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segunda-feira, 18 de abril de 2016
DESCUBRA POR QUE TROCAR UMA TELA DE CELULAR É TÃO CARO
Se ainda não aconteceu com você, considere-se uma pessoa de sorte. Mas a maioria de nós, donos de smartphone, já foi vítima dessa situação desastrosa: como se ganhasse vida própria, o celular escapa das nossas mãos e se joga…no chão, na quina ou onde quer que seja, e a tela se estilhaça. Solução: trocar a tela. O problema é o preço...
A troca de display é, de longe, o serviço mais procurado nas assistências técnicas espalhadas por aí. Fomos conversar com uma especializada para tentar entender esses preços tão altos. Não entramos no mérito alta do dólar, impostos e coisas do gênero, mas descobrimos que um dos principais responsáveis pelo encarecimento das telas dos smartphones mais novos é o fato de que elas passaram a ser uma peça única. Antes, elas eram compostas por três componentes: o touch (a parte sensível ao toque), o LCD e, por cima, o vidro. Agora, na maioria dos aparelhos, é tudo integrado. Ou seja, independente do que quebrar, tem que trocar a peça toda!
Ou seja, a tela integrada - com o touch, o LDC e o vidro - representa praticamente 50% de um smartphone. A outra metade inteligente do aparelho é a placa mãe. Justamente por isso, uma tela de smartphone de última geração pode chegar aos mil e quatrocentos reais - mais que muito aparelho intermediário por aí.
Pesquisando na internet, encontramos valorem bem abaixo dos praticados pelas assistências. Mas aí fomos entender que nem toda tela vendida para cada modelo de smartphone é a mesma coisa. Muito pelo contrário. Primeiro de tudo: tenha em mente que não existe tela “original”. O melhor que se pode encontrar no mercado de substituição são as chamadas telas de primeira linha; que são praticamente idênticas às que vieram originalmente no aparelho.
Não tenha dúvida, as telas mais baratas encontradas por aí, são telas de baixa qualidade. Aí, não adianta esperar milagre; a qualidade não é a mesma e, pior, uma tela dessas pode até causar um prejuízo muito maior e danificar o próprio aparelho…
De qualquer forma, você ainda pode preferir se arriscar e fazer tudo por conta própria; desde a compra até a troca efetiva da tela. É importante dizer que é difícil encontrar telas de primeira linha a venda na internet. E, para colocar a mão na massa, é preciso, antes de mais nada, pesquisar bastante. Existe uma infinidade de vídeos tutoriais ensinando como trocar a tela de diversos smartphones. Mas cada um tem uma especificação …
No final das contas, se o objetivo for economizar mesmo, o mais indicado é tomar ainda mais cuidado para evitar os acidentes. Ou ainda investir em uma capinha ou película anti-choque.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/video/descubra-por-que-trocar-uma-tela-de-celular-e-tao-caro/57016
CONHEÇA ALGUMAS DICAS PRA MELHORAR SEU WIFI
Fonte: http://m.olhardigital.uol.com.br/video/dicas-para-melhorar-seu-wi-fi/57300
A primeira coisa que você precisa ficar de olho é na posição do roteador. Ele deve ficar em um lugar central em relação a todos os cômodos, e numa posição mais alta também. Assim, o sinal se espalha de uma maneira mais uniforme por todo o ambiente.
É sempre bom também evitar que ele fique perto de objetos metálicos, telefones sem fio, micro-ondas, babás eletrônicas, dispositivos conectados via Bluetooth ou alarmes de segurança. Esses aparelhos funcionam na mesma frequência do roteador, e podem interferir no sinal de internet.
E olha só essa curiosidade: você sabia que cores também podem atrapalhar o desempenho do Wi-Fi? Isso mesmo, já é comprovado que ambientes com predominância de cor verde, por exemplo, costumam ter mais dificuldade de propagar o sinal.
Agora, você já tentou de tudo, e mesmo assim o seu sinal não melhorou?
Você também pode instalar um repetidor Wi Fi! Ele repete o sinal do roteador e espalha de maneira regular por todo o ambiente, até nos cômodos um pouco mais distantes. Ah, e não deixe de manter o sistema dele sempre atualizado e a antena voltada pra cima.
domingo, 20 de dezembro de 2015
CONHEÇA 6 TECNOLOGIAS DE "STAR WARS" QUE JÁ ESTÃO ENTRE NÓS
Quase 4 décadas após o lançamento da trilogia original de George Lucas, “Star Wars: o Despertar da Força” promete atualizar fãs sobre as aventuras de Han, Luke, Leia, assim como introduz uma nova geração de heróis e vilões.
Como em outras ficções científicas de Hollywood, a franquia de Lucas lida com tecnologias futurísticas que com frequência têm suas origens ou mesmo alguma equivalência no mundo da ciência. É quase uma tradição na ficção científica mais tradicional, onde escritores e designers sonham com sistemas sci-fi, armas e veículos e começam a rascunhar suas possíveis evoluções nas tecnologias que já os cercam.
Na lista abaixo, separamos 6 tecnologias “Star Wars” e voltamos nosso olhar às inspirações e a ciência real por trás delas. Droids, trens, próteses robóticas e até mesmo "a força".
1. Sabres de luz
O sabre de luz continua como uma das maiores contribuições do Star Wars ao arsenal de armas da calçada da fama da ficção científica. Lucas o concebeu como uma atualização sci-fi às tradicionais espadas erguidas por heróis em histórias de fantasia e filmes. Mas nós conseguiríamos um sabre de luz de verdade? Talvez. Em 2013, pesquisadores em Harvard e do MIT conseguiram colocar fótons juntos como moléculas, criando um estado de matéria que até então tinha sido hipotético. “Não é uma analogia inapta para comparar isso com sabres de luz ", disse o pesquisador-chefe da Universidade de Harvard na época, fazendo com que fãs, claro, criassem expectativas.2. Walkers imperiais
Talvez o veículo de combate mais legal no universo de Star Wars seja os Walkers Imperiais, usados por forças imperiais para combater inimigos. A lenda diz que a inspiração de George Lucas para tal veio de um levantador de carga gigante na Baía de São Francisco – apesar de que essa história já foi aparentemente desmentida pelo próprio criador. De qualquer forma, o veículo de 22,5 metros de altura é alimentado por articulações hidráulicas usando motores de direção compactos. Em tempos contemporâneos, a Boston Dynamics recentemente apresentou um robô com alguma semelhança aos Walkers, no caso o BigDog. O robô que se assemelha a um grande cachorro usa um sistema hidráulico para alimentar quatro articuladas pernas desenhadas para navegar por terrenos sinuosos. O cachorro consegue correr, subir ladeiras e carregar mais de 136 quilos de carga.3. Landspeeders
A nave de transporte de Luke Skywalker foi um dos primeiros de muitos veículos de “levitação” que seriam introduzidos ao universo do Star Wars. Seja pequeno ou grande, os veículos são alimentados por tecnologia de antigravidade conhecida como motores repulsores. No caso, motores repulsores foram imaginados como "nós" do espaço-tempo que poderiam ser direcionados para empurrar para trás a força gravitacional existente. A antigravidade é característica consagrada no mundo da ficção científica, retomando lá atrás com H.G. Wells e alguns exemplos anteriores. No que diz respeito às teorias sobre antigravidade, a ciência fica extremamente complexa e muito depende de como você define os termos. Mas nós certamente já temos alguns veículos que “levitam”, incluindo hovers e trens maglev. A Volkswagen é uma das muitas companhias que estão olhando para dentro da ideia de carros-hovers eletromagnéticos.4. Droids de protocolo
O C-3PO é um droid protocolo especializado em relações homem-cyborg e programado para traduzir as duas linguagens. Ele é, de fato, fluente em mais de 6 milhões de formas de comunicação. E ele nunca se cala sobre isso. No campo das ciências da computação moderna conhecido como processamento de linguagem natural, a tradução em tempo real de idiomas foi como um santo graal por várias décadas. Vale ressaltar que estamos chegando surpreendentemente perto: o Skype está atualmente testando um novo serviço que traduz linguagem falada em quase tempo real entre dois usuários. O tradutor do Skype está disponível atualmente em inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e chinês.5. Próteses robóticas
Espectadores atentos da saga perceberão que um número curioso de personagens tem seus membros decepados. O mais famoso entre eles, Luke perde sua mão para o sabre de luz de Vader no “Império Contra-Ataca”. Mas Luke tem sua vingança em “O Retorno de Jedi”, quando com seu sabre de luz tira a mão de Vader. Na trilogia sequente, nós aprendemos que Anakin já tinha perdido sua mão – e ambas as pernas – quando se tornou Darth, em primeiro lugar. Outros personagens que sofreram traumas semelhantes: C-3PO, Mace Windu, General Grievous, Count Dooku, Wampa, e Darth Maul. A atual ciência de próteses ganhou um incrível avanço nos últimos anos, graças a melhorias em robóticas, materiais e interfaces neurais. Em setembro, pesquisadores e médicos anexaram, com sucesso, uma prótese de mão à medula espinhal de um paciente que disse ter experimentado a sensação do tato diretamente no cérebro. Eletrodos colocados no córtex motor do paciente também permitiram que o paciente movesse suas próteses com seu pensamento. De acordo com o time de pesquisadores, é a primeira vez que ambas habilidades foram colocadas na mesma prótese.6. A Força
E por falar em poderes mentais, já se passaram quase 40 anos desde que o Star Wars introduziu ao nosso planeta o conceito de “Força”. Mas a ideia de manipular objetos com a mente parece ser muito mais que merA especulação tecnológica de alta ficção científica. Mas aqui vai uma coisa engraçada: recentes avanços em alta tecnologia resultaram em exemplos do que pode ser denominado como poderes da Força. A Neuroprótese é uma espécie de telecinese - as pessoas estão conseguindo mover coisas no mundo físico simplesmente pensando nelas. E experimentos em interfaces cérebro-cérebro aproximam seu sucesso, de certa forma, à telepatia, permitindo que as pessoas leiam os pensamentos uns dos outros através de acompanhamento e estimulação do cérebro. fonte: idgnow.com.br/internet/2015/12/17/6-tecnologias-do-star-wars-que-ja-estao-entre-nos/AQUECIMENTO GLOBAL TENDE A AUMENTAR A FREQUÊNCIA DO EL NIÑO
Os impactos do aquecimento global na agricultura tendem a ser mais frequentes nos próximos anos.
O climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Gilvan Sampaio disse ao Broadcast Agro que o avanço do aquecimento global ao longo do século XXI tende a aumentar a frequência com que o fenômeno El Niño ocorre.
Segundo dados do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC, na sigla em inglês) compilados pelo pesquisador, até 2100 o aumento da temperatura média do planeta pode variar de 1 grau a até 3,7 graus Celsius, o que poderia acarretar a elevação da temperatura e do nível dos oceanos (pelo derretimento do gelo polar), influenciando também a ocorrência do fenômeno climático.
As projeções do IPCC consideram diversos cenários de emissões de gases de efeito estufa para as próximas décadas, nos quais o aumento da temperatura média do planeta pode ser maior ou menor.
"O aquecimento global pode contribuir para que o El Niño ocorra mais frequentemente. Até o fim do século 21, existe a possibilidade ele passar a ocorrer todos os anos", afirmou Sampaio.
O padrão de chuvas previsto para o planeta nas próximas décadas, também associado ao aumento da temperatura média do planeta, é semelhante ao de precipitações verificado em anos de El Niño, segundo o climatologista.
Caso a previsão se confirme, o que era considerado até então um fenômeno periódico pode se tornar um novo padrão climático.
De momento, porém, ainda não é possível identificar se o El Niño ficará mais intenso nos próximos anos.
O El Niño se caracteriza pelo aquecimento acima da média das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical próximo à linha do Equador).
Isso provoca mudanças nas correntes oceânicas e maior formação de nuvens na região equatorial.
O fenômeno provoca alterações no clima em todo o planeta, com a ocorrência de mais precipitações em algumas regiões e seca em outras.
Desde que foi identificado por cientistas, no fim do século 19, o fenômeno vem ocorrendo com frequência pouco regular, que varia de três a sete anos.
Até hoje, não foi identificada a causa exata da periodicidade do aumento da temperatura do oceano, que provoca o El Niño, diz Sampaio.
No Brasil, de forma geral, os principais impactos do El Niño são verificados nos períodos de junho a agosto e de dezembro a fevereiro.
Entre junho e agosto, observa-se temperaturas mais altas em todo o Centro-Oeste, Sudeste, Sul e Nordeste do Brasil e elevação nas precipitações no extremo sul do País.
Já de dezembro a fevereiro, ocorre o aumento das chuvas no Sul, clima mais quente no Sudeste e Centro-Oeste e mais seco no Nordeste.
Nos próximos seis meses, segundo Sampaio, o El Niño deve persistir, dando sequência ao excesso de chuvas nos Estados do Sul, déficit de precipitações no Norte, leste da Amazônia e norte da região Nordeste e temperaturas altas em todo o Brasil.
A temperatura do Oceano Pacífico equatorial, que em julho deste ano estava 1,7ºC acima da média histórica para a região e em dezembro já chega a quase 3º C acima da média, deve voltar ao patamar normal por volta de junho de 2016, segundo o pesquisador, colocando fim a este El Niño.
Não há nenhuma previsão, até agora, de que após o término do fenômeno venha a ocorrer a La Niña - esfriamento anormal das águas do Pacífico, que provoca temperaturas abaixo da média no Sul e Sudeste e maior precipitação em parte do Norte e do Nordeste do País entre dezembro e janeiro e tempo mais seco no Sul em junho, julho e agosto.
Fontes: ultimosacontecimentos.com.br/grandes-sinais-do-ceu1400518699/aquecimento-global-tende-a-aumentar-frequencia-de-el-nino.html // issoeciencia6.blogspot.com.br/2015/12/aquecimento-global-tende-aumentar.html
A ESTRELA BETELGEUSE PODERÁ COLIDIR COM GIGANTESCA MURALHA CÓSMICA
A estrela Betelgeuse vista pelo instrumento PACS (Photodetecting Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial. Herschel. Os arcos à esquerda são parte do material ejetado pela estrela, moldado pela interação entre a onda de choque e o meio interestelar. O pálido material à esquerda é a poeira que deve colidir com a estrela, em evento previsto para os próximos 5 mil anos.
Parece que tudo pode acontecer com Betelgeuse, a enorme estrela vermelha localizada em um dos vértices da constelação de Órion. De acordo estudos recentes, a estrela poderá se chocar com uma enorme parede de fragmentos que nem os pesquisadores sabem ao certo de onde vem.
Uma imagem registrada pelo Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia, revelou que a velha estrela está localizada muito próxima de uma verdadeira barreira espacial, que segundo algumas teorias é o resultado do material ejetado durante a fase anterior da evolução da própria estrela.
No entanto, as cenas registradas pelo telescópio Herschel revelam que a muralha pode ser um objeto independente ligado ao campo magnético da galáxia ou então ser a borda de uma nuvem interestelar que está sendo iluminada por Betelgeuse.
Discussões teóricas à parte, os pesquisadores sustentam que se essa verdadeira muralha for de fato um objeto independente, estaria então em rota de colisão com as camadas externas já ejetadas pela estrela, contato que aconteceria em aproximadamente 5 mil anos.
No entender dos cientistas, o choque direto entre a estrela e a massa de partículas acontecerá 12.500 anos mais tarde.
Betelgeuse é uma estrela do tipo supergigante vermelha. Tem cerca de mil vezes o tamanho do nosso Sol e é 100 mil vezes mais brilhante. Para atingir esse estágio, a estrela já derramou no espaço grande parte do seu material, criando um enorme arco ao seu redor. É esse arco que deverá ser o primeiro a se chocar contra a muralha.
Os astrônomos preveem que Betelgeuse deverá passar por uma explosão do tipo supernova nos próximos 1000 anos, quando deverá brilhar pelo menos 10 mil vezes mais, com magnitude equivalente ao da Lua crescente. Outros astrônomos dizem que isso não deverá acontecer tão cedo.
Em ambos os casos, parece que a explosão cataclísmica de Betelgeuse acontecerá bem antes da colisão prevista. Sendo assim, se prepare. Quem viver verá!
FonteS: http://issoeciencia6.blogspot.com.br/2015/12/estrela-betelgeuse-podera-colidir-com.html // apolo11.com/spacenews.phptitulo=Estrela_Betelgeuse_pode_colidir_com_gigantesca_muralha_cosmica&posic=dat_20130123-103548.inc
CONHEÇA 4 DICAS PARA TER DENTES MAIS BRANCOS
Para muita gente, ter os dentes brancos é uma das maiores preocupações. Muitos optam por recorrer a tratamentos dentários ou a produtos extremamente caros e que, por vezes, não têm o resultado desejado.
Mas há uma coisa que pode fazer a um custo praticamente nulo e que ajuda o seus dentes a ficarem mais brancos: adaptar a sua alimentação. Aqui ficam os conselhos que o dentista Anthony Zybutz, deu ao Daily Mail:
1. Escolher os alimentos e as bebidas que ingere
Prós: Tudo aquilo que ingere influencia a ‘saúde’ dos seus dentes e da sua gengiva. Por isso, tem de ter atenção àquilo que come e bebe. Escolha vegetais com fibras como os brócolos que ajudam a diminuir a inflamação nas gengivas. O cálcio também ajuda a manter os dentes brancos por isso não é uma má ideia complementar a sua dieta com leite e iogurtes. E que tal terminar uma refeição com ananás? É o único alimento com bromelaína, propriedade anti-inflamatória que ajuda a limpar os dentes. Contras: Tente reduzir bebidas que possam manchar os seus dentes como café, vinho, chá, coca-cola e bebidas energéticas. Outros alimentos que também não ajudam são as amoras, mirtilos, romãs, alimentos com caril e molho de soja, já para não falar nos corantes. O melhor mesmo é beber (muita) água. Para além de se manter hidratado, ajuda a limpar os dentes que outras bebidas que possam manchar os dentes2. Mastigar o que come
Lembra-se quando a sua mãe lhe dizia para mastigar bem a comida? Não era à toa – ainda que os dentes brancos pudessem ser a última das suas preocupações. As frutas e os vegetais que precisam de ser mastigados funcionam como escovas de dentes durante as refeições. Opte por adicionar à sua dieta alimentos como maçãs, cenouras, couve-flor, feijão-verde e aipo. Os queijos duros também são uma boa opção uma vez que retiram outras partículas de camadas alojadas nos dentes e previnem a formação de placa bacteriana. Este tipo de comida ajuda ainda a manter as gengivas saudáveis ao promover a circulação sanguínea naquela zona.3. Aumentar a produção de saliva
Aumentar o fluxo da saliva ajuda a manter os dentes mais brancos. Para isso, comece a comer citrinos como limão, lima, laranjas e toranja. Outra boa opção são os morangos, que contêm ácido málico, um ácido orgânico que ajuda à produção de saliva.4. Ser realista
São poucas as pessoas capazes de cumprir dietas rigorosas portanto o melhor é ser realista. Ninguém está a espera que corte com o café ou que comece a comer brócolos em todas as refeições. O ideal é comer e beber de tudo mas com moderação e, acima de tudo, ter uma boa higiene oral. Isto é, lave os dentes regularmente – em especial depois das refeições – e faça check-ups dentários de tempos a tempos porque, convenhamos, as dietas não fazem milagres. Fontes: www.msn.com/pt-pt/lifestyle/beleza/4-dicas-para-ter-os-dentes-mais-brancos/ar-BBnFLA9?li=AAaYVP2&ocid=SK2MDHP // http://issoeciencia6.blogspot.com.br/2015/12/quatro-dicas-para-ter-os-dentes-mais.htmlDORMIR DEMAIS PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE
Um novo estudo sugere que dormir demais, juntamente com períodos longos de inatividade, fazem mal para a saúde. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que passam a maior parte do dia sentadas e dormindo demais podem ser tão propensas a morrer mais cedo quanto as pessoas que fumam ou bebem muito.
O estudo do Instituto Sax incluiu mais de 230.000 pessoas na Austrália com 45 anos ou mais. Os pesquisadores anotaram em quantos comportamentos insalubres cada participante estava envolvido, incluindo fumar, beber álcool, comer alimentos pouco saudáveis, ser inativo fisicamente, dormir demais (que os investigadores definiram como mais de 9 horas por noite).
Cerca de 30% dos participantes relataram envolvimento em 2 ou 3 dos comportamentos. Depois de 6 anos, cerca de 16.000 pessoas no estudo haviam morrido.
Combinação mortal
Os pesquisadores descobriram que pessoas que não eram fisicamente ativas tinham 1,6 vezes mais probabilidade de morrer do que aqueles que eram fisicamente ativos (algo definido pelo estudo como “a realização de mais de 150 minutos de moderada a vigorosa atividade física a cada semana”). Mas o estudo também mostrou que a combinação de inatividade física com o comportamento sedentário, ou inatividade física com dormir demais, estava tão fortemente associada à mortalidade entre os participantes quanto a combinação de fumar e beber muito. “A inatividade física sozinha teve uma forte associação com a mortalidade”, afirma Melody Ding, autora principal do estudo e pesquisadora sênior da Escola de Saúde Pública de Sydney, da Universidade de Sydney, na Austrália. Ding conta que, quando as pessoas combinaram a inatividade física com muitas horas de sono e longos períodos sentadas, os efeitos negativos foram ainda mais dramáticos, com o risco combinado de morte aumentando em até quatro vezes mais do que naqueles que eram sedentários e dormiam muito, mas pelo menos faziam algum exercício. Os pesquisadores ressaltaram que não incorporaram outras práticas de estilo de vida a longo prazo ou condições que possam ter desempenhado um papel no aumento nos riscos de mortalidade de alguns participantes. Além disso, as interpretações de seus comportamentos e seus impactos na saúde dos participantes podem ter falhas.Movimentar é a resposta
Embora a conclusão do estudo, de que comportamentos mais saudáveis podem reduzir o risco de mortalidade, pareça ser um exemplo óbvio, pode apresentar novas estratégias para prolongar a vida. “A atividade física é um fator para abordar em primeiro lugar”, aponta Ding. Se certas combinações de comportamentos de risco representam mais uma ameaça do que os comportamentos de risco por conta própria, eliminar pelo menos um deles já é uma boa escolha para a saúde de forma global. FONTE:livescience.com/53064-sitting-sleeping-health-risk.html
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