China em Xangai assegura ter observado uma interação quântica que foi 10 mil vezes mais rápida que a velocidade da luz.
O experimento foi realizado com fótons entrelaçados, uma das propriedades mais misteriosas e sugestivas das partículas subatômicas pela qual duas delas, depois de interagir entre si, podem permanecer unidas e ligadas intimamente inclusive quando estão separadas por uma distância enorme, manifestando efeitos em que, por exemplo, quando uma é polarizada, a outra também se polarizada, mas com uma carga oposta.
Na prova de Yin, usaram um par destes fótons e enviaram a diferentes pontos, separados em 16 km. Ato seguido, mediram quanto demorava o entrelaçamento para "atualizar" o estado entre ambas as partículas, concluindo que a velocidade mais lenta possível para as interações quânticas é de 10 mil vezes a velocidade da luz.
Contudo, estes resultados são ainda provisórios, pois o grande impedimento é que não é possível conhecer o estado de um par de fótons antes de que sejam submetidos a algum tipo de medição.
fonte: LiveScience
CIENTISTAS DESCOBRIRAM A FORMA DE TRANSFORMAR LUZ EM MATÉRIA
Físicos do Imperial College de Londres descobriram a forma de criar matéria a partir da luz, uma teoria proposta já por Gregory Breit e John Archibald Wheeler em 1934.
A ideia dos dois cientistas era que deveria ser possível converter matéria a partir da luz “esmagando” dois fótons para criar um elétron e um posítron. O cálculo resultou que era teoricamente possível, mas os dois cientistas jamais esperavam que alguém demonstrasse empiricamente sua predição.
As novas pesquisas mostram como a teoria de Breit e Wheeler poderia ser comprovada na prática. Um colisor de fótons, que converteria a luz em matéria, tecnologicamente já é possível, seria um novo experimento de física de alta energia que recriaria o processo dos primeiros 100 segundos depois da criação do universo.
Os cientistas estavam trabalhando nos problemas associados à fusão, quando se deram conta da possibilidade de chegar as condições criadas por Breit e Wheeler.
Agora os esforços se centram em realizar o experimento que consiga transformar a luz em matéria, em primeiro lugar os cientistas usariam um laser de alta intensidade para acelerar os elétrons logo abaixo da velocidade da luz, então estes elétrons poderiam ser disparados sobre uma lousa de ouro para criar um feixe de fótons um bilhão de vezes mais energizados que a luz visível.
Na seguinte etapa disparariam um laser de alta energia que criaria um campo de radiação térmica que geraria uma luz similar à emitida pelas estrelas.
Posteriormente os fótons das duas fontes entrariam em choque que por sua vez formariam elétrons e posítrons, sendo possível sua detecção.
FONTEs:I Fucking Love Science/ ndig
SER DESCONFIADO TRIPLICA A PROBABILIDADE DE APRESENTAR DEMÊNCIA
Pensar que as demais pessoas se movem normalmente por puro egoísmo, desconfiar de tudo e de todos e ver também a vida desde o ponto de vista do "copo meio vazio" faz com que os desconfiados cínicos sejam mais proclives a sofrer de demência na idade adulta.
Esta foi inesperada conclusão do estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental em Kuopio quem publicaram seu trabalho na revista Neurology.
Trata-se da primeira vez que realizam uma pesquisa com relação direta entre o cinismo e a demência. Para isso, os experientes analisaram os dados de 1.449 pessoas, com uma idade média de 71 anos, aos quais realizaram testes para o diagnóstico de demência, bem como um questionário que media seu nível de cinismo, com perguntas como: "É mais seguro não confiar em ninguém?". Segundo os resultados obtidos, os participantes foram divididos em três grupos segundo seu nível de desconfiança cínica.
O rastreamento dos participantes foi realizado durante 10 anos. Depois deste período, 622 pessoas tinham completado os teste e foram diagnosticados com demência. Depois de examinar o volume total de dados, os pesquisadores descobriram que as pessoas com os níveis mais altos de desconfiança eram três vezes mais propensas a desenvolver demência, que as pessoas com níveis baixos. Da mesma forma, as pessoas com elevado nível de desconfiança também eram mais propensas a morrer antes que as dos grupos com níveis baixos.
- "Entender como um traço de personalidade tal como o cinismo afeta o risco de demência poderia nos dar um conhecimento importante para reduzir esses riscos", explica Anna Maija Tolppanen, líder do estudo.
fontes:BBC /ndig
O "GOLPE MORTAL" NAS ARTES MARCIAIS EXISTE NA VIDA REAL?
O “golpe mortal”, também conhecido como o “toque da morte”, é um suposto movimento das artes marciais que, ainda que pequeno e mínimo, pode resultar letal a quem recebe. Ou ao menos essa é sua fama. A pergunta óbvia é, claro, se apesar de tanta ficção e falatório em torno deste toque, ele existe para valer? Funciona tal e qual vemos no cinema, televisão e outras montagens?
Tecnicamente dito movimento conhecido como dim mak -um termo chinês que significa o golpe que exerce pressão contra uma artéria-, segundo seus praticantes, tem um efeito retardado que pode provocar a morte repentina de quem o recebe até com vários meses de diferença.
Ainda que exista a história de que Bruce Lee morreu por castigo divino por ser ateu, a mais difundida dá conta que ele foi vítima de um dim mak, inclusive memes conspiranóicos indicam que este teria sido realizado por Chuck Norris, como vingança por ter sido ridicularizado por seu mestre Bruce Lee.
Um dos primeiros registros da sua existência data do Bubishi, o tratado canônico de artes marciais que começou a ser redigido no século XVII, onde o dim mak é mencionado, ainda que não digam os detalhes de sua execução.
Medicamente o “toque da morte” está associado com uma complicação conhecida com o nome de Commotio cordis, a morte súbita que acontece quando um golpe no peito interrompe o ritmo cardíaco. Não causa danos ao coração, mas sim na estimulação elétrica do batimento: bastam entre 10 ou 30 milisegundos de interrupção para provocar a morte.
O dim mak é também muito explorado pelo cinema como a compressão prolongada da artéria carótida, o que tem como efeito a diminuição da irrigação sanguínea no cérebro e a consequente perda da consciência.
Contudo, o “toque da morte” é um dos movimentos mais misteriosos das artes marciais, tanto que nem sequer é totalmente seguro que possa ser identificado a integridade com o dim mak ou com as conseqüências fisiológicas que descrevemos até aqui.
fontes:io9 /mdig
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