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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

COMO ESTENDER SUA EXPECTATIVA DE VIDA EM 7 ANOS

À primeira vista pode parecer exgero (afinal, estamos falando de exercícios moderados, não de um treinamento ao estilo Rocky Balboa), mas especialistas garantem que é verdadeiro: fazer 2 horas e 30 minutos de caminhada semanalmente pode aumentar em 7 anos sua expectativa de vida. Divulgado recentemente, estudo realizado por pesquisadores do governo dos Estados Unidos e da Universidade de Harvard (EUA) mostra que os benefícios de uma rotina de exercícios pode ir muito além do que se imaginava. Para chegar a essa conclusão, eles reuniram dados de seis pesquisas anteriores de longo prazo, em que foram analisados mais de 600 mil voluntários (tanto homens como mulheres) acima de 40 anos. A análise focou em caminhadas “moderadas” – rápidas o suficiente para fazer a pessoa suar, mas não a ponto de impedi-la de conversar com um acompanhante. Em média, 2h30 de caminhada semanais acrescentaram 3,4 anos na expectativa de vida dos praticantes (em pessoas com peso saudável, o benefício foi de 7 anos); 5 horas semanais acrescentaram em média 4,2 anos; e 7 horas, 4,5 anos. Além disso, aqueles que tinham um peso “ideal” (ou próximo disso), mas não se exercitavam, tinham uma expectativa de vida 3,1 anos menor do que pessoas obesas que praticavam exercício – o que reforça a importância de se manter ativo independentemente do peso. Os benefícios, ainda, foram idênticos para homens e mulheres, porém maiores para pessoas com histórico de câncer ou de doenças cardíacas. No caso de praticantes negros, o aumento na expectativa de vida foi maior do que para os das demais etnias. “Não podemos subestimar quão importante a atividade física é para a saúde – mesmo a mais modesta pode acrescentar anos à sua vida”, ressalta o pesquisador I-Min Lee. Fonte:Daily Mail UK

AS 32 ÁGUAS MAIS CLARAS DO MUNDO PRA VC NADAR ANTES DE MORRER

1. Ilha Linapacan (Filipinas) 2. Ilhas Maldivas 3. Bodrum (Turquia) 4. Cayo Coco (Cuba) 5. Cala Macarelleta, na Ilha Minorca (Espanha) 6. Piscina natural To Sua Ocean Trench, na Ilha Lotofaga (Samoa) 7. Lago Crater (EUA) 8. Bak Bak Beach (Malásia) 9. Vale de Jiuzhaigou (China) 10. Sabah (Malásia) 11. Jenny Lake, no Parque Nacional de Grand Teton (EUA) 12. Bonito (Brasil) 13. Calanque de Sormiou (França) 14. Ilha Panari (Japão) 15. Puerto Ayora (Galápagos) 16. Lago Tahoe, nas montanhas da Serra Nevada (EUA) 17. Cayos Cochinos (Honduras) 18. Primosten (Croácia) 19. Pupu Springs (Nova Zelândia) 20. Calanque d’En-Vau (França) 21. Rio Azul (Argentina) 22. Corfu (Grécia) 23. Aitutaki (Ilhas Cook) 24. Koh Phi Phi Don (Tailândia) 25. Playa Blanca (Colômbia) 26. Blue Lake (Nova Zelândia) 27. Königssee (Alemanha)* 28. Valle Verzasca (Suíça) 29. Ilha de Tioman (Malásia) 30. Lago Marjorie (EUA) 31. Dog Island (Panamá) 32. Fernando de Noronha (Brasil)

CIENTISTAS FINALMENTE DESCOBREM PORQUE DORMIMOS

Segundo um novo estudo publicado na revista Science, resíduos que podem causar doenças e que se acumulam durante o dia são “limpos” do nosso cérebro enquanto dormimos à noite. Isso pode ajudar a explicar por que as pessoas gastam um terço de suas vidas dormindo, bem como ajudar no desenvolvimento de tratamentos para a doença de Alzheimer e outros distúrbios neurológicos. PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR Nenhum ser humano pode ficar sem dormir por mais do que um punhado de dias. Mesmo assim, o sono continua sendo uma das atividades menos compreendidas dos seres humanos. Essa grande pausa diária permite uma série de “trabalhos de manutenção” do corpo, desde a produção mais intensa de substâncias químicas usadas durante as horas de vigília à auto-organização dos neurônios dos cérebros em desenvolvimento. O sono REM, com sua alta atividade neuronal, ocorre durante mais tempo a cada noite nos períodos de crescimento do cérebro. Ainda assim, os cientistas não encontravam um motivo tão bom a ponto da evolução ter favorecido que os seres humanos passem horas por dia dormindo. Algumas teorias apontavam para o sono como um estado vital para a memória e a aprendizagem. Enquanto dormimos, podemos enraizar as memórias em um armazenamento a longo prazo – e também dar às nossas atividades mentais, tão requisitadas durante o dia, um merecido momento de descanso. O novo estudo, conforme explica seu principal autor, o Dr. Maiken Nedergaard, da Universidade de Rochester, em Nova York (EUA), mostra que o nosso cérebro possui diferentes estados funcionais durante o sono e quando acordado. “Na verdade, a natureza restauradora do sono parece ser o resultado da ‘limpeza ativa’ dos subprodutos da atividade neural que se acumulam durante o período acordado”, explica. O ESTUDO Em experimentos de laboratório com ratos, cujos cérebros são muito semelhantes aos nossos, Nedergaard e seus colegas observaram como resíduos celulares eram “lavados” através dos vasos sanguíneos do cérebro no sistema circulatório do corpo. Esses resíduos incluem beta-amilóide, uma proteína que, quando acumulada, é um fator que pode levar a doença de Alzheimer. De acordo com os pesquisadores, os resíduos são removidos do tecido cerebral pelo líquido cefalorraquidiano (LCR) através de um “sistema de encanamento” chamado de sistema glinfático, que parece ser quase 10 vezes mais ativo durante o sono do que durante a vigília. Os cientistas injetaram corante no LCR de ratos e observaram enquanto ele fluía através de seus cérebros, monitorando simultaneamente sua atividade elétrica cerebral. Eles descobriram que o líquido fluiu rapidamente quando os ratos estavam inconscientes, adormecidos ou anestesiados, mas quando os mesmos ratos estavam acordados, mal se mexeu. “Ficamos surpresos com quão pouco fluxo havia no cérebro quando os ratos estavam acordados”, disse Nedergaard. “Isso sugere que o espaço entre as células do cérebro muda muito entre os estados consciente e inconsciente”. Para testar essa ideia, os pesquisadores inseriram eletrodos no cérebro dos animais, a fim de medir diretamente o espaço entre suas células cerebrais. Eles descobriram que, durante o sono, as células do cérebro encolhem cerca de 60%, aumentando o espaço intersticial do cérebro e permitindo que o fluido se mova mais rápido e mais livremente. MAL EM MULTITAREFAS Pode parecer que estamos “recarregando a bateria”, mas Nedergaard afirma que a quantidade de energia consumida pelo cérebro não diminui drasticamente enquanto dormimos. Como o bombeamento de LCR exige uma grande quantidade de energia, os pesquisadores especulam que o processo de limpeza pode não ser compatível com as funções que o cérebro precisa executar quando estamos acordados e processando ativamente informações. “O cérebro tem energia limitada à sua disposição”, conta Nedergaard. “Você pode pensar nisso como dar uma festa em sua casa. Você pode entreter os convidados ou limpar a casa, mas não pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo”. MAIS UM PASSO EM DIREÇÃO À CURA DO ALZHEIMER Durante o estudo, os cientistas também injetaram proteínas beta-amilóides nos cérebros dos ratos e constataram que, durante o sono, o LCR as limpou no exterior das células duas vezes mais rápido. “Estes resultados têm implicações importantes para o tratamento da doença de Alzheimer e condições relacionadas”, diz Nedergaard. “Entender exatamente como e quando o cérebro ativa o sistema glinfático e limpa resíduos é um primeiro passo crítico nos esforços para potencialmente modulá-lo e fazê-lo funcionar de forma mais eficiente”. Fonte:ABCScience

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

MOTORES DE ANTIMATÉRIA E FUSÃO PODERÃO MOVER NAVES ESPACIAIS NO FUTURO

Em 2010, a NASA produziu um trabalho em parceria com o “The Tauri Group” para determinar quais as áreas de avanço tecnológico mais promissoras, que permitiriam vencer os desafios da exploração espacial. Uma das tecnologias sugeridas pela pesquisa, chamada de “Technology Frontiers: Breakthrough Capabilities for Space Exploration” (“Fronteiras da Tecnologia: capacidades inovadoras para a exploração espacial”) é o uso de antimatéria para disparar um motor de fusão nuclear. Como combustível para esse motor, seriam usadas pastilhas contendo deutério e trítio – isótopos mais pesados do hidrogênio -, cercados por um material mais pesado, como urânio. A ideia é disparar um raio de antiprótons – o equivalente da antimatéria aos prótons – para iniciar a reação de fusão, com o hidrogênio sendo convertido em hélio e liberando muita energia. A propulsão poderia ser obtida de diversas formas, como aquecendo um combustível ao ejetá-lo em altíssimas velocidades. A ideia não é nova: o projeto Daedalus, da Sociedade Interplanetária Britânica, já propôs o uso de foguetes de fusão para fazer viagens interestelares. Os cálculos apontam que uma viagem para Júpiter precisaria de 1,16 gramas de antiprótons, o que não parece muito, exceto quando consideramos que desde 1950 não devem ter sido produzidos mais de 10 nanogramas do material em aceleradores de partículas, e que poucas gramas devem custar vários trilhões de dólares. Porém, os autores do estudo apontam que a produção de antiprótons está avançando, e talvez venham a ser a grande novidade em propulsão espacial até 2060. Com a quantidade de combustível suficiente, uma viagem a Júpiter não demoraria mais que alguns poucos meses, e seria possível chegar em Marte depois de apenas 39 dias de viagem, usando um foguete de plasma. Fonte: Space.com

BEBER ÁLCOOL ENCOLHE O CÉREBRO

Quem bebe álcool, mesmo nas menores quantidades, tem um volume cerebral menor do que as pessoas que não bebem, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology. Apesar de um pequeno encolhimento no cérebro ser normal com a idade, quantidades maiores de redução em algumas áreas já foram ligadas a demência. Carol Ann Paul da Universidade de Boston, nos EUA, tinha a esperança de descobrir que o álcool poderia proteger o cérebro do encolhimento. No entanto ela descobriu que qualquer nível de consumo de álcool leva à redução de volume cerebral. Foram 1.839 pessoas, uma amostra de tamanho significativo, que fizeram o exame de Ressonância Magnética do cérebro e disseram o quanto bebiam. Como regra geral a cientista descobriu que quanto mais álcool é consumido, menor é o volume do cérebro com os abstinentes tendo um volume mais alto do que pessoas que pararam de beber ou que bebem 14 ou mais drinques por semana. A conexão entre o consumo de álcool e o volume cerebral foi mais enfático nas mulheres. Nos homens, apenas aqueles que bebiam 14 ou mais drinques por semana tinham volume cerebral menor do que aqueles acostumados com pouco álcool. Nas mulheres, mesmo variações sutis na ingestão de álcool mostraram diferenças claras no volume do cérebro. Essa discrepância não deixou claro que quantidades pequenas de bebidas alcoólicas encolhem o cérebro. O álcool desidrata e a desidratação pode ter efeitos negativos em quaisquer tecidos sensíveis. No entanto o estudo não responde se cérebros “encolhidos” ou com menor volume tem mais dificuldades de memória e funcionamento mental. As diferenças de volume também eram pequenas: 1,5% entre aqueles que não bebem e os que bebem muito. No entanto especialistas afirmam que a descoberta sobre a redução do cérebro é interessante. Mas ainda há um longo caminho para descobrir as implicações desse fato. Fonte: CNN

BEBER EXCESSIVAMENTE PREJUDICA MAIS A MULHER DO QUE O HOMEN

Quando se trata de “aguentar beber”, algumas mulheres são capazes de beber tanto quanto os homens. Porém, não há igualdade quando se trata de qual saúde sofre mais por isso. Segundo uma nova pesquisa, o consumo excessivo de álcool leva a maiores estragos no corpo feminino, com um maior risco de danos no cérebro, fígado e coração, entre outras condições. A pesquisa apresentou um salto de 30% em mulheres que bebem demais entre 1979 e 2006 (isto é, que tomam pelo menos quatro bebidas alcoólicas em rápida sucessão). Os especialistas estão cada vez mais preocupados com o aumento da “bebedeira” entre mulheres mais jovens. Um estudo que reúne dados de mais de 500.000 pessoas indica que mulheres com idade entre 21 e 23 anos são o único grupo cuja bebedeira aumentou. Isso é preocupante. As diferenças físicas entre homens e mulheres desempenham um papel importante na maneira como o corpo metaboliza o álcool. As mulheres têm mais gordura e menos água em seus sistemas, bem como níveis mais baixos de uma enzima importante na decomposição do álcool. Isso significa que elas experimentam os efeitos da bebida mais rapidamente e durante mais tempo que os homens. Segundo os pesquisadores, como as mulheres são menores do que os homens, a mesma quantidade de álcool fica mais concentrada no corpo de uma mulher no que no corpo de um homem. Isso significa que quando um homem e uma mulher bebem a mesma quantidade de álcool, em geral, os órgãos internos da mulher ficam mais expostos do que os do homem. As consequências de beber incluem diversos danos as mulheres. Por exemplo, lesões no fígado. As mulheres desenvolvem doença hepática induzida por álcool, incluindo hepatite e cirrose, durante um curto período de tempo e depois de menos consumo de álcool do que os homens. O hormônio feminino estrogênio pode aumentar os riscos. Outras lesões são as cerebrais. Exames de ressonância magnética mostraram que certas regiões do cérebro são menores em mulheres alcoólatras do que em outras mulheres e homens que são alcoólatras, mesmo após as medidas serem ajustadas ao tamanho da cabeça. A doença cardíaca também é uma ameaça. Muitos estudos têm mostrado que uma ou duas bebidas por dia é saudável para o coração. No entanto, outras pesquisas mostram taxas similares de danos graves ao músculo do coração entre mulheres e homens que são alcoólicos, apesar do fato das mulheres alcoólatras consumirem 60% menos álcool durante a vida, em média. O risco de desenvolver câncer de mama também sobe drasticamente para as alcoólatras. Uma grande análise mostrou que o risco de desenvolver a doença salta 9% para cada aumento de 10 gramas de consumo diário de álcool por dia, até 60 gramas. Além disso, o risco de acidentes e casos violentos é muito maior. Não apenas as mulheres se colocam em maior risco de serem abordadas, sexualmente ou não, como tem havido um aumento na última década na proporção de motoristas mulheres envolvidas em acidentes de carro fatais. Os hábitos de consumo não saudáveis colocam as mulheres em maior risco para uma variedade de consequências adversas à saúde e socialmente, incluindo a infecção pelo vírus da Aids. Mesmo condições menos sérias, tais como sinusite ou infecções da bexiga, podem ser provocadas pelo abuso de álcool. Algumas ex-alcoólatras relataram infecções crônicas no seio, desidratação, síndrome do intestino irritável, etc. O alcoolismo pode ser muito “sutil”. Muitas vezes as pessoas não conseguem perceber quando “cruzam a linha” para a doença. Aliás, segundo pesquisadores e especialistas, muitas pessoas não sabem sequer que é uma doença. Os cientistas encorajam os profissionais de saúde a fazer exames em mulheres de todas as idades para selecionar as com problemas de bebida, já que os sintomas são tão facilmente negligenciados. Por exemplo, em mulheres mais velhas, o álcool pode ser um “culpado oculto” que contribui para a depressão, quedas frequentes, ou insuficiência cardíaca. Nem os profissionais de saúde, nem os pacientes devem simplesmente assumir que o álcool não pode ser um problema; pois não só pode, como é. Fonte: LiveScience

MULHERES QUE BEBEM CERVEJA PODEM DESENVOLVER PSORÍASE MAIS FACILMENTE

As moças que gostam de “suco de cevada” podem querer pedir um refrigerante após lerem sobre essa pesquisa: beber cerveja aumenta as chances de uma mulher desenvolver psoríase em até 70%. A psoríase é uma doença auto-imune que faz com que a pele fique vermelha, inflamada e com possíveis lesões que causam escamação. Estima-se que 2,5% dos caucasianos e 1,3% dos negros sofram com a doença. Os médicos ainda não sabem a causa exata da psoríase, mas acreditam que algum fator ative o sistema imunológico do corpo, fazendo com que as células da pele se reproduzam de forma muito acelerada. Pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard resolveram analisar melhor a associação que há entre bebidas alcoólicas e psoríase. Para isso, eles observaram dados de mais de 82 mil mulheres, que respondiam a questionários a cada dois anos desde 1991. As questões incluíam a quantidade e a freqüência de bebidas alcoólicas que as moças consumiam. Até 2005, pouco mais de mil destas mulheres havia desenvolvido psoríase. A maioria destas afirmava beber cerveja até duas vezes por semana – mostrando que as que bebiam o líquido tinham 72% a mais de chances de desenvolver a doença. Curiosamente, nenhuma ligação com outras bebidas alcoólicas populares, como o vinho, foi notada. Isso pode acontecer porque cevada e outros grãos contêm glúten e pessoas com psoríase têm sensibilidade a essa substância. Especialistas aconselham que mulheres que tenham histórico de psoríase na família evitem beber cerveja. Fonte: LiveScience